Domingo, 22 de Maio de 2016

Marcelo está a passar a barreira da prudência

O que é demais cheira mal, diz o ditado popular.

Marcelo Rebelo de Sousa resolveu fazer da inteligência portuguesa gato-sapato. Condecora tudo o que lhe vem à cabeça ou sussurram ao ouvido sem se preocupar com a verdade ou com a publicidade para vender o produto como de boa qualidade quando não passa de água chilra com sete ou oito textos com maior expressão, tal como qualquer português faz sem qualquer alarde.

Colocar em pé de igualdade água salobra com água pura não evita que a história destape os documentos que provam o contrário.

O Marcelo, que tem dom de palavra e cultura muito acima da média, deslumbra-se com o poder e com o encanto dos seus próprios discursos, que de tão inflamados não poupam palavras e argumentos que a glote não evita, mas o povo não engole e os deixa a coxear. Marcelo começou a descarrilar. Passou a barreira da prudência.

Tenha calma Presidente. O senhor tem qualidades. Não as deite fora.

O excesso cansa e cansa muito. O país não suporta correrias, precisa de distância para esquecer as dificuldades onde o meteram.

Será que aos Presidentes contidos da Ditadura Militar, Óscar Fragoso Carmona e do Estado Novo, Óscar Fragoso Carmona, Craveiro Lopes e Américo Thomaz, temos agora o incontido Marcelo que aparece diariamente nas pantalhas televisivas como se na Presidência da República não haja que fazer, que pensar, e preparar melhor os assuntos. Ao abraçar uns, por tática política, não pode pisar os outros por falta de consideração.

Não me custou nada passar de crítico do Marcelo, da palavra solta e às vezes pouco oportuna, ao Marcelo Presidente por sentir que o Costa, com este encosto, pode salvar Portugal, não sei como, mas acreditei que Marcelo e Costa são capazes de inteligentemente resolver o gravíssimo problema onde Portugal está metido por precipitação. Mas ao exagerar os elogios e a entrega dos chocalhos arrisca-se a cair na vulgaridade e na demagogia para iludir o pagode.

Os termos da entrada na U.E foram mal negociados e os gastos inúteis foram imensos. Tem aqui campo para meditar.

Por favor, abrande o propulsor. Não queira que cada um comece a duvidar de tanta sabedoria e sensatez que o fez meter três Presidentes num saco quando apoiaram Sampaio da Nóvoa.

A um deles, perdoou, elogiou, bajulou sem necessidade.

Fez uma boa ação. Mas de boas ações está o inferno cheio.

Portugal precisa de atos e de factos que o tirem do atoleiro, não precisa de conversa.

Democrata era o outro Marcello. Veja o agradecimento. Até lhe chamaram Ditador.

Faça o que entender que eu direi sempre o que me apetecer. É consigo e com os yes men que o rodeiam, mas que o tramam se não o souberem aconselhar.

 

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C.S

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Sábado, 21 de Maio de 2016

O português aprende à força o que é para seu bem

Tenho passado anos a estudar os povos de todos os continentes e chego sempre à conclusão que os portugueses são os mais capazes em tudo o que fazem ou pensam fazer. E não sou chauvinista.

Desde grandes navegadores sem saber uma letra do tamanho de uma casa até aos maiores neurocirurgiões do mundo, Governantes, poetas e escritores, assombraram o mundo.

Mas o português é um desinteressado. Aquilo que faz não lhe dá qualquer valor ou importância. A grande maioria só cumpre regras quando a isso é obrigado, indiferente às dificuldades, se tiver o suficiente para sobreviver.

Dou um exemplo simples, quase ridículo, mas que demonstra bem o que digo e é facilmente compreensível por ter sucedido há pouco tempo.

Foi preciso um Ministro obrigar as grandes Superfícies Comerciais, a colocar os sacos de compras a 10 cêntimos cada, para que a poluição motivada pelo excesso de plástico tivesse diminuído 90% e a venda dos sacos diminuir mais de 70%. O português esperneou e compreendeu que onde pagava sacos deixou de pagar, e habituou-se a gastar menos.

Quando em 1933 entrou em vigor o novo Estatuto Constitucional que pôs fim à Ditadura Militar, muitos pensaram que o saneamento financeiro que Salazar tinha conseguido entre 1928 e 1933 ia por água-abaixo e o Estado Novo não teria força para fazer vingar a sua política de contenção de Despesas e aumento das Receitas.

A desmobilização dos militares em excesso, que tinham entrado na Primeira Grande Guerra, 1914-1918, e aqueles que se mantinham nas Forças Armadas mais de 20 anos no posto de tenente ou de capitão, cujo soldo era baixo começaram a reclamar. O próprio Governador Militar de Lisboa tentou que a situação fosse revista. Salazar respondeu-lhe que enquanto o povo não tivesse o suficiente para uma vida digna, as elites não podiam ganhar mais. Como insistissem. Salazar pediu a demissão do cargo, que o Presidente da República não aceitou sabendo o esforço que o Presidente do Conselho fazia sem nunca se ter aumentado e nunca gastar um cêntimo ao Estado. Sempre pagou todas as suas despesas.

Felizmente que o seu exemplo e o apoio do povo que o adorava porque o sabiam frugal e tão modesto como o mais pobre dos pobres. Aumentava, sempre que podia os de menores recursos, enquanto aqueles que tinham mais, deviam esperar.

Hoje é o contrário, ainda há pouco os Deputados se quiseram aumentar. Não sei se o fizeram em segredo. E muitos administradores ganham num dia, bem mais que o trabalhador ganha num mês.

 

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C.S

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

Gerações sem liberdade, para enfrentar o terrorismo

O Chefe da Direção Geral da Segurança Interna da França veio alertar para a possibilidade de os terroristas colocarem bombas em locais de grande movimento.

Desde há muito tempo tenho insistido na ameaça permanente em que a Europa vive devido à ambição árabe de aqui se instalar, embora pareça loucura e improvável.

Mas isso não quer dizer que não continue com ataques terroristas esporádicos que destabilizam, matam e tornam inseguros todos os países da Europa. Olof Palm, não foi morto na Suécia?

As ações levadas a cabo no Iraque, na Líbia e na Síria contra os árabes vieram exacerbar o ódio contra os Ocidentais. Já juraram perante Alá persegui-los em todos os recantos da terra. E os árabes são teimosos.

Mas é na Europa onde eles pretendem instalar o grande califado que, embora seja uma utopia, causará sempre inúmeras vítimas.

Para cimentar a paz e a segurança na Europa, volto a insistir, tem de haver uma vigilância constante, diária e natural de todas as pessoas para não dar azo a surpresas criminosas.

Esta geração e talvez a próxima terão de sacrificar um pouco as distrações para tomarem atenção aos desconhecidos suspeitos e limitar os danos.

Como não é possível ter um polícia em cada esquina, em cada Metropolitano, em cada comboio, em cada autocarro e os países em permanente estado de sítio, a colaboração das pessoas parece-me a mais simples e viável embora isso signifique vigilância constante secundada por câmaras vídeo nos pontos mais vulneráveis das cidades, das vilas e dos estádios.

Não o fazer é continuar em banho-maria com pernas, braços e cabeças à mistura com os destroços tal como vi em Paris em Outubro e Novembro de 1986, o que me levou a escrever ao Ministro do Interior Francês, sugerindo-lhe este alerta.

Quem não entender este método simples tem de urgentemente arranjar outro que evite a explosão de árabes no seio de França ou de qualquer país europeu.

E para que nem aviões caiam de forma misteriosa e atentados se produzam por todo o lado é também fundamental acabar com as guerras em casa dos outros e deixar que eles resolvam os seus problemas e se entendam como quiserem.

 

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C.S

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016

Síria, a violência e as mesmas mentiras dos EUA

Inacreditável a bestialidade dos Governantes europeus quando aceitam e colaboram na mesma violência e nas mesmas mentiras que massacraram os árabes no Iraque e na Líbia pelos EUA e pelos rafeiros que os ajudaram.

Depois do que fizeram no Iraque e na Líbia os EUA insistem no acirrar do ódio no mundo árabe para provocar o seu levantamento e destruição.

O que acontece na Síria é mais uma das etapas, que o prémio Nobel da Paz prossegue para fomentar uma terceira Guerra Mundial enquanto pensa que o seu armamento e as suas ogivas nucleares são suficientes para enfrentar árabes, Rússia e China.

Os Europeus ainda não entenderam isto. São uns coitados.

Sempre com o mesmo slogan: derrotar os ditadores para o povo viver melhor, os democráticos libertadores dos EUA, e quem os secunda, enterram milhões de infelizes e destroem os países que vão proteger.

No Iraque, para enforcar o Presidente eleito, mataram centenas de milhares de iraquianos e deixaram o país tão desorientado que Sunitas e Xiitas se continuam a destruir sem uma explicação plausível.

Na Líbia fuzilaram o Presidente em frente de televisões e reduziram o país a escombros com a ajuda da NATO, tornando-o ingovernável.

Agora na Síria, apesar de todos os grupos rebeldes e de terroristas, Jaysh al Islam, Al-Nosra, Al Qaeda e Daesh com mistura turca para dizimarem Curdos que se lhes oponham, tentam agradar a quem subsidiou os rebeldes, ou seja, os EUA, para derrubarem Bashar al Assad, presidente eleito democraticamente, mas que ao não fazer as vontades de Obama, assinou a sentença de morte, que só será cumprida se a Rússia deixar.

A morte de Bashar al Assad é fundamental para acalmar a arrogância dos EUA e daqueles que os suportam.

Querem fazer o mesmo à Síria como fizeram ao Iraque e à Líbia.

Todos sabem isto. Mas todos caminham para o esgoto da história, inconscientes e sorridentes porque enquanto o pus não lhes chegar ao nariz esquecem todos os crimes cometidos.

Interessa-lhes viver o presente, com a morte a bailar na alma, mas gordos e anafados. Depois de mortos as infâmias que cometeram nunca mais os incomodará.

Sinto vergonha por ter nascido ser humano, preferia ser árvore, pedra ou pássaro do que pertencer a esta classe abjeta de monstros que devoram os seus próprios semelhantes.

 

Anterior “Venda de armas ao Governo Líbio. Ao qual?”

C.S

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016

Venda de armas ao Governo Líbio. Ao qual?

Os sátrapas da máfia que alimentam os Governos utilizando e vendendo armas de morte, de terror e horror vão satisfazer o pedido de venda de armas a um dos dois Governos que colaboraram com os Estados Unidos, com o Reino Unido, com a França e outros inconscientes que desfizeram a Líbia com a mesma leviandade que Bush e Tony Blair destruíram o Iraque e Obama tenta esfacelar a Líbia utilizando todas as artimanhas para o conseguir. Os cúmplices fingem que é para bem dos líbios e dos sírios.

E a qual dos dois Governos, que se governam na Líbia, vão ser vendidas armas idênticas utilizadas para incinerar o povo líbio?

Ao Governo de Tobruk ou ao de Trípoli? Para o vendedor tanto faz. São os dois que pagam e morrem.

Os vendedores são os mesmos que transformaram a Líbia em pó e caos.

Esta máfia trafica armas e comete roubos, tal como fez o corsário Francis Drake, no Século XVI, para encher os cofres ingleses da rainha Isabel I.

Drake morreu de disenteria (caganeira) depois de um ataque para saquear San Juan de Porto Rico. Estes são capazes de morrer na cama de diarreia mental.

Às armas de hoje dão-lhes um rosto legal e a demonstração que a morte é uma boa mercadoria para fazer dinheiro e engordar Governos.

A invasão da Líbia, levada a cabo pelos três países considerados civilizados e democráticos, mais não foi do que um roubo sórdido, violento e uma verdadeira hecatombe para o povo pacífico da Líbia.

O ingénuo Muammar Khadafi, considerado um excêntrico, fez tudo quanto lhe mandaram, paralisando aviões e tropas, julgando que o país seria invadido, mas não destruído. Engano. A NATO derreteu tudo.

Muammar foi morto em direto nas televisões do mundo, o que revela o sadismo dos atacantes que, tal como fizeram ao terrorista Bin Laden, mostraram o massacre à Hillary e ao Obama como troféus de caça da nação mais poderosa do mundo, como os EUA, gostam de ser apelidados.

Mas esta venda de armas pode sair pela culatra.

A Europa está no ponto de mira da metralha. Em vez de ser para atacar o Daesh servirá para os dois Governos fantoches da Líbia se entenderem. As armas vão entrar na Europa onde ficarão escondidas o tempo necessário para a vingança, a ocupação e o Armagedom final.

Com a desintegração do velho continente, os outros terão o mesmo fim.

Centenas de milhões de anos de vida, no mundo, não foram suficientes para o homem tomar juízo.

 

Anterior “Engana-se o povo com palavras e palhaçadas”

C.S

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Terça-feira, 17 de Maio de 2016

Engana-se o povo com palavras e palhaçadas

Salazar foi talvez o único político que desde que foi empossado como Presidente do Conselho disse sempre o que fazia e por que o fazia.

Fez a Constituição de 1933 para acabar com a Ditadura Militar.

Declarou imediatamente que o Estado Novo nem era comunista nem fascista e que devido aos tempos conturbados que ainda se faziam sentir pela situação dramática recebida da Primeira República iria conciliar a liberdade com a autoridade necessária.

Ao lerem-se as cartas para Salazar de Churchill, Chamberlain e demais políticos verificamos a admiração que testemunhavam a um homem que, sem violência, tinha transformado um país desprezível, num País considerado em todo o mundo além de transformar o escudo sem cotação numa moeda fortíssima.

Marcello Caetano nas suas muitas divergências é claro “Salazar, efetivamente, resistiu sempre a aceitar o totalitarismo do Estado: toda a Constituição de 1933, onde se proclama a limitação da soberania pela moral e pelo Direito, está cheia das afirmações dos direitos, não só individuais como da família, das corporações morais, culturais e económicas e das próprias instituições locais”

Durante a Guerra Civil Espanhola que exigia pulso firme em Portugal, Salazar sobraçou as pastas das Finanças, da Guerra e dos Negócios Estrangeiros para que o País não entrasse, de novo, no caos que tinha morto a Primeira República, evitasse a Guerra que tinha sido mais uma causa agravante das condições de vida no regime anterior e ao mesmo tempo os contactos com os Governos Estrangeiros pudessem ser feitos em paridade de inteligência e profundidade.

Franco acatou sempre, com lealdade e admiração, os seus conselhos.

Durante a Segunda Guerra Mundial e numa altura em que Hitler se ia avistar com Franco para o pressionar a entrar ao seu lado na Guerra, pagando-se da ajuda que antes lhe tinha concedido, Salazar foi essencial para que ele recusasse. O ministro de Franco, Serrano Suñer declarou: “Não era isto o que eu tinha em vista” ao que Pedro Theotónio Pereira respondeu: “Mas era aquilo que nos convinha a nós que fosse feito”.

Quando a garotada, ignorante da história, dos sacrifícios e do trabalho intenso que foi feito por Salazar e por todo o povo, os infames continuam a bolçar continuamente asneiras e a ser incitados a empolar a mentira com prémios que pagam aos ingénuos traidores, para quem tudo é brincadeira esquecendo que avós e pais tiraram o país da miséria, inimaginável pelos garotos, tornando o país próspero.

Hoje há mais de dois milhões de pobres enrolados nas mentiras de mentecaptos, que colaboram com a sordidez da corja, culpada de toda esta miserável situação.

 

Anterior “Muita parra, pouca uva, excesso de demagogia”

C.S

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Muita parra, pouca uva, excesso de demagogia

O Costa que é Primeiro-Ministro pela graça de um deus e a inteligência do homem, ganhou a simpatia dos portugueses que já estavam saturados de conversas sérias, embora desconfiem de palhaços politicantes.

Quem ler, nas hemerotecas, indo lá, ou na Internet em “hemerotecadigital.cm-lisboa.pt” e se folhear os jornais entre 1928 e 1968, vai verificar que Salazar conquistou o povo pela sua seriedade, mas também pela voz de alguém que não engana nem Portugal nem o povo.

Salazar explicava sempre o que fazia, de modo que compreendessem as suas palavras. A simplicidade e naturalidade serviam para ouvir reparos e fazer correções. Se concluísse que tinha de afinar as propostas, corrigia.

Um dos seus apoiantes e feroz defensor era Humberto Delgado que foi um dos militares que mais se bateu para que ele passasse de Ministro das Finanças a Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro.)

Leia os livros “Da pulhice do Homo Sapiens” ou “Aviação, Exército, Marinha, Legião” de Humberto Delgado e verificará porque os comunistas o temiam e odiavam. Um dia se saberá quem o matou e porque ficaram os agentes da PIDE com o ónus do crime sem o ter cometido.

Uma historiadora, de períodos incertos, terá mesmo insinuado que Salazar estava a par de tudo. A desgraçada vende a mentira sem rebuço e sangue.

Humberto Delgado teria sido Presidente da República, se num daqueles gestos imprevisíveis e de palavras soltas não tivesse dito, referido a Salazar e em resposta a um jornalista “Obviamente, demito-o”.

Salazar ficou melindrado. Era muito amigo de Humberto Delgado, admirava-lhe a inteligência, o voluntarismo que corrigia sempre que percebia ter exagerado, mas desta vez, como não falaram, deixou correr os ventos sem interferir, sabendo que sem ele o General não era nada.

Quem muito fala, muito erra, diz o ditado.

Os políticos, mais da Esquerda, inseguros e gastadores, à falta de obra consistente têm o hábito de substituir a uva, pela parra e pelo abuso da democracia.

António Costa se quer beneficiar da confiança dos portugueses, em vez de desbaratar a inteligência em demagogia foleira, deve trautear menos e trabalhar mais para sair da cauda da Europa.

Se o fizer, incitando ao trabalho e à imaginação reprodutiva pode ter a certeza que ficará na história com a marca da inteligência, caso contrário ninguém protestará se lhe chamarem demagogo e aldrabão.

 

Anterior “Na tentativa de agradar a todos, o mundo vira lixeira”

C.S

publicado por regalias às 06:28
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Domingo, 15 de Maio de 2016

Na tentativa de agradar a todos, o mundo vira lixeira

É de supina estupidez querer agradar a sete biliões de pessoas. Cada uma espirra segundo as impressões digitais e, como não há uma igual à outra, sucede o mesmo com o pensamento.

Esta ideia de não descontentar ninguém, mesmo aqueles que têm as ideias mais despropositadas revela bem a qualidade rasca de políticos que temos não só em Portugal, mas um pouco por todo o mundo Ocidental.

Os políticos desta União Europeia e do resto da Europa que não entrou no comboio têm mostrado total desinteresse no futuro. Interessa-lhes o presente que lhes garante o tacho e pouco se importam se filhos ou netos vão entrar num mundo de lama, lodo e lixo, onde estas minorias estão inseridas, mas nunca totalmente protegidas como lemos constantemente, em países que aprovam tudo, dão direitos a todos, pregam a igualdade, mas é raro o mês que não são assassinados ou assassinadas pessoas devido aos desvios sexuais ou atitudes similares.

Em Portugal a matança destes protegidos de fraca proteção começou logo mal se deu o 25 de Abril. O padre da Capela do Rato, em Lisboa, que fazia companhia aos contestatários do Regime, foi uns meses depois assassinado em Setúbal por um dos seus amantes que o esfaqueou no momento da perversão anal. Nem cheguei a saber se o assassino foi preso ou condecorado. Naquela altura estudava outros comportamentos e, como de padres já tinha as minhas perspetivas, (Escrevi o livro “Os homens são difíceis”. O personagem principal é padre. O livro pode ser lido online em www.cunhasimoes.net basta clicar em “Os homens são…) não perdi tempo com o assunto que me era desagradável e repelente.

Sobre estas tentativas de agradar a todos, têm resistido às mudanças fraturantes, os ex-países comunistas, os países árabes e alguns africanos.

Recordo que ainda há uns anos, em Moscovo, os Eurodeputados europeus que foram apoiar os seus amigos homossexuais livraram-se de ser linchados, caso a polícia não tivesse interferido e levasse, os mais exaltados e em vias de facto, para a prisão, juntamente com os Eurodeputados, para os retirar do local onde corriam perigo de vida.

Os Eurodeputados continuaram a espernear nos jornais, quando se viram livres da mãe Russa. Em vez de agradecer, acharam que a polícia também estava contra eles. A verdade é que nunca mais lá puseram os pés em marchas de bichas de rabiar.

Tudo o que é contranatura, a Natureza rejeita para sua própria defesa.

De uma maneira ou de outra, estas minorias têm o destino traçado.

 

Anterior “Qualidade e preço razoável para sucesso garantido”

C.S

publicado por regalias às 05:27
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Sábado, 14 de Maio de 2016

Qualidade e preço razoável para sucesso garantido

Quando a Salazar foram entregues as rédeas do Governo pela Ditadura Militar, ele teve imediatamente a preocupação de fazer que tanto os produtos da terra, como os do comércio e da indústria fossem de boa qualidade.

Se os industriais respondiam que era difícil ter mão-de-obra que produzisse boa qualidade e a preço inferior ao do estrangeiro, Salazar retrucava sempre “produzir bem ou mal leva o mesmo tempo. Só a organização e o empenho fazem a diferença.”

Neste momento, quando tanto, produtos agrícolas como industriais, de todos os ramos, com relevância para os transportes reclamam contra os preços baixos de produtos que chegam do estrangeiro, ninguém compreende como é possível encontrar carne, legumes ou leite a preços inferiores aos produzidos em Portugal.

A solução parece evidente: os agricultores e industriais têm de colocar aquilo que produzem, pelo menos ao mesmo preço das importações que desnecessariamente Portugal compra porque pode produzir o mesmo e prover o mercado dessas mercadorias.

Para fazer isso nem é preciso subsidiar qualquer artigo, basta que a carga fiscal diminua e tudo quanto se produz no campo ou se fabrica nas fábricas alarguem a produção para que não haja quebras.

No Estado Novo, logo que Salazar sentiu que as finanças poderiam ajudar, principalmente o produto da terra, o Estado comprava toda a produção, caso do trigo, do milho e do centeio, de modo que todos os milhares de pobres que tinham saído da Primeira República sem nada, tivessem, pelo menos, a garantia que de fome não morriam.

O Alentejo foi considerado o Celeiro de Portugal.

Todos os produtos eram de boa qualidade. Isso fez que Portugal fosse olhado com admiração e ganhasse a confiança dos outros países, depois de durante os anos da Primeira República ser olhado com desprezo.

Devido às lamentações constantes que oiço, resolvi dedicar uma parte do tempo a visitar mercados, supermercados e hipermercados.

Por exemplo, as bananas da Madeira, mais pequenas que as importadas, ficam sempre ao dobro do preço que aquelas que chegam do estrangeiro. Resultado, apodrecem nos expositores. Poucos são aqueles que as compram apesar do seu paladar ser mais agradável. O preço escalda.

Quando hoje se ouve que precisamos de mais vinte Salazares para endireitar o país, penso que não, bastava que os Ministros em vez de continuarem num tempo de demagogia explicativa do que não é explicável ou de outros borra-botas que escondem e manipulam o sucesso do Estado Novo, pagando para isso propaganda enganosa em filmes e jornais que não dão de comer nem emprego, parem de mentir.

O fascismo, a ditadura e a mentira são os arautos defensores da miséria.

Nunca há liberdade quando há fome e centenas vasculham nos caixotes do lixo a sua sobrevivência.

 

Anterior “Iraque, Líbia, Síria, monstruosidade e estupidez”

C.S

publicado por regalias às 05:30
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Quinta-feira, 12 de Maio de 2016

Iraque, Líbia e Síria, monstruosidade e estupidez

Monstruosidade de EUA, Inglaterra, França e comparsas. Estupidez de Sunitas e Xiitas que atuam como gangs de loucos que depois de serem atacados pelos Ocidentais perderam a noção da realidade e atacam-se mutuamente, toldados pela ignorância que os divide e destrói por culpa própria ou porque foram contaminados pelos ataques mortíferos e venenosos dos Ocidentais.

Só o envenenamento pode explicar os atentados entre Sunitas e Xiitas, os quais deviam estar unidos para salvar e reconstruir a civilização brilhante que iluminou o mundo.

Com mais de 4000 anos de história e uma civilização brilhante é inconcebível como um país que guarda o pensamento árabe é atacado e destruído por uma horda de marginais que se dizem defensores da moral e do direito dos povos e tentam apagar a inteligência árabe sob o fogo dos novos bárbaros.

Seguiu-se a Líbia, país organizado com o segundo maior desenvolvimento humano em África, os serviços sociais faziam inveja aos das nações ricas. O Ocidente não viu outra maneira de travar esta prosperidade e bem-estar das populações senão matar o líder como conseguiram no Iraque depois de um julgamento patético e que perturbou ainda mais os árabes do Iraque e os faz ser carrascos uns dos outros, sem perceberem porquê, mas sabem que os culpados foram os Ocidentais que não contentes com tanta vilania se lançam sobre a Síria.

Depois dos últimos atentados no Iraque que fizeram centenas de mortos que lhes minam a confiança entre uns e outros. Os Iraquianos ainda não compreenderam que não têm razão nenhuma para se destruírem. Isso é o que alguns abortos que governam o mundo pretendem, sem compreenderem porque o fazem.

Fazem-no porque são monstros de enorme estupidez sanguinária.

Ao tentarem impedir a Síria de se defender intrigam, fornecem armas e enquanto não fizerem a Bashar Al-Assad, o mesmo que fizeram a Muammar Khadafi e a Saddam Hussein, não descansam.

Os árabes não podem estar divididos. O equilíbrio do mundo precisa deles como precisa de todos os povos.

Só juntos podemos compreender e tratar a Natureza para não enervar o Universo para que o fogo não apague para sempre a vida neste planeta.

 

Anterior “trabalho, amor, solidariedade, condições pare ser feliz”

C.S

publicado por regalias às 23:44
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