Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016

Europa deitou achas na guerra e agora paga os juros

O ataque a duas mulheres polícias em Charleroi, na Bélgica vem confirmar o que insistentemente tenho dito, mas que ninguém tem ouvido.

Como não sou pessoa para desistir quando o perigo é evidente e os frouxos e acomodados políticos continuam indiferentes enquanto não lhe sofrerem na pele os efeitos, insistirei até que o dedo me doa.

Com Churchill aconteceu o mesmo. Por mais que avisasse sobre os propósitos de Hitler ninguém lhe ligou importância.

A invasão árabe está em marcha e os Europeus podem também contar com a Turquia do Erdogan, que tal como Maomé II que ao tomar Constantinopla em 1453, marcou o fim da Idade Média, e a consequente expansão do Império Otomano com Solimão, o Magnifico, se estenderam por metade do planeta.

Erdogan saberá juntar a Arábia Saudita e o Estado Islâmico dos terroristas do Daesh para, paulatinamente, ocupar com milhões de refugiados e turcos, a França, a Bélgica e a Alemanha.

A teimosia do Obama em tentar impedir que a Rússia ataque os terroristas, chamando-lhes rebeldes, que os EUA financiaram, como já aqui o demonstrei com provas firmadas por senadores americanos, pode fazer pagar à Europa juros altíssimos.

Obama insiste em depor Bashar-al Assad, o que é o mesmo que dizer em o mandar assassinar como foi feito por Bush e Blair a Saddam Hussein no Iraque e a Muammar Khadafi na Líbia por Obama, Cameron e Sarkozy, com os catastróficos resultados e consequências que toda a gente vê e sente, menos os políticos de pataqueira que infernizam uma Europa sem rumo e sem timbales.

As mortes em França, Bélgica, Alemanha e antes em Inglaterra e Espanha parecem ter caído em saco-roto.

Ninguém anda seguro em França, na Bélgica e na Alemanha nem nos outros países da Europa. Nos EUA ainda menos.

Não sabem o que fazer?

Acabem, de vez, com a guerra na Síria. Deixem que Putin e Bashar al-Assad terminem o conflito e devolvam os refugiados árabes, sem trabalho, aos países de origem. Com especial incidência nos mais de duzentos mil que vivem e se enchem de ódio nos campos de concentração da Turquia e que Erdogan aproveitará da melhor maneira para a expansão árabe.

 

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C.S

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Domingo, 7 de Agosto de 2016

Portugal, a União Europeia, a CPLP e o Marcelo

Depois do Vasco Gonçalves ter gasto grande parte da Herança de Salazar e Caetano, e o Mário Soares ter feito a criminosa Descolonização Exemplar de estupidez, incompetência e precipitação que causou milhões de vítimas inocentes em Angola, Moçambique e Guiné, tudo se tornou complicado para Portugal.

O inconsciente Mário, depois de ter percebido a asneira e as gravíssimas consequências que daí adviriam, correu de mão estendida e humilhante condição para a CEE, mais tarde União Europeia. Assinou tudo quanto lhe puseram à frente.

O fracasso está à vista depois dos foguetes e dos louvores.

A culpa não é de Bruxelas, mas da incapacidade e leviandade dos Governos de Portugal que gastaram sem conta nem medida.

Muitas verbas foram desviadas para fins não justificáveis, os gastos foram inflacionados em milhões, que entraram para os bolsos de toda a gente, menos para os cofres do Estado.

Se fizerem auditorias a tudo o que foi construído e para onde se escoaram as quantias, o país vai verificar que os bilhetes de avião e outras niquices, mais não servem do que para desviar as atenções do essencial.

Façam-se auditorias para se saber como é possível gastar milhões de contos e biliões de euros e Portugal continuar o último da carruagem Europeia podendo ser o primeiro.

Marcelo Rebelo de Sousa, que já mostrou excecional inteligência e competência, mais uma vez, e de maneira natural, aproveitando os Jogos Olímpicos no Brasil, e sem se pôr em bicos dos pés, vem chamar a atenção para a força e para o benefício de todos os países que compõem a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e o resto do mundo devido às sólidas ligações que os une e que os fortalece.

Chamou a atenção para o Brasil por ser a maior potência, e para Portugal pela sua integração na União Europeia e uma mais-valia a aproveitar no feixe e na força que todos os países da CPLP representam no seu conjunto.

Na CPLP há pessoas extraordinárias que, unidas pela inteligência, podem resolver todos os problemas que afetam os seus países e alcançar, em poucos anos, o desenvolvimento, a prosperidade e a paz que todos anseiam.

 

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C.S

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Sábado, 6 de Agosto de 2016

Pergunte ao povo:ponte 25 de Abril ou Ponte Salazar?

A resposta do Sr. Carlos Braz à Antena1, o primeiro utente que passou de automóvel aquela obra de arte, foi clara: Ponte Salazar.

O desmentido dos propósitos democráticos dos Abrilistas está assim patente no roubo e substituição da Ponte Salazar por ponte 25 de Abril.

Portugal foi um país de gatunos, capitaneados pelo facínora Cunhal.

Aberta a porta à roubalheira, à bandalheira e ao vandalismo depressa começou o saque de um País que durante quarenta e oito anos viveu em paz, segurança, trabalho, alegria, sempre a caminho da prosperidade depois de ter saído de uma Primeira República com as cadeias a abarrotar de presos a gritar por comida que foi mitigada pelas ervas dos campos: talos dos cardos, canelas, ineixas, poejos, mostarda.

Dois anos depois, a Ditadura Militar, ao não conseguir resolver o problema chamou Salazar para Ministro das Finanças.

Salazar estabeleceu um plano estratégico de prioridades e avançou.

Depois de ter posto as contas em dia e ter ocupado conjuntamente com o Ministério das Finanças outros Ministérios foi convidado em 1932 para Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro): imediatamente prepara a transição para um Governo Constitucional e explica:

“…a Ditadura, mesmo considerada apenas como a concentração no Governo do poder de legislar, é uma fórmula política: mas não se pode afirmar que represente a solução do problema político; ela é essencialmente uma fórmula transitória…) e, em 1933 aparece a Constituição que no artigo 8º dá todas as garantias e liberdades aos cidadãos, apesar dos demagogos, dos ignorantes e dos aldrabões escamotearem estes preceitos para esconderem as verdades que levantaram o País da miséria para o País da felicidade e do progresso que parou em 30 de Abril de 1974, ao chegar o facínora.

Ao passarem 50 anos da Ponte Salazar recordamos a obra desse Homem.

A saída da enorme crise em que Portugal estava mergulhado: fome imensa, desempregados às centenas de milhares, casas e monumentos em ruínas, falta de estradas, portos, aeroportos, irrigação de terras, fábricas, escolas, hospitais, bairros sociais, barcos; evita duas guerras de mortandade monstruosa; a Guerra Civil Espanhola com mais de um milhão de mortos e a Segunda Guerra Mundial com mais de 50 milhões.

Salazar recebe milhares de refugiados que acarinha como nunca outro país o fez ou o faz com os refugiados nos dias de hoje.

Que fez esta Esquerda desmiolada e esta Direita amaneirada? Tentaram apoucar o muitíssimo que fez saindo do menos zero. Mas eles que tiveram tudo criaram dois milhões de pobres e seis milhões de descontentes.

Despudoradamente tiraram o nome à Ponte Salazar assim como despudoradamente gastam o dinheiro ao povo convocando Comissões Permanentes para resolver ridículas viagens de Lana-caprina.

Uns dizem que é do Sol ou do histerismo, outros que é do período.

 

Anterior “Parlamentares Portugueses baixaram às ninharias”

C.S

publicado por regalias às 07:04
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016

Parlamentares Portugueses baixam às ninharias

Portugal vive há 42 anos de idiotismo, cabotinismo e ninharias.

Nem os 60 anos em que os Filipes Governaram, com os direitos familiares que lhes assistiam, fizeram tantos danos.

Eles esforçaram-se por acertar, o carácter do povo é que é muito diferente das regiões autonómicas que constituem a Ibéria.

Cada português é um Estado independente, dentro do Estado, votado e enleado em leis.

Cada português não precisa que o governem. Governa-se, mas aceita ser governado quando acredita em gente capaz e honesta.

Analisem como eles acalmaram e adoraram Salazar. Tanto, que até o elegerem o Maior Português de sempre.

Marcelo Rebelo de Sousa, que venceu as eleições sem gastar palavras desnecessárias, obteve votos da Esquerda insubmissa e da Direita incrédula, menos dos Presidentes da República anteriores que sabem como se engrola o povo e não querem ninguém honesto e diferente.

Quando hoje se faz um terrível alarido por duas viagens que a GALP ofereceu a Rocha Andrade, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, assistimos ao desespero destas inutilidades Parlamentares, já esclarecidas por Paulo Ralha que colocou os pontos nos ii.

Eles tentam manter a canga sobre o povo e tapar as delapidações do erário que vêm desde o 25 de Abril com o Vasco do PREC, o roubo de herdades, casas, embaixadas e tudo o que havia deixado a pesada herança, aos bilhetes de avião de Almeida Santos e outros Deputados, às ameaças de José Eduardo dos Santos de levantar a camisa de Mário Soares, quando este o quis enfrentar.

O Secretário de Estado foi ingénuo ao receber os bilhetes. A GALP procedeu como faz qualquer patrocinador de eventos. Sabendo que vencer o Europeu de futebol servia para levantar o ego nacional. Fez convites a vários membros do Governo para incitar, com a sua presença, um melhor desempenho e maior brio. Resultou em cheio.

Tanto a Esquerda como a Direita sofrem de estupidez congénita e, desde que estejam na oposição, o mal agrava-se, atinge o apogeu.

Aproveite-se este momento das Beatas Xiconhocas de S. Bento para, desde o 25 de Abril, se escrutinarem todos os políticos.

Se o Costa tiver coragem para o fazer enche a Burra e salda a dívida.

 

Anterior “Líbia, assassinos desprezíveis e insensíveis”

C.S

publicado por regalias às 08:22
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016

Líbia, assassinos desprezíveis e insensíveis

Todos os dias morrem dezenas de vítimas inocentes que fogem da morte e a encontram nas águas quentes do Mediterrâneo.

Todos os dias a Europa é invadida por centenas de árabes que a guerra coloca nos locais apetecíveis para dentro de duas ou três dezenas de anos a França e a Alemanha sejam governadas pela sua gente.

Obama, o prémio Nobel da paz ganhou o crachá fazendo a guerra.

Com Sarkozy e Cameron abriram as portas da Europa.

Obama, o eufemístico pacifista, pode enganar todo o mundo, que a mim não me engana ele. Homem, sem escrúpulos, mal destruiu a Líbia, semeou o caos e a miséria e escancarou as portas para a morte e para a invasão da Europa. Depois de se ter pago da destruição causada, virou as costas à hecatombe provocada e deixa que os Europeus, que também tiveram culpas, resolvam o problema por ele criado. Sem ele, Cameron e Sarkozy não passariam de bonifrates uivantes nos campos Líbios.

Aquilo a que assistimos é o pior da espécie humana.

Os do Daesh e os monstros Líbios, vendidos ao Obama, ao Cameron e ao Sarkozy, traidores de uma Pátria que vivia em paz e em pujança, aproveitam agora os destroços para uns enviarem os sapadores por terra, e os outros embarcar centenas por mar, em barcaças podres e frágeis para que mulheres e crianças morrendo ou sendo socorridas, distraiam as Forças Militares que deviam proteger as fronteiras da Europa, acabando, de vez, com a guerra na Síria e recolocando os Sírios no país de origem.

É de loucura o que acontece e o que mais tarde virá a acontecer, por culpa de um Obama cativante e de morte no dente, para proteger a América, o que também não acredito, vindo de um fantástico afro-arabesco que traduz sorrindo a vingança do escravo quando tem o máximo poder na mão e o aproveita devido aos laxistas europeus que o temem.

Todos os assassinos não passam de bestas desprezíveis.

Àqueles que inconscientemente os apoiam, como lhes devemos chamar?

 

Anterior “Portugal foi o primeiro Estado moderno da Europa”

C.S

publicado por regalias às 09:41
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

Portugal foi o primeiro Estado moderno da Europa

Em 1267 D. Afonso III fixa com o rei de Castela os contornos de Portugal.

A partir desse ano, e durante alguns séculos, Portugal foi o único país Europeu cujas fronteiras garantiam um país cuja casa tinha sido edificada solidamente para enfrentar desaires, apropriações ou tentativas de união.

A maneira de ser entre Portugal e todas as outras nações ibéricas, que só ficaram unidas a partir de 1492 e deram origem à Espanha, é muito diferente.

Por várias vezes, tanto os reis portugueses como espanhóis tentaram unir os reinos. Nunca conseguiram, houve sempre algo que os separou apesar das casas reinantes serem familiares, bastante chegados.

Portugal, sentindo que tinha casa própria e que não prestava contas a mais ninguém lançou-se mar fora em pequenas caravelas e conhecendo mais de ciência náutica do que todos os outros povos europeus.

Como a gente era pouca e os familiares de Espanha, vizinhos, emprestámos marinheiros e conselhos. Chegámos a dividir o mundo em duas partes, de maneira que cada um procurasse terras desconhecidas que o medo do Mar Tenebroso escondia.

Portugal, que descobriu três quartos do mundo desconhecido, foi sempre aquele que melhor se deu e se fundiu com todos os povos.

O pequeno país tornou-se um Império enorme. No século XVI, a língua portuguesa era uma língua de comércio, o escudo português de ouro era a moeda das transações em todo o mundo.

No Japão, Nagasáqui, em 1569, negoceia com os portugueses.

Portugal foi grande e poderoso com o mesmo território que hoje possui e poderia continuar a usufruir desse poderio que a inteligência portuguesa assegura, se um canalha miserável e frustrado não tivesse chegado a Portugal, a coberto do 25 de Abril de 1974.

Cunhal tentou destruir a identidade Portuguesa, de uma maneira sórdida, só possível a infames. Arrastou consigo uma cambada de ignorantes.

Tudo era fascista. D. Afonso Henriques era fascista, D. João I era fascista, a Ínclita Geração era fascista, Camões era fascista, Amália Rodrigues era fascista, Salazar era fascista. Cunhal insultava para esconder o seu social-fascismo.

Portugal, depois do 25 de Abril podia continuar a ser grande e próspero depois de dar a Independência às colónias.

É a inteligência que faz a riqueza dos povos. Ninguém compreende como é possível sermos o primeiro Estado moderno desde o século XIII e no século XXI sermos o último da Europa quando a Internet nos coloca em comunicação com todo o universo e daqui, da Casa Lusitana, se pode comercializar e intermediar entre os povos que sempre acreditaram nos portugueses, como um povo de eleição, onde estão seguros, ao mesmo tempo que têm o país mais saudável e um amigo, pacífico e carinhoso.

Calouste Gulbenkian foi o que melhor compreendeu a alma portuguesa.

 

Anterior ”Euro-histéricos deputam no Parlamento Europeu”

C.S

publicado por regalias às 08:33
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2016

Euro-histéricos deputam no Parlamento Europeu

O galinheiro do Parlamento Europeu, onde a miopia é quase geral, pretende que Durão Barroso não receba o subsídio a que tem direito por ter sido Presidente da Comissão Europeia.

Pedindo uma condenação retroativa, os Euro-histéricos deviam saber que a petição está condenada ao insucesso e eles deviam ser postos no olho da rua por fazerem perder tempo a uma casa que gasta muitos milhares de Euros por cada minuto em que ali estão sentados, vivendo de mordomias que fazem falta para 53 milhões de esfomeados pelo mundo.

Queixam-se os Euro-histéricos que eles, se quiserem fazer o mesmo que o Durão, têm de esperar 24 meses para abicharem um tacho idêntico.

Ao Barroso, além de exigirem a imediata suspensão do subsídio propõem que o cargo dos Comissários se distancie destas regras e que só ao fim de trinta e seis meses eles possam abocanhar um cargo idêntico na Goldman Sachs ou noutra qualquer empresa onde paguem mais de um milhão de euros por ano.

A repulsa que, as histéricas e os histéricos do Parlamento Europeu, causam ao comum dos mortais nem é por estarem contra o Barroso ou contra qualquer outro é pela insanidade que os povos da União Europeia pagam a estes vagabundos da palavra.

Com todas as alcavalas que esta gente recebe, muitos deles estão multimilionários. Nunca ninguém os ouviu reclamar pelo exagero que recebem, alguns deles sem mexerem uma palha.

São mais de 750 que podiam estar cada um em seu país e trabalhar todos os dias por vídeo-conferência, que foi para isso que que os cientistas inventaram estes aparelhos. Precisamente para poupar recursos que podiam ser canalizados para fins mais úteis.

Mas os Euro-histéricos preferem deputar em Bruxelas ou Estrasburgo e atacar o pobre Durão Barroso que utilizou os mecanismos permitidos para aceitar este desafiante cargo na Goldman Sachs.

Há tantos anos que os Euro-histéricos Parlamentares estão amesendados à custa dos espoliados que os sustentam e só agora viram que, em vez de 18 meses de nojo dos Comissários, têm de passar para 36 meses.

São um nojo, estes Euro-histéricos!

 

Anterior “Há que evitar as guerras, mas os EUA não o fazem”

C.S

publicado por regalias às 08:32
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2016

Há que evitar as guerras, mas os EUA não o fazem

Com a ilusão de que os EUA são uma superpotência e são, mas isso não lhes dá direito a que, para vender proteção aos outros Estados, a pouco e pouco, os façam entrar nos conflitos e sofrer todas as consequências que uma barbárie provoca.

Tem-se visto o que sucede na França, na Bélgica, na Espanha, na Alemanha. E, quando os EUA acharem que é o momento azado farão explodir na Europa uma outra hecatombe, distante das suas fronteiras, de resultados catastróficos, se os próprios EUA, não pegarem fogo em todas as suas pontas.

O problema dos americanos é terem filhos de muitas mães e dos mais diversos países que, de repente podem apelar ao patriotismo desses desenraizados e explodirem ao mesmo tempo.

Dizia-me um amigo que os Judeus americanos têm umas contas a ajustar com o mundo.

Os massacres dos filhos de Israel não foram só os imputados a Hitler, mas estendem-se por todo o mundo onde criaram riqueza e ódios que os deixava em cinzas sempre que blasonavam arrogância.

Nunca acreditei nesta versão, sempre considerei os judeus muito inteligentes e bem-dispostos. Os que conheci e conheço querem paz, sopas e dinheiro. Judeu sem pensar em dinheiro é o mesmo que imaginar porcos sem bolota.

Destruir o mundo para vingarem dois mil anos de nação às costas e sofrendo da bestialidade que as Igrejas, mais do que os povos, incitavam, não acredito.

O mundo deu um salto muito grande nestes últimos cinquenta anos para que os judeus pinguins pensem no suicídio coletivo para irem ao encontro do rabi, já que Ele não lhes dá o prazer de descer na escaldante terra da Palestina.

Temos de estar atentos aos passos dos EUA. Ou eles mudam de hábitos ou o melhor é não lhes dar confiança por muito que esperneiem para bondosamente colocar armas em cada esquina de cada país Europeu.

Já chegam as barbaridades praticadas no Iraque, na Líbia e na Síria.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:55
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