Domingo, 20 de Novembro de 2016

Obama continuou a infâmia de Bush e Blair na Síria

Indiferentes à violação da Lei Internacional, os Estados Unidos e o Reino Unido têm cevado o ódio contra os árabes invadindo e destruindo o Iraque desde 2003, passando para a Líbia e regressando à Síria para através de outras tantas mentiras, como as usadas contra o Iraque, têm pretendido assassinar Bashar al-Assad tal como fizeram aos Presidentes do Iraque e da Líbia e dessa maneira espalharem o caos em toda a região.

Não tendo conseguido fixar o Daesh no território do Califado, como Efraim Inbarm, conselheiro do judeu Benjamin, disse para ser feito no Iraque e na Síria, Obama, em fim de mandato, resolve ajudar o Governo Iraquiano a desalojar o Daesh de Mossul.

Apanhados em contramão e surpreendidos pelo volte-face do protetor dos rebeldes Iraquianos e da Síria, os do Daesh estão a vender cara a possível carnificina. Segundo relatos recentes os mortos são às centenas de um e do outro lado.

Obama deve ter chegado à conclusão que o gás mortífero afinal é produzido pelos seus protegidos. Aquilo que pensou ser um passeio para os seus guerreiros acabará certamente por ser o seu túmulo.

A “Operação Liberdade do Iraque” levada a cabo pelos EUA e pela Inglaterra, com o envolvimento de quase 200 mil soldados e que tinha sido dada como terminada em 2011, depois de se terem feito pagar, em toneladas de crude, pelos crimes cometidos, está transformada num matadouro que ninguém sabe como terminar.

A Síria, ajudada pela Rússia, para acabar de vez com os rebeldes fabricados por Obama e que, juntos com várias seitas de terroristas, abriam terreno para estender o Califado, também já chegaram à conclusão de que dos EUA não chegará bom vento.

Todos desejam terminar a guerra que Obama, a Arábia Saudita e o Qatar tinham insistido em desencadear. Vão mortos, mas felizes.

É um mundo de loucos que teima em se autodestruir antes dos mil anos,

que o cientista e lutador contra a esclerose lateral amiotrófica, Stephen Hawking, afirmou ser o máximo de tempo para o homem desaparecer.

Se Obama quiser ganhar a corrida tem de se despachar, mil anos passam depressa.

 

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C.S

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Sábado, 19 de Novembro de 2016

Atrasados mentais abusam da democracia

Todas as manhãs saio pelo menos quarenta ou cinquenta minutos para que os músculos não ganhem ferrugem.

Teria sido melhor ontem não ter saído.

À porta da escola onde normalmente passo estava um grande número de pais e mães confrontados com a falta de professores que faltaram às aulas, falavam de greve. Havia pais que, de cabeça perdida, insultavam a gaja do sindicato com epítetos impublicáveis e os professores não escapavam, chamando-lhes tudo o que lhes vinha à cabeça e acusando-os de bandalhos sem vergonha.

Julgo que o aumento de tom e da zanga era também provocado por causa de uma mulher que faz limpeza em várias casas e que tem três filhos ou netos, não percebi bem. Ela pareceu-me ainda relativamente jovem.

A mulher chorava imenso. Não sabia o que fazer à vida. Não tinha onde deixar as crianças e o dinheiro que ganhava era gasto no próprio dia.

Abrandei o passo para ver se ela saía do ajuntamento e pagar-lhe o dia sem causar alarido, mas não arrancou dali. Eu tentei esquecer a cena que certamente numa das próximas vezes vai dar sarilho grosso.

Julgo que a gaja a que se estavam a referir era a Avoila porque lhe chamavam de mulher horrível e feia como o Diabo.

Eu conheço-a, gritava um. Precisava que lhe metessem um pau pela…acrescentava outro. Ela é atrasada mensal ouvi uma voz feminina acrescentar.

Estuguei o passo, já que a mulher da limpeza não dava sinais de querer sair dali à espera de saber onde havia de deixar as crianças.

Estava convencido que o país tinha tomado juízo e que a Direita e a Esquerda com o Marcelo e o Costa resolveriam o assunto.

Passei pelo quiosque, comprei o i e logo na primeira página aparece o Jerónimo a dizer “É muito difícil repetir este acordo com o PS”.

Li a entrevista. O Jerónimo, depois do padre, que queria ser Presidente, quase ter metido o PC no Inferno, sem ter chegado aos 4%, tem muito que pedalar.

A Catarina e a Mortágua estão-lhe a fazer a cama e, ou ele mete o freio na Avoila, ou o Partido Comunista tem os dias contados, a menos que insista no toque e foge e a seita acabe de vez.

 

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C.S

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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016

Sarkozy nas mãos dos árabes

Quando da invasão da Líbia por três incapazes; Sarkozy, Cameron e Obama que macularam os seus próprios países; França, Inglaterra e EUA para saldar uma dívida do ex-Presidente Francês, Nicolau Sarkozy, nenhum país europeu teve a coragem de repudiar este hediondo ataque.

Na altura publiquei um escrito de Salazar, que, muitos anos antes, dizia que abrir uma frente no Norte de África seria o desassossego da Europa devido à proximidade dos continentes e às sensibilidades dos povos.

Quando o conflito foi desencadeado apareceram várias versões sobre o porquê da carnificina, completada com a morte de Muammar Kadhafi.

A maioria confluía num ponto. Sarkozy tinha pedido dinheiro a Kadhafi e ele pagou-lhe invadindo e destruindo a Líbia com a ajuda dos dois outros magarefes convencendo-os da pureza do petróleo Líbio, que os opositores de Kadhafi pagariam logo que tomassem posse do Governo.

Das barbaridades cometidas, só alguns professores estrangeiros e um Bispo católico gritaram contra os crimes, um dos quais relatava que aviões da NATO tinham deixado fritar, num barco à deriva e ao sol escaldante, quase uma centena de jovens e mulheres.

Da totalidade salvaram-se seis pessoas, morrendo as outras com sofrimentos atrozes a que nem os crimes da Inquisição e a brutalidade nazi se lhe podiam comparar. O Tribunal dos Direitos Humanos nunca condenou este ato, mas a criminosa infâmia nunca mais será esquecida.

Agora, o empresário Takieddine vem garantir que Muammar Kadhafi emprestou cerca de cinco milhões de euros a Sarkozy.

O agradecimento? Já vimos como foi consumado.

A primeira resposta veio na forma de ataque a Paris com a morte de 130 inocentes que começaram a pagar os juros da ignomínia cometida pelos três supracitados inconscientes

A seguir foi a calma, suave e elegante Nice a sofrer com a bestialidade.

E os 28 da Europa, que fazem? Querem armar-se até aos dentes para contrariarem as previsões do físico e cosmólogo britânico, Stephen Hawking, que afirma que o mundo acaba daqui a cerca de mil anos.

São uns génios, os nossos Governantes!

 

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C.S

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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2016

Presidente de Direita que a Esquerda acarinha

Quarenta e dois anos depois de um Golpe que tinha tudo para ser bem- sucedido, só agora dá sinais de serenidade, bom senso e vontade de acreditar em todos os portugueses e nas suas reais capacidades.

A passagem de um regime para outro, não tinha causado impressão a mais de 5 ou 6 por cento do povo e era de esperar que, com os cofres cheios, tudo se passaria normalmente.

O próprio Spínola insistiu com Marcello Caetano para resolver o assunto sem entregar o Governo daquela maneira.

Marcello, cansado e doente, respondeu-lhe que se houvesse outro Golpe, tinha havido o das Caldas em 16 de Março, ele entregaria o Governo.

Tudo se passou nestes termos e durante quatro dias o país continuou a sua vida normal, com a única diferença de preparar a mudança de Governantes e da criação de Partidos.

Depois da chegada de Álvaro Cunhal tudo mudou. Ele pensou que era o momento para tomar conta do país, influenciando as Forças Armadas, a Cintura Industrial de Lisboa e os camponeses do Alentejo, convencendo-os que tinham direito ao que quisessem. Deviam insultar quem não estivesse de acordo, deviam chamar-lhes fascistas e ditadores.

O povo trabalhador ficou surpreendido. Os mais medrosos aproveitaram para se juntar àqueles que tinham a força; os outros, sem o demonstrar, foram-se armando. Nunca se venderam tantas armas de caça em Portugal.

Mas o Álvaro, com a sua arrogância cega, humilhou o camarada, Mário Soares. Cunhal não o deixou falar num dos comícios e mostrou toda a deselegância para com o amigo; isso ajudou à sua perdição

No Governo Comunista do Vasco Gonçalves dá-se o PREC com a destruição de empresas, roubos, nacionalizações, etc.

No 25 de Novembro de 1975, a Direita prepara-se para o confronto. Cunhal acobarda-se. A partir daí o Partido Comunista, como não Governa também não deixa Governar, impondo greves e boicotes constantes que nenhum Governo quis denunciar e pôr-lhes cobro porque não é democrático defender um país, embora seja democrático destruí-lo.

Passados quarenta e dois anos, dois acontecimentos improváveis: a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa, homem de Direita, filho de um Ministro de Marcello Caetano, é eleito Presidente da República apesar da oposição de três Presidentes e da maioria dos barões do seu Partido, PSD.

A este improvável Presidente juntou-se um improvável Primeiro-Ministro da Esquerda, a roçar a extrema, António Costa.

O povo achou graça, riu com os imprevistos. O Governo começou a funcionar com os insultos da Direita, que tinha ganho as eleições, mas que, verdade seja dita, nunca colocou pedras na engrenagem nem fez greves. As greves que durante quarenta anos deitaram fora milhões de contos e de euros sem proveito para Portugal.

A confiança em Marcelo é ilimitada, tal como a sua inteligência. António Costa também é homem inteligente. Tem sabido navegar o mar agitado.

Ao fim de 42 anos de desventuras e maldições, Portugal tem possibilidade de voltar ao trabalho, à solidariedade e à prosperidade a que tem direito.

 

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C.S

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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016

A segurança dos inseguros garotos europeus

Ativar conflitos, fazer guerras, vender proteção e armas foram sempre as grandes especialidades dos EUA.

Obama tinha gizado o plano do cerco à Europa e à Rússia e preparado a sua sucessora, Hillary.

Com a vitória de Trump tudo pode ser diferente.

Isto é muito simples e pode ser explicado em poucas linhas.

Depois do Iraque e da Síria devastados e sem qualquer poder e influência dos Russos nesta zona envolvente a que estenderia o Norte de África, com a Líbia destruída, a Europa teria de seguir o "amigo" americano.

O inimigo continuaria a ser a Rússia, que percebeu a tempo as intenções de Obama. Aproveitou a população russa maioritária na Crimeia e fez regressar a península à casa mãe.

Os inseguros europeus viram ali mais um passo da agressividade russa, em vez de compreenderem que a sua segurança nunca esteve em causa.

Obama, obcecado em expandir o império americano tratou de colocar sistemas antimísseis em vários países, preparando a sua sucessora para continuar com a venda do mais sofisticado armamento a todos os países da Europa e endividando-os de tal maneira que a sujeição aos EUA não seria de 50 anos mas de trezentos ou quatrocentos.

O Economista Keyne que defendeu a causa da Grã-Bretanha durante e depois da Segunda Grande Guerra acabou por morrer de ataque cardíaco devido ao tremendo esforça que desenvolveu para que a Ilha não ficasse nas garras do “amigo” do outro lado do mar.

A Europa entrou na fase infantil dos velhos caducos, voltou à garotice, à fanfarronada, deixou de pensar pela sua cabeça e tem-se deixado envolver em conflitos que só lhe são prejudiciais.

Falam da Rússia como se fosse o lobo mau e escondem os seus defeitos e o do parceiro que preparou tudo para encher os países da Europa de tudo quanto seja material mortífero. E eles querem-no aceitar, esquecendo que qualquer guerra resultaria na aniquilação total da Europa, caso se envolvessem contra a Rússia.

Os EUA não serviriam para nada. Obama sabe-o. Aquilo que lhe interessa é fazer negócio com toda a parafernália destrutiva, a que juntaria mais o Phaser que deteta drones e os deita abaixo.

Vamos ver o que acontece com Trump. Ele diz que é construtor, mais do que político. Esperemos para ver. Obama foi um desastre.

 

Anterior “Ana, os comunistas e a Ditadura”

C.S

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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016

Ana, os comunistas e a Ditadura

Como não sabe nada da pretensa Ditadura antes deste 25 de Abril democrático que é mais ditatorial do que a anterior, que a ter existido era bem mais democrática do que esta democracia de papagaios. A Ana, que segui desde os primeiros tempos do “Contraditório” da Antena1, mostrava fragilidades culturais, hesitações constantes, mazelas de saber que o Luís Delgado e os outros companheiros do programa tentavam tapar.

Durante muitos programas apeteceu-me desmontar a sua incapacidade. Mas acredito mais nas mulheres do que nos homens. A certeza travou-me os desejos. A Ana melhorou muito. O jornal í é o meu jornal preferido.

Ontem com os “Os trumpistas estão no meio de nós” achei que a devia esclarecer sobre a Ditadura, que para mim e para milhões de portugueses foi sempre mais democrática do que as democracias da morte, do ódio, das guerras, dos massacres. Acabada a besta comunal, acabou a Ditadura Militar que teve sempre a censura nas mãos.

São democráticos os países que invadiram e destruíram a Líbia? E aqueles que continuam a sanha contra a Síria? Qual a razão por que o fazem?

A Ana diz: “há 42 anos vivíamos em ditadura e quase ninguém a combatia a sério, descontando os militantes do Partido Comunista e mais umas centenas de oposicionistas”.

Ninguém a combatia porque não havia Ditadura. Havia organização, autoridade, bom senso, solidariedade.

Os comunistas combateram-na tanto, que ninguém os conhecia. Muitos oposicionistas estiveram na Assembleia Nacional e trabalhavam para o Governo. Cunhal esteve na Companhia Disciplinar de Penamacor e andava por todo o lado. Na altura o Sr. José Petronilho disse-me, tinha eu 9 ou 10 anos; aquele que estava aqui comigo é o Cunhal. Fiquei na mesma, não lhe sabia a importância. Encontrei-o anos mais tarde na Assembleia da República. Devido às infâmias cometidas depois do 25 de Abril, disse-lhe frontalmente: “…Entre o Sr., e Alcapone ou há diferença ou há cadeia”. Fez um sorriso amarelo. Leia os Diários da A.R. Foi um canalha que conseguiu destruir Portugal. Os Governantes ainda não acertaram o passo.

A Ditadura Militar, assumida pelo General Carmona, terminou com a Constituição de 1933. Portugal tinha saído de um estado de indigência e morte como nunca tinha havido em Portugal.

A Ditadura Militar recebeu o Estado totalmente falido. Salazar foi chamado dois anos depois para as Finanças. A recuperação do País fez-se sem ajuda externa. A Sociedade das Nações emprestava o dinheiro, mas exigiu o mesmo que a Troika. Não aceitaram.

Estes, os Abrilistas, receberam os cofres cheios porque não havia onde aplicar o dinheiro em empresas, devido à falta de trabalhadores.

Só mais um esclarecimento: nunca fomos nem racistas nem colonialistas. Sugiro-lhe que compare os portugueses com os outros povos.

Estudei o assunto. O personagem de um dos meus livros é cabo-verdiano. Se ler o livro, ”Tu cá, Tu lá”, está online, publicado em 1961 vai dizer que sou comunista. Nunca fui. Em Cabo Verde, Domingos Abrantes, comigo ao lado, ouviu-os insistir: “por que nos abandonaram?" – pergunte-lhe.

 

Anterior “Augusto Mateus e o verdadeiro papel da Antena1”

C.S

publicado por regalias às 05:48
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016

Augusto Mateus e o verdadeiro papel da Antena1

Eu que tantas vezes me insurjo contra a maneira como a Antena1 é dominada por gente menos capaz, mas que se introduz e impõe como pulga em pelo de cão, tive ontem uma satisfação enorme ao ouvir o economista Augusto Mateus falar de maneira assertiva, profunda, mas totalmente compreensiva, no programa “Conversa Capital” depois do noticiário das 13, mas que pode e deve voltar a ser ouvido na Internet pela voz de Augusto Mateus e não a súmula escrita que foi colocada depois da emissão, onde o sumo, a força e a ideia principal ficaram diluídas.

Digo: pode e deve porque é fundamental ao povo e a essa gente impreparada que vive na Assembleia da República saber qual a diferença entre sistema económico e financeiro e as vantagens, neste momento, para Portugal, de um sobre o outro.

A Antena1 e a TV nacional são fundamentais para levantar este país.

Infelizmente há programas que são verdadeiras desgraças; canções onde nada se aproveita desde a música à letra e à voz do cantante. De humor só o “Portugalex” cumpre o seu papel. Num outro, pretensamente de humor, aparece uma mulher a roncar como se fosse um porco. É o rebaixamento da mulher ao nível da fossa. Outros, inaudíveis pela voz dos intervenientes que ninguém percebe o que dizem. Também o locutor da manhã faz fugir o mais interessado. Mas ele incensa-se e espalha-se por onde pode. Quem sofre são os que lhe aceitam a companhia imposta, caso contrário não aparecem nem ganham. Os da noite são a repetição da gravação inicial.

Mas na Antena1 nem tudo é mau, tem programas muito bons, como a “Conversa Capital” o “Visão Global” “A páginas tantas”, o “Contraditório”, o ”Ponto de Partida” ”Só neste país” “Portugal em Direto” “A vida dos sons” “Visita Guiada” e mais alguns que ficam para uma próxima chamada de atenção e para os de música, onde destacarei um excecional entre as onze e a meia-noite.

Portugal ao aproveitar, a boa música, não a pepineirada das canções de intervenção e estupidez, que ninguém ouve porque lhes recorda as grandes dificuldades de hoje provocadas por um 25 de Abril totalmente mentiroso e falhado.

A Antena1 pode, com homens como Augusto Mateus, apontar o caminho saudável ao progresso e à riqueza em vez de trautear canções de miséria, que alguns miseráveis insistem em impingir.

 

Anterior “Trump não tem nada a aprender com Obama”

C.S

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Domingo, 13 de Novembro de 2016

Trump não tem nada a aprender com Obama

E muito menos com os parceiros europeus que são verdadeiros poços de vacuidade e ignorância política.

Quando Juncker acusa Trump de ser um risco de perturbação, Juncker é ele próprio um manancial de confusão, desordem mental e ignorância até das leis, que ele, como Presidente da Comissão Europeia, não pode infringir retroativamente, como quer aplicar a Durão Barroso.

Jean Claude Juncker é um populista sem classe e precipitado.

O outro que quer colocar-se em bicos de pés para enfrentar Trump é Hollande, uma autêntica negação política, sem carisma e conhecimentos.

Trump ao lado destes dois é um verdadeiro senhor.

Quanto a Obama, basta-lhe travar as guerras que este pacifista da mentira alimentou sem qualquer justificação.

Ele que diga por que destruiu a Líbia e mandou matar Muammar Khadafi. Ou por que razão atacou a Síria, criando uma chusma de rebeldes que aliados aos terroristas do Daesh ocuparam zonas que nunca teriam conseguido se Obama não os tivesse alimentado através dos seus parceiros da Arábia Saudita, Turquia, Qatar, Israel e todos aqueles a quem os do inventado Estado Islâmico vendiam petróleo ao preço da uva mijona porque era roubado.

Trump pode vir a ser um dos melhores Presidentes da América se continuar a pensar pela sua cabeça e moderar aquilo que todos dizem quando das campanhas eleitorais.

Só conheço um que nunca exagerou na linguagem.

Não o cito por nacionalismo, mas por orgulho e exemplo.

O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, foi o único, que em todo o mundo não utilizou Partidos, nem qualquer grupo de pressão para ser eleito. Contra ele, tal como contra Trump, esteve toda a trupe que deixou Portugal no estado miserável em que se encontra.

O povo escolheu-o e hoje é a única esperança dos portugueses para saírem do lameiro onde foram lançados.

Depois de ver o programa “O aprendiz” de Donald Trump e feita a comparação com os ataques e contra-ataques a que respondia, dou-lhe, sem reservas todo o apoio.

Força Trump, seja o Presidente que a América necessita. Oiça os conselheiros, mas decida sempre pela sua cabeça.

 

Anterior “Comunistas e Governantes videirinhos arruinaram Portugal”

C.S

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Sábado, 12 de Novembro de 2016

Comunistas e Governantes videirinhos arruinaram Portugal

Desde o 25 de Abril e o seu glorioso e monstruoso PREC, a precariedade nunca mais parou em Portugal.

Tirando um ou dois Governantes, todos os outros não passaram de videirinhos que temendo pelo seu conforto preferiram sempre ceder à bestialidade comunista que nunca soube diferençar o que é progresso de estagnação, de prejuízo para o povo que a seita diz defender ao pensar só nos benefícios do Comité Central e nos energúmenos que o compõem.

Foi por esse motivo que Zita Seabra, Vital Moreira, Veiga de Oliveira, Jorge de Lemos, José Magalhães, Carlos Brito abandonaram aquele antro.

Ao ouvir o ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, retirar o Forte de Peniche da lista de edifícios a rentabilizar porque a labregada ignorante comunista insistia que colocava em causa a memória da luta pela democracia, eles que nunca foram democratas nem lhes interessa o que isso seja, preferem que o país continue a chafurdar na miséria que eles provocaram a partir do PREC, das ameaças fascistas e ditatoriais do que rentabilizar e dar mais visibilidade àquilo que eles dizem defender.

A burrice canhestra foi sempre o apanágio dos defensores da ignorância e da estupidez crassa, à URAP e à Medina.

Para mostrarem que têm ideias, ainda hoje guardavam os edifícios do início da nacionalidade.

O mal não é deles, dos comunistas, que decoraram a ladainha que o maior canalha da história portuguesa, Cunhal, os obrigou a mastigar e a vomitar a toda a hora. Contra a inocência dos comunistas não tenho nada. Mas revolto-me contra os Governantes que não Governam por medo, cobardia e encostados à rôta Democracia que nenhum outro país pratica.

A esperança está no Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, que indiferente às críticas do ex-comunista Vital Moreira, faz o que tem a fazer ou então não era Presidente dos portugueses, não os defendia.

O Vital, quando comunista, foi o Maquiavel obreiro da Constituição. Agora acha que tem que a defender e embrulhar.

A Constituição, chumbada unicamente pelo CDS, era o reconhecimento dos roubos, do fecho de empresas, de destruições e do espalhar do ódio. Foi a Constituição socialista e comunista que cimentou a miséria em que Portugal vive.

Marcelo atua como um democrata. Defende os que não têm voz.

 

Anterior “A insistência na estupidez radiofónica em Portugal”

C.S

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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

A insistência na estupidez radiofónica em Portugal

A insistência na palermice, na vulgaridade, no erro, nas canções de intervenção, que por serem tão rascas ninguém as ouvia nem ouve, mas que a Antena1 publicita constantemente, tal como faz a programas de baixo nível, sem graça ou interesse. Esta rádio até tem programas bons mas não os divulga, serve de abrigo a atrasados mentais que sem voz e letras onde haja um laivo de cultura insiste em proteger.

Felizmente que há os comandos à distância que mudam os canais.

O problema são os mais pobres que, há falta de comida e de trabalho, ouvem a parvalheira que os sossega e destrói, porque não os eleva fingindo dar-lhes esperança com os do rebotalho da vida.

A insistência do ataque ao Presidente da República para que ele dissesse se tinha recebido ou não, um tipo que quer ser administrador da Caixa, mas não quer sair dela porque os 423 mil euros anuais não são para deitar fora e muito menos as benesses extras que podem atingir milhões.

O homem quer comer o bolo, mas não quer mostrar os dentes onde esconde o muito que não quer dizer. Faz bem. Mas quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, nem em presença do Presidente da República, nem para curiosos que à pala desta democracia de engano, que foi sempre demagogia, tem arrastado o país para o fundo a toque de caixa ou sem caixa.

O massacrar do Presidente da República, este sim, um verdadeiro democrata que aprendeu as regras durante o Estado Novo e sabe que Democracia não é sinónimo de imbecilidade nem gritar que se é democrata quando se atacam outros países e se matam seres humanos. Felizmente aqui não acontece isso, ou só aconteceu uma vez em Sacavém quando um sargento cortou a cabeça a um pateta que o insultava.

Nos Jornais a desgraça não vai melhor. O único mais equilibrado, muito bem paginado e sem excesso de páginas é o i. Os outros tentam agradar a gregos e troianos e ajudar ao enterro.

Quando tiver tempo faço a lista dos melhores programas na Antena1, que nunca conseguiu chegar aos calcanhares da Emissora Nacional.

Portugal nunca mais se levantou do PREC e a canalha continua a elogiar Cunhal que os enra...enrolou em papel de jornal.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:46
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