Terça-feira, 6 de Junho de 2017

Viver em sobressalto e morrer durante o espetáculo

A fuga para um outro planeta parece ser a solução mais fácil para deixar todos estes tolos que fazem as guerras sem se preocuparem com o êxodo dos milhares de seres humanos que deixam os seus próprios países porque os benfeitores que os iam salvar de quem os governava, se comportaram como vândalos sem escrúpulos e mil vezes piores que um Saddam Hussein, um Muammar Khadafi, um Bashar al-Assad.

A resposta é intermitente, inesperada e vai durar anos de desgaste, intranquilidade, preocupação ou morte durante o espetáculo.

Nada melhor que preparar as malas e rumar ao planeta que tenha mais portas entre as rochas.

Os habitantes desses planetas vivem alguns metros abaixo do solo. As suas cavernas protegem cidades e campos.

A terra que hoje habitamos também ela não teve condições de habitabilidade. As primeiras bactérias que originariam, milhões de anos mais tarde, o ser humano tiveram de semear, plantar, escavar para que o ar se tornasse respirável.

Os génios das novas tecnologias têm aqui, em meia dúzia de palavras, aquilo que irão encontrar depois de conseguirem fazer ao homem, a mesma coisa que fazem no envio dos hologramas.

O assassinato pelos bárbaros dos inocentes na Suécia, Alemanha, Bélgica, França e Reino Unido não vai parar. Nenhum país estará seguro depois do Bush, do Blair, do Cameron, do Sarkozy e do Obama terem aberto a caixa de Pandora.

Continuar a desculpar estes incapazes, mesmo desviando as atenções para um Trump, acusado de ser tudo, mas bem menos do que este quinteto de carniceiros, que fizeram dos seus próprios países, as suas próprias vítimas.

Mas há sempre uma solução, por muito dolorosa que seja.

Os EUA têm de repor a ordem no Iraque, sem outros companheiros do que as Forças do regime.

Na Síria, a Rússia e as forças do regime terão de fazer o mesmo. Recuperar território ocupado e fazer regressar ao país, as dezenas de milhares de sírios que sofrem nos campos de concentração.

Na Líbia, EUA e Russos, unidos devem desativar todos os Campos de treino de terroristas e promover eleições Presidenciais.

Só assim, o mundo voltará a ter paz e sossego.

E depois? Depois tenham juízo.

 

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C.S

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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

No mundo, a verdadeira e única religião, é o trabalho

Todas as seitas e religiões falam em nome de um Deus que não lhes passou procuração.

No trabalho do ser humano penduram-se milhares de seitas e religiões com a agravante de algumas se terem tornado tão fortes e poderosas que desencadearam e continuam a originar a guerra e o terrorismo.

A patetice apoiada na credulidade juvenil, na ignorância e na revolta pelo tratamento dado a familiares e amigos, faz do ser humano o mais desumano dos animais. Corta, queima lentamente, mata os braços da religião que tomou diferentes nomes, partindo de um tronco comum.

Todos eles invocam o Deus desconhecido, que permite aos seus diferentes profetas e patetas se matarem e irem todos para o mesmo céu, com muitas virgens. Todas desfeitas em pó invisível.

O que se está a passar no mundo não pressagia nada de bom.

O ser humano atingiu um conhecimento tão elevado e uma brutalidade tão exagerada, que o seu fim ou está próximo ou poucos mais anos terá pela frente.

O Deus do Acaso, Senhor de todos os deuses inventados, despóticos e bárbaros também pode interferir como já o fez há 66 milhões de anos na Zona do México, quando um asteroide eliminou todos os dinossauros e lançou fogo a toda a região. Em 30 de Junho de 1908 outro asteroide caiu na região de Tunguska, Rússia e num raio de dois mil quilómetros devastou 80 milhões de árvores.

Estes avisos da Natureza não são únicos, mas tanto Sunitas, como Xiitas ou católicos e protestantes, para citar os mais na berra, sempre insistiram no engano que engana emoções e religiões e que mata.

O Deus verdadeiro, o do Acaso, criou esta beleza imensa para usufruto de todos. As religiões querem sempre mais e mais para elas.

Mas o segredo da Divindade foi descoberto através de um fio de luz.

Quando o ser humano chegar ao infinito cavalgando este espírito que ninguém consegue agarrar, mas que viaja em segundos no espaço imenso e liga os assassinos por telemóvel, talvez ele compreenda o erro de se ter substituído a Deus e tudo regresse ao princípio. Primeiro, com enorme estrondo, depois o silêncio de biliões de anos para fazer tudo de novo, sem ferir o coração de Londres, de Paris, do Iraque, da Líbia e da Síria.

 

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C.S

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Domingo, 4 de Junho de 2017

Bárbaros, cobardes. Como lhes chamar no Iraque, Líbia, Síria?

Prevê-se um Verão a ferro e fogo na Europa e EUA.

Quando Bush e Blair atacaram o Iraque sabendo que os terroristas, que desfizeram as Torres Gémeas nos EUA, eram da Arábia Saudita, qual foi a ideia destes dois génios do mal e da estupidez?

Quando os EUA insistiram na infâmia destruindo a Líbia, organizada e próspera, com Obama; a França de Sarkozy e o Reino Unido de David Cameron, que esperavam que acontecesse?

Na altura citei Salazar, dizendo que o Norte de África era o tampão e a segurança da Europa. Os três chacais só viram petróleo. Ficaram indiferentes à morte de inocentes e às consequências futuras.

Quando os supracitados e outros inconscientes atacam a Síria, sem uma razão séria, que esperam?

O resultado está aí. De todas as nações europeias que conheço, o Reino Unido tenho-o sempre no coração. Foi aí que, vendo as diferenças, descobri as qualidades do povo. Os campos de trabalho para estudantes e outros jovens eram a mistura de quase todos os povos do mundo. Trabalhávamos, riamos, gozávamos com a saudável fraternidade, sem pieguices, mas que nos fazia antever um mundo credível, apetecível e em desenvolvimento equilibrado.

Portugal que tinha saído da Democrática Primeira República, 1910-1926, em estado miserável: sem estradas, hospitais, habitações tinha recuperado, durante o Estado Novo, fruto de muito trabalho, solidariedade e alegria, um lugar entre os países do mundo. Crescia acima do 6% ao ano.

O futuro era o infinito feito de trabalho, prazer e confiança.

As novas tecnologias, que rebentaram, em força, nos finais do século passado e que neste momento desvendam os impossíveis foram um salto tão grande na pacatez que gere a Natureza, que, de repente, tudo se modificou e, aquilo que traria muito mais riqueza e bem-estar, afinal traz também muito mais morte e destruição.

Tudo é feito em segundos. Os ataques pequenos ou grandes são planeados e executados no momento.

Aquilo a que estamos a assistir não abona nada das capacidades do ser humano. Os animais que atacam os Ingleses, Franceses, Alemães, Belgas etc., são idênticos aos que atacaram árabes no Iraque, na Líbia na Síria.

Tentar esconder uns dos outros pode convencer os ingénuos. Não é honesto. Levará seguramente à tragédia mundial.

 

Anterior “Homossexuais, vítimas ou culpados pelos desejos?”

C.S

publicado por regalias às 08:19
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Sábado, 3 de Junho de 2017

Homossexuais, vítimas ou culpados pelos desejos?

Na Chechénia, os paneleiros, nome porque são conhecidos os homossexuais em Portugal, são perseguidos, deportados, metidos na prisão ou mortos.

Todos lamentamos os sofrimentos. Muitos tentam convencer os mais radicais que cada um é livre para fazer o que entender do seu corpo.

Estas perseguições e mortes que acontecem na Chechénia, na maioria dos países árabes e em uma grande parte da África, está também, de maneira mais subtil e menos gravosa, na Europa.

Li há dias que num país Europeu, penso que na Alemanha, tinha sido recusado entrada a um refugiado porque ele é homossexual.

A razão por que isto acontece tem uma razão de ser.

Cada um pode fazer o que lhe apetece sem prejudicar ou ofender os outros, mas não pode, nem deve fazer publicidade ao desvio natural das suas pulsões sexuais, como tem vindo a acontecer com a quantidade de cantores maricas que através das canções enviam a mensagem de acasalamento, como as rolas, a quem os procurar ou lideres de programas populares, que aparecem a gabar a sua particularidade e a espalhar aquilo que é considerado um mal. Falo da Sida, o HIV que mata.

O mundo defende-se. Tal como critica a América pelas questões ambientais; perigo para a sustentabilidade do Planeta.

Muitos milhões no mundo temem que as ligações entre pessoas do mesmo sexo, acabem com o ser humano.

Tudo seria mais simples se os homossexuais, paneleiros, ou gays como se queiram chamar, façam a sua vida sem a publicitar. Se a publicitam é comércio e, só é autorizado por laxismo político, que propicia a exposição, os enxovalhos, as prisões e as mortes.

Os casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, que o Sócrates teimou em levar avante, foi uma enorme estupidez. E outra seria, se para proteger todos os rabichos, Portugal lhes escancarasse as portas.

Em breve Portugal seria o paraíso dos paneleiros e o deserto de turistas de mais de quatro quintos do mundo.

Em vez de casamentos, há as ligações de facto, que nem prejudica quem pretende viver dessa maneira, nem chama a atenção para a homofobia mundial, para a violência e para o desprezo como são tratados.

 

Anterior “Dinheiro, conhecimento, bondade, igual a felicidade”

C.S

publicado por regalias às 07:56
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017

Dinheiro, conhecimento, bondade igual a felicidade

Quanto tens, quanto vales”, dizia minha mãe ao ver o meu total desprendimento pelo metal sonante.

A minha obsessão estava fixada no conhecimento. Saber o quê e o porquê das coisas, o porquê das diferenças sociais.

O choro, a tristeza, a alegria e o riso faziam-me pensar.

Incomodado com o que via à minha volta fui Europa dentro à procura da felicidade. Não encontrei. O choque foi tremendo. Em 1959 em Paris havia mais clochards, pobres que vasculhavam, de noite, os caixotes do lixo, do que todos os pobres na Província da Beira Baixa.

Resolvi testar todas as situações difíceis. Ia até ao limite da insuficiência e só quando os últimos cêntimos davam para comprar um pão tinha de arranjar sustento. Acabava sempre por resolver a situação.

O estudo, o conhecimento abriam as portas do trabalho remunerado e em breve voltava àquilo que deve ser o normal para o viver do ser humano: o desafogo, o bem-estar.

Mas sendo alegre perante os meus amigos, a minha tristeza era enorme. Só eu a sentia, ninguém mais a via porque era sempre natural naquilo que fazia ou dizia. Não era feliz.

O casamento, os filhos trouxeram-me um banho de esperança.

Durante alguns anos pensei que o mundo poderia resolver todos os problemas sociais e que as dificuldades e as guerras que eu tinha assistido à distância depois da Depressão nos Estados Unidos, a Guerra Civil Espanhola, 1936-1939; a Segunda Guerra Mundial, 1939-1945, com a paz que se lhes seguiu, tudo seria diferente. Engano, embora Portugal tivesse dado um salto enorme entre 1950 e 1974, o crescimento era de 6,5 ao ano e a felicidade saltava aos olhos.

Veio o desastrado 25 de Abril, que quase toda a gente aceitou. Era voz corrente que Marcello Caetano tinha facilitado o acontecimento.

A situação do País degradou-se até um ponto inimaginável.

Saí, contrariado, da Escola onde dava aulas de Português, Francês e Jornalismo para Deputado na Assembleia da República em 1976. Nunca me senti tão infeliz. O meu grupo Parlamentar não compreendeu que a minha irreverência era feita de raiva por não conseguir salvar o povo, que me tinha dado o voto, da miséria e dos enganos a que estava sujeito.

A vítima acabou por ser o Professor Freitas do Amaral, que por causa de uma disputa sobre o Primeiro-Ministro, Nobre da Costa, que ele queria e conseguiu derrubar e eu defendia o contrário, me fez um processo Disciplinar que perdeu. Fui rude, desagradável. Perdi todo o respeito pelas grandes figuras que não defendem o povo. Fiquei com pena dele. Perante a sua reação preferia ter perdido o combate. Durante meses não apareceu no Parlamento.

Cheguei à conclusão que dinheiro, conhecimento e bondade, a favor daqueles que não se sabem defender, é 95 por cento do caminho para a felicidade.

 

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C.S

publicado por regalias às 08:49
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