Terça-feira, 31 de Outubro de 2017

O homem sabe tudo mas não se conhece a si próprio

Se pensarmos, um pouco, nos avanços da ciência desde os anos oitenta do século passado até aos nossos dias ficamos confusos como a tanto desenvolvimento, saber e prosperidade, o homem continua a cometer os mais escabrosos atos, a amesquinhar os outros e a rebaixar-se a ele próprio por aquilo que faz e nunca deveria ter feito.

Quanto mais sabe, quanto mais se iguala ao cérebro Criador do Universo, mais se afasta da finalidade da vida ao destruir o seu semelhante com uma ferocidade inaudita como aconteceu no Iraque, na Líbia e continua a acontecer na Síria e noutros países, em vez de usar a inteligência infinita que o faz criar desde a vida humana até aos sofisticadíssimos aparelhos que realizam as mais incríveis operações.

O ser humano vive permanentemente insatisfeito com o mundo e consigo próprio. Isso leva-o a cometer erros tremendos que prejudicam os outros.

Mas se em vez de analisar o homem sozinho, o analisarmos acompanhado das chamadas elites, dos que pensam bem, sabem e conhecem, verificamos que muitas das suas decisões são erros clamorosos.

E escusamos de ir Hitler que, rodeado de conselheiros, quase desfez a Europa e uma parte do mundo. Se percorremos os dias de hoje, com todos os Organismos criados para o bem-estar mundial, verificamos que os crimes cometidos são quase tão hediondos como os dos hitlerianos.

O homem não se conhece a si próprio. Dizendo de outra maneira, o homem não pensa nos seus atos, ou ainda; se pensa desfaz as suas boas intenções quando o interesse se sobrepõe a todas as regras humanas.

A humanidade perde-se por ninharias mesmo sabendo que está condenada à morte. O homem não vale nada se não deixar obra válida, para o futuro, para as novas gerações.

Se destruir em vez de construir, o homem não passa de um criminoso, por mais que a Comunicação Social tente apagar os seus atos. Hoje isso é impossível. O homem criou os mecanismos que o elevam à paridade do Deus desconhecido que tudo criou ou o enviam para a eternidade da maldição por ter espalhado no mundo a dor e o sofrimento.

Ao nascer não trazemos nada, ao morrer não levamos nada, mas se espevitarmos as qualidades podemos deixar no mundo obra feita e válida.

Podemos deixar saudade e prosperidade. Podemos deixar futuro.

O homem sujeita-se a ser substituído pela Inteligência Artificial, IA.

O investigador Pedro Domingos, no jornal i, de ontem, dia 30 diz o seguinte: “Os algoritmos já tomaram conta do mundo e são demasiado estúpidos”.

O Site Inovação, do Jornal Observador, traz também uma entrevista de Pedro Domingos que escreveu “A revolução do Algoritmo – Mestre” e que Bill Gates recomenda como essencial para compreender a IA, Inteligência Artificial.

Pedro Domingos é filho do Professor Delgado Domingos que nos acampamentos da Mocidade Portuguesa, deixava todos de boca aberta com as suas invenções.

Pedro Domingos faz jus ao ditado “filho de peixe sabe nadar”, mas também nos diz: maior que a Inteligência Artificial, está a inteligência humana.

 

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C.S

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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

Ponto de Partida na Antena 1 e jovens universitários

Portugal só se conseguirá colocar a par da Europa evoluída e próspera se aproveitar, na totalidade, os mais capazes para entender os mecanismos que o Estado e os privados utilizam e rentabilizam.

Os jovens dos Politécnicos e das Universidades têm que saber aproveitar todos os conhecimentos que apontam o futuro para, mais tarde, saberem Governar Portugal.

Programas como o “Ponto de Partida” da Antena 1 ao apresentarem assuntos fundamentais, mas desconhecidos do grande público, como no passado dia 24 fez, discorrendo sobre o tema “A era do Governo Eletrónico” são fundamentais para a compreensão sobre o que se faz, como se faz e quais são as vantagens que isso traz aos cidadãos.

A descentralização do país só pode ser feita quando os quadros das Autarquias tiverem conhecimentos para as desenvolverem como acontece na Alemanha, na França, Inglaterra, Dinamarca, etc.

Aqueles que têm esses instrumentos e a capacidade para os utilizar são os universitários que, juntando a teoria à prática, têm mais capacidade para compreender e utilizar os instrumentos do futuro.

Até agora, por muito boa vontade que os Presidentes dos Municípios tenham, houve imensos erros que foram cometidos por falta de bases.

O programa “Ponto de Partida” da Antena 1, na última terça-feira entre as 19h10 e as 20 horas, pela sua qualidade, pelo interesse que desperta e pelos caminhos que aponta deve ser ouvido por todos os que se interessam por saber, conhecer e querer dar a Portugal o melhor.

Portugal tem tudo que é fundamental para ser um país viável e próspero, mas necessita de quem saiba, goste e ame Portugal e os portugueses.

Não hesite. É para seu bem.

Escreva no Google o nome do programa “Ponto de Partida, Antena1”. O tema do dia 24 é “A Era do Governo Eletrónico”.

Garanto que não perderá tempo.

O melhor País do mundo precisa dos melhores. E os melhores precisam de saber o que existe nas plataformas digitais onde Governo, Autarquias e cidadãos podem interligar para benefício de todos os portugueses.

 

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C.S

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Domingo, 29 de Outubro de 2017

Aprender línguas sem esforço, começando pela gestual

Aprender e ensinar. Descobrir o valor desconhecido que cada um transporta consigo é um prazer que vale alegria e boa disposição.

“O segredo é alma do negócio” perdeu validade. Hoje só não aprende quem não quer.

O professor que mais deu força ao gosto pelas línguas foi o Dr. Moura Pinheiro que ensinava Inglês por mnemónicas e com histórias interessantes que ele tinha trazido do Ultramar.

O Dr. Moura Pinheiro era médico. Em Castelo Branco, naquele tempo, 1948 ou 49, não havia doenças. Os médicos tinham que deitar mão ao que havia para sobreviver com dignidade.

O médico da minha terra, o Dr. Moutinho, passava o tempo no café a jogar dominó. Quando alguém, de longe-em-longe, precisava dele ia ao café do Seguro, chamá-lo. Se era o próprio a pedir ajuda, o Dr. Moutinho fazia ali mesmo as perguntas e receitava. O pagamento era um obrigado e um galo ou uma galinha gorda pelo Natal.

Com este vício de recordar os felizes tempos do passado, quase me esquecia de dizer aquilo que as escolas pindéricas e inchadas de sabedoria não terão a coragem de fazer por que não está no programa.

A Linguagem gestual é de grande facilidade na aprendizagem e de grande utilidade na integração dos jovens surdos-mudos. Mas, todas as pessoas interessadas podem aplicar o método.

Claro que há cursos na Internet. Mas este é o mais fácil e sem grandes custos. Meia resma de papel impressa dá para falar e entender.

Nas escolas há sempre vitrinas para colocar avisos etc. Numa dessas vitrinas podem ser colocadas 4, 5 ou seis folhas A4, com a linguagem gestual e, todos os 15 dias, substituí-las por novas folhas com gravuras e frases e simples:

Bom dia, Boa tarde, Boa Noite. Abre a Janela, fecha a porta. Abre a luz, fecha a luz etc. No fim do ano, tenho a certeza que 80% dos alunos aprenderam a comunicar com os seus colegas e todos se sentirão contentes com a amizade e camaradagem que fica para a vida.

É escusado criar mais uma disciplina. Quem quer olha e aprende.

 

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C.S

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Sábado, 28 de Outubro de 2017

Venezuela em Portugal, em dia de greve e chafurdo

Segundo os relatos ouvidos, centenas de alunos carenciados ficaram sem pequenos-almoços e sem almoço nas escolas porque os grevistas, indiferentes à fome dos miúdos e ao desespero dos pais, com poucos recursos económicos, fazem os seus atribulados orçamentos a contar com menos aquela despesa, suportado pelas cantinas escolares.

Ontem a fome foi farta e infame.

É impossível viver com o ordenado mínimo quando os casais têm um ou dois filhos e o pai ou a mãe estão desempregados.

A infâmia dos trauliteiros em greve atinge as raias sórdidas da insensibilidade, estupidez e desumanidade.

Os funcionários públicos e os lacaios dos sindicalistas ganham bem acima dos mil euros mensais.

Verifiquem quanto ganham os chefes dos Sindicatos ou os médicos e enfermeiros e comparem à miséria do salário de muitos outros e à fome que grassa em Portugal.

Na Venezuela é a besta americana, que sufoca o país com as sanções que proíbem a venda e a compra de produtos necessários à vida normal dos venezuelanos e impõe, à força, a fome democrática.

Os do Parlamento Europeu, que vivem de barriga cheia, secundam as americanices e, como os rafeiros, lambem as botas ao dono: ofereceram o prémio Sakharov à Oposição Venezuelana para ajudar à destabilização e agravar todas as dificuldades por que o país passa.

Se mais de dois terços de Venezuelanos apoiam o Governo, não consigo compreender como nos regimes democráticos de pé calçado são as maiorias que governam. Mas nos outros regimes, não podem governar.

A subserviência capitalista às sanções e a subserviência aos comunistas com a obrigatoriedade imposta para fazer greves são o mesmo chiqueiro, onde chafurdam os mais abjetos seres da natureza.

 

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C.S

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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

Grevistas preferem canga e açaime na Federação Ibérica

O Partido Comunista e a sua correia de transmissão, a CGTP, querem verificar a força depois de mais um esvaziamento e estrondosa derrota nas últimas eleições autárquicas.

Utilizando a ignorância e o laxismo a CGTP incentiva os trabalhadores a largar o local de trabalho e a “grevar” o bolso dos que mais reclamam e mais desperdício causam a todos os portugueses e às suas próprias economias.

O Partido Comunista e a CGTP ao insistirem na falência de Portugal fazendo greves e causando bancarrotas, estão a forçar a junção de Portugal a Espanha e a criar a possível Federação Ibérica, resolvendo desta maneira o problemas das autonomias das Províncias Espanholas e forçar o aparecimento da Grande Ibéria onde as greves se diluiriam.

Os mentecaptos que alinham e pagam para se autodestruir, destruindo o país, vão ficar na história como os coveiros de Portugal ao lado dos médicos e enfermeiros que, doentes de corpo e espírito, pelo vírus do egoísmo, querem fazer à Terceira República, aquilo que conseguiram na Primeira, 1910-1926, cujas estúpidas greves levaram ao surto epidémico que Salazar curou in extremis. Por isso, Cunhal e Soares, o alcunharam de Ditador, quando todos os países do mundo o olhavam com respeito e ouviam os seus pareceres.

Todos os sabujos preferem viver sob a canga e açaimados na sua imbecilidade destruidora, em vez de pensarem pelas suas próprias cabeças.

 

Anterior “Greve dos cangalheiros da medicina”

C.S

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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017

Entre os apalpões do Bush e os brutos de Felgueiras

O maior predador do mundo é o homem, ao mesmo tempo que é também o seu reprodutor.

Quando da eleição de Trump e de todos os ataques que lhe fizeram, o maior foi por causa dos comentários sobre mulheres.

A hipocrisia levantou-se em coro, indignada com as palavras, não com os valores e a sua capacidade criadora de riqueza e bem-estar.

Durante estes meses temos visto e ouvido como os homens, desde os maiores líderes do mundo até à gente rasca e sem qualificação, têm procedido de modo semelhante para com as mulheres.

Podendo dar vários exemplos sobre esta afirmação, lembro só dois episódios recentes dos extremos, que vão desde a elite americana até ao rebotalho português.

Nos EUA, o velho Bush, aos 93 anos, ainda vai apalpando o rabo às artistas que se aproximam para as fotografias com ele.

Em Portugal, dois energúmenos desancam uma mulher indefesa.

A mulher é o campo, o homem é o semeador desastrado que, cego pelo desejo não resiste à tentação pelo fruto apetecido.

O mundo que estrebucha só se aguenta enquanto o homem e a mulher lhe derem vida e futuro.

Trump merece muito mais consideração, dizendo umas graças do que os matadores do mundo que preferem arrasar países como o Iraque, a Líbia e a Síria.

Não me cansarei de os mencionar enquanto os patetas escandalizados por estes rabos de saias, que são os homens, e as virgens teatrais esquecem os Kennedy ou os Clinton e todos aqueles que escondem os pequenos vícios que mantêm a sequiosa humanidade.

A hipocrisia, a estupidez e a cretinice faz dos pequenos atos um escândalo de enormes proporções e cala-se perante o genocídio dos povos.

Entre as traquinices do Bush pai e os dois abrutalhados de Felgueiras, o primeiro é bem mais elegante e conhecedor da vida do que as bestas que, servindo-se da mulher, a humilham e maltratam.

Trump ao lado destes exemplares é um príncipe que Governa, responde com frontalidade aos ataques, e ama e respeita a sua bela princesa.

 

Anterior “Greve dos cangalheiros da medicina”

C.S

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017

Greve dos cangalheiros da medicina

A causa do falhanço da Primeira República, que durou desde 5 Outubro de 1910 até 28 de Maio de 1926, quando foi substituída pela Ditadura Militar de Gomes da Costa, Mendes Cabeçadas e Óscar Carmona, foram as greves.

Em 27 de Abril de 1928, o General Óscar Carmona convida o Professor Oliveira Salazar para a Pasta das Finanças, depois dos Generais se terem mostrado incapazes de Governar o País, quando a Sociedade das Nações quis dirigir Portugal, em regime semelhante ao da TROIKA, formada pela Comissão Europeia, BCE e FMI, em 17 de Maio de 1911.

Os Generais recusaram o vexame e recorreram a Salazar, que garantiu poder salvar o País com muito trabalho, serenidade e honestidade.

Salazar, à Ditadura Militar, opôs uma Ditadura financeira de contenção.

Para Salazar as greves eram o maior crime contra o povo português. Segundo ele, tinham sido as greves as causadoras da fome, das prisões, das mortes e da Primeira República ter colapsado.

Se uma greve é sempre prejudicial para todos, a greve dos médicos e de quem trata de problemas de saúde é ainda mais infame por ser altamente perigosa ao colocar em risco a vida dos doentes.

Quando os médicos se vêm ufanar, na Antena 1, de que estão em greve entre 75 a 80% dos profissionais da inconsciência e do egoísmo, só nos resta esperar que a greve não provoque a mortandade igual à dos últimos fogos, com 114 falecidos; ou à da Legionella, no Concelho de Vila Franca de Xira, que causou 12 mortes e infetou mais de 350 pessoas.

Muitos ainda sofrem de sequelas por recusa de enfermeiros em greve.

Se isto acontecer, os médicos, poderão ter de servir de cangalheiros e também de vítimas dos familiares enfurecidos.

 

Anterior “Coligações humanitárias de democráticos criminosos”

C.S

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

Coligação “humanitária" de democráticos criminosos

Para proteger 600 ou 700 opositores dos Governos no Iraque, na Líbia e na Síria, a “Coligação humanitária” liderada pelos EUA e acompanhada em ferocidade, pelo Reino Unido e pela França, continua na Síria a matar inocentes em terreno Sírio e  controlado pelo Governo Sírio.

Protegerem centenas, para matar milhões, desorganizar países e fazerem-se pagar pelas tragédias é o sistema mais simples e mais asqueroso desta civilização Ocidental que não olha a meios para atingir fins de hediondez sem limites.

O petróleo cega estes democratas da criminalidade perante a passividade e o medo dos povos a que estão aliados.

Com a desculpa de perseguirem terroristas que antes protegeram, despejam centenas de quilos de bombas sobre povoações limítrofes.

Ontem, mais 29 Sírios ficaram desfeitos às mãos desta Coligação que não passa de uma associação de criminosos sob a capa de benfeitores e protegidos por Tribunais Internacionais que eles criaram.

Os vândalos celebraram os 72 anos do Dia das Nações Unidas, ONU, com mais estas mortes que incentivam ao terrorismo na Europa.

O mundo Ocidental entrou na sarjeta.

Bush, Obama, Cameron e Sarkozy podem limpar as mãos à parede.

 

Anterior “A guerra que nunca tivemos é o momento que vivemos”

C.S

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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

A guerra que nunca tivemos é o momento que vivemos

Salazar salvou Portugal da Segunda Grande Guerra, 1939-1945.

Com a catástrofe dos incêndios tivemos em 2017 um pequeno exemplo e uma grande dor para verificar aquilo que tantas vezes minimizamos.

Sobre o luto e as cinzas temos de reerguer Portugal com a nossa vontade e determinação.

O Governo, no Conselho de Ministros de 21 de Outubro de 2017 lançou as bases para a reconstrução da zona devastada pelos fogos.

É tempo, mais que tempo de os portugueses largarem a demagogia, a corrupção encapotada na res publica e a estupidez generalizada de greves e reivindicações, enquanto o país não voltar a estar forte para sentir segurança e bem-estar.

Reivindicar direitos quando mais de 40% dos portugueses vivem muito mal e outros 35% com um nível sofrível é de egoísmo que pode ser fatal para todos. A maioria doente levará à queda abrupta dos outros 25%.

A revolução do 25 de Abril falhou totalmente quando prometeu tudo o que sabia que não podia dar. Resultado, beneficiou só os golpistas e todos os oportunistas que encanaram os Governos dizendo a tudo que sim, maneira de eles desenharem os seus próprios vencimentos e saques.

Se não recuperarmos Portugal em 2018 teremos de colocar na Praça Pública os nomes de todos aqueles que servindo, se serviram ao locupletarem-se com fortunas injustificadas, para o país perceber que entre os portugueses houve quem ludibriasse a história, até que o fogo clarificou, pela tragédia, tudo o que aconteceu e porque aconteceu.

O Conselho de Ministros de 21 de Outubro pode ter servido para relançar Portugal, contendo egoísmos que através de execrandas artimanhas, sempre escudados na falsa Democracia apregoada e raramente praticada, lançaram os portugueses no desespero.

É tempo, mais que tempo de todos e cada um, de per si, compreender que a depressão e a loucura podem levar os portugueses a cometer atos que atingirão os que têm tudo e os que vivem com quase nada.

Quem não compreender isto, só entenderá o erro, poucos segundos antes, quando o caos, a revolta e a morte lhe baterem à porta.

 

Anterior “ Estado Novo em oposição à demagógica democracia”

C.S

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Domingo, 22 de Outubro de 2017

Estado Novo em oposição à demagógica democracia

Já há uns anos a esta parte que, muitos dos que cantavam loas a esta libertinagem da liberdade e que deixava cada um ser rei no seu pensamento, viraram os seus aplausos contra os Governantes por não advertirem os que prejudicam os outros portugueses, quando nas greves e na corrupção derretem biliões de euros.

Os avisos do descontentamento vieram por três vezes.

A primeira, quando mudaram o nome da Ponte Salazar para “25 de Abril, seguida de assaltos, prisões infames, roubo de herdades, insultos e tudo quanto a ignorância acéfala vomita.

O resultado foi imediato. O PC que até aí se ufanava de ser o maior Partido português, imediatamente colapsou. Nas primeiras eleições para a Constituinte não passou dos 12 por cento.

A segunda vez foi na eleição de Salazar, em 2007, como o maior Português de sempre, mostrando acintosamente o desagrado com o rumo do país.

A terceira e aquela que lança o derradeiro aviso foi a eleição de Marcelo, vindo do Estado Novo, filho do Ministro Rebelo de Sousa e a quem Marcello Caetano amava como amava os filhos.

A derrota dos outros candidatos e a escandalosa e diminuta percentagem de votos, 3,95%, no padre do Partido Comunista veio mostrar às escâncaras que, tanto os das Esquerdas como da Direita, escolheram o Homem improvável: mesmo que Eanes, Soares e Sampaio o rejeitassem, como Presidente da República.

Eu vivi 39 anos no Estado Novo.

Apesar das dificuldades, derivadas da caótica Primeira República, a partir de 1950 o crescimento do País foi extraordinário, mas, desde 1933, Salazar tinha já feito obra, de que a Exposição do Mundo Português em 1940, onde fui com meus pais, tinha eu cinco anos, mostrava a vontade de um Homem, de voz aflautada, o oposto do Ditador que Cunhal e Soares alcunharam, pouco dado a perder tempo em comícios ou eventos publicitários. Sempre colocou Portugal acima de todos os seus outros interesses.

Com o rápido desenvolvimento das tecnologias, a pesada herança de Salazar, que contava 847 toneladas de ouro e com a ajuda de biliões da União Europeia, Portugal devia ser o país mais feliz e próspero da Europa.

Todos sabemos o estado em que Portugal se encontra. Cada um que diga de sua justiça.

Mas descontentes, ou não, temos de lançar mãos ao trabalho e à imaginação; afinal somos todos portugueses.

 

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C.S

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