Sábado, 18 de Novembro de 2017

Os jovens têm de saber tirar partido da inteligência

No caos mental e social que desde o 25 de Abril Portugal mergulhou: os jovens têm sido os piões das nicas e dos enganos.

Os jovens são facilmente influenciáveis, não só os portugueses como os jovens de todo o mundo.

A sua ingenuidade e voluntarismo levam-nos a morrer por ideais que têm de tudo, menos de verdade e humanismo.

Para verificar o que afirmo estudem-se as guerras no Médio Oriente, despoletadas por autênticas bestas humanas encabeçadas pelo americano W Bush e o inglês Tony Blair e continuadas pelo salafrário Barack Obama que no Iraque, na Líbia e na Síria mataram milhões de jovens e adultos e deram origem a canalhas ainda piores, os do Daesh, que utilizando a Internet conseguiram arregimentar centenas de jovens, rapazes e raparigas europeus, que depois de se terem servido deles mataram aqueles que hesitaram nas ordens dos criminosos.

Isto que afirmo é verificável. Os vídeos passaram nos canais digitais.

Ao falar sobre estes assuntos, não tenho outro interesse senão recordar aos jovens que têm de utilizar o conhecimento e a inteligência em todas as ocasiões e desde a mais tenra idade.

A inteligência cresce com o conhecimento. Um está interligado ao outro.

Muitas vezes as dificuldades da vida fazem que o jovem descubra os seus segredos e ele atinge lugares nunca imaginados para os mais pobres. Mas isso acontece. Eu tive o prazer de conhecer alguns. Em Portugal, aquele que é apontado como verdadeiro exemplo de Inteligência e honestidade tem sido o Professor Oliveira Salazar que tem a expressão: “agradeço a Deus a graça de ter nascido pobre”, querendo com isso incentivar o povo, que tinha saído paupérrimo da Primeira República, 1910-1926, e mostrar-lhe que se ele tinha sido capaz de ter sido Professor Universitário, Ministro das Finanças, dos Negócios Estrangeiros e Primeiro Ministro de Portugal, todos podem alcançar os postos mais elevados se estudarem e aplicarem a sua inteligência para atingir os fins pretendidos.

Querer é poder, diz o ditado. Juntem-lhe a ponderação e a inteligência, e a vida vale a pena ser vivida.

 

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C.S

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017

Saber ouvir, saber pensar, saber ler, para saber decidir

É nas escolas, mais que nas famílias que os jovens deviam aprender um conjunto de pequenas regras que voltariam a fazer do povo português um dos mais capazes e inteligentes do mundo.

Evito recordar estes 43 anos de ingratidão para com Salazar e Marcello Caetano para não alargar muito as considerações sobre o tema de hoje.

Seria nas escolas que os jovens ganhariam as competências para a vida. Infelizmente a maioria dos professores, dos dias de hoje, pouco sabem para eles como tirar partido dos pequenos segredos da vida, e por isso também não transmitem o essencial fora dos programas escolares.

Saber ouvir e saber pensar é fundamental para saber decidir.

À velocidade a que o mundo gira e avança é necessário travar a rapidez do pensamento antes de acabar de ouvir o que os outros dizem. Não o fazer, não treinar a calma, mesmo que o assunto tenha pouco interesse e a resposta seja evidente é um erro. Tem que haver a habituação de ouvir para que, mais tarde, assuntos importantes lhes sejam apresentados tenham a calma suficiente para os mastigar e resolver.

Ouvir leva-nos para o pensar. Os bons professores ensinam a pensar, a raciocinar, a chegar ao objetivo final que é compreender e resolver tudo sem dificuldade.

Os que vão para Filosofia e Matemáticas são os que mais aguçam o pensamento.

Ainda ontem, no Jornal i, o economista Eric Toussaint dá nas duas páginas do jornal uma verdadeira lição sobre a dívida portuguesa. Espero que os Governantes Portugueses tenham a humildade de a ler, pensar e resolver essa aflição que sufoca mais de um milhão e seiscentos mil portugueses e faz que outros sete milhões não segurem as calças.

No século XVI fomos os melhores do mundo. É essencial atingir, no final do primeiro quartel do século XXI, o pódio para que o futuro de Portugal fique assegurado nos próximos mil anos e os mais velhos morram descansados e felizes pelo destino da Pátria amada.

 

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C.S

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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017

Exército Europeu para acabar com a União Europeia

Nos EUA é mais fácil a um miúdo de 13 anos comprar uma arma de grande calibre do que um maço de tabaco.

A obsessão pelas armas e pela guerra faz que os Presidentes mantenham a venalidade mortífera para ganharem o poder.

Tenho seguido as manobras militares dos EUA, Coreia do Sul e Japão nas barbas do imberbe Presidente da Coreia do Norte como a dizer-lhe: estás sentenciado à morte como foram Saddam Hussein e Muammar Kadhafi. Na Síria, Bashar Al Assad ainda não, por ter Putin como seu protetor.

Os senhores da Guerra, os EUA, colocam acima de todos os sentimentos humanitários que apregoam, o culto da morte.

As suas grandes exportações vão para o armamento que testam com a invasão e massacres dos outros povos como aconteceu com o martirizado Iraque, a hecatombe Líbia e a tentativa de instalar o caos na Síria.

Insaciáveis de cretinice e morte os EUA enquanto não incendiarem a Europa não descansam.

Felizmente que a Crimeia se desligou da Ucrânia e se voltou a ligar à Rússia, caso contrário a frota Americana já estaria instalada no Mar Negro e no Mar de Azov.

Mas a voracidade ainda não está saciada e, com o Reino Unido fazendo de sonso, a América julga que pode atingir todos os seus maquiavélicos objetivos. E está perto. A União Europeia insiste em se armar e comprar em catadupa biliões em armas em vez de recusar qualquer guerra e qualquer passo em falso.

O Marechal Pétain, o grande herói da Primeira Grande Guerra foi condenado como traidor na Segunda Guerra Mundial por se ter recusado a lutar contra Hitler e um exército que mataria milhões de franceses e deixaria todo o território feito em estilhaços.

Pétain sabia que passaria à história como traidor, mas salvou a França da destruição maciça.

Hoje as guerras são digitais. Vencem-se ou perdem-se pela cultura, pelas exportações e importações, nunca pelo esventramento dos corpos e o arrasar das cidades, vilas e aldeias.

Portugal, que ainda não assinou o tratado deve esclarecer por que o quer fazer. Insistir na destruição deste mundo dizendo que o exército não é exército, é estupidez e perigosa brincadeira de crianças.

 

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C.S

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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2017

O Panteão e os Pantaleões Nacionais

Portugal não é um país, é um circo onde os palhaços ricos gozam, os palhaços pobres, com as palavras e os escritos.

Ninguém quer assumir os atos cometidos quando algum critico de sargeta, bem-falante, penteadinho e de cigarro ao canto da boca não aceita o que está legislado.

Basta um não concordar e a Comunicação Social dar voz ao impoluto do fumo, mas não de ações e aí desemboca um chorrilho de demagogia tola a que o Governo dá ouvidos.

Ao ler no jornal i as diatribes da Canavilhas fiquei com a vontade de a comer. Mas contive-me. As senhoras não se ofendem, mas avisam-se que não é com paleio e muita explicação barata que se ataca um ex-Governante que mais não fez que legislar para Portugal rentabilizar todos os recantos sem se envergonhar de ganhar dinheiro e pagar dívidas.

Aquilo que aconteceu não tem qualquer importância, não é contra ninguém e, muito menos, falta de respeito pelos mortos.

O que aconteceu é uma celebração à vida. Não perceber isto é não acreditar na beleza, na alegria e no prazer do convívio.

A Canavilhas e os outros indignam-se com as festas nos Jerónimos?

Bem podem todos os pantaleões do mundo gritar contra um evento autorizado, que o seu eco não merecerá mais do que o riso de quem sabe que isto nem dá nem acrescenta valor à retórica de qualquer ex-ministro, de um tocador de gaita ou de um fumador inveterado de ideias.

É só fumaça, como diria o saudoso Almirante Pinheiro de Azevedo.

 

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C.S

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Terça-feira, 14 de Novembro de 2017

Os bacanais dos Bispos eméritos e o Panteão

Bispo, emérito ou sem mérito, de Beja, censura o jantar no Panteão comparando-o aos bacanais nos cemitérios Romanos.

A lata, o despudor e a tentativa de confundir o pagode leva a que estes artilheiros da fossa veiculem a estupidez para mais facilmente pastorearem o rebanho que lhes segue as ladainhas.

O Bispo emérito de Beja conhece perfeitamente a seita de pedófilos e de pederastas que a Igreja Católica alberga, por esse motivo deve pesar as palavras para não receber de volta as pedradas daqueles que começam a estar saturados de tanta sabujice.

Os bacanais romanos nos cemitérios são uma pequena cópia dos bacanais nos aposentos do Vaticano e palácios anexos.

O jornalista Gianluizi Nuzzi tem denunciado, com provas e livros bem fundamentados toda a podridão de bispos, cardeais e outros mais, que, com a capa da santidade, vão furando seminaristas que depois se tornam predadores de crianças e adultos.

E já não cito as contas milionárias dos santos Papas para não remexer na estrumeira e o pivete se tornar insuportável.

Os jantares e as festas no Panteão devem continuar. É de total cretinice criticar algo que acrescenta valor à Igreja de Santa Engrácia, cujas obras demoraram dezenas de anos por falta de dinheiro.

Os jantares não incomodam os mortos. Incomoda muito mais a imbecilidade de padres e bispos que durante séculos, misturaram a virtude e o trabalho com bacanais privados, filhos e afilhados. Padres, dos quais se destaca o padre Costa de Trancoso.

Esperemos que o Costa, do Estado da India, de Lisboa e Primeiro-Ministro de Portugal não se deixe levar pelos trauliteiros de língua e cuspo.

Ou é proibido pagar as contas em Portugal, e dar uns momentos de prazer aos espíritos que assistem aos lautos banquetes e às festas que pagam as obras no Panteão Nacional?

 

Anterior “Um país de pataratas e a celebração da morte”

C.S

publicado por regalias às 07:59
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Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017

Um país de pataratas e a celebração da morte

O Panteão serviu de escape aos videirinhos pantaleões para mostrarem a sua indignação contra a celebração da vida, do prazer e das inteligências reais e virtuais na Sagrada Necrópole de Santa Engrácia.

Quando um engravatado qualquer se indigna pelo jantar da Web Summit no Panteão Nacional e logo outros pataratas correm a gritar contra o fogo que eles atearam ou alimentaram, mais não resta a este país de pataratas do que verificar a categoria dos governantes da Esquerda, Extrema-Esquerda e Direita que alimenta.

Até a Joana diz que puseram o país à venda. Ela prefere o roubo e o engano do que a venda séria e que só causa pruridos a quem tem comichões. Se a Joana sofre do incómodo coce-se, tal como os outros, bem pensantes, nestes assuntos sem importância, mas que levantam a poeira para esconder as verdadeiras indignidades que Portugal sofre.

Deixemos o Panteão para os almoços, os jantares e as festas pagas ao preço do oiro e oiçamos a Amália recordar as suas noites de fado, enquanto Eusébio corre, com uns chutos, os miseráveis mentais que não querem gozar os pequenos prazeres da vida e a honesta celebração da morte.

Segundo consta nenhum, no Pantaleão, apresentou queixa pelo evento.

Tenham juízo. Deixem de correr a foguetes.

 

Anterior “Salvar Portugal: divulgar o bem, denunciar o mal”

C.S

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Domingo, 12 de Novembro de 2017

Salvar Portugal: divulgar o bem, denunciar o mal

O bom da Democracia é todo o cidadão poder dar a sua opinião sem ser chamado a tribunal.

Os dois primeiros anos depois do 25 de Abril nos II, III,IV e V Governos, do comunista Vasco Gonçalves, o chamado PREC, não foram democráticos. Foram presas centenas de pessoas inocentes e outras por criticar o Governo ou as Forças Armadas, o MFA.

Eu próprio fui a Tribunal por chamar a atenção dos militares que estavam a ser enganados pelos políticos. Em vez de agradecerem, castigaram.

O Estado Novo não pode ser considerado uma Ditadura por manter a Censura da Ditadura Militar entre 1926 e 1933 quando saiu a Constituição e o tornou Constitucional. E muito menos por manter a autoridade que alimentou o povo faminto e permitiu a recuperação de Portugal.

A censura já vinha da Primeira República, 1910-1926, e servia para proteger os mais simples, os ignorantes que acreditavam em todas as patranhas irrealistas das seitas que faziam campanha contra os Governos.

Os Sindicatos, e o Partido Comunista, este, depois de 1921, encostado à Bandeira Vermelha foram os mais perseguidos na Primeira República.

Afonso Costa e os seus colegas políticos tinham prometido tudo ao povo quando da implantação da República em 1910; como não cumpriram, o povo e os Sindicatos desencadearam tantas greves que Afonso Costa os mandava prender e desterrar para as colónias às centenas. Por esse motivo foi apelidado de racha-sindicalistas.

As promessas incumpridas, a ignorância do povo e as constantes revoltas militares transformaram Portugal no país mais miserável da Europa.

Para esta Terceira República o caminho também não está fácil.

Mas há solução: divulgar o que está bem, aquilo que dá conhecimento, saber e abre as portas a um trabalho qualificado e denunciar a corja de charlatães que continuam a comer as papas na cabeça dos tolos que acreditam em políticas falhadas e que o desmoronar do muro de Berlim e a Perestroika puseram a nu, pelo falhanço de um comunismo obsoleto.

Ao ouvir ontem na Antena 1, entre as 15 e as 16 horas, o programa “Os dias do Futuro” que passa aos sábados e pode ser escutado sempre na Internet, mais uma vez chamo a atenção para programas de interesse como o “Ponto de Partida” às terças entre as 19h e as 20, simples de memorizar e que despertam a vontade de sair da miséria, estudar, avançar na vida, agarrar a vida, sem estar à espera das migalhas que os Governos deitam àqueles que não sabem tirar partido da sua vontade e da sua inteligência.

Leia o que faz o Colégio Pedro Arrupe. Está online.

É preciso salvar Portugal, para salvar os portugueses.

 

Anterior “Aprender naturalmente, sem qualquer esforço”

C.S

publicado por regalias às 06:52
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Sábado, 11 de Novembro de 2017

Aprender naturalmente, sem qualquer esforço

Com tudo quanto hoje existe para alargar o conhecimento e, concomitantemente, a inteligência, ainda há gente que não consegue aprender e fixar seja o que for.

Mas essas pessoas são capazes de falar de mil assuntos diferentes desde que sejam coscuvilhices de vão de escada.

Sabem tudo sobre a vida do João, casado com a Maria Pinheiro, a vizinha que tem um canil dentro de casa onde ninguém pode entrar porque o cheiro é pestilento. Lembram-se e contam do que aconteceu à Joaquina que tinha dois amantes e um marido que insultava porque ele a enganava.

Podia dar milhentos exemplos sobre a memória de cada um, que fixa o que não presta e as baixezas dos humanos, mas não é capaz de ler um bom livro ou assuntos de interesse que são o suporte para a melhoria de vida.

E não me debruço sobre a WEB SUMMIT, a Inteligência Virtual e os enganos dos congressos políticos onde as mentiras mais os confundem porque não aprendem naturalmente. Não vão às notícias que têm conteúdos de avanço, de conhecimento, de saber. Depois lamentam-se sem nunca corrigirem a sua vontade de mudar de vida.

Gostam da chicana, do engano, da coscuvilhice, não gostam de aprender.

Na Internet há tudo. Basta ir ao Google e perguntar. Ele abre-lhe o caminho até à resposta.

Tem ainda o Google Alerts, o Notícias Zap, o Sapo, o Observador e tantos outros onde escolhe o sumo, o que há de melhor nas notícias e esquece os mexericos. Vai ver que a sua cultura, a sua serenidade e bem-estar aumentam.

Portugal e os Portugueses não podem continuar tristes e esqueléticos na cauda da Europa.

 

Anterior “ Robots, bem-vindos a Portugal, parasitas agradecem”

C.S

publicado por regalias às 06:33
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017

Robots, bem-vindos a Portugal, parasitas agradecem

Acabada a WEB Summit está decidido que Portugal vai ser invadido por Robots que agradados pelo clima e cordialidade, portuguesas, chegarão aos milhões não para turistar, mas para trabalhar.

Os portugueses, da lazeira e das greves, que têm ajudado às bancarrotas já disseram que não aceitam menos de mil e 500 euros para passear, ir à praia, beber umas bicas, umas cervejolas e ouvir cantigas à beira-rio.

Nem só a Suíça e a Finlândia devem usufruir destas regalias de receber para não trabalhar e poder fazer uns biscates quando o tédio amolecer o miolo.

O Governo vai pensar no assunto, já tem reunião marcada com a Sofia, que é o Robot da sabedoria.

Centeno começou a fazer as contas com a ajuda do Portugalex.

Se vierem cinco milhões de robots para trabalharem em fábricas, fabriquetas e Instituições estatais garantem que ao fim de trinta anos a dívida de 255 mil milhões de euros fica paga. Deixa de haver derrapagens e descontentes.

Os portugueses vão gostar. Com mil e quinhentos euros, ar puro e perna traçada Portugal vai ser um paraíso de parasitas.

Viva a peluda! As greves de médicos, enfermeiros, sindicatos e de todos os doentes mentais que os acompanham.

Viva o Portugal do homem novo, da ignorância e dos espertalhões que dizem todos os disparates e mentiras que os grudam aos tachos e são aplaudidos de pé!

Viva a tristeza de um país pobrete, mas alegrete!

Viva a estupidez!

 

Anterior “Os 80% dos médicos que fizeram greve são o rebotalho”

C.S

publicado por regalias às 07:29
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017

Os 80% dos médicos que fizeram greve são o rebotalho

O saudoso Vasco da Gama Fernandes fez em 1979, na Assembleia da República, um violento ataque aos barões da medicina, a que eu repliquei com uma defesa. O assunto é interessante, mas não é desenvolvido neste espaço que pretendo curto.

Quero salientar que estou arrependido por deitar alguma água benta nas parelhas  de grevistas, médicos, enfermeiros e outros inconscientes que têm arrastado este país para o mais fundo e pútrido esterco que desde a Primeira República, 1910-1926, se pensava ter sido eliminado pela Ditadura Militar e depois pelo Estado Novo.

Eles não querem perceber que as greves roubam a riqueza de Portugal, deitam milhões ao rio.que ninguém aproveita.

Muitos destes médicos, que fazem greve, pertencem àqueles que passaram anos sem abrir livros. Era o tempo da farra.

Conheço vários casos de doentes fabricados. À mãe de um deles foi dito que o rapaz sofria de depressão. Ensacaram-no de comprimidos para a depressão, se uma alma caridosa não lhe tivesse deitado mão, e ele fosse coagido a dizer à médica que estava melhor e podia reduzir a dose. Oito dias depois voltou a pedir para suspender os comprimidos. Se não deitasse fora os comprimidos para a depressão, hoje o jovem estaria um farrapo.

Os médicos e todos os grevistas têm de compreender a situação em que o país se encontra. O Governo tenta equilibrar o barco para os que ganham o ordenado mínimo sejam aumentados e o SNS não entre em derrapagem fatal. Todos devem pensar nestes assuntos, a menos que queiram substituir a Catalunha por Portugal no espaço Ibérico.

É certo que os culpados disto tudo são os dois anos dos Governos Provisórios e da bestialidade de um Cunhal, tão burro, que não soube aproveitar o momento para impor o Comunismo em Portugal, mas conseguiu desarticular grande parte das Instituições onde infiltrou a seita que continua a meter o pau na engrenagem.

Nunca os historiadores de pataqueira, arvorados em defensores da canalhada comunista que invadiu o país, conseguirão apagar a memória da libertinagem disseminada com a capa da Democracia, durante os II, III, IV e V Governos Provisórios..

 

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C.S

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