Domingo, 31 de Dezembro de 2017

A sobrevivência do mundo está no entendimento

A Natureza tem enviado sinais desesperados.

A quantidade de catástrofes tem-se multiplicado a um ritmo alucinante.

Terramotos, cheias, glaciares que se deslocam com o tamanho de países, fogos que devoram as pessoas; ventos e ondas gigantes que engolem barcos e aviões sem deixar rasto, tudo acontece apesar do homem ter todos os instrumentos para evitar essas tragédias.

O homem que se afirma democrático, e por esse motivo tem de respeitar o outro homem através da liberdade e do entendimento, nega constantemente esses direitos e ataca ferozmente os mais fracos, matando e destruindo em vez de os compreender e ajudar.

Os hediondos massacres no Iraque, na Líbia e na Síria, para só citar as monstruosidades mais conhecidas, faz que a Natureza, enojada e revoltada com o comportamento humano, mostre com a sua força, que pode fazer o mesmo e de maneira muito mais rápida e cruel para com aqueles que, sistematicamente, infringem as leis naturais.

O ano de 2018 tem de ser o ano da reconciliação universal.

O ser humano que, quase atingiu os poderes do Deus desconhecido e criador, já ultrapassou o impossível e pode atingir o máximo de riqueza e de sucesso em todos os países do mundo.

Mas o homem tem-se portado como o maior predador do planeta. Teima em destruir selvática, democrática e paradoxalmente, em contradição com os seus nobres e apregoados projetos humanitários.

O ser humano tem de se entender consigo próprio e com a Natureza.

Chamem aquecimento global ou estupidez natural ao cataclismo que se avizinha, o homem ou acaba com as guerras de ensino e punição que mais não passam de esbulho, dor, morte e destruição, ou todos, fortes e fracos desaparecerão no meio de dores inenarráveis.

Se o homem não fizer entendimentos de paz e sabedoria utilizando Monitores interativos que a Internet alimenta e que permitem as conversas diretas, frontais, de olhos nos olhos, o homem vai ter um fim trágico a curto prazo e não a milhões de anos de vista.

É tempo de acabar com a miséria, a fome, o egoísmo, a pobreza e a guerra em todo o mundo.

Os EUA, a China e a Rússia têm a palavra e a solução.

 

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Sábado, 30 de Dezembro de 2017

Fome e doenças podem exasperar a Venezuela

Os EUA pretendem dominar os venezuelanos pela fome e doenças.

Os europeus sabem que a fome é má conselheira. Ao pactuarem com os EUA podem desencadear o processo degenerativo de todo o povo.

Os EUA não se devem impor nem pela força nem pela artimanha. Os europeus têm de dizer isso aos americanos.

Congelar contas, impedir fornecimento de peças vitais para a exploração de petróleo ou para outros equipamentos é forçar a Venezuela a negociar com a China e com a Rússia. É isso que americanos e europeus pretendem?

Se é, a Venezuela não hesite e proteja o povo da maneira que mais lhe convier. Ou os EUA têm força, para matar os venezuelanos, impedindo a importação de alimentos e de medicamentos?

Fazer à Venezuela o que os EUA fizeram a Cuba é duplicar a infâmia.

O mundo mudou e os EUA ainda não perceberam.

Portugal também passou por um período de enormes dificuldades. Eu vivi uma grande parte desse período. Mas os governantes eram íntegros e o Primeiro-Ministro, o Professor Oliveira Salazar, um Homem de grande inteligência, capacidade de trabalho e honestidade.

O seu método foi simples e eficaz: evitar tudo o que era supérfluo, poupar o máximo enquanto as dificuldades foram muitas.

Maduro, enquanto não arranja novos parceiros comerciais que lhe garantam o funcionamento das indústrias, o fornecimento de bens essenciais e medicamentos, pede a colaboração da população, mesmo a dos opositores que foram instigados pelos EUA a destabilizar o país e em poucos anos, a Venezuela voltará a ser o país próspero e maravilhoso a quem muitos europeus estão ligados.

Querer impor à Venezuela uma Democracia foleira é um autêntico disparate. A democracia aprende-se, pratica-se, não é um xarope.

A Democracia imposta no Iraque, na Líbia e na Síria conta milhões de mortos, esmagados selvaticamente pelo George W. Bush, Tony Blair, Barack Obama, Cameron e Sarkozy.

Querem fazer o mesmo na Venezuela ou preferem destruir o país pela fome e pela doença?

 

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C.S

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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017

Esplendor de Portugal arrasa a encapotada Ditadura

Sem chamar o nome aos boys, o “Esplendor de Portugal”, programa que passa na Antena 1 todas as quintas-feiras entre as 17h13 e as 20, falou sem inibições.

Ontem, o último programa de 2017, terminou com chave de ouro.

Agarrando a pouca vergonha Parlamentar, que continua a descredibilizar totalmente esta Democracia de fancaria, que só existe para tapar toda a casta de esbulhos, o “Esplendor de Portugal” foi impecável ao desmontar ponto por ponto aquilo que acontece com a Lei do Financiamento dos Partidos, gerada durante nove meses e que pariu mais um monstro de enganos.

Gizada no mais profundo secretismo, própria, mais de uma Ditadura, do que de um Estado Democrático com coluna vertebral, os Deputados mostraram do que são capazes.

PS, PSD, PCP, BE e Verdes, submissos ao PC, aproveitaram as festas para mais uma vez mostrar ao Povo, a razão porque a Primeira República, 1910-1926, foi um amontoado de intenções, caos, greves, revolucionetas que intelectuais denunciaram e que o General Umberto Delgado zurze, sem piedade no livro “Da pulhice do Homo Sapiens” onde advoga e elogia a Ditadura como o único meio para colocar o País no caminho do ressurgimento.

A Ditadura Militar aconteceu mais para proteger o povo da corja que só se entendia para defender os seus próprios interesses, tal como hoje continua a acontecer com PSD, PS, PCP, BE e Verdes parasitários.

Salva-se o CDS. Também em 1976 votou contra a Constituição inquinada por militares, comunistas, socialistas, sociais-democratas que misturaram o bom com a insensatez e deu o que tem dado; país confuso e aparvalhado com tanta falta de decoro.

A gula partidária, nunca ou raramente conseguiu resistir a usar o poder para fazer passar ou tentar fazer passar as suas venalidades.

Ontem o Ronaldo falou, um pouco encolhido, mas falou na negação da Democracia.

A Virgínia denunciou uma Lei cozinhada sem atas, registos escritos e sem relator. É o forrobodó, o despudor, a certeza da impunidade.

O Jair lembrou o crescimento nulo ou muito baixo e daí as frequentes enxaquecas deste país de tontos par(a)lamentares.

Até-que-enfim que o desespero fez saltar a tampa aos comentadores e analistas que, indiferentes a pressões e a represálias, não hesitaram em desmascarar os conluios partidários.

Na Legislatura 1976-1979, um Deputado do CDS, várias vezes, alertou para o que não podia acontecer. O Freitas, tentou fazer-lhe um processo disciplinar, que perdeu. Ficou muito zangado. O assunto vem descrito no livro “Portugal, um País ingovernável”.

Aquela casa continua inquinada com os vírus da Primeira República. O Deputado, visceralmente afetado pela nojeira, recusou o convite do Dr. Menéres Pimentel para integrar outro Partido, não aceitou; como foi referido quando ainda ele era vivo, para não subsistirem dúvidas.

De trambolhão em trambolhão, o “Esplendor de Portugal”, não teve receio de também se referir à escandalosa, perigosa e duvidosa entrada protetora da Santa Casa no Montepio.

Vale a pena ouvir o programa na Internet e pensar nestes assuntos.

Portugal, de queda em queda, caminha para um futuro sem futuro. Os parlamentares estão viciados no esbulho, na garotice, no desbaratar dinheiros públicos sem senso nem pudor.

A esperança está em Marcelo. O desgaste do Homem é preocupante. Façamos votos que a hérnia umbilical não descaia e aproveite os dias de descanso para desenhar o croqui dos próximos anos.

Marcelo tem de ter…os... pensamentos bem oleados e em su sítio para aguentar tão desvairada gente.

 

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C.S

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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017

Dignidade Ucraniana e votos das mulheres em Portugal

A Mulher, o ser mais perfeito da Natureza, tem sido durante séculos arredada, para um plano secundário, pelo homem.

A mulher, fruto completo, continua a ser humilhada constantemente.

Às vezes, a mulher, parece ganhar forças e gozar com o sofrimento pelo prazer e alegria ao proteger o homem rude, fanfarrão, inconveniente.

A ucraniana Anna MuzychuK, campeã do mundo de xadrez, ao ser obrigada a disputar o seu título na Arábia Saudita, mas vestida com as túnicas que as mulheres sauditas são forçadas a usar quando se apresentam em público, sinal de menoridade e desconsideração.

Já anteriormente, por insistência das mulheres iranianas, tinha cedido, contrariada aos tiranetes. Desta vez era apoiar e prolongar a subserviência das mulheres.

Anna Muzychuk perde o título e milhares de dólares. Ganha dignidade.

Em Portugal também as mulheres estiveram nas mãos dos “Democratas” da Primeira República, 1910-1926. Nunca lhes foi reconhecido o direito de votar em paridade com os homens.

Raramente divulgado, foi Salazar quem abriu as portas do Parlamento às mulheres depois da Constituição de 1933, que no artigo 8º (aconselho a ler) dá garantias a todos os seus cidadãos de um Estado Democrático.

Maria Guardiola, Domitília de Carvalho e Cândida Parreira foram as três primeiras mulheres Deputadas, que no Parlamento e fora dele, mostraram o valor e a capacidade da mulher.

Maria dos Santos Guardiola foi Comissária nacional da Mocidade Portuguesa feminina, organização impar na formação das jovens, onde o desporto, em todas as suas vertentes, a par de outras atividades, tinha lugar de relevo e contribuiu para tirar a mulher portuguesa do gueto onde se encontrava

Salazar, indiferente às razões dos mais atrasados, foi o Homem que reconheceu à mulher o voto e a paridade natural, num mundo onde ainda hoje, as desigualdades entre homens e mulheres não têm qualquer justificação e põe em destaque o egoísmo masculino.

 

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C.S

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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2017

EUA vendem a morte à Ucrânia

Incapazes de viver sem o cheiro a sangue, a devastação, a crime altamente organizado, os EUA aprestam-se a enlear a Ucrânia num anel de dívida, exaustão e morte quando não pagarem as compras. Têm como única finalidade testar a reação Russa e fazer o que Napoleão e Hitler não conseguiram: submeter a Rússia às suas vontades.

Nem franceses nem alemães alcançaram os seus desígnios e muito menos agora, os arrogantes e os cada vez mais infantis EUA conseguirão.

A Ucrânia servirá de teste e primeiro campo de batalha. A Europa sabe que não pode levantar um braço, se quiser sobreviver à canalhice.

Os Russos já alertaram as autoridades Ucranianas para esses riscos.

Mas os EUA têm tanto de Democratas como eu tenho de seminarista.

Os ucranianos, com quem lidei em Portugal, são pessoas altamente qualificadas e muito trabalhadores para serem deixados nas mãos dos vândalos que destruíram o Iraque, a Líbia e a Síria.

Por mais que os cegos e os abortos mentais queiram negar tudo quanto sucedeu, ele está à vista nos campos de Itália, nas ilhas gregas e nos armazéns turcos onde se amontoam centenas de milhares de desesperados que vivem a morte que a sorte protegeu para continuarem o calvário do sofrimento.

Os EUA não garantem nada a ninguém. Deixaram de ser confiáveis. Eles alimentam os conflitos tal como fazem na Síria, onde mercenários Israelitas instigam pequenos focos de resistência, que sabem não poder escapar a estes “protetores”.

Os judeus, em troca da falsa declaração de Jerusalém como capital, com a bênção dos EUA, vão espernear como múmias de um tempo perdido.

Quando começar um conflito em zonas tão sensíveis como na Ucrânia ou na Coreia do Norte veremos o mundo pegar fogo.

Quem entrar no conflito, contra um dos lados, será incinerado.

Os armazéns de armas nucleares de Inglaterra, França, India etc., ficarão fechados a sete chaves. Qualquer desses países sabe o perigo que corre.

A bazófia dos EUA acaba em 2018. E ainda bem, para sossego dos milhões de americanos, que tendo nascido em países enxovalhados pela política americana se veem forçados a derramar lágrimas de dor, mas que nada podem fazer porque estão gratos ao país que os acolheu.

 

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C.S

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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017

Penamacor, Madeiro, a bruxa do Natal e o Mar Morto

Os presentes de Natal, colocados na véspera do dia 25 só eram abertos em casa do avô, duas horas antes do almoço e quando todos os 12 netos já estavam reunidos, inquietos, nervosos e barulhentos.

Mal começava a saga das prendas de Natal, havia sempre uma das primas que nunca ficava contente com o que recebia. Gostava mais do que os outros primos desembrulhavam.

À hora de almoço, a discussão e as lamúrias dessa prima pós almoço era tal que o avô contava sempre a história de “A bruxa do Natal, do Madeiro de Penamacor e o Mar Morto para ensinar, sem mencionar a intenção.

A pequenada serenava imediatamente e, mesmo o mais novo, sentado no chão e encostado às pernas do avô ouvia-o quieto e calado.

A história era breve. Acalmava as impetuosidades. Aprendia-se.

O avô tirava um velho mapa. Colocava-o estendido no soalho.

No Médio Oriente fica Belém. Com uma varinha apontava e dizia: ali perto onde o menino nasceu, havia uma bruxa que estava sempre descontente com todas as coisas. Nada a satisfazia. Era invejosa e inventava toda a espécie de mentiras para atingir os seus propósitos. Nunca conseguia, porque estava permanentemente descontente.

Queria tudo e não queria nada. Fazia aquilo só para deixar todas as pessoas tristes e pesarosas por não saberem o que fazer para a contentar.

O avô explicava o significado de todas as palavras.

Quando um dos netos queria precipitar o fim da história, perguntava:

Avô, e o que aconteceu à bruxa insatisfeita?

E o avô terminava dizendo: o que acontece sempre a quem não sabe o que quer e não emenda a sua maneira de ser. À bruxa aconteceu pior. Como entre Israel e a Jordânia existe o Mar Morto. Chama-se assim porque a vida marinha não existe devido à quantidade de sal ser muito elevada, a bruxa que estava a choramingar por causa de um papelito, quando ele voo e caiu no mar, ela mergulhou naquela água pesada. Nunca mais apareceu.

Os rapazes do Madeiro, em Penamacor, junto à Igreja, quando ele arde com mais força nos dias 24, 25 e 26 de Dezembro, dizem que, às vezes, o fogo faz uma silhueta parecida com a da bruxa a aquecer-se, cheia de frio e arrependida. Ela promete nunca mais ser invejosa e intriguista, nem estragar o prazer dos outros.

 

Anterior “Deixou de haver países independentes”

C.S

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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2017

Deixou de haver países independentes

Já escrevi e afirmei, várias vezes, que era muito mais livre em Portugal durante o Estado Novo do que nos países por onde andava, trabalhava, passeava, escrevia.

Aduzi sempre razões para o afirmar. Ainda hoje posso demonstrar que muitos países democráticos, comparados com o Portugal do Estado Novo, nunca lhe chegariam aos calcanhares.

As aventesmas que abocanharam o País, depois de 1974, imediatamente passaram ao insulto e à mentira para descredibilizar o anterior regime.

Apoiados numa Comunicação Social de oportunistas, o povo foi massacrado com falsa propaganda que teve a resposta quando o povo elegeu Salazar como o maior Português de sempre.

Aquilo que há sessenta anos, quando andava por fora, me fazia pensar, está a realizar-se e irá tornar-se definitivo: deixa de haver países independentes.

Nem estou a pensar na Catalunha, na Escócia, no País de Gales etc. Nenhum escapa.

O Digital tomou conta do mundo. Quem melhor dominar a Internet é aquele que mais facilmente conseguirá influenciar a política, a economia, as questões financeiras. A partir daqui os países ficam nas mãos de todos.

Ninguém poderá travar esta invasão.

Para os deixar a pensar no assunto, relembro-lhes a falhada greve dos Correios.

Na altura lancei uma dica, no Blogue “Correios, Autoeuropa, Infarmed, ignorância e leviandade”, para alertar os néscios destas coisas, que acontecem muito depressa.

Dava como exemplo o Canadá, onde a distribuição do correio ao domicílio deixa de existir por causa das redes sociais na Internet.

E assim como os Correios têm os dias contados, da mesma forma o telefone fixo acaba, e os Jornais começam a pôr as barbas de molho.

Ao afirmar que os países vão deixar de ser independentes, na forma como o são atualmente, não estou a descobrir nada do outro mundo.

No próximo Natal trago mais novidades, a menos que a panóplia esteja de pernas abertas e todos já saibam tudo.

Feliz Natal. Melhor ano 2018.

 

Anterior “Natal, Solstício de inverno, renascimento”

C.S

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Domingo, 24 de Dezembro de 2017

Natal, Solstício de inverno, renascimento

A Natureza, nos últimos anos, tem lançado lancinantes avisos de atenção ao ser humano.

Tufões, furacões, terramotos, mortos pelo fogo, descontrolado pelo vento, cheias; magma enorme, debaixo dos EUA, em Vermont Massachusetts, New Hampshire, segundo relata a ZAP e Science Alert, já para não mencionar a invasão de lixo nos oceanos e que o jornal i titulava “Poluição. Mais lixo do que peixes no mar?”.

A Natureza tem feito tudo para avisar o tonto do ser humano, que o seu fim se está a aproximar mais rápido do que os seus cálculos apresentam.

O Natal, para além de celebrar todos os anos o nascimento de Cristo, foi sempre o Solstício de inverno e alfobre de deuses pagãos. A Igreja Católica limitou-se a alinhar na ideia e fazer a festa, renascendo Jesus, seu modelo.

Não é daqui que vem mal ao mundo. Bem pelo contrário, Cristo é um exemplo de inteligência, paz, determinação.

Tal como as árvores todos os anos se vestem e despem de folhas, se renovam, o ser humano tem, urgentemente, de fazer o mesmo.

Todos os anos renovar as suas capacidades, os seus sentimentos, o seu amor, a sua solidariedade.

Contrariamente, de ano para ano, apresenta armas letais ainda mais destruidoras e ataques a outros seres humanos, como se pretendesse, com esta atitude, viver sozinho no mundo imenso.

O homem tem de viver em solidariedade permanente para tornar o mundo habitável e próspero em todas as regiões.

O ser humano precisa de renascer todos os anos.

O Natal e o Solstício de inverno recordam-nos isso.

É o renascimento do ser humano, da fraternidade universal.

Boas Festas. Pense no assunto. Renasça.

 

Anterior “Marcelo com nota 20. Honrou pai e mãe. Honrou a Pátria.”

C.S

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Sábado, 23 de Dezembro de 2017

Marcelo com nota 20. Honrou pai e mãe. Honrou a Pátria

Muito inteligente, excessivamente afetivo, com um povo que nunca ultrapassou as barreiras, totalmente abertas a qualquer quiproquó.

O povo ama Marcelo, acredita nele, sente que em Marcelo pode confiar. Sabe que em Marcelo pode estar a solução para um país que perdeu o rumo.

Marcelo, também afetuoso para Costa e Centena, não evitou em mostrar, no tempo certo, que sabia o caminho que o País tinha de percorrer.

Afeto não queria dizer pusilanimidade.

A Europa viu-se confrontada com um Homem de craveira superior em cultura, saber político, inteligência acima do normal e empatia natural.

Marcelo pode entrar em todos os Areópagos Internacionais, que atinge sempre patamares nunca imaginados.

Marcelo honra pai e mãe, honrando a Pátria.

O médico Rebelo de Sousa, pai do atual Presidente da República, foi Homem de consensos, brilhante na sua simplicidade e tratamento com os povos de diversas etnias.

O Estado Novo soube aproveitar as suas qualidades. Teve nele, um dos seus maiores expoentes; sempre atento ao bem do País e das populações.

Marcelo junta a todos os predicados dos pais, o afeto exuberante e uma inteligência acutilante, primeiro, excessiva, depois moderada, de palavra certa, em cada circunstância, sem nunca negar um afeto de esperança.

Marcelo tem os portugueses na mão e o mundo olhando-o com agrado e admiração.

Que este Homem, vindo da Direita mais profunda, ponderada e honesta continue a colocar a calma e o bom senso no voluntarismo da Esquerda.

Faço votos que este Natal e Ano Novo agucem ainda mais o engenho de Marcelo para lançar Portugal no mundo dos países prósperos e felizes, na companhia de Costa e Centeno.

Boas Festas. Melhor 2018.

 

Anterior “Autoeuropa e os gatunos descendentes do PREC”

C.S

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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017

Autoeuropa e os gatunos descendentes do PREC

Enquanto os Deputados Comunistas e chefes sindicalistas ganharem rios de dinheiro à custa de uns inocentes e outros alarves que acreditem neles, as empresas estão desgraçadas e as famílias dos desgraçados ignorantes deste rebotalho vindo do PREC, aqueles que os apoiarem passarão à miséria.

Anunciar greves para Fevereiro é dizer à Alemanha que escusa de contar com os cretinos parasitas portugueses para trabalhar. A Alemanha vai-lhes fazer a vontade.

Como é possível acreditar em ladrões de herdades, ocupações de casas, saneamentos e autogestões em 1974-1975, e passados 43 anos de greves e tropelias infames, que nunca beneficiaram os trabalhadores e prejudicaram o país em biliões de euros, haver ainda gente que acredite nestas seitas, não em verdadeiros Partidos e verdadeiros Sindicatos, que os arrastam para o desastre?

Querem saber um, a um, as centenas de crimes cometidos? As centenas de empresas que faliram porque os trabalhadores acreditaram nas promessas de tipos inconsequentes?

Se querem saber, tudo voltará a ser explanado para que as gerações futuras saibam defender-se de gatunos.

Aquilo que hoje ganham na Autoeuropa não foi obra de comunistas nem de sindicalistas, foi mérito do trabalho e Diretores da Autoeuropa, que sem pressões aumentaram os salários.

Nem o exemplo da Azambuja e da deslocalização das fábricas e consequente diminuição de rendimentos de trabalhadores, os alerta, para o perigo que estão a correr.

O medo, a cobardia e a estupidez pode fechar a Autoeuropa.

 

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C.S

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