Quinta-feira, 31 de Maio de 2018

Angela Merkel no país dos feriados, greves e miséria

Estou convencido que Angela Merkel quis ver com os seus próprios olhos o país que tem tudo para ser o mais feliz e um dos mais prósperos da Europa e continua a viver de mão estendida e com mais de dois milhões de quatrocentos mil pobres, criados no tempo do PREC há 44 anos e mantidos até aos dias de hoje por governantes que morreram podres de ricos e que diziam defender o bem do povo.

Os exemplos mais evidentes são o dos propagandistas Mário Soares, Almeida Santos, Vasco Gonçalves, Álvaro Cunhal e muitos outros que encheram a boca com a democracia, mas que não a praticaram.

Deixaram o país afundado na miséria e uma dívida colossal que os Governantes seguintes não conseguiram reverter por incapacidade, hesitação, medo e corrupção generalizada.

Angela Merkel, conhecedora da valia do povo português, resolveu verificar o porquê desta situação e abraçar o povo em que acredita. Aproveitou a inauguração de um Centro de Tecnologia e desenvolvimento da Bosch em Braga e em poucas palavras lembrou: “Apesar da distância geográfica que existe entre os dois países sabemos trabalhar em rede e de forma articulada... acrescenta…sabemos que a prosperidade depende da nossa capacidade…” Implicitamente diz: contem comigo.

Angela Merkel vai com a certeza que as falhas não estão no povo, mas sim em quem o Governa. Ela acredita que é possível modificar esta dramática situação em que mais de sete milhões de portugueses se encontram.

Merkel sintetizou em poucas frases o objetivo. Costa palavreou, ficou na ilusão das intenções.

Costa tem, obrigatoriamente, de modificar este país triste, descontente e adiado. Ele conta com o povo trabalhador, com o Presidente da República, com o Centeno, não com os grevistas ignorantes que o afundam.

Oiça Angela Merkel, deixe-se de democracias de fancaria, pratique a Democracia da verdade, do trabalho e da inovação. Seja um Primeiro-Ministro digno, honrado e inteligente. Governe Portugal!

 

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C.S

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Quarta-feira, 30 de Maio de 2018

Liberdade não é a libertinagem dos irracionais

Ontem os Deputados libertaram-se da falsa liberdade que durante 44 anos tem sufocado este país.

Cada um votou como entendeu. A Eutanásia, mal pensada e mal digerida, não aguentou a liberdade.

A Eutanásia comparada com os casamentos dos inocentes de sexo idêntico é muito menos gravosa e mais racional.

O sofrimento de muita gente em fim de vida é algo inimaginável. O importante é que os Deputados se libertaram. Cada um votou como quis e entendeu e a Eutanásia ao voltar a ser discutida terá outro valor.

A obediência Parlamentar só se justifica quando a matéria é clara e dignifica o objetivo a alcançar, ou seja, a bem do Povo e de Portugal.

Várias vezes, logo na Primeira Legislatura, 1976-1979, de um País libertado da liberdade que existia com autoridade e respeito pelo bem comum, mostrei o meu descontentamento votando sempre pela razão e benefício, não pelo sacrifício e submissão à mentira ou à palhaçada política.

O Parlamento chegou a fechar precisamente pela minha atitude contra aquilo que eu sabia ser o prejuízo do povo, tal como se tem vindo a comprovar nestas desgraçadas quatro décadas com dois milhões e quatrocentos mil pobres e cinco milhões de descontentes.

Lembro estes assuntos só para dizer que os erros insistidos e cometidos, durante estes tempos, foram assim porque faltou coluna vertebral aos políticos. Foram avisados; riram e continuaram. Espero que a Eutanásia lhes tenha morto o medo e o videirismo.

Quando lembro os casamentos entre indivíduos do mesmo sexo declaro que não tenho nada contra quem faz aquilo que quer do seu corpo. Sempre foi assim.

Mas expor os apetites sexuais na praça pública equipara o ser humano aos animais irracionais que fazem sexo sem quaisquer inibições.

 

Anterior “EUA, França, Reino Unido semearam os ventos do ódio”

C.S

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Terça-feira, 29 de Maio de 2018

EUA, França, Reino Unido semearam os ventos do ódio

Ao atacarem o Iraque, a Líbia e a Síria, os EUA, a França e o Reino Unido criaram o espectro da morte que paulatinamente ceifa vidas em todo o mundo.

Aquilo que, por já várias vezes alertei, está a suceder de maneira trágica e aterradora. Nenhum país está a salvo. São os seus  próprios naturais que vão ser os carrascos.

Verifiquem-se os atentados. Quem os cometeu não são árabes. São franceses, belgas, ingleses, alemães etc., e vão ser americanos quando acharem que é o momento oportuno.

A morte, que há pouco saiu à rua em Liège, irá correr para Washington, Nova Iorque, Chicago e por aí adiante. Aqui não há antimísseis que consigam detetar americanos pacatos, mas descontentes que matam e morrem convencidos que cumpriram um dever.

O assassino vingador de Liège foi mentalizado na prisão, a grande Universidade do crime.

Ninguém está seguro em nenhum lado. A liberdade acabou.

Os ventos do ódio sopram cada vez mais com uma violência imparável. Quando será que os políticos passam a ser homens de Estado e não garotos de crista levantada, levianos, palavrosos e imprevisíveis nas ações mais gravosas para o ser humano?

 

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C.S

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O voo dos jovens portugueses

Ao António Costa foge-lhe a boca para o facilitismo demagógico, pensando dessa maneira cativar mais aderentes para o PS.

Não cativa. Costa tem contra si a Internet internacional que desmonta, em segundos, o erro da propaganda.

Costa, em vez de imputar faltas graves aos Governos anteriores por facilitarem o voo dos jovens para fora do país, devia agradecer-lhes.

Sair de Portugal e trabalhar na Alemanha, na Holanda, na Dinamarca ou noutro qualquer país mais avançado da Europa, os portugueses aprendem a trabalhar com regras bem definidas que só podem ser benéficas aos mesmos e a Portugal.

O Costa e outros iluminados demagogos ou não conhecem os portugueses ou se transformaram em charlatães compulsivos.

O Português só não volta a Portugal, passados três ou quatro anos, mesmo ganhando bem no país onde vive, se encontrou a paixão da sua vida no local onde trabalha ou se o salário é tão alto que hesita.

O Português sabe que, mesmo ganhando menos no seu país, a qualidade de vida não tem igual.

Portugal, com todas as suas mazelas é paixão irresistível.

Ilustre e ditirâmbico Primeiro-Ministro, tomara Portugal poder enviar para o supracitado estrangeiro os alunos portugueses a partir do 12º ano.

O Erasmus é isso mesmo, só que em escala reduzida e mal aproveitada.

Ao fim destes 44 anos de miséria é lamentável um Primeiro-Ministro e seus ajudantes perderem tempo a dizer sonsices em vez de traçarem uma verdadeira estratégia de recuperação para este desgraçado país que continua na cauda da Europa, não por insuficiência mental dos Governantes, mas por continuado excesso de demagogia.

Governe sem medo, tal como penso que é capaz; dê rédea ao Centeno, e verificará que a Maioria absoluta, nas próximas eleições, não lhe fugirá.

 

Anterior “Eutanásia e Mata Ásia. Os Trovante preferem o 125 azul”.

C.S

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Domingo, 27 de Maio de 2018

Eutanásia e Mata Ásia. Os Trovante preferem o 125 azul

Desde há mais ou menos 40 anos que os “Trovante”, aproveitando toda a libertinagem abençoada pelo Socialismo e pelo Comunismo de arroto e asneira libertaram a Eutanásia dos pobres. O 125 azul continua a aparecer na Antena1.

O 125 azul era um veneno de queda lenta. Era a Eutanásia dos pobres.

Hoje, a Eutanásia dos ricos é outra coisa. Ainda há dias, um botânico proeminente, David Goodall, já cansado de velho, viajou da Austrália para a Suíça para ser “eutanasiado”. Morreu como um anjo, a ouvir Beethoven.

Costa ficou estasiado. O país está a cair de podre. Por que não criar aqui uma clinica eutanásica onde o calor, a água do mar e o carrascão são produtos, a que, qualquer estrangeiro caquético, não resistirá. Sempre pagará muito menos para a viagem eterna, depois dos últimos mergulhos nas maiores ondas do mundo, terminando com uma carraspana de tal ordem que ninguém mais lhe conseguirá tirar da cabeça que no outro lado, o prazer ainda é capaz de ser maior..

Duvido que os portugueses vão na conversa do Costa.

Faça lá, quantas clinicas quiser, para os outros. Mas, portugueses, se apanhar 50 em cada dez anos é muito. Acontece-lhe o mesmo que aconteceu com os casamentos de Lésbicas e “lésbicos” do Governo, Deputados socialistas e apêndices.

Eutanásia é aquilo que há muito os EUA, França e Inglaterra praticam no Médio Oriente. Esses sim; sabem da poda. Chamam-lhe Mata Ásia que é o mesmo que Eutanásia, mais refinada e abjeta.

O trio tem uma clinica volante e altamente lucrativa. Por cada cem mil mortos recebem uma pipa de massa. Pipa ou barril.

Por mim, o Costa tem luz verde. Começo a estar farto desta pepineira, deste valhacouto mundial.

Com o 125 azul é que não. Está fora de moda.

 

Anterior “As barbas dos outros e República Democrática da Coreia”

C.S

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Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

As barbas dos outros e República Democrática da Coreia

Ninguém compreende que os EUA e a Coreia do Sul façam manobras militares conjuntas às portas da Democrática Coreia do Norte, depois das ameaças de Trump, seguidas de palmadinhas nas costas ao desconfiado Kim Jong-un.

A conversa fiada do Presidente dos EUA ficou desmascarada pelas suas palavras e pelos atos; levados a cabo pelo seu antecessor, o seráfico Obama, que pode enganar todos, mas a mim e a muitos outros não engana.

Ao invadir a Líbia, matar o Presidente Muammar Khadafi, depois de o mesmo ter sido convidado a desistir de ensaios nucleares em troca de apoios para desenvolvimento do país, o que aconteceu durante alguns anos. Quando o Muammar pensou que afinal os EUA eram um país sério foi traído, humilhado e morto.

Kim Jong-un, ao ver os Vasos de guerra americanos, devia ter caído em si, e pensado que a Cimeira em Singapura, não era mais do que uma ratoeira tal como aconteceu na infeliz Líbia, hoje um verdadeiro caos e sofrimento para os seus habitantes que tinham o melhor nível de vida de toda a África.

Kim ao ver as barbas dos outros a arder, pôs as suas de molho.

Na verdade o Democrático Trump é tão imprevisível como o imprevisível e Democrático Kim. Estão bem um para o outro.

O interessante de todo este drama, que poderia tombar em grande tragédia é que aquela região pode unir-se de maneira a travar o descabelado imperialismo americano que, tal como os doidos, tem mais olhos que barriga. E, tantas faz, que mais-dia-menos dia se sai mal.

Quem as paga é o simpático, trabalhador e ingénuo povo americano.

 

Anterior “Os resistentes à Ditadura contaram com Marcello”

C.S

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Quarta-feira, 23 de Maio de 2018

Os resistentes à Ditadura contaram com Marcello

Apetece-me rir e gozar com os valetes resistentes à Ditadura, que ainda hoje estariam refastelados à espera que a “Ditadura” caísse, se Marcello Caetano não lhes tivesse estendido a mão.

Os tipos que referem a Ditadura e o fascismo na Antena1 começam a meter-me nojo. A seita dos sociais-fascistas, vulgo comunistas, aí grudados continuam a insistir no fascismo, que os locutores, tal como os papagaios se limitam a debitar para irritar quem os ouve. Às 5 e 6 da manhã, o Peixoto cumpriu a obrigação.

A Ditadura começou com a Ditadura Militar em 1926. O fascismo foi proibido por Salazar quando Rolão Preto o quis implantar.

Ao falar em fascistas, estes labregos ignorantes, estão a ofender os militares, suporte do Regime anterior. Foram eles que sempre seguraram as rédeas da Censura até 1974. Marcello trocou-os por um civil, Mário Bento Soares, para lhe pôr fim.

Demagogos, oportunistas e imbecis pensam enganar toda a gente, com uma mentira em que já ninguém acredita devido a dois terços de Portugal viver mal, muito mal, muitíssimo pior que antes desta Revolução de heróis de palha.

Quem acredita numa Ditadura violenta, no regime anterior onde o pai do hoje Presidente da República foi Comissário da Mocidade Portuguesa, Subsecretário de Estado da Educação, Deputado, Governador-Geral de Moçambique, Ministro da Saúde, das Corporações e Previdência Social e do Ultramar? Ninguém. Os Homens de Salazar e Caetano eram impolutos.

Baltazar foi tudo, menos do que um serventuário de uma Ditadura. Ele foi um Homem honesto, trabalhador, inteligente e competente.

Ditadura são os tempos em que hoje vivemos. Ditadura da pobreza, da miséria, da corrupção, do populismo desbragado para esconder as fragilidades do laxismo, do compadrio, da incompetência.

Esta malta esqueceu-se que é preciso trabalhar e ter uma estratégia bem definida. Eles não sabem ou não querem. Estão servidos.

Quem os conhecia bem e os desprezava olimpicamente era Salgueiro Maia, que à minha frente, em casa de Hermínio Martinho e com um ex-Presidente vivo, vários notáveis e o saudoso Lucas Pires, mostrava todo o desagrado pela Revolução onde tinha participado e pensado não levar a lado nenhum.

Salgueiro Maia até levou os recrutas há pouco integrados nas fileiras e de que de armas percebiam tanto como eu.

Esta gandulagem, da mentira populista, começam a enervar-me.

Como não regeneram o país, estes monstruosos pigmeus de incontinência verbal sujeitam-se a que lhes vomitem em cima.

Acabem com as lamechices, as mentiras e os fogos-fátuos para distraírem os mais débeis!

Chega de histrionices e do aproveitamento dos mortos! Governem!

 

Anterior “A orquestra da infâmia e do terror contra a Venezuela”

C.S

publicado por regalias às 06:34
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Terça-feira, 22 de Maio de 2018

A orquestra da infâmia e do terror contra a Venezuela

Se a Venezuela fosse uma Ditadura a sério já o jornalista Guerra, da Antena1, que faz propaganda à Oposição, tinha sido corrido do país, devido à mixórdia de informação que produz e que não ajuda nem à estabilidade nem à calma que a Venezuela necessita para acertar as contas e colocar todas as pessoas a trabalhar e a produzir.

Os EUA são os maiores desestabilizadores dos povos em dificuldades. Teimando em impor uma bandeira democrática e de laxismo, tal como se comprova com as centenas de assassinatos de inocentes, que todos os anos são vítimas da estupidez das armas nos Estados Unidos, eles insistem nos erros que hão de levar o mundo ao caos e à destruição.

O que fizeram no Iraque, na Líbia e na Síria são verdadeiros crimes contra a humanidade a que os Estados Europeus fecham os olhos e onde alguns colaboram.

A Venezuela só necessita que a deixem trabalhar em paz e vender os seus produtos para comprar os que necessita.

Dizendo isto, com esta simplicidade, mais não se pretende do que salvar um povo vítima de uma Oposição sem credibilidade e de países com a mentalidade de rafeiros que lambem a cretinice dos políticos americanos porque se pensam protegidos pela sabujice, e a infâmia que tenta esmagar a Venezuela e os protege a eles.

Engano. Os EUA não são amigos de ninguém desde que os seus interesses sejam beliscados uns cêntimos.

Em vez de atacarem a Venezuela, os países devem-na ajudar. Fazer o contrário é submeter o povo a grandes sacrifícios sem quaisquer resultados positivos.

 

Anterior “Na lixeira onde vivemos, respiramos com a Visão Global”

C.S

publicado por regalias às 06:13
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Domingo, 20 de Maio de 2018

Na lixeira onde vivemos respiramos com a Visão Global

A Antena1, apesar das suas fraquezas, com cretinos que aproveitam o programa onde são pagos para falar sobre um determinado assunto e aproveitam o espaço para açular a ignorância com política extraviada, sem sentido, e que a seita agradece e compensa; estamos esclarecidos.

Fora estes imbecis, a Antena1 tem programas de grande valia como a supracitada “Visão Global” “Conversa Capital”, “Ponto de Partida” “Portugueses no Mundo” “Visita Guiada” e outros mais leves como “A Palavra do Dia”, “90 segundos de Ciência”, mas não menos importantes, além de A Mosca”, o “Mata-Bicho”, “Maria-vai-com-as-outras” e o “Portugalex”, que atiram certeiro; com graça, inteligência e alertam os dramaticamente adormecidos nos colchões da demagogia.

Ao ouvir há pouco, na “Visão Global, o economista e Prémio Nobel, Jean Tirole, não pude deixar de pensar em Oliveira Salazar, que há 76 anos aplicou ideias semelhantes às que Jean Tirole, autor do livro “Economia do Bem Comum” falou na entrevista que concedeu aos microfones da Antena1.

Portugal é um caso de estudo para os grandes pensadores do resto do mundo. Por estes lados ninguém encontra solução.

Neste momento as grandes preocupações dos Lusos estão concentradas na lixeira em que Portugal está mergulhado. Salva-se o Sporting e o Aves se ninguém sair do prélio de cabeça partida.

 

“A Ditadura portuguesa na cabeça fria de Odd Arne”

C.S

publicado por regalias às 13:52
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018

A Ditadura portuguesa na cabeça fria do Odd Arne

Nas viagens relâmpago pelos países da Escandinávia, na juventude, tive o desconforto de passar um fim-de semana em Oslo. Nunca vi tanto bêbado junto e desregrado.

O Odd, dito historiador, deu agora uma entrevista ao Diário de Notícias onde afirma que o Partido Comunista “foi uma verdadeira força na década de 1960-1970 devido à resistência contra as ditaduras de Salazar e Caetano”, mais adianta que “o desafio representado pelo PCP foi a sua relativa popularidade (embora nunca atingisse 20% de votos, mesmo sob a forma da Aliança Povo Unido).”

O PC, mesmo com o Comunista Vasco Gonçalves, à frente dos II, III, IV e V Governos, atingiu menos de 13%. Querê-lo aproximar de 20% só é possível depois de um almoço bem regado.

Para informação do Odd tenho de garantir-lhe que a “ditadura” do Governo de Salazar, foi sempre convidado para todas as Organizações Internacionais onde só entravam países democráticos, e era bem mais a verdadeira democracia do que estas democracias de guerra, bebedeiras, dinheiro e demagogos encartados.

Com Salazar e Caetano nunca houve a decapitação de um preso. Espancamentos bárbaros como aconteceram no Ralis. Assassinato em direto de um jovem, sem qualquer explicação. 18 Assassinatos imputados às FP25, sob a direção de Otelo Saraiva de Carvalho, e o muito mais que lhe poderia dizer. Informações que estão em jornais Portugueses e Internacionais, onde, durante os quatro Governos Comunistas, Portugal foi classificado, com toda a justiça “Um manicómio em autogestão”.

Um historiador para falar e escrever tem de se informar e não ceder ao nevoeiro.

O senhor falou de cabeça fria. Tem de aquecer o balão.

 

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C.S

publicado por regalias às 15:59
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