Terça-feira, 31 de Julho de 2018

É fogo que arde sem se ver

Estes fogos inesperados de Verão levam-me aos fogos de coração que tão contraditórios se apresentam. Uns e outros têm dramáticas e por vezes trágicas consequências. Camões diz isso de maneira magistral. Oiça e pense:

“Amor é fogo que arde sem se ver// É ferida que dói e não se sente// É um contentamento descontente// É dor que desatina sem doer.”

Como a maioria dos portugueses sou um apaixonado sem remédio. Sou um louco apaixonado por Portugal e pela beleza e suavidade das mulheres que tiveram a felicidade de aqui nascerem.

Os homens são fogo, que é preciso acalmar para que a faísca não alastre de maneira descontrolada.

Os fogos do céu são semelhantes. Basta um simples raio, com um sopro de vento para incendiar algumas árvores e aí correm eles desvairados atrás do ser humano como se o quisessem envolver num manto quente com a gulodice do amor. O resultado é trágico. Vimos o que aconteceu em Portugal e na Grécia.

Também eu já quase experimentei esse abraço de amor. Salvou-me, a mim e a mais catorze pessoas, que enfeitiçadas pela beleza das chamas, que corriam em nossa direção, o grito de um velho bombeiro, com voz de comando impossível de contrariar. Gritou a plenos pulmões: larguem tudo! Fujam na minha direção e em seguida saltem para a estrada. Ninguém olha para trás! Ninguém olha para as chamas. Fujam! Já! Fujam! Fujam! E foi assim que nos salvámos do beijo fatal.

Bastante longe, e abrigados do fogo que ardia desesperado pelo insucesso, o velho bombeiro, que antes parecia ter asas nos pés e nos empurrava à sua frente, escorrendo suor, explicava-nos que nunca podíamos olhar para trás porque as chamas nos hipnotizavam, nos atrasavam e nos engoliam.

Durante anos pensei neste pormenor.

Ontem, ao ouvir no noticiário das 16h da Antena1, que os aviões de combate aos incêndios regressavam a Portugal vindos da Suécia, instintivamente lembrei que naquele tempo, o combate aos incêndios era corpo a corpo. Não havia muitos. Os campos estavam cultivados e cuidados. Os fogos evitavam atacar.

As loiras suecas e as morenas portuguesas recordaram-me o soneto do maior poeta português “Amor é fogo que arde sem se ver.”

As chamas do amor, tal como o verdadeiro amor, são difíceis de contrariar.

Melhor que me ouvirem é ler todo o soneto. Sugiro mesmo que leiam alguns poemas da poesia lírica de Camões: dão calma, sonho, bem-estar. Refrescam este Agosto que entra em brasa, sedento de amor.

Suspirem fundo. Precisamos de levantar Portugal. Comecemos pela leitura, pelo saber, pelo muito trabalho. Enfrentemos os fogos do engano.

 

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C.S

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Segunda-feira, 30 de Julho de 2018

Portugal semeia no mundo inteligência e cultura

O Presidente da República ao falar sobre o padre Tolentino Mendonça, nomeado Bispo e Arquivista do Arquivo Secreto do Vaticano, considerado o mais importante de todo o mundo, diz que Tolentino “Não é só um português, é um português excecional.”

Portugal tem entregado ao mundo inteligência, cultura, saber sempre com muita naturalidade, muita honestidade e muito trabalho.

Recordo alguns: André de Gouveia, André de Resende, Damião de Gois, António Nunes Ribeiro Sanches etc., etc.

Mas nos nossos dias sobressaem António Guterres, António Vitorino, Durão Barroso, António Damásio, além do supracitado Tolentino e de muitos outros.

Sempre tivemos gente de grande gabarito, intuição, muito saber, fabulosa inteligência, destemor e força de vontade.

Por vezes o país desce ao grau zero como aconteceu na Primeira República e como vai acontecendo nesta terceira.

A Segunda República, também chamada Estado Novo, teve um Homem a todos os níveis excecional, Oliveira Salazar, que apesar da sua fragilidade assombrou o mundo. Aqui vieram Presidentes, reis, governantes conversar e pedir-lhe conselhos. As cartas trocadas com muitos estão ou estavam no Ministério dos Negócios Estrangeiros. A alcunha de Ditador que o Cunhal e o Soares espalharam e que os ignorantes engoliram é uma estupidez monumental. Salazar, ao lado destes dois, era um anjinho.

Mas em Portugal temos ainda gente que faz a diferença. Marcelo Rebelo de Sousa é, francamente, um grande senhor na política mundial.

O saber, a grande cultura fazem deste Homem uma referência entre os políticos do mundo.

Portugal pode beneficiar muito com Marcelo se ele não se perder em exagerados populismos.

E o Governo tem de governar e não se deixar manipular pela vox polpuli que muda a cada cinco minutos. Marcelo pode ser o metrónomo do futuro sem deixar derrapar este país escorregadio e saturado de frioleiras para esconder medos, mentiras e  incapacidades.

 

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C.S

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Domingo, 29 de Julho de 2018

Salazar continua a surpreender. A Áustria recorda

Por mais que comunistas e socialistas do tempo de Cunhal e Soares se tenham esforçado por achincalhar e roubar Portugal começando pela Ponte Salazar que passou a Ponte 25 de Abril, tanto o Cunhal como o Soares não fizeram um milésimo a bem de Portugal como Salazar fez. Pelo contrário, destruiram grande parte do que assegurava o bem-estar dos portugueses.

O Presidente da Áustria recorda os atos de grande solidariedade e humanidade.

Salazar deu abrigo a dezenas de milhares de judeus e a outros refugiados que aqui encontraram um porto seguro que os protegeu da insanidade Hitleriana.

Os judeus nunca lhe agradeceram. Pelo contrário arranjaram um anti-herói que pespegaram como herói, embora o tivessem, na altura denunciado como explorador de quem passava pelo Consulado de Bordéus. Foi essa denúncia judaica que fez Aristides Pereira ser passado à reforma.

Que os judeus mintam é natural. Está-lhes no sangue. Os sofrimentos porque passaram ao longo de mais de 20 séculos obliterou-lhes a consciência. São animais feridos.

O Presidente da Áustria recorda e agradece a Marcelo Rebelo de Sousa o acolhimento de mais de 5000 crianças austríacas traumatizadas pela guerra e que entre 1951 e 1957 chegaram a Portugal para aqui recuperar a felicidade de viver em paz e carinho a esperança do futuro.

Uma dessas crianças, a Elfried foi recebida pelas senhoras Trigueiros em Castelo Branco.

A casa era enorme e as senhoras Trigueiros, as três solteiras, recebiam jovens estudantes que vinham de localidades vizinhas: Penamacor, Telhado, Oleiros, Lousa, etc. Recordo, desse tempo o Joaquim Vaz Antunes e irmão, o Francisco Esteves Alves e irmãos, o António Manuel Camejo Boavida, quando chegou a Elfried. Ao todo éramos 11 saudáveis piratas que tratámos a Elfried como uma irmã.

Salazar soube engrandecer Portugal como nenhum outro político conseguiu nos seus próprios países.

Só os ignorantes vão na conversa de alguns mentecaptos comunistas e socialistas que por estupidez ou por não saberem história continuam a afundar o país na mediocridade.

Salazar foi demasiado grande e humano que, mesmo a história albardada pelos albardeiros remendões, será incapaz de apagar ou fazer esquecer.

A resposta foi-lhes dada quando Salazar, em plena euforia Comunista e Socialista, foi eleito o Maior Português de sempre.

 

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C.S

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Sábado, 28 de Julho de 2018

Mares e rios as lixeiras dos homúnculos que governam

É urgente uma moratória que obrigue todos os países deste desvairado planeta em que vivemos, a durante cinco anos pararem com as guerras e passarem a limpar os mares e os rios, caso contrário a asfixia do ser humano vai ser ainda pior do que um tiro na nuca.

A invasão e destruição da Líbia por Americanos, Ingleses e Franceses veio chamar a atenção para o mar mais contaminado do mundo, o Mar Mediterrâneo.

Todos os países que o bordejam assim como os seus habitantes estão permanentemente ligados à doença, agora aumentada com as dezenas de milhares de refugiados que aí encontraram o seu porto de abrigo, descanso eterno e podridão.

Mas se este mar é o mais contaminado, os outros, o Oceano Atlântico, o Oceano Pacifico, o Oceano Indico, etc., são lixeiras imensas que todos os dias matam milhões de peixes ou os contaminam, muitos dos quais entram na alimentação humana e debilitam a saúde de quem os come.

Mas os governantes continuam indiferentes. Quanto mais sabem mais se tornam irracionais. Obcecados pela descoberta de novos produtos e novas invenções não veem os rios que lhes correm aos pés como o Danúbio, o Ganges etc., altamente poluídos e a entrar nos mares sem ninguém que os impeça, lhes faça frente e os reabilite antes de aí chegar.

A poluição vai matar o ser humano e é talvez por esse motivo que as nações assassinas se entretém a fazer guerras. Preferem morrer incineradas pelas ogivas nucleares do que asfixiadas por uma posta de arenque contaminado por mercúrio.

Será este o motivo ou é a estupidez natural dos homúnculos que governam o mundo?

 

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C.S

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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018

Os cretinos e os ditadores que protegem os seus países

Quando leio uma avalanche de atrasados mentais que atacam os Governantes que defendem os seus próprios países e lhes garantem prosperidade e segurança, fico a pensar por que farão, estes cretinos, as suas opções.

Naturalmente porque se julgam protegidos pelos mais fortes, ou porque são pagos para inventar falsidades, exagerando pequenos conflitos a que a Comunicação Social de falsários apelida imediatamente de guerra civil.

Desde a invasão do Iraque pelo George W. Bush e pelo Tony Blair que me tenho dedicado a estudar estas situações e cheguei sempre à conclusão que todas estas guerras, contra o Iraque, a Líbia e a Síria foram todas provocadas por tipos sem escrúpulos como os supracitados e por Obama, Sarkozy, Cameron e Judeus com fins abjetos: enfraquecer os árabes que causam coceira aos judeus mais idiotas e roubo e destruição de sociedades organizadas e prósperas.

Quando há três dias a região de Sueida no sul da Síria foi atacada, de surpresa, pelos restos de mercenários do Daesh, estes canalhas sabem que, mais cedo ou mais tarde serão exterminados pelos atacados ou por aqueles que agora lhes pagam os assassinatos de pessoas que só pedem para as deixarem viver em paz e segurança.

Bashar al Assad defenderá a Síria sempre que ela estiver em perigo.

Aos cretinos que lhe chamam Ditador por defender o seu povo, gostaria de perguntar, que nomes dão ao preto Obama e aos brancos Bush, Blair, Sarkozy, Cameron e a todos os acéfalos que os ajudaram a assassinar centenas de milhares de inocentes no Iraque, na Líbia e na Síria.

 

Anterior “CP à beira de um grave acidente”

C.S

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Quinta-feira, 26 de Julho de 2018

CP à beira de um grave acidente

Sem dúvida que viajar de comboio é o meio mais agradável, seguro e ecológico que existe.

Sempre preferi o comboio a qualquer outro meio de transporte apesar de ter de utilizar o avião quando a rapidez e a distância a isso obrigam.

Essa necessidade teve consequências. Já lá vão uns bem contados sessenta anos.

Estava de férias, trabalhava no SNI, na secção dirigida pelo senhor Pereira Forjaz e de que era Diretor um homem extremamente bom e de grande cultura e simplicidade, o engenheiro Álvaro Roquete.

Eu gostava imenso do serviço, trabalhava muito. Nunca me cansava.

Fazia frequentes viagens, em todo o País, com cineastas e jornalistas estrangeiros, convidados pelo SNI para divulgar Portugal e captar turistas.

Quando chegaram as férias parti Europa fora e nunca mais me lembrei de voltar. Na Casa de Portugal na Suécia, o Diretor, César Faustino, disse-me que tinha uma mensagem urgente para regressar ao trabalho. Estava assinada pelo Engenheiro Roquete que me tinha incumbido de entregar uns livros ao César Faustino.

Contrariado voltei à Alemanha para me despedir de uma amiga. Regressei de avião.

Por volta dos Pirenéus, uma trovoada monumental desabou tão desastradamente que o avião tinha quedas de milhares de metros. O comandante do avião apelava à calma, mas muita gente chorava, gritava, vomitava. Eu abri o tabuleiro das costas do banco da frente e de braços cruzados e cabeça enfiada neles só pensava: “morres como um cão ou como um gato, não fizeste nada na vida, não deixas um único sinal. Não vales o que comes. És filho único e os teus pais ficam desolados”

As recriminações foram muitas. Quando aterrámos na Portela. O avião tinha um pivete insuportável. Apanhei rapidamente um táxi, tomei um banho bem quente, jurei evitar os aviões e publicar imediatamente um livrito de poemas, para assinalar a minha presença neste mundo de loucos.

“O Nó”, está aberto na Internet, juntamente com o “Tu cá, Tu lá; Poemas e canções de amor para ti; Há mulheres que não se esquecem” etc., para que se morresse, sem filhos, deixar uma amostra deste pó que caiu na terra.

Para minha surpresa, o Engenheiro Álvaro Roquete apareceu-me com o livro na mão. Disse-me uma série de gracejos e pediu-me que o assinasse.

Passei a amar ainda mais o comboio, mas os comboios portugueses não estão bem de saúde e as linhas já tremem. E não deviam. Consta que o pessoal dos gabinetes é muito mais do que o pessoal da via e, qualquer dia, o desastre acontece.

Aqui fica o alerta para que viajar em Portugal continue a ser um dos prazeres mais agradáveis e seguros que todos, estrangeiros e portugueses podem experimentar ainda a um preço acessível.

 

Anterior “Irão não deve responder às provocações dos EUA”

C.S

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Quarta-feira, 25 de Julho de 2018

Irão não deve responder às provocações dos EUA

Já por várias vezes, nestes blogues, tenho dito que os EUA, depois da mortandade e destruição causada nos países árabes, Iraque, Líbia, Síria, que o próximo alvo seria o Irão.

Afirmei isto, muito antes de Trump ter desfeito o acordo Nuclear com o Irão apesar de ter sido estudado, cuidadosamente, durante doze anos e assinado pelos EUA, China, Rússia, França, Grã-Bretanha e Alemanha.

Angela Merkel teve a coragem de afirmar que os EUA ao rasgarem unilateralmente o Acordo punham em perigo a Ordem Mundial.

Tenho a certeza que Trump ao proceder assim o fez por pressão dos militares e de alguns Republicanos e Democratas que pensam os EUA donos do Mundo e, em parte, são devido ao seu descomunal armamento que os tornam quase invencíveis.

Em parte, repito, isto é verdade, só que nem tudo são rosas.

Trump, não é estúpido como o pintam, sabe que vencer o Irão seria coisa fácil caso a Rússia não se metesse no assunto.

Primeiro fez uma manobra de diversão; tratou bem o Presidente da Coreia do Norte, que antes tinha tratado abaixo de cão. Trump quer que pensem que ele tenta evitar as guerras. Estou convencido que até pode ser verdade; os outros, as ovelhas negras dos EUA é que exigem sangue.

Mas Trump sabe que atacar o Irão sem a contenção da Rússia é um verdadeiro desastre e, tal como disse Merkel, que é mulher, e muito mais inteligente do que o rebanho de homens políticos ocidentais, alertou para o gravíssimo perigo de um ataque ao Irão subverter a Ordem Mundial e virar o mundo de pantanas, digo eu, de maneira mais brutal.

Em vez do planeta acabar através do aquecimento global, acabar pelo aquecimento nuclear provocado pela besta humana.

Trump sem avisar ao que ia fazer à Rússia e sem se confessar nem a Democratas nem a Republicanos deixou-os ganir para que os outros países ficassem convencidos das suas boas intenções, dos seus fortes apertos de mão apesar dos insultos dos que gangrenam os EUA e querem espezinhar o mundo destruindo-o.

Mas os inaptos não compreendem que fazem o funeral dos EUA.

Putin não pode ir na conversa mole de Trump. Nem nunca deve largar a sua aliança com XI-Jinping. Se o fizer verá destruir o Irão e mais tarde enfrentar as víboras dos EUA.

O Irão deve meter a viola no saco e não responder a provocações por mais vontade que tenha de o fazer.

Por favor: haja alguém que seja sensato, para que depois dos fogos, o mundo não desapareça nas aras da indigência mental.

Eu acredito na ponderação e bom senso de Putin e Xi-Jinping.

 

Anterior “Antena1 pode ajudar a recuperar Portugal”

C.S

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Terça-feira, 24 de Julho de 2018

Antena1 pode ajudar a recuperar Portugal

A Emissora Nacional, antecessora da Antena1, fez quase tanto por Portugal como os Ministros do Estado Novo.

A Antena1 tem todo o capital para cativar os portugueses, fornecer-lhes conhecimento de maneira leve e agradável, torná-los mais fortes, mais trabalhadores e mais competitivos.

Há gente reformada há mais de quarenta anos que, por nada ter que fazer, alimenta greves para berrar ao vento e afundar o país.

Os programas na Antena1 estão bem estruturados, embora, por vezes, muito mal estudados. Alguns participantes vão para ali sem terem a noção dos temas a tratar. Não sabem. Falam, confundem, misturam, são ajudados pelos outros participantes, mas todos os ouvintes percebem que eles do que falam não percebem nada.

Em outros programas a dicção é tão má e a mistura da palestra é tão confusa que é um sacrifício enorme seguir o programa até ao fim.

O esqueleto diário da programação é quase perfeito e seria muito bom, se estes entolhos desaparecessem. E é fácil. Basta ouvir os programas e corrigir os defeitos.

Eu poderia citá-los hoje, mas ficam para mais tarde, para depois de férias, caso as agulhas não apareçam afinadas.

Na Emissora Nacional tudo era pensado ao pormenor. Desde a locução de uma Maria Leonor, ao Pedro Moutinho, ao Artur Agostinho, para não citar todos os outros locutores que não lhes ficavam atrás.

Havia sempre mensagens de força, de ânimo, de alegria, de boa disposição e de conhecimento. O País progrediu com a ajuda e saber da Comunicação Social, com destaque para a Emissora Nacional.

A Antena1 pode fazer o mesmo. A confusão em que o país vive precisa de linguagem clara, esclarecedora e incentivadora a um desígnio Nacional onde todos os portugueses estejam envolvidos.

Portugal merece todo o nosso esforço.

Ao ouvir o programa “Portugueses no mundo”, todos podem verificar que por melhor que vivam nos países onde se refugiaram para ganhar mais, todos ou quase todos estão desertos de regressar a Portugal.

Ganha-se menos, mas a qualidade de vida e a fraternidade que a todos nos liga é incomparavelmente superior.

 

Anterior “O mau uso da Democracia tem enfraquecido Portugal”

C.S

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Segunda-feira, 23 de Julho de 2018

O mau uso da Democracia tem esfrangalhado Portugal

Desde a chamada Revolução do 25 de Abril que tudo correu mal.

A Esquerda ergueu as bandeiras da Democracia e Liberdade para comer a Democracia sempre que sentia o terreno fugir-lhe.

Tudo é antidemocrático quando se pensa atacada, mas tudo é democrático quando ataca os outros por mais que os seus direitos sejam espezinhados.

Sobre liberdades as coisas correram bem pior. Foram expulsos das Universidades Professores altamente competentes para meter aí propagandistas sem escrúpulos.

Jornalistas foram presos ou expulsos de Jornais, como aconteceu no Diário de Notícias, quando Saramago, só de uma assentada, correu com 24.

Podia continuar com a lista de erros, mas isso em vez de um Blogue teria de alargar para 1500 e ficaria ainda muito por dizer.

A começar pelos roubos, sem mencionar o da Ponte Salazar, que passou a 25 de Abril, para os portugueses daqui a 50 anos não esquecerem o que aconteceu e perguntarem por que Portugal passou de um País, no antigo regime, a entrar pela porta grande de uma Europa próspera e evoluída, a um país rastejante, esfrangalhado e de mão estendida. Tudo por causa do mau uso da Democracia que sempre impediu que os Governos governassem através de absurdas manipulações de ignorantes que impõem a sua vontade, gritando que isto ou aquilo é antidemocrático e os Governos são arrastados para ingovernabilidade, para os gastos monstruosos, para as dívidas abissais sem que mais de sete milhões e meio de portugueses tenham beneficiado alguma coisa.

A desgraça da Primeira República não lhes serviu de aviso. Soares dizia que esta República era a continuação da primeira. O homenzinho disse pelo menos uma verdade democrática. Esta, se não fosse a União Europeia já há muito tinha ido ao charco, como a outra afocinhou.

Seguir as regras Democráticas é tão simples e tão proveitoso que todos beneficiariam delas. Basta os Governantes aceitarem tudo o que é a bem de Portugal e rejeitarem o que é reconhecidamente contra.

É isso que fazem todos os povos verdadeiramente democráticos e amantes do bem-estar nos seus países.

 

Anterior ”Aga Khan, a inteligência de um líder e as oportunidades”

C.S

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Domingo, 22 de Julho de 2018

Aga Khan, a inteligência de um líder e as oportunidades

Os portugueses sabem, podem e necessitam de fazer melhor do que têm feito nestes últimos 44 anos de enganos, mentiras, corrupção e beijinhos de populismo pacóvio.

Todos os políticos durante o tempo desgraçado em que vivemos. Todos, não valem em conjunto, um Salazar.

É triste dizê-lo, mas a recuperação do País e as obras que o desenvolveram e tiraram da miséria dezenas de milhares de famintos que saíram da Primeira República, mostram que os portugueses sabem fazer e só não fazem porque os políticos, a partir do 25 de Abril de 1974 valem pouco.

Andam a encanar a perna à rã, há mais de quatro décadas.

Aga Khan, o líder dos Muçulmanos Ismaelitas, quando aí esteve há dias para visitar o local da futura sede mundial dos Ismaelitas o “Ismaili Imamat”, recordou aos portugueses, a sua força mesclada de saber e conhecimento entre todos os povos do mundo.

Lembrou a era dos Descobrimentos e não esqueceu que hoje, à frente das maiores e mais importantes instâncias Internacionais estão portugueses. Lembrou a ONU, a Comissão Europeia, a UNESCO, a Organização Internacional para as Migrações.

Aga Khan, ao falar num país de oportunidades, lembra-nos que gente temos, e que, solidariamente, a entregamos ao mundo.

Naturalmente acrescenta: um país de oportunidades é aquele que “encoraja a cooperação entre interesses diversos, que fomenta parcerias entre o Governo e o sector privado, enquanto também encoraja organizações privadas para servir objetivos públicos”.

A sua rede para o desenvolvimento do mundo emprega 80.000 pessoas.

O Aga Khan Development Network tem um Orçamento com cerca de 600 milhões de euros para atividades sem fins lucrativos e que procura melhorar as condições de vida do ser humano.

Eu sei e compreendo que Governar um país dá muito trabalho, muita dor de cabeça e muitos cataventos de onde, de cada um sai a sua sentença.

Quem vai para a política séria e empenhada sabe que as horas de sono são poucas, mas quem Governa também sabe que não há impossíveis.

Vá. Não desiludam os portugueses, deixem-se de folclore e palavreado oco e desgarrado, governem.

 

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C.S

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