Domingo, 30 de Setembro de 2018

Corruptos e ladrões de armas na bandalheira Lusitana

Portugal depois do 25 de Abril de 1974 entrou no fosso da depravação total.

A Europa classificou-o de manicómio em autogestão. Manicómio onde tudo era permitido para desfazer um País organizado, seguro e feliz.

O Partido Comunista, do asqueroso Cunhal e do louco Vasco Gonçalves, quase conseguiram transformar Portugal num cano de esgoto.

Quem tentava chamar a atenção para o erro em que Portugal estava a cair ou era preso imediatamente ou chamado a Tribunal e condenado.

O roubo das herdades, as prisões arbitrárias, a perseguição a empresários de pequenas empresas, ou a grandes industriais e a proliferação das drogas sem as impedir só não conseguiram destruir o País porque a hombridade de Homens como Salazar, Duarte Pacheco, Baltazar Rebelo de Sousa, Marcello Caetano e muitíssimos outros o deixaram sólido. Eles eram impolutos e amavam a Pátria com o fervor e o carinho como os pais amam os filhos, por quem são capazes de dar a vida.

Cunhal era um réprobo, Soares um malabarista, Vasco Gonçalves Um doido.

Blasonando sempre de Democratas, nunca o foram. Foi uma falsa democracia.

A Democracia Orgânica de Salazar era bem mais pura e honesta do que a Democracia individualista destes chupistas que quase esvaziaram Portugal tal como ainda continua a acontecer com os corruptos que têm sangrado os cofres do Estado.

A Democracia Orgânica ligava os municípios, as famílias, os sindicatos, as Universidades para o aproveitamento e o bem-estar de todos.

Como o povo não ligava Estado Novo a Democracia, quando os que desgraçaram Portugal falaram em Democracia, pensaram que iam ficar melhor. Foi o que se viu e continua a ver.

Os corruptos conhecidos são protegidos descaradamente, adiando julgamentos para as Calendas gregas. O das armas diz que foi encenação.

Que encenação! Verdadeiro drama. Muito mais que Ópera Bufa.

E, como tantos se bufam, a tragédia não andará longe.

 

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C.S

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Sábado, 29 de Setembro de 2018

Kavanaugh, as mulheres e o sonho da psicóloga

As mulheres, o que há de mais belo, suave e tentador que existe neste mundo tornam-se, muitas vezes, violentas, cínicas e vingativas quando se sentem rejeitadas por aqueles que desejam.

A mulher que acusa, o Juiz Kavanaugh, de ele a tentar violar quando ele tinha 16 anos e estava perdido de bêbedo, mostra a sua frustração por algo que gostaria que tivesse acontecido, mas não aconteceu.

E o Senado Americano perde horas a discutir o sexo dos anjos, sabendo à partida que tudo isto é fruto de imaturidade emocional ou infantilidade tardia, incapaz de um relacionamento seguro.

Não é minha intenção influenciar ou dar lições a quem quer que seja, mas os americanos têm destas coisas: tanto atingem os píncaros da ciência como se perdem no mais reles e mais baixo da escória das ruas.

E tudo isto para quê? Para atingir o Presidente Trump e o pressionarem para continuar as políticas destrutivas do seu antecessor que arrasou a Síria e a Líbia e desencadeou o maior número de refugiados que alguma vez a Europa recebeu e a começa a destabilizar.

Mas os americanos são assim, perdem-se nas minudências do que não tem importância e cometem erros sobre erros que o Tesouro americano suporta sem grande abalo.

As pessoas não contam.

Quando há quatro ou cinco anos vi um preto, muito gordo, com ar de bonacheirão ser morto por um polícia que lhe apertou o pescoço, como se fosse um coelho, perdi a confiança na Democracia americana.

Estamos no século XXI. O homem pode continuar criança, mas tem de deixar de ser garoto, na mais baixa expressão do termo.

Espero que Brett Kavanaugh se consiga libertar das insensatas acusações, e que as mulheres, sempre que feridas na sua dignidade e pudor, tenham a coragem de denunciar nesse momento os agravos sofridos e não esperar trinta ou mais anos para denunciar o que sonharam ou o que, quase experimentaram em dia de festa e de libido perdido por causa de uma bebedeira.

A América merece muito mais.

 

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C.S

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018

Trump e Kushner podem fazer história ao salvar Israel

Os Judeus são um povo difícil e muito complicado.

Acusados pela morte de Cristo; a Igreja Católica fez disso o seu ex-Libris. Os judeus nunca mais tiveram sossego.

Com inteligência, estudo e algum trabalho, os judeus prosperaram sempre nos países onde se refugiaram. Em quase todos conseguiram que os Governantes beneficiassem a população.

Quando se pensavam integrados e seguros, por qualquer palavra proferida eram acusados de todas as infâmias, perseguidos, expulsos ou mortos.

A Santa Inquisição fez deles archotes. Morreram aos milhares. Mas bastava sobrar um casal para renascerem.

Salazar foi dos que mais os protegeu. Nunca lhe agradeceram.

Israel é fruto da inteligência, determinação e persistência de um povo que acredita em si.

Donald Trump, ao declarar que vai fazer tudo para que Israel e a Palestina se transformem em dois Estados amigos, dá um grande passo para que a ideia se concretize e os judeus deixem de ser um povo odiado pela submissão, morte e humilhação a que têm submetido os palestinianos.

Jared Kushner, genro de Trump, tentará o impossível.

Donald Trump, apesar da galhofa e dos insultos com que é mimado é bem mais capaz do que a seita que explora o mundo com as campainhas da Comunicação Social que lhe garantem publicidade e mentiras.

Se eu pudesse dar uma sugestão a Donald Trump dir-lhe-ia que lesse, do primeiro volume, só as páginas IX a XIX, do prefácio do livro “Diálogos Interditos” de Franco Nogueira. Publicado pela Editorial Intervenção.

Em poucas páginas fica com bagagem suficiente para saber mais de política e como a aplicar nos diferentes cenários internacionais, do que todos os seus adversários, que riem muito, mas pensam pouco.

Segundo as estatísticas, 94% dos homens têm espírito de criança toda a vida. Tornam leves os assuntos sérios para aguentar o peso das responsabilidades.

Trump, em dois anos, fez mais pela América do que todos os seus detratores.

 

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C.S

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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2018

Portugal, a casa dos brinquedos dos patetas da Europa

Portugal foi classificado pela Europa em 1974-1975 como um manicómio em autogestão.

Nos anos seguintes não melhoraram a classificação, mas estranhamente continuaram a meter dinheiro na fogueira que o consome sem qualquer benefício visível para o povo.

O Jornal Económico diz que a dívida direta do Estado vai nos 245,8 mil milhões de euros, mas o Costa e o Marcelo não parecem estar alarmados.

O país vive na corda bamba desde o desgoverno do comunista Vasco Gonçalves e ninguém se incomoda com o assunto.

A Europa paga, os Governos gastam, o manicómio continua, o povo geme, não refila. Come e cala. Quis festa? Sua-lhe a testa.

Andamos assim há 44 anos. É muito tempo para tanta estupidez, tanto engano e tanto sacrifício popular.

A Europa imbecilizou. Os políticos não valem nada. No Reino Unido, garotos brincam ao Brexit. Não sabem resolver o assunto. A Inglaterra paradigma de inteligência e confiança está apatetada. Os outros países Europeus não estão melhores. A Merkel está a ceder. Por que havia de Portugal estar melhor se ele acanalhou em 1974-1975?

Foram os roubos das herdades, os assaltos às casas, o assalto á Embaixada de Espanha, a ameaça dos fuzilamentos, os roubos das armas. Em 10 de setembro de 1975 foram roubadas 1000 metralhadoras G3.

A Europa diverte-se e continua a rir e a esconder o que beneficia os políticos. Agora decreta que os monumentais gastos dos Eurodeputados são secretos. Pobres idiotas que pensam que a brincadeira pode durar sempre, e um palhaço serve para ser culpabilizado do roubo de Tancos.

Um só carrega toneladas. Os de sempre ficam impunes. O homem é filho dos artistas que protegidos pelos II, III, IV e V Governos comunistas subiram de soldados a Tenentes-Coronéis sem terem nunca lido um livro nem mesmo a cartilha comunista que era dada oralmente na Escola da máfia que desgraçou Portugal com a conivência dos inconscientes.

Nuvens negras sob o Sol azul cobrem um país que foi feliz e teima em se vender ao estrangeiro para que o Governem com honestidade.

Mas quem? Se a Europa ou foi contaminada por Portugal ou ela própria entrou num período de desagregação?

 

Anterior “Maduro, a Venezuela e a Democracia à força.”

C.S

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

Maduro, a Venezuela e Democracia à força

Impor à força a Democracia nunca deu bom resultado.

Embora o regime Democrático seja aquele que menos problemas oferece e o que parece mais consentâneo com a solidariedade humana, Churchill já lhe colocava algumas reservas e muitos outros se têm questionado se ele não carece de mais afinações.

Querer obrigar a Venezuela a ceder a imposições externas cortando-lhe todos os meios para comprar fora o que ao país falta é de uma desumanidade total.

Ao Iraque destruíram-no com a mesma ladainha e muitas mentiras.

À China tentaram fazer o mesmo. Hoje a China está a um passo de se tornar a maior e a mais forte potência mundial.

A Rússia só mudou quando quis.

Por que se impede à Venezuela de comprar sobresselentes para a indústria do petróleo e o pouco que consegue extrair é impedida de o vender? Porque os países que o comprarem sofrem sanções.

Estamos num mundo canalha, capitaneado pelos EUA e pelos seus lacaios mais reverentes, a Inglaterra e a França que incitam os restantes países europeus a seguir o mesmo caminho e a mesma cretinice.

O erro é grave.

Quando a China de Xi Jinping e a Rússia de Putin alargarem o acordo para defesa mútua e proteção dos países que lhes estão na esfera de influência ou que a eles se juntem, nunca mais os EUA terão qualquer importância por mais que esbracejem e tentem impor sanções.

Também não acredito que os EUA sejam tão néscios que depois desse acordo público ou secreto caiam na asneira de os atacar.

A Venezuela não pode continuar a ser esmagada por sanções estúpidas.

É um país com 30 milhões de habitantes que não devem viver na miséria quando o país é um dos mais ricos da América do Sul.

 

Anterior “No reino dos loucos salva-se o Jorge Seguro Sanches”

C.S

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

No reino dos loucos salva-se o Jorge Seguro Sanches

Claro que se salvam mais alguns, mas são muito poucos, e pouco podem fazer quando este país está exangue,

Em cada dia que passa vai-se descobrindo não só a fortuna colossal do Mário Soares, do Almeida Santos e de muitos outros socialistas e sociais-Democratas que enchendo a boca com a Democracia e solidariedade encheram exageradamente os bolsos de dinheiro que de nada lhes serviu.

Morreram como os mais pobres dos mortais. São pó e nada mais que pó.

Em nada contribuíram para o bem-estar do Povo Português, bem pelo contrário foram exemplo e impulso para outros, dentro e fora da Governação para que atuassem como entendessem.

Nas Notícias Zap começa a descortinar-se o enredo e o esquema para esvaziar os cofres. “Milionário da Somague pede perdão de 67 milhões”.

A Comunicação Social tem sido conivente com estes sátrapas e com os multimilionários que de repente declaram falência. Milhões que fazem falta a Portugal.

Ao ler no ZAP/Lusa, que o Secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches foi ver o Catamarã, Energy Observer, que é movido a energias renováveis, tenho a certeza que o Governante, se tivesse o dinheiro disponível que os democratas de língua, promessas e enganos esconderam por ganância era capaz de arriscar uma proposta aos autores do projeto, à União Europeia e à Unesco, para em Lisboa testar um Catamarã semelhante que durante 365 por ano ligasse as duas margens do Tejo e fosse assim a mostra visível para todo o mundo de que é possível, em silêncio, através das energias renováveis e sem qualquer poluição, acrescentar tempo ao mundo e outra qualidade de vida a todos os cidadãos.

No reino dos loucos há sempre a esperança de haver alguém com juízo.

 

Anterior “Rui Rio e a paciência com as bravatas do Ventura”

C.S

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

Rui Rio e a paciência com as bravatas do Ventura

Se eu estivesse virado para a política, Rui Rio seria o meu candidato.

Mas não estou. Desde sempre desconfiei do Parlamento, dos parlamentares e da democracia de pepineira que enriqueceu a casta socialista, que, com as palavras democracia e liberdade tiveram a liberdade e a habilidade para esvaziarem os bolsos de mais de 85% dos portugueses.

Quando entrei à força no CDS exigi ficar como Independente e em segundo lugar pela Lista de Santarém, que na eleição para a Constituinte não tinha elegido ninguém.

Para meu azar e dos Partidos fui eleito e incluído no Grupo.

Sei como sou e não me consigo modificar. Arranjei vários problemas: votei várias vezes contra a orientação do CDS O Freitas fez-me um processo disciplinar que perdeu; a Assembleia da República fechou por me recusar a tirar palavras que considerei de defesa do Povo Português.

Sou um desastre em política. Digo o que penso a bem do grande espoliado: o Povo.

Rui Rio com a sua frontalidade tem fatalmente de desagradar a ignorantes e a politiqueiros que aproveitam aquilo que está mal para ligar Rui Rio no apoio ao Partido Socialista, sem mencionar que o maior apoio ao Costa tem sido o Marcelo.

Também o das bravatas olvida que Portugal não é só feito por Andrés. O povo é o melhor que há no mundo, mas é teimoso e pensa que ele sabe sempre mais do que quem Governa.

Desde há 44 anos, os Governos, com uma rara exceção, foram todos uma desgraça acompanhada de corruptos e de gastos sem tino.

O país está de rastos e cada um diz o que lhe vem à cabeça.

O Ventura terá razão em algumas coisas do que diz, mas Rio tem obra feita e um feitio aberto, próprio da gente do Norte.

Continuar a esfarrapar o PSD-PPD para aumentar os chefes e chefezinhos no desolador panorama nacional só serve para esbulhar o povo de mais uns euros e o Centeno aumentar a sua eficaz Ditadura financeira.

Paciência Rio. A procissão ainda só vai no adro.

 

Anterior “Atenção à comida e à fruta sem ser bem lavada”

C.S

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Domingo, 23 de Setembro de 2018

Atenção à comida e à fruta sem ser bem lavada

Várias pessoas amigas têm-se queixado de problemas gastrointestinais depois das refeições. Comecei a pensar no assunto.

Sou um curioso inveterado para compreender tudo o que se passa com o ser humano e verificar como os cientistas e os alertas sobre aquilo que acontece chegam rápido. Normalmente não chegam. As grandes cadeias alimentares sabem calar aqueles que pelo conhecimento deviam falar.

Aqui há dois ou três anos houve uma série de mortes na Alemanha, na região de Hamburgo por ingerência de pepinos.

Eles eram levados para ali às toneladas e devido a serem comidos ainda com uma parte da casca, muitas pessoas morreram.

Com a fruta não lavada acontece o mesmo por causa dos pesticidas. Normalmente são as diarreias, os sintomas que alertam as pessoas.

Na tentativa de aumentar a produção, muitos agricultores abusam dos químicos. O mais seguro com a fruta é tirar a pele.

Com as hormonas de crescimento para frangos, coelhos, vitelos etc., acontece o mesmo.

Contei aqui a história de um talhante francês, que li no “Século Ilustrado”, há uns bons sessenta anos. Ele estava podre de rico. Era o talhante onde ia a grande maioria das pessoas da cidade. A sua carne era a mais mimosa, sempre fresca. Um dia os empregados deviam ter duplicado ou triplicado a dose de sulfitos e os hospitais encheram-se de doentes com fortes dores intestinais e diarreias que não paravam até o intestino ficar limpo.

De investigação em investigação chegaram até ao talhante onde todas aquelas pessoas tinham comprado a carne.

Quando os vinhos começaram a utilizar sulfitos para melhor os conservar, lembrei-me da história do talhante. E eu, que nunca passava uma refeição sem dois ou três copitos do tinto, há dias que não passo de meio copo. No Verão acompanho-o com chá fresco de Lúcia-Lima para não desidratar.

Que vida sensaborona! Para a viver com saúde é preciso muita atenção.

 

Anterior “Taxistas dão tiros na inteligência em vez de a atualizar”

C.S

publicado por regalias às 07:16
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Sábado, 22 de Setembro de 2018

Taxistas dão tiros na inteligência em vez de a atualizar

Democracia não é deixar continuar no erro quem não deseja entender mais do que aquilo que julga, lhe ser vantajoso ou injusto.

Democracia é explicar, com todos os pormenores, as vantagens e desvantagens das atitudes para que os cidadãos não sejam prejudicados e ao pensarem que se benzem, partam o nariz.

Não contestando o primeiro dia de protesto dos taxistas, para chamar a atenção sobre uma Lei que consideram iníqua, os taxistas mostraram o seu descontentamento, ouviram Deputados, Governo e Presidente para compreenderem por que tal Lei foi aprovada.

Entendessem ou não as razões, aquilo que não devem é continuar com os táxis parados.

Porquê?

Porque as pessoas que antes nunca utilizavam os autocarros, o Metro, a bicicleta, ou qualquer alternativa, como viajar num automóvel com mais três ou quatro conhecidos, passam a fazê-lo.

O português custa a mudar de hábitos. É um conservador nato, mas quando passa um, dois ou três dias sem utilizar um meio de transporte como o táxi e ele verifica que tem mais vantagens, além de poupar dinheiro, esquece o hábito, agarra a novidade, e faz novos amigos.

Nunca utilizei as plataformas do descontentamento. Sempre que não me quero incomodar a saber se tenho Metro ou Autocarro para o local onde pretendo ir tomo um táxi, mas se eles não existem e estão amuados, encostados à beira dos passeios e em filas estáticas, eu tenho de começar a estudar novas soluções.

Quem perde? São os taxistas.

Já agora permitam-me uma sugestão. Enquanto estão parados aproveitem para ler como se desenrolou a Revolução Industrial.

Como estamos no século XXI, na era do Digital, por que não criar uma plataforma mais apelativa, dinâmica e atualizada diariamente para fazer frente aos imprevistos daqueles que estão sempre a inventar esquemas para lixar a concorrência e encher a carteira?

Proponham essa ideia a uma Universidade. Vão ver que os estudantes se pelam por encontrar a solução. A do Minho ou a de Aveiro estão sempre disponíveis para os desafios impossíveis.

Há que matar a pulga com o pelo do mesmo cão.

 

Anterior “Portugalex cede à ignorância, nivela por baixo”

C.S

publicado por regalias às 06:09
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

Portugalex cede à ignorância, nivela por baixo

A inteligência, a capacidade e a prosperidade de um país é proporcional à qualidade da sua Comunicação Social.

A Emissora Nacional soube motivar o povo ao trabalho, ao estudo, à educação.

Havia programas sobre higiene pessoal, sobre agricultura, sobre cultura etc., que eram ouvidos por todos com interesse porque eram claros.

Os programas de David Mourão Ferreira e de Vitorino Nemésio eram seguidos e apreciados por todas as classes sociais.

A Antena1, sucessora da Emissora Nacional podia ter continuado esta linha com a renovação natural do tempo e dos novos temas, mas o Partido Comunista conhecedor da força da Comunicação Social abocanhou-a como fez a outras instituições.

O resultado foi que a maioria foi à falência, tal como o “Diário” do Partido, e outros que ainda balançam com muito esforço.

Na Antena1, os restos dos adoradores do infame Cunhal, agarram-se à Instituição como Lapas e, enquanto não transformarem o pego em charco nauseabundo, não descansam.

Estou convencido que não conseguirão. Além de programas de substância como Visão Global; Ponto de Partida; Conversa Capital; Contraditório, algumas entrevistas da Flor Pedroso e os pequenos apontamentos como o Portugalex; A Mosca; Vou ali já Venho; A Palavra do dia; Portugueses no mundo; Zig-Zag; 90 segundos de Ciência; Um dia no Mundo, o Fio da Meada, à Volta dos Livros; outros há que ao tentarem enviar mensagens politiqueiras com um sujeito a afirmar-se comunista e a fazer graça confundindo nomes ou outro que aproveita o programa para misturar política e crítica não abonam da seriedade do trabalho.

O Portugalex, de vez em quando, também lhe foge a língua para o chinelo ao proteger o ronco. Há monólogos que não se entendem e não abonam pela qualidade de um programa que tem muita graça e muita audiência. É irreverente, não desagrada, mas não pode facilitar.

As mulheres são sagradas. Os pequenos defeitos perdoam-se pela alegria que exalam. Mas a roncar, nem enroupadas à Dior, elas passam.

O Portugalex, assim como todos os programas não devem baixar o nível mesmo que haja uma pequena franja que os aprecie.

Essa franja precisa de apoio, não de rebaixamento. É Portugal no seu todo que a Comunicação Social tem de ajudar a elevar.

Espalhar ignorância é paralisar o país e atirá-lo para a cauda da Europa.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:31
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