Domingo, 14 de Outubro de 2018

Povo Português está farto da Democracia de miséria

Um jornal, sem público, escreve: “Ryanair desrespeitou a Democracia”.

A asserção é verdadeira. Está alicerçada na lei portuguesa.

Mas a Lei também proíbe matar alguém à fome ou empurrar o povo para a miséria. É mentira? 

A fome impede que pessoas bem formadas evitem a criação de postos de trabalho.

Não é com demagogos que ganham muito mais do que o normal para alguém viver decentemente que o povo sobrevive.

Os trabalhadores da Ryanair ganham mais do que os trabalhadores indiferenciados e aceitaram um contrato com regras. Ninguém os obrigou a inscrever-se num emprego onde querem impor regras.

A verdade é que muitos não se querem sacrificar uns tempos até que o país tenha capacidade para absorver todos os trabalhadores que são forçados a trabalhar em companhias estrangeiras que lhes desagradam.

O problema nem é a Democracia de fancaria e miséria que esta gente apregoa como o sal da terra. O problema são as greves, a corrupção e os inocentes que levantam a bandeirada para ter dinheiro ao fim do mês.

O país está muito mal. É o sétimo mais pobre do mundo, no entanto os mais bem pagos fazem greves, trabalham quando lhes apetece e exigem a Democracia que lhes dão a eles tudo e aos outros quase nada.

A Ryanair, com a Autoeuropa entregam todos os anos centenas de milhões de euros para os cofres do Centeno e que ele tenta segurar para investir.

Não consegue. Tudo se esvai por ignorância, demagogia e malvadez.

Mas defendem-se as greves para defender os trabalhadores das Providências cautelares, que hão de levar, daqui para fora, a Autoeuropa como levaram todo o complexo industrial automobilístico da Azambuja.

Que fizeram os beatíficos jornais? Nada.

Democracia sim, mas com honestidade e trabalho que transforma todos os países, com menos capacidades que Portugal e onde os trabalhadores vivem bem e felizes, sem precisarem de recorrer ao beatério da insensatez e da demagogia.

 

Anterior “Marcello Caetano já deu várias voltas no inferno”

C.S

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Sábado, 13 de Outubro de 2018

Marcello Caetano já deu várias voltas no inferno

Marcello Caetano nunca imaginou, quando permitiu que as Forças Armadas tomassem conta do Poder, que Spínola se demitisse e o País entrasse em desorientação total.

No Convento do Carmo, Marcello Caetano foi várias vezes incitado a sair dali com toda a segurança ou então permitir que o Quartel pusesse rapidamente fim à força militar que estava em frente daquela fortaleza inexpugnável.

Marcello manteve-se irredutível. Queria entregar o Governo a Spínola e a mais ninguém. Se ele não viesse receber o Poder, poderia pensar noutra solução.

Spínola, ele próprio, ainda o tentou convencer a mudar de ideias e a parar o Movimento. Marcello recusou. Há militares, ainda vivos e que estavam no Quartel do Carmo quando dos acontecimentos, que sabem isto.

Hoje Marcello, arrependido, dá voltas no inferno, o túmulo onde repousa.

Conheci Salgueiro Maia em casa de Hermínio Martinho quando aí levei Lucas Pires a pedido de Ramalho Eanes, para um assunto que aqui não vem ao caso. Eanes e Martinho, estão vivos, podem confirmar o encontro.

Nessa noite, Salgueiro Maia foi muito violento para com os militares.

Estive mais duas vezes com Salgueiro Maia. Ele andava desesperado com o que estava a suceder ao país. O roubo de armas pelos “heroicos” militares do 25 de Abril, lacaios do Partido Comunista, era conhecido dos Comandantes e nunca castigados os autores. O país estava armadilhado. O 25 de Novembro só adiou o pior momento. Ramalho Eanes afirmou na altura que, se o Golpe tivesse falhado, ele seria fuzilado.

A saída tardia do Azeredo mostra, na verdade, que ele quis dar tempo aos militares para desfazer todas as provas que os incriminassem.

Não foi só um que roubou as armas em Tancos. Era impossível carregar todo o material. A ingenuidade do povo não pode ser levada ao extremo da estupidez.

O ex-Ministro não encontrou outra maneira de os proteger.

Edmundo Pedro quando foi preso por ter sido apanhado com armas quase pôs a boca no trombone. O negro e imundo mundo dos “heróis” vai no adro.

Tenhamos paciência e prudência, a desgraça ainda não acabou.

 

Anterior “Quem governa Portugal são os Grevistas e os Sindicatos”

C.S

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2018

Quem Governa Portugal são os grevistas e os Sindicatos

Portugal é um país considerado pobre. Entre 70 países analisados, Portugal encontra-se no sétimo lugar dos países muito pobres.

Mas para Políticos, Sindicatos, oportunistas corruptos e parvos somos um país rico…em cretinice e sacanagem.

A Demagogia e o descaramento sobra-lhes em verborreia e falta de vergonha.

Não é possível, depois do que aconteceu no PREC, entre 1974-1975, em que foram cometidas todas as vilanias: roubos, a começar pela mudança do nome à Ponte Salazar para 25 de Abril, roubos de armas por militares, seguido do roubo de mais de um milhão de terrenos em herdades; Nacionalização de bancos, Seguradoras, grandes indústrias, assalto à Embaixada de Espanha; prisão de centenas de pessoas nunca julgadas, mas presas durante largos meses, saneamento de professores universitários. A seguir ao PREC consumaram-se 18 assassinatos de gente inocente, três bancarrotas, a última em 2011 quando a TROICA tomou conta de Portugal. Passos teve de lhe fazer todas as vontades, caso contrário não havia pão para malucos.

Mas a CGTP, a mando do Partido Comunista continuou a influenciar Governos e a inspirar greves que têm arrasado Portugal.

Isto não é um país a sério. Este é o reino da porcalhota.

Todas as vezes que médicos e enfermeiros fazem greves temo sempre que alguns miúdos nos cuidados pediátricos ou pacientes de cancro morram e a família parta para a violência.

Os inconscientes cometem erros graves contra toda a população e contra eles próprios.

Para acabar com esta inclassificável balbúrdia, a caminho da total podridão política, André Ventura já se apresenta como o salvador. E como a Democracia de fancaria lhe permite dizer e fazer o que quiser já se ouve falar do Ventura como o Messias.

Para um país tão pobre de carácter e tão miserável, do que estão à espera?

 

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C.S

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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2018

Entrevistas sem sentido e palavras inflamáveis

Nem sou púdico nem santo. Gosto de estudar a vida, mas há barreiras que não ultrapasso por as considerar ultrajantes para o ser humano.

Estudei conhecidos desde o nascimento até à morte e por vezes fico surpreendido por atitudes que tomaram e a mim nunca me passaria pela cabeça que acontecessem.

Eu próprio me estudo e muitas vezes me apelido de burro, precipitado, incoerente e fico desesperado com os meus erros. Para não cair nas doenças da moda, na angústia e na depressão tento sempre estar mais atento ao que faço.

Esta ladainha vem a propósito de dois factos diferentes. Um em Portugal, outro no Brasil e um comentário.

Em Portugal, na Escola Francisco Torrinha, Porto, as professoras resolveram fazer um inquérito a miúdos de 9 anos.

“Namoras atualmente? Sim___ Não___

Já namoraste anteriormente? Sim___ Não__.

Sinto-me atraído/a por Homens__ Mulheres___ Ambos___”

O inquérito levantou de imediato um coro de protestos, que alguém tentará abafar para as conversas entre crianças não formarem bolhas.

E aqui meto parênteses para mostrar o perigo de conversas fora do Tempo. Jamel Miles de 9 anos apareceu, em Agosto, na sua Escola em Denver, com as unhas pintadas. Os amigos perguntaram-lhe porquê? E ele disse: “sou homossexual”. Os colegas gozaram-no na brincadeira. Mas o Jamel ficou ofendido. Chegou a casa, tomou um tubo de comprimidos que encontrou e morreu.

Questionários deste género devem ser feitos na idade certa: 15, 16 anos.

O outro assunto é sobre política. Fia mais fino.

Li as declarações de um matarruano ignorante que os militares eram os pais da Liberdade e da Democracia. O infeliz, mesmo vendo ao que deu o excesso de Liberdade, libertinagem e democracia em Portugal devia estar calado. Cada vez que abre a boca sai asneira.

Chegámos finalmente ao Brasil. Um cantor estrangeiro ao terminar um concerto teve a ousadia de dizer que era contra a ditadura e o fascismo, referindo-se a Messias Bolsonaro. Os brasileiros não gostaram. Insultaram-no de tudo o que a linguagem do Brasileiro tem de mais vernáculo. Não o escavacaram porque não calhou.

A Democracia libertária abriu as portas a todos os excessos. Os brasileiros fartos de assaltos, de corrupção e de enganos atiram-se para os braços de quem lhes garanta ordem e segurança.

De quem é a culpa? Dos políticos laxistas que permitem todas as leviandades, invocando sempre a Democracia  para as desculpar.

 

Anterior “Ryanair. O’Leary recusa parlatório Parlamentar”

C.S

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018

Ryanair. O’ Leary recusa parlatório Parlamentar.

Razão tinha o General Humberto Delgado que, para defender a política de Salazar, chamou ao Parlamento a Taberna de S. Bento, página 96 do livro “Da pulhice do Homo Sapiens.”

Humberto Delgado demonstrou em palavras vigorosas que o reviralho era a causa de toda a desgraça nacional.

Neste momento a situação mudou pouco. O país está na miséria. Os Deputados ajudam à desgraça. Continuam crianças endinheiradas que levam os grevistas dos Sindicatos a deitar milhões ao mar.

A Ryanair cria riqueza. Ninguém obriga os trabalhadores a ingressarem na Companhia de aviação Irlandesa. Sabem qual é o contrato, baseado nas leis do país de origem.

Michael O’Leary é claro ao dizer que “Os gestores não são políticos, são pessoas de negócios.” Fez bem em não ir ao Parlamento e, se tiver de ir, exija que lhe paguem o tempo perdido.

Os Deputados, por falta de trabalho e de bom senso continuam a brincar com o fogo. Têm feito isto desde 1976. Amaro da Costa foi obrigado a dizer que o CDS deixava de votar os votos de protesto contra países estrangeiros, que diariamente a esquerda folclórica apresentava.

A Assembleia da República incapaz de compreender a situação grave em que vivia Portugal tinha o arrojo de querer governar os outros países.

Quando ouvi na Antena1 os Deputados Heitor de Sousa do BE, Bruno Dias do PC, João Paulo Correia do PS e Hélder Amaral do CDS dizerem que o Irlandês tem dificuldade em entender o estado de Direito e o Estado Democrático fico espantado com estes democratas que não se preocupam com a situação dos portugueses.

Depois da deriva de alguns países Europeus para a extrema-Direita, acontece o mesmo com o Brasil.

Portugal sujeita-se a que André Ventura entre nas próximas eleições legislativas e as ganhe para acabar com a incubadora Parlamentar, os pedófilos, os casamentos entre sujeitos do mesmo sexo e colocar aí o número certo de Deputados. Em vez dos 230 passarem a 100 e, mesmo assim, ficarão alguns sem fazer nada.

Fazer do Parlamento Português, o parlatório para redimir os pecados do mundo é exagerado.

Já pensaram em trabalhar?

 

Anterior “Democracia Brasileira entre a força e a fome”

C.S

publicado por regalias às 07:02
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018

Democracia Brasileira entre a força e a fome

Há muitos anos que venho insistindo numa requalificação democrática. Uma reforma de um regime que está bem construído para pessoas sãs, cultas, inteligentes, socialmente capazes, mas que tem muitas lacunas que os oportunistas da estupidez e degradação humana aproveitam para perverter as intenções.

Antes do 25 de Abril tive a possibilidade de ir à República democrática Alemã. Gostei de Berlim Oriental. Organização e limpeza impecáveis. Mas o medo de falar em algo que cheirasse a política motivava a mudança de comportamento.

Quando cheguei a Portugal resolvi estudar os países democráticos e compará-los com os regimes comunistas para, unindo o melhor de uns e outros, se atingir uma Democracia que agradasse a todos.

Para meu espanto cheguei à conclusão que o regime Salazarista era o que se aproximava mais de uma Democracia perfeita: havia ordem, segurança, confiança nos governantes, pessoas felizes, como eu não encontrei em mais nenhum país do mundo.

Na Assembleia da República afirmei isso mesmo perante o desagrado dos meus colegas Parlamentares. Era mais livre em Portugal do que nos outros países europeus. E era verdade. Posso-o demonstrar.

Dezenas de milhares de Portugueses confirmaram-no ao elegerem “Salazar como o maior português de sempre.”

Quem viveu aquela época sabe que não estou a mentir.

Havia dificuldades, havia miséria, nos primeiros anos depois de 1926, tudo herdado da Primeira República, mas o país cresceu. Nunca houve o esbanjamento e a corrupção dos dias de hoje. Em 1950 Portugal dá o grande salto.

Quando se deu o 25 de Abril, Portugal era dos países mais prósperos do mundo, com uma moeda fortíssima.

À Democracia Brasileira, entre a força e a fome, falta-lhe um pequeno travão para evitar as liberdades totais, a chamada libertinagem. Liberdade sim, com ética. Quando o ser humano é prejudicado tem de haver contenção para que o país não soçobre por excesso de leviandade mental.

O Brasil está, neste momento, com um dilema terrível. Os dois candidatos ocupam as extremas e a Democracia, vai certamente implodir se não houver bom senso, ganhe um ou outro, em vez de progredir a favor de todo o povo Brasileiro.

Por mais que pense no assunto, não consigo encontrar uma solução viável e coerente que proteja todo o povo.

E isto é muito grave e doloroso. O Brasil está dentro de nós portugueses. Amamos o Brasil como amamos Portugal e o mesmo passa-se com todos os países de Língua portuguesa. Ligamo-nos de tal maneira que nos alegramos com os seus sucessos e sofremos com as suas dores.

Neste momento é o Brasil e Timor que nos preocupam.

Ana Gomes tem alertado para os problemas deste último.

O português esquece as suas aflições, preferindo passar um mau bocado do que os nossos irmãos caírem no erro.

Os portugueses estão habituados aos altos e baixos. Está-lhes no sangue.

Oxalá o Brasil, ganhe um ou outro candidato, saiba unir toda a Nação Brasileira no caminho do progresso e do bem-estar.

 

Anterior “Fogo na Serra às onze da noite é muito estranho”

C.S

publicado por regalias às 07:17
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2018

Fogo na Serra às onze da noite é muito estranho

Não é a primeira vez que os fogos em Portugal começam ao meio da noite ou de madrugada quando não há nada que os justifique. Fogo às onze da noite é estranho.

São centenas de fogos num país de vigilantes que afinal não vigiam coisíssima nenhuma.

As desculpas do calor também não colam. Sempre houve calor em Portugal. Se quisermos comparar as temperaturas durante a Segunda República e as da Terceira verificaremos que elas são semelhantes.

Os campos estavam cultivados e o número de fogos foi diminuto apesar de haver festas e romarias por todo o país. O estralejar de foguetes era muitíssimo maior e os incêndios muito menos.

Se aos foguetes juntarmos as máquinas a carvão e lenha, sempre a expelir faúlhas então chegaremos à conclusão que os fogos, apesar de haver grandes possibilidades de acontecer não aconteciam. Porquê?

Porque não havia mão criminosa para os atear.

Por outro lado havia ordem e organização com gente consciente de que tudo era preciso preservar para o bem de todos.

Hoje, isto não é de ninguém. É de umas dúzias de salteadores que só olham ao lucro que podem sacar de uma terra de vândalos.

Os fogos crescem nas terras como vulcões de areia e lava, sempre em sítios inacessíveis e sem cuidar da vida dos seres humanos.

Se houver uma investigação séria aos milhares de fogos que deflagraram este ano há de sempre aparecer alguém que esconderá os criminosos.

Marcelo Rebelo de Sousa foi uma esperança, mas ele é um passa-culpas, com alguns fogachos de firmeza que duram pouco.

O Costa vai ardendo em fogo lento. Está encavalitado em dois burros que o tentam derrubar.

O povo espera. Até quando? Até à nova crise, quando não houver pão nem bolos para matar a fome aos indigentes. E a fome é má conselheira.

“É fogo que arde sem se ver”.

 

Anterior “A letra dos proxenetas ao chuparem as outras bucetas”

C.S

publicado por regalias às 05:14
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Domingo, 7 de Outubro de 2018

A letra das proxenetas ao chuparem as outras bucetas

Nenhuma mulher abre as pernas se não quiser. Só à força.

Os e as proxenetas sabem isso perfeitamente e por esse motivo quanto mais barulho fizerem sobre estes lambedores de cricas e de pífaros, mais confusão causam nos ignorantes e mais vingança nos Dentinhos de gente sórdida e infeliz, que só se sente bem com o mal dos outros.

Um amigo, depois de ter lido o blogue sobre a Máfia dos proxenetas enviou-me o seguinte poema:

 

“Advogadas proxenetas

Usam as outras bucetas

Como isco de anzol

Que deixam apalpar as tetas

Até mancharem o lençol.

São prostitutas sabidas

Que levam as suas vidas

De rol em rol, engole, engole.

Depois da bebida pastosa

A prostituta virtuosa

Limpa a boca gordurosa.

Sente que foi enganada.

Preferia uma boa pernada.

Vingança, não foi violada.

Socorre-a a Máfia pressurosa;

Dá-lhe muitos beijos e apalpões.

Continuas virgem consagrada,

Grita a Máfia bondosa:

E no banco terás milhões!”

 

Tenham paciência. Vamos continuar a ver o filme e ver até que ponto o proxenetismo consegue viver à custa da profissão mais antiga do mundo.

 

Anterior “Democracia Abrilista foi uma falcatrua”

C.S

publicado por regalias às 05:42
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Sábado, 6 de Outubro de 2018

Democracia Abrilista foi uma falcatrua desde início

Marcello Caetano acreditou que entregando o Governo aos Militares, Portugal continuaria a singrar sem problemas. Os cofres estavam cheios, o povo vivia feliz. Havia dinheiro suficiente para tapar qualquer percalço.

Nunca lhe passou pela cabeça que traidores infames, colocassem os seus próprios interesses acima da Pátria.

Corruptos, canalhas e ladrões esventraram o país sempre com a palavra democracia na boca.

O pai da Democracia morre podre e podre de rico, ele que veio para o país para ajudar os mais carentes. Deixou milhões e carregará maldições esteja ele onde estiver como sucede aos mortos que roubam as vidas dos outros.

Depois de alguns anos no Panteão vai acontecer-lhe o mesmo que a Franco que fez mais por Espanha do que o Soares nunca fez por Portugal.

Franco governou com pulso de Ferro, mas ergueu a Espanha, devolveu-lhe a dignidade, que demagogos não querem ver porque são balofos. Preferiam que o povo Espanhol continuasse rastejante mais 40 anos.

Estes, por cá, fizeram pior. Arruinaram um País próspero e, continuam, passadas quatro décadas e meia, de cara deslavada explicando toda a patifaria que não tem explicação, a sacrificar o povo enquanto falam como ofensiva uma Ditadura que nunca existiu.

Eles têm de justificar os roubos que acontecem.

Este roubo de Tancos é filho de todos os outros perpetrados desde o começo dos II, III, IV e V Governos do Comunista Vasco Gonçalves que graduava militares comunistas em ritmo acelerado até Tenentes-Coronéis.

As armas roubadas serviriam para continuar em Portugal outro Céu igual à URSS que soçobrou passados 70 anos de crimes.

Como isso não foi possível, os ladrões passaram a vender o material roubado a países instáveis. Com o dinheiro acumulado fizeram um saco azul, que Adelino Amaro da Costa tentou desmantelar. Acabou ele desmantelado no chamado crime de Camarate.

O melhor País do mundo, com estes democratas de estrume, indecisões, roubos e mentiras contínua a sofrer tratos de polé.

As elites: Ministros, Generais e políticos, são elites de penico. Não valem nada. Tudo aceitam desde que não lhes tirem as mordomias.

 

Anterior “Cristiano Ronaldo atacado por máfia de proxenetas”

C.S

publicado por regalias às 05:59
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2018

Cristiano Ronaldo atacado por Máfia de proxenetas

O Universo está a atravessar um mau bocado. E, se não se cuida, estica o pernil.

Depois da fase dos pederastas, dos irrepetíveis por falta de descendência e dos ataques desbragados a Trump, aparecem as Associações de proxenetas para explorarem mulheres a quem incitam para denunciar relações consentidas e que agora declaram como violações, depois de já terem gasto as ofertas recebidas como amizade, caso contrário tê-las-iam rejeitado como ofensas.

A publicidade a esta moda pode pegar, e dentro de algum tempo estoirar nas mãos de juízes ingénuos que validam estas enormes trapaças entre advogados e virgens, sem véu vaginal.

A mesma euforia faz-me recordar a quantidade de juízes assassinados por erros cometidos nas avaliações dos Cartéis da Droga que Jean Ziegler no livro “A Suíça Lava Mais Branco”, tão bem descreve.

Ainda me convenci que este levantar das raposas adormecidas nas tocas, fosse para envolver Trump na tramoia. Era capaz de ser. Mas a Máfia de proxenetas viu aqui oportunidade para extorquir milhões utilizando o prazer de tão púdicas mulheres.

Penso que Fan Bingbing, a atriz mais conhecida da China, e que esteve desaparecida cem dias, não terá a coragem de acusar Xi-Jinping de lhe ter posto os olhos em cima e ela se considerar violada. Se o fizer pode recuperar os 111 milhões de Euros de fuga ao fisco ou sujeitar-se a consequências menos agradáveis para mulher tão bonita e simpática.

Cristiano Ronaldo, vítima da fama, feita de verdade, do melhor futebolista do mundo, de mecenas de mãos largas e de insaciável potência, está mesmo a calhar.

Os proxenetas tanto procuraram que encontraram alguém que vende a vergonha dos loucos prazeres em troca de mais uns milhares para os gastar em orgias em Las Vegas ou pelas veigas, as fortes várzeas portuguesas.

O mundo está louco e ele avisa constantemente que não aguenta mais. Bufa que se farta. Vulcões gritam espumando lava. A Terra treme, o Mar engole gente aos milhares. O ar, quase irrespirável, arde por todo o lado.

No meio de tudo isto, as santas mulheres sem véu, até já chegaram a dizer, seraficamente, que faziam bobós a todos os homens que votassem contra Trump. Agora, elas e as advogadas, querem chupar Ronaldo.

Às virgens tontas, quase tudo se perdoa. Só não se perdoa que, por uns milhares de euros ou dólares, se vendam a proxenetas sem escrúpulos.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:53
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