Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018

Terroristas adoram Democracia e políticos de pataqueira

Muito perto de matarem Reis, Presidentes e Deputados, os terroristas passeiam-se paulatinamente pela Europa à espera do momento azado para em Estrasburgo, Paris, Londres ou qualquer outro lado, erguerem a cabeça do rei, Filipe, da Bélgica ou do Presidente Macron de França.

O exagero democrático acabará por sair muito caro a todos. Os terroristas adoram esta Democracia que os trata com carinho, assim como os democratas de pataqueira e de parvalheira que os deixam matar quem quiserem.

Sem dúvida que a Democracia, aparentemente, é o melhor sistema de Governo, mas necessita urgentemente de ser afinada.

Teimar na liberdade-libertinagem e morrer por amor ao terrorista que deve ser educado em vez de executado, é de uma estupidez tão grande que brada aos céus.

Ninguém compreende, menos estas cabeças que nos governam, que conhecidos os terroristas, eles não sejam presos.

Este, que agora acaba de matar três inocentes e ferido mais uma dúzia, era conhecido das autoridades.

Quem conhecia o assassino deve ser chamado a tribunal e explicar o motivo por que deixaram a fera à solta.

Vão responder que o estavam a seguir para apanhar os capangas que com ele colaboravam.

Há sempre respostas para tudo. Só que foram mortas pessoas sem quaisquer culpas.

Quando chegar a vez dos políticos, vamos ver o que acontece a esta Democracia desmiolada e sem qualquer sentido.

 

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C.S

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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018

Coscuvilhice, inveja e intriga são doenças de impuros

Tinha uma amiga italiana com quem vivi um sonho. Fugiu de Roma e veio morar em Portugal. Dizia-me que a inveja era uma doença tão grave e contagiante, que a pessoa intriguista e invejosa espalhava a doença através da pele do rosto..

Os monstros que tudo têm feito para destruir Portugal, invejando, intrigando e fazendo greves, encontraram mais um meio para minar a estabilidade governamental ao enfraquecer o Presidente da República, através da namorada e da coscuvilhice publicitada nos jornais e revistas.

Marcelo Rebelo de Sousa tem representado Portugal como nunca nenhum governante o conseguiu.

A sua vasta cultura, a sua urbanidade e o seu à vontade com todos os estratos sociais em Portugal e nos países já visitados tem sido a causa da estabilidade de um Governo que nasceu de uma cambalhota.

Marcelo depois de ter pesado bem o golpe resolveu fazer como os lutadores de judo: deixou-se ir; e, conversa aqui, conversa ali com o Costa, o País, apesar de mal, melhorou bastante.

Não sabendo como derrubar o Costa, resolveram roer-lhe o encosto. Encontraram na namorada do Presidente o ponto fraco. É infame.

António Champalimaud pediu-me para lhe fazer um estudo para saber das possibilidades de se candidatar a Presidente da República.

Depois ter sondado todo o país, de maneira discreta, disse-lhe que não tinha quaisquer possibilidades de ganhar.

“Mas eu tenho três milhões de contos para a campanha”, disse-me o voluntarioso industrial.

Respondi-lhe: nem com trinta milhões. Os jornais incendeiam as multidões e a Revolução ainda está no tempo dos loucos.

Escrevi no livro “Portugal um País ingovernável?” este episódio com António Champalimaud.

António Champalimaud estava gratíssimo ao Banco Espírito Santo. Com o dinheiro emprestado sob palavra. Tinha refeito toda a sua fortuna.

De bancos não percebo nada, mas gosto de estudar o ser humano. Quando comecei a ler sobre as lutas, as invejas e as intrigas sobre o banco, senti que o estoiro estava iminente. Lembrei-me da minha querida e fabulosa amiga, tão inteligente como bonita.

A namorada do Presidente é amiga dos Espírito Santo. A inveja, a coscuvilice e a cretinice vão esforçar-se por derrotar o Costa, amarrotando o ar desempoeirado e inteligente de Marcelo.

A estupidez e a ganância política servem-se de todos os meios para chegar ao Governo e à manjedoura.

Portugal nunca desceu tão baixo.

 

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C.S

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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

Portugal é um país de anarcas sem freio na língua

Em Portugal, cada chafarica e cada ditador quer que lhe reconheçam autoridade no seu minúsculo império.

O sátrapa arroga-se de liberdade para dizer tudo o que lhe vem ao bestunto: rejeita ordens do Governo estabelecido. Quer independência para dar vazão à vaidade e à pesporrência.

Chamar liberdade a um sistema de total irresponsabilidade é matar a Democracia.

Neste mundo de loucos, Portugal não escapa às caneladas dos convencidos.

Se esperam por respostas mais de quinze dias, colocam-se em bicos de pés e gritam, e insultam soezmente o Ministro da tutela que tem mais gente para ouvir e assuntos mais urgentes para tratar.

Para o sátrapa isso não interessa. O seu problema é sempre o mais importante. Berra. O berro dá resultado.

O Ministro responde com clareza, mas a Oposição aproveita para lançar achas na fogueira, dando uma no cravo e outra na ferradura. As eleições estão perto e é preciso agradar a todos.

Eduardo Cabrita começa a perder a paciência. Não perca. Governe. Os portugueses agradecem firmeza.

Até agora o País tem vivido, empurrado para o erro, por sindicalistas egoístas, serviçais, ignorantes e anarcas sem freio na língua.

É tempo que o Governo governe  pela sua cabeça. O povo agradece.

 

Anterior “EUA usam a força para travar inteligência chinesa”

C.S

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Domingo, 9 de Dezembro de 2018

EUA usam a força para travar a inteligência chinesa

O Irão chama-lhe terrorismo económico, eu acrescento infame.

Pulhice que a Europa e todos os países que aceitarem aderir às normas dos chacais Americanos os poderá envolver em conflitos de total destruição.

Ninguém vá na conversa Americana de armar os países da Europa. As armas só serviriam para os ataques serem dirigidos a países beligerantes. A Europa já compreendeu há muito que o tempo das guerras está ultrapassado. Quem as fizer sujeita-se a desaparecer do mapa.

Hoje a guerra é a da inteligência, do digital e é também esta que os EUA estão a perder, por isso prendem mulheres. O Canadá ajuda à infâmia.

China e Rússia já entenderam que só ligados poderão enfrentar o poderio militar Americano, que tudo faz para condicionar as capacidades Russas e Chinesas e forçar Sanções a que os países mais capazes e mais cultos sabem que não devem aderir para não serem engolidos por uma guerra devastadora entre três gigantes.

Os políticos e os Generais americanos podem ser muito voluntariosos, mas quando compreenderem que é o interior e todo o seu país que está ao alcance de mísseis nucleares, eles imediatamente modificarão a sua deletéria estratégia do fazes ou morres, tal como tenta obrigar o Irão e a China com sanções à empresa tecnológica Huawei.

Os políticos americanos habituaram-se a viver à custa dos outros países. A China e a Rússia começam a dar sinais de saturação de tanta ganância, arrogância e insensatez.

Dois exemplos: os EUA têm agências de Rating que fazem o que lhes é ordenado pelos poderes Norte-Americanos e a Europa, em vez de as substituir por agências suas faz o que lhe ordenam.

Sobre sanções são ainda mais radicais.

Europa obedece…vamos ver até quando.

Esta guerra comercial com a China, extremada com a prisão de Meng Wanzhou, diretora financeira da Huawei pode ser a queda do Império Americano.

Se Trump, os políticos e os generais não entenderem isto, há que lhes rezar por alma. Ninguém ficará preocupado. A paciência tem limites. A morte é o destino de todo o ser humano.

 

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C.S

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Sábado, 8 de Dezembro de 2018

Radicais Livres ...de audiências na Antena1

Já tinha deixado de ouvir os “Radicais livres” depois de muitas tentativas em aguentar a péssima dicção, o engasgar contínuo do digamos Carvalho e da tentativa de proteção do Jaime Nogueira Pinto ao colega de martírio.

Como hoje os radicais mudaram de hora, resolvi tentar, mais uma vez, regressar ao sacrifício na esperança de que o espetáculo tivesse melhorado.

Os assuntos são bons, mas muito maltratados.

O Ruben “eh, eh, eh…digamos” “quando houve, quando há” é um desastre. O Jaime, qualquer dia está igual.

O Ruben de Carvalho sente as dificuldades e mete a bucha salvadora: comunista. Na Antena1 ainda há uns restos. Ele apela comiseração, sabendo que ser comunista, hoje em dia, não dá saúde a ninguém, nem nunca deu, mas sem coragem, nem idade para onde ir, o Carvalho agarra-se a uma ilusão, a que 70 anos de URSS, não deu credibilidade.

Cunhal ainda formou uma seita com igual nome. O resultado está à vista: Portugal nunca mais se encontrou. Os portugueses deitam os comunistas pelos olhos. Nas últimas eleições não atingiram os 4 por cento de votação.

O Carvalho tenta sobreviver. Desde que não fique pelo gaguejo do eh, eh, eh e do digamos e acabe de maneira clara e audível aquilo que pretende dizer, não faz diferença nenhuma que se alcunhe de comunista.

Custa-me dizer isto. Não tenho nada contra o Jaime Nogueira Pinto nem contra o Ruben de Carvalho, mas é uma violência para os ouvintes, querer entender os assuntos que titulam e, tendo acabado de falar, pouco se compreenda. Também o riso, a graça e a má dicção comem três quintos do programa.

Estão como pretendem: livres de audiências na Antena1.

 

Anterior “Greves, egoísmo, ignorância, estupidez e abismo”

C.S

publicado por regalias às 13:17
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Greves, egoísmo, ignorância, estupidez e abismo

Por mais vezes que repita que as greves foram as grandes causadoras do fim da Primeira República e o começo da Ditadura Militar, os incompletos não entendem que ao fazerem greves se tornam subservientes à estupidez e, não tardará muito, que os escravos que as apoiam estejam no fundo do abismo.

A Revolução do 25 de Abril tinha todas as condições para ser um sucesso: País pacificado, alegre, bem-disposto; toda a gente com trabalho, aumento continuado de alunos nas escolas, teatros e cinemas sempre cheios, agremiações com bailes mensais e cofres a abarrotar de dinheiro.

O que aconteceu? A confusão instalou-se quando da chegada do maior pulha que Portugal já teve: Álvaro Barreirinhas Cunhal, um cobarde frustrado, um incompleto, que os camaradas comunistas endeusaram, sabendo que ele tinha apoiado e escondido todos os crimes da URSS. Era um dissimulado perfeito e asqueroso.

A ignorância, a inveja, a intriga e a subserviência são dos piores dos males. São sarna que contínua no Porto de Setúbal para que os Estivadores rastejem na miséria e Técnicos de Saúde transformados em cangalheiros.

O país perde competitividade, segurança e interesse. A dívida aumenta e a União Europeia apresta-se a terminar os subsídios para alimentar a gandulagem.

A Primeira República teve centenas de greves. Esta terceira República está perto de as ultrapassar. Inacreditável é que na Primeira República os grevistas eram tipos ignorantes, sem conhecerem letras do tamanho de uma casa, estes já sabem ler, têm televisão, rádio e telemóveis que não existiam.

O ser humano português não evoluiu, voltou a regredir por culpa do PC e do BE, antes chamado de UDP, que de maneira sonsa, demagogicamente empurram os mais frágeis para a desgraça e lhes prometerem o que sabem não poder dar.

Aquilo que está a acontecer nesta época de Natal de 2018, com a catadupa de greves e prejuízos incalculáveis pode ser o aviso final e os loucos ganhem finalmente juízo quando perceberem que as greves lhes agravaram as dificuldades.

 

Anterior “Sábado, Parque Mayer e os ditadores de enganos”

C.S

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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2018

Sábado, Parque Mayer e os ditadores de enganos

Felizmente que há centenas de milhares de pessoas que viveram no tempo do Estado Novo e são testemunhas de como era a vida, a partir dos anos 50. O movimento, a alegria e o desenvolvimento de um País que tinha saído de uma Primeira República, 1910-1926,  onde as greves, as revoluções e a miséria mais escabrosa era o dia-a-dia.

Agora que um mentecapto qualquer vem ligar o Parque Mayer a um ditador, que nunca existiu senão nas mentes sórdidas de comunistas parasitas e ignorantes temos de incentivar todos os jovens para estudar a Época do Estado Novo e verificar que o Parque Mayer, onde estavam muitos teatros de revista, se enchia todos os dias. As piadas contra o Governo e contra Salazar eram diárias tal como fazem hoje com Costa ou Marcelo. Leia-se a injúria feita ao Presidente da República quando da visita do Presidente Chinês, Xi Jinping por um Deputado do PSD.

Os boçais de antigamente continuam nos dias de hoje, e por isso existem dois milhões de pobres que rastejam por todo o país.

Em 1974, antes da beatífica revolução, tanto o desemprego, como os pobres eram residuais, hoje verifiquem os números.

Mas o maquinista do filme vem afirmar que o Parque Mayer era um lugar de liberdade, fora daí era o Gulag, não se podia falar. Os cobardes, ontem como hoje, não falam, mas ninguém lhes tapa a boca.

A mentira tantas vezes repetida, só pelos ignorantes é ouvida, por isso este coiso não passa de um pedante inconsciente que gosta que o vejam.

O desinteresse pelos filmes, pelos jornais e pelas revistas em papel são fruto das mentiras que divulgam.

A Sábado anterior trazia um texto que bem aproveitado seria ótimo para relançar uma revista, mas quem o escreveu devia ser a mulher da limpeza. A obsessão da ignorante foi bolsar uma série de idiotices, a começar pela capa onde diz ”Salazar Gastou milhões a branquear o Regime”, em vez de dizer: Salazar gastou milhões para salvar o País. A partir daqui e aproveitando-se de uma investigação de Vasco Ribeiro, que é bastante útil para enquadrar como a vida se processava, a ignara escriba só diz asneiras. Coitada, aquela ou muda de profissão ou será mais uma frustrada.

O mal nem é da pobre, o mal é dos ditadores de enganos, da cambada que tentou transformar Portugal num covil de ladrões, de sequestradores, de Ditadores fardados de incendiários que os sucessivos Governos não conseguiram travar.

Há uma esperança: Marcelo, Costa e Centeno.

 

Anterior ”Os velhos e o esquecimento”

C.S

publicado por regalias às 07:10
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2018

Os velhos e o esquecimento

Um dos grandes problemas dos velhos é esquecerem-se de tudo, menos do passado.

O passado, o bem e o mal nunca esquece. O dia, depois dos 80 anos, é um turbilhão de esquecimentos.

A maneira mais simples e menos preocupante de lidar com essas fugas mentais é não lhes dar importância.

Esqueceu agora, lembra depois. Pensa um pouco, não se aflige, senão isso torna-se doença e há muita gente que não lhe resiste.

Quando o assunto é muito importante nada melhor que o escrever pelos locais da casa por onde vai passar.

Ontem um dos meus netos, rapaz inteligente, trabalhador, fez anos. Para não me esquecer, além de ter colocado na agenda o seu nome, agarrei um daqueles blocos de notas amarelos Post-it, que as lojas chinesas vendem por poucos cêntimos e coloquei no ecrã do computador, no frigorífico, na mesa da sala de jantar, na porta de saída. Um exagero. Mas não me esqueci. Também não me devia esquecer porque além de ser meu neto, admiro a sua urbanidade, a sua frontalidade e a boa disposição. Mas teria de estar a pensar nele constantemente para não esquecer a hora em que o podia encontrar mais facilmente.

Cantei-lhe os parabém através do telemóvel e não me esqueci da letra que todos aprendemos em miúdos. Acrescento-lhe sempre mais umas frases de admiração e incentivo para gozar e respeitar a vida.

No entanto, no dia-a-dia tenho aí uns bons 16 ou 17 esquecimentos. Uns que me aborrecem e matuto neles, às vezes mais de dez minutos sem sucesso. Outras vezes vou de um compartimento para o seguinte e quando chego a meio já não sei o que vou fazer. Gozo comigo. Digo para os meus botões: estás velho. Olho para todos os lados e arranjo algo para agarrar e me contentar. Se nem isso encontro. Rio-me e trato de escrever ou ler, sempre com a ideia de aprender mais.

E o nome das coisas com que lidamos todos os dias, ou o nome dos amigos? Ficamos preocupados? Não podemos. Pensamos, pensamos e se não encontramos, no dia seguinte tudo volta ao normal e à recordação.

Pois é, isto de ser velho é muito interessante. Felizmente que podemos recordar as dificuldades do passado, ultrapassadas depois de alguns anos; a alegria, as festas, os teatros e os cinemas cheios. É uma felicidade que desejamos para os dias de hoje, para ficarmos mais sossegados pelos filhos, netos e bisnetos.

 

Anterior “Greves, Moody’s e três em linha é Portugal”

C.S

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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2018

Greves, Moody's e três em linha é Portugal

Portugal é o país mais feliz e mais louco do mundo.

É o paraíso para os turistas e para quem gosta de viver uma longa vida esparramado ao Sol deste Outono, às portas do Inverno, respirando o ar puro das montanhas e saborear com 23 graus o ar salgado de Faro.

Melhor que isto, nem nos sonhos!

Portugal é um país de turistas e para turistas. Não é um país a sério, mas Xi Jinping não brinca em serviço. Portugal esteve como convidado em Macau durante 500 anos, agora é a vez da China se instalar na Lusitânia.

Depois dos primeiros 37 anos de aflitos e de bancarrotas Sócrates lançou o grito do Ipiranga: a dívida não é para pagar… é para se ir pagando. Como ninguém o entendeu, Sócrates teve de assinar um Programa de Assistência Económica e financeira e deitar a toalha ao chão. O PIB batia os 7 por cento quando não podia ultrapassar os 5,9, mas em 1910 batera os 11,2 por cento.

Para agravar a situação, a agência de Rating Americana Moody’s atirou Portugal para o lixo, o que fez que Portugal entrasse em falência iminente e se tivesse de entregar nos braços da Troika formada pelos beneméritos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, que só em juros, este último, cobrava o dobro de qualquer dos outros dois.

E foi uma sorte. Segundo um amigo meu, Portugal aceitou e não bufou. Mas aprendeu…com o vexame dos três credores, se terem instalado em Portugal com comida, bebida e boa vida para não deixar as contas derrapar.

Posto Sócrates em lugar seguro, foi substituído por Passos Coelho que leva tudo a sério. Os transmontanos não são para brincadeiras. Troika é troica e trocos são trocos. Toca a trabalhar e a esfolar.

Hoje o país vive no melhor dos mundos. Cada um pode fazer as greves que entender. Dinheiro não falta…a dívida não é para pagar…

Três em linha vai ser um sucesso. Os técnicos superiores de saúde e do diagnóstico e das greves já desenharam a receita com a ajuda dos enfermeiros que vivem a soldo dos companheiros que lhes sustentam as mordomias; o Natal e a Passagem de ano.

Este país não é para trabalhar. É para gozar. Quem disser o contrário é tonto, como dizia o meu saudoso amigo José Pires Ramos.

 

Anterior “Jornais e revistas afundam-se nas notícias de enganos”

C.S

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018

Jornais e revistas afundam-se nas notícias de enganos

O desinteresse pela leitura no papel impresso aumenta à medida que vão saindo notícias sem conteúdo.

Às rádios e televisões pode-lhes acontecer o mesmo.

O tempo exagerado que a Antena1 dedica ao futebol acabará por diminuir-lhe a audiência.

Não é o futebol em si, os relatos. É a conversa escusada para além das análises do jogo. Sente-se que não há domínio de quem a dirige; ou por não saber ou por não se querer chatear.

Com os jornais e revistas passa-se o mesmo. Querem encher papel em vez de informarem, noticiarem com conhecimento e deixarem, uma vez por todas, de puxar para a direita ou para a esquerda como bois de cornadura mal cerrada.

As revistas quando trazem alguém na capa como chamariz e aquilo é um fracasso por estar mal estruturado ao apontar direções que são atos de valor mas que o jornalista, por sua alta ignorância desvaloriza, julgando que assim agrada a uma qualquer tendência; até pode agradar, mas aqueles que compraram a revista e se sentem enganados porque veem nela informações credíveis, mas péssima e mentirosamente enquadradas.

Os jornais esperneiam sempre à espera do milagre. Agora rezam a São Marcelo que lhes abra um postigo de esperança.

O Marcelo paga do seu bolso, ou quer que o povo lhe suporte a generosidade?

Marcelo também já começa a estar farto e velho de tanto beijocar. Mesmo com o apoio da Comunicação Social todos sentem que Marcelo precisa que o Costa ganhe a maioria ou que também dê à costa.

Jornais e revistas podem esperar pelas calendas gregas.

Há solução para o assunto? Há sempre solução, mas ela requer pulso, firmeza e hoje ninguém quer magoar ninguém. É tudo gente de vidro. Fazem tantos estilhaços que quem lhes quer bem é acusado de Ditador, de totalitário e de mais uns mimos que meia dúzia de espantalhos espalham aos quatro cantos e tudo volta à pasmaceira, ao sossego, à miséria.

Experimentem menos páginas, menos encher chouriços e tudo se pode recompor.

Mas com direções frágeis e tipos teimosos vai ser complicado.

 

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C.S

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