Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2019

Mais funcionários ou menos greves?

Depois do 25 de Abril, no tempo do PREC, em que o Primeiro-Ministro, era o Comunista Vasco Gonçalves, Portugal foi apelidado pelos outros países, de Manicómio em autogestão.

Passado pouco tempo e até aos dias de hoje tornou-se um país de ilusionistas para alcançar o Socialismo, onde toda a gente passa a trabalhar para o Estado e a depender do Estado.

O assunto não me faz confusão. Mas a ideia é surreal.

Desde 1960 que o país tem mantido a mesma população, com um aumento de cerca de 800 mil pessoas com a chegada dos Retornados, depois daquela Descolonização exemplaríssima feita pelo Soares de que ele ainda ouve pragas na tumba onde apodrece lentamente.

O que me confunde é que não tendo havido um aumento significativo da população, devido à quantidade dos que emigraram, o número de enfermeiros e médicos cresça desta maneira.

Ainda pensei que nos substituiríamos a Cuba e esta gente fosse encaminhada para a União Europeia que prefere fabricar carros, dedicar-se às ciências espaciais e profissionalizar gente em falta.

Antes do 25 de Abril que forneceu este país de velhos, os médicos eram muito menos, mas os suficientes para garantir a saúde dos utentes. Os enfermeiros, um pouco mais, mas em número reduzido, o suficiente para estarem em todos os hospitais que havia nos concelhos de Portugal.

Para dar um pequeno exemplo, no Liceu Nun’Álvares de Castelo Branco tinha um Gabinete Médico com o Dr. Alberto Trindade e duas Enfermeiras. Mas havia outros médicos como professores, o Dr. Carriço, professor de Ginástica e o Dr. Moura Pinheiro, avô de Paula Moura Pinheiro, a jovem que nos delicia, na Antena1 com o Programa “Visita Guiada”.

Devo ao Dr. Moura Pinheiro, o meu gosto pelas línguas; era professor de Inglês, ensinava com graça, saber e gosto. Ainda havia outro médico de que não me lembro o nome. Por carência de doentes eram professores.

Com estas recordações, muitas vezes me pergunto se a falta de funcionários, não será mais devido às greves do que à realidade que prolifera pelos serviços.

Quando há dias, o Ramalho entrou em greve de fome, disse-me um amigo, aposto que ele não aguenta três dias. Este tipo está habituado à boa comida, boa bebida e boa vida.

Apostei e perdi. O valente grevista ao fim de dois dias já tinha desistido sem honra nem glória para os Sindicatos.

Assim vai o barco. Valha-nos São Costa, São Centeno e o São dos Afetos.

 

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C.S

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2019

Ajudas envenenadas são sanções infames à Venezuela

Os beneméritos do veneno fazem o mesmo que os criminosos que invadiram e destruíram o Iraque, a Líbia e a Síria fizeram. Desta vez arregimentaram todos os políticos videirinhos para cobrir as suas infâmias e esquecer o que aconteceu no Vietname, no Iraque, na Líbia e na Síria.

Foram os Estados Unidos que, com as suas sanções transformaram a Venezuela num país pobre e com grandes dificuldades para lhe ficarem com todos os valores a preços ridículos.

Talvez nem Chaves nem Maduro tivessem medido, em devido tempo, o impacto que as sanções iam produzir num país que pensou ultrapassar as dificuldades com trabalho e algum sacrifício. Mas os opositores resolveram colaborar com a máfia dos países subservientes aos EUA e tentarem o quanto pior melhor.

Com a ajuda humanitária os insensatos envenenadores queriam impor o Guaidó como o Presidente marionete. Maduro que não é burro recusou o presente envenenado. Se querem um novo Presidente têm de negociar com Maduro, não com uns gajos que imitam um presidente e um ministro do exterior e aceitam que a Venezuela seja invadida e destruída.

Estes, são venezuelanos ou canalhas?

Trump há de fazer tudo para chegar ao fim do mandato e, por esse motivo a preocupação é grande. Mas Trump também sabe que se atacar e destruir a Venezuela como fizeram os chacais George W. Bush, e Barack Obama no Iraque, na Líbia e na Síria ficará com essa monstruosidade às costas.

Hoje, todo o mundo civilizado olha com desprezo e nojo para todos os carniceiros que mataram milhões desde o atrasado George W. Bush, Tony Blair, Barack Obama, Sarkozy, Cameron.

Trump tentará evitar alinhar ao lado das bestas humanas que matam sem se importarem com as consequências. Mas a história não os largará como tem feito a Hitler e a outros energúmenos que para mostrar poder e valentia sacrificaram os seus soldados e os inocentes que trucidaram com ferocidade em Guernica, Dresden, Hiroshima, Nagasaki etc.

A única ajuda humanitária que a Venezuela precisa, não são só alimentos e medicamentos, necessita que levantem as sanções.

A partir desse momento Maduro estará pronto a negociar, a fazer novas eleições escrutinadas, tanto por países da Esquerda como da Direita.

Experimentem pensar sensatamente. Evitem novos massacres.

Com tantos países com armas nucleares, o mundo vai acabar mal, mas se pudermos adiar o momento, todos agradecem.

 

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C.S

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2019

Venezuela, não é com vinagre que se apanham moscas

Depois da monstruosa ingerência americana ter instruído o Guaidó e este se ter intitulado Presidente contra tudo o que é Direito Internacional e contra a Carta das Nações Unidas, que a ser aceite violaria o que está estabelecido, o mundo entraria em roda livre, a Catalunha, a Escócia etc., poderão reivindicar o mesmo estatuto..

Se 50 dos países apoiaram a besteira americana, 148 dos 198 países não se manifestaram a favor da calamidade que a concretizar-se poderá ultrapassar o que aconteceu na Segunda Guerra Mundial.

O nosso Ministro dos Negócios Estrangeiros, o Santos Silva, que era considerado homem inteligente, destrambelhou.

Com tanta ansiedade em fazer bem, deixou de pensar pela sua cabeça. Trocou-a pela dos desmiolados e insaciáveis americanos que, como não se conseguem livrar de Trump, hão de arranjar maneira de massacrar um povo calmo e digno e sugar-lhe todas as riquezas.

O Costa bem podia ter aproveitado a última remodelação para conceder uns meses de férias ao Santos Silva. Era uma obra de caridade. Fazia-o regressar ao Governo quando ganhar as próximas eleições, já de maneira limpa e sem gozo.

À primeira, achei piada, apesar de ser amigo do Tó Zé Seguro. Mas o Costa não confia nos Seguros e até correu com o Jorge, o que não gostei, por ser jovem, inteligente, trabalhador, seguro e amante do seu país. Mas o Costa está na política de pé atrás.

Voltando à Venezuela verifico que o tipo, que a Antena1 para lá enviou, enche os números como entende. Havia um milhão de apoiantes do Guaidó, mas depois dos ferozes ataques dos Militares Venezuelanos só houve 282 feridos. As fontes credíveis reduzem o número para menos de 40. Dos mortos na fronteira do Brasil há 4, que os Venezuelanos afirmam com provas que não foram eles, mas alguém que quer que a guerra aconteça. O Guaidó, criança, imbecil ou traidor ao seu povo está a preparar-se para pedir aos americanos para invadir a Venezuela, a encher de mortos e Guaidó o seu Presidente.

Falta ter a coragem de propor novas eleições para todos os cargos na Venezuela e os observadores convidados sejam de todos os países e sempre em paridade em todas as urnas de voto. Não é com vinagre que se apanham moscas.

Aos Europeus pede-se inteligência. Aos EUA não se pode pedir contenção. Eles obedecem só aos seus interesses.

 

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C.S

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019

Aproveitar a inveja para saber imitar o invejado

Portugal continua mal por culpa de Governantes e de governados.

Por culpa dos primeiros que, por mais erros que tenham cometido, continuam sempre a repetir que fizeram tudo bem, embora os resultados sejam péssimos.

Por culpa dos segundos, que tal como os carneiros, aplaudem sempre os erros dos que estão no poleiro, à espera do ovo, que, para mal dos seus pecados, cai em forma de excrementos.

Há ainda uma terceira classe. A classe dos invejosos que são mais miseráveis e nojentos que a peste:

A corja de imbecis invejosos, frustrados e incapazes que, por tanto desejarem ser ou ter aquilo que invejam aos outros, paralisam mentalmente, odeiam, dizem mal de quem trabalha e progride na vida.

Mas estes animais inacabados, a quem falta a Luz do Espírito Criador podem, com um pequeno esforço, alcançar tudo o que os outros conseguem usando a pequena parte de inteligência que não está contaminada pelo irracional. Imitem aqueles que mais invejam, tentem fazer o que eles fazem e verificarão se são capazes ou não de atingir os objetivos dos invejosos sempre insatisfeitos.

Todo o mundo vive de imitações, se assim não fosse, e dou um exemplo que toda a gente conhece, a Internet e o desenvolvimento digital.

Quando depois de inúmeras pesquisas Tim Berners-Lee inventou a World wide web, conhecida como www, tudo se tornou ainda mais fácil, jovens em todo o mundo estudaram todas as capacidades que o sistema sem fio desenvolvido por Nicola Tesla lhes trazia.

Aqueles que poderiam invejar o trabalho dos pioneiros, aproveitaram os conhecimentos e cada um atingiu o inimaginável como o Facebook de Mark Zuckerberg ou Bill Gates, o fundador da Microsoft, e muitíssimos outros que aproveitaram o exemplo de quem sabe que nem o dinheiro nem a felicidade caem do céu.

Mais que invejar é preciso transformar esse sentimento negativo, rancoroso e sem sentido que inferniza a vida do invejoso e não atinge quaisquer objetivos se o invejado desprezar todo aquele que assim procede.

Viva a sua vida, não inveje. Não seja besta.

 

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C.S

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Domingo, 24 de Fevereiro de 2019

Venezuela humilhada defende a sua dignidade

Não é impondo regras estúpidas e criminosas a um país soberano que se atingem os objetivos humanitários e democráticos.

Nenhuma solidariedade pode ser humilhação.

Guaidó telecomandado por americanos já diz que todas as opções estão em cima da mesa.

O garoto inconsciente, que antes, por várias vezes falou em guerra civil, está a dizer o mesmo aos americanos. Entrem, matem, destruam, que aquilo que me interessa é ser Presidente.

Com esta encenação de ajuda de mão estendida e joelhos no chão, o Guaidó podia ter desencadeado um massacre que os militares de Maduro souberam evitar..

O carrasco americano decreta sanções que os países subservientes, à força bruta, são obrigados a seguir porque, de outra maneira, o tirano em vez de uma Venezuela, sufoca mais dez ou quinze.

Os palhaços, em vez de parar as sanções, enviam esmolas humilhantes. Não permitem que a Venezuela compre o que necessita, mas o monstro dá-lhe em troca do que pensa saquear, dez camiões com bugigangas, alguma comida e alguns medicamentos.

Este aborto mundial, com muitas qualidades, tem infelizmente enormes defeitos. A arrogância, a prepotência e a insensibilidade quando pretende experimentar novas armas e tirar proveito, nem sempre é bem-sucedido, como foi o caso do Vietname, bombardeado até à exaustão, desfolhado quimicamente, o que é um caso escabroso do que a bestialidade americana é capaz de praticar.

Sacrificou milhares dos seus soldados, e só quando compreendeu que os seus apetites não seriam compensados se retirou com graves sequelas, mas sempre teimoso, ambicioso, criminoso e sem vergonha.

Passados anos, já melhor e mais bem armado, com W. George Bush comete mais um crime colossal ao invadir e destruir o Iraque na companhia do mentiroso e subserviente inglês Tony Blair.

Não contente, com Obama, o francês SarKozy e o Inglês Cameron, invade e destrói a Líbia para lhe sugar o petróleo e deixar o país no caos.

Insatisfeito atira-se contra a Síria, com o mesmo gangue de criminosos. Enchem o Mediterrâneo de mortos e a Europa de refugiados, o que lhe irá causar insegurança enquanto o mundo existir.

Mas a Europa continua a obedecer e a alinhar com a loucura de um país que se arroga o direito de mandar em todos os outros.

A Venezuela está a ser preparada para o holocausto. É o cordeiro da Páscoa. Veremos até onde chega a cobardia de Europeus e Latino-Americanos ao não serem capazes de dizer não à besta da fúria e da guerra.

Tocam os sinos pelo mundo. Todos se preparam para o enterro dos povos e destes infames da ganância, do ódio e da estupidez.

 

Anterior “Aos velhos para não se sentirem tão velhos”

C.S

publicado por regalias às 05:10
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Sábado, 23 de Fevereiro de 2019

Aos velhos para não se sentirem tão velhos

Ria dos seus esquecimentos.

Não deixe que os esquecimentos tomem conta dos seus pensamentos para evitar que dessa maneira eles se tornem crónicos.Vai buscar uma coisa; esqueceu? Regresse ao local de partida.

Quando se quer lembrar do nome de um amigo ou de uma amiga e por mais que pense, não se consegue lembrar, insista e insista. Se mesmo assim não se lembra recorra ao Alfabeto. Comece pelo A, António, Antónia etc., todos os nomes começados por A; depois B Bernardino, Benvinda etc., Se mesmo assim não se lembrar, esqueça. Volta aos amigos quando tiver tempo ou à noite quando for para a cama. Como julga que não tem sono, volte a pensar no nome do amigo, amiga ou conhecidos de que não se lembrava. É tiro e queda, se não se lembra, o sono aproveita para se instalar.

Se é também o sono que lhe dá preocupações, além dos esquecimentos, leia um livro um pouco mais complicado do que o habitual, ligue a rádio em modo baixo e deixe-a arengar ou musicar como entender. Oiça, mas não preste atenção para não se espevitar mais.

O grave, grave ou aquilo que os velhos pensam de muito grave é o esquecimento dentro de casa. Fora é mais raro.

Dentro de casa pensa: tenho de ir buscar açúcar à cozinha, levanta-se e já não se lembra do que vai fazer. Sabe que vai à cozinha; vá mesmo, olhe para todos os lados, sem ansiedade, mas apalpando com o olhar todos os recantos. Vai ver que a lembrança acorda e o açúcar não escapa.

Quando está muito tempo sentado/a, a ler o jornal, um livro ou a fazer renda etc., não se esqueça que tem de andar. Se não o fizer enferruja. Tem de andar, nem que seja para ir à mercearia, ao supermercado ou dar uma passeata para que as dores nas pernas ou nas costas não apareçam de repente.

Quando se levanta da cama; com os pés fixos, rode o corpo para a esquerda e para a direita, seis ou sete vezes. Se as dores aparecem na ligação pescoço-cabeça, experimente, todos os dias, ao levantar e ao deitar, rodar a cabeça para a esquerda e para a direita, para trás e para a frente, durante 3 ou 4 minutos.

Para fazer a movimentação natural, sempre que vir um papel ou algo caído dentro de casa, apanhe. O corpo agradece.

Quanto à comida aproveite os produtos portugueses que ainda continuam a ser os mais sãos. Coma de tudo com regra. Sem muitas preocupações. Coma aquilo que mais lhe apetecer. Faça experiências com a comida, coloque maçã no arroz depois de cozido ou outra fruta para lhe dar outro sabor.

Se seguir estas simples sugestões verificará que ao chegar à velhice, por volta dos 75 anos parece um jovem ou uma jovem de 55. Os pequenos achaques só chegam cerca dos 81 ou 82. Continue a seguir as ideias aqui expendidas ou outras que experimentou e sejam melhores.

Goze a vida, que não a levará consigo.

 

Anterior “Inutilidade e parasitismo das greves”

C.S

publicado por regalias às 06:32
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2019

Inutilidade e parasitismo das greves

Entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de abril de 1976, a bandalheira e a roubalheira Democrática fez tudo quanto lhe apeteceu, desde ocupações de casas no Bairro da Boavista em Chelas, às casas do Bairro de S. João de Deus no Porto.

Com o louco comunista Vasco Gonçalves, empossado como Primeiro-Ministro tudo se agrava., os roubos e os disparates atingem o clímax. Por um lado tinha os militares com ele e por outro os trabalhadores da Cintura industrial; Barreiro, Almada, Seixal também alinhados no desvario.

Depois das eleições Legislativas de 1976 começaram as greves impulsionadas pelo Partido Comunista que sempre controlou sindicatos.

Se o país já estava mal, pior ficou. Os desgraçados já tinham delapidado grande parte da Pesada Herança que Salazar e Marcello Caetano tinham gerido com parcimónia para que nunca mais pudesse ocorrer o que tinha acontecido com a Primeira República. O resultado está à vista. A quantidade de greves é tão grande, nesta Terceira República, que a dívida aumentou para números descomunais.

Quem sofre? O Povo, todo o povo. E no povo estão os grevistas que perdem dias de salário e fazem perder aos Governos milhões e milhões de euros, por falta de produtividade, paralisação de transportes, escolas, hospitais, fábricas.

A inutilidade das greves para quem as faz é mais que evidente. Mas a ignorância insiste, em vez de encontrar outro método para atingirem os objetivos que pretendem.

Com 42 ou 43 anos de greves qualquer país estaria de rastos. Portugal com milhares de dias perdidos com as greves não pode, de maneira nenhuma, satisfazer quem, por inutilidade e parasitismo, continua a esfolar um tuberculoso sem dinheiro.

Todos gostariam de ganhar mais do que ganham. E é justo que pensem assim desde que trabalhem e produzam. Se não trabalharem e não produzirem o Estado não pode valer a ninguém.

Será que isto é assim tão difícil de perceber?

 

Anterior “Ramalho quer imitar Bobby Sands. Paz à sua Alma”

C.S

publicado por regalias às 05:52
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2019

Ramalho quer imitar Bobby Sands. Paz à sua alma

Muitos se lembram de Bobby Sands e de mais nove que morreram em greve de fome em Belfast, Irlanda.

O Carlos Ramalho mais umas centenas de enfermeiros grevistas têm sacrificado o país inteiro com a ideia absurda de que o Governo tem de fazer o que eles querem e pagar-lhes quanto desejam, mesmo que para isso tenha de sacrificar aqueles que vivem e morrem com menos de 50% do que eles ganham e passam fome de cão.

O Ramalho quis mostrar que é homem, que ele e os seus insensatos colegas é que sabem. Em vez de esperar mais uns meses querem forçar, um Governo esgotado, a dar aquilo que não tem.

Fazer-lhes compreender isto é perder tempo. O egoísmo é cego.

Ramalho, pensando convencer o Presidente dos afetos, resolveu fazer greve de fome à frente do Palácio de Belém; só que nenhum dos seus camaradas o acompanhou naquele gesto; e seria de grande impacto ver ali todos os enfermeiros que em vez de trabalhar andam a passear; todos em greve de fome tal como o Bobby Sands, mais nove companheiros que morreram magrinhos que nem caniços, mas sem que Margaret Thatcher mexesse um dedo para salvar quem matava outros.

Os enfermeiros da Legionella fizeram o mesmo. Estavam em greve. Socorrer como era seu dever não foi com eles. A partir desse dia os enfermeiros perderam toda a razão. Eles ainda não perceberam isso.

O Povo espera que o Governo não ceda a fantasias de egoístas.

O Sr. Ramalho quer morrer à fome e ao frio? Democraticamente ninguém o vai impedir.

Entre o Sr. Ramalho e os seus colegas que se estão nas tintas para as cirurgias, o desprezo do povo por aquilo que lhes possa acontecer é total. Só não ouve o povo quem não quer.

Bem podem encomendar homilias às rádios e televisões, que já ninguém vai na conversa.

Paz à alma e mais juízo aos grevistas, que querem ser tratados de maneira diferente dos outros trabalhadores que gemem, todos os dias, o pão que o Diabo amassou.

 

Anterior “A grande vantagem das remodelações”

C.S

publicado por regalias às 06:53
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

A grande vantagem das remodelações

A prática é a melhor escola.

E quando na prática já houve outra prática anterior ligada à política, aos meandros e aos segredos é ainda muito melhor.

As remodelações que espevitam os seus pares são aquelas que no futuro beneficiam o povo, evitam desperdícios e conseguem ainda superiores resultados nas suas decisões.

Tal como há muito venho defendendo, em livros e blogues, que os estudantes portugueses devem acabar os estudos ou estudar no estrangeiro, para que depois de essa experiência alcançarem o saber mais avançado e atual, da mesma maneira os Ministros de hoje, assim como os eurodeputados ao serem confrontados com novas exigências, rapidamente se destacam e são requisitados para os lugares mais importantes do mundo. São garantia de saber, trabalho e competência.

Podemos verificar isso pelos lugares de grande relevo ocupados por portugueses que antes serviram Governos ou foram brilhantes alunos nas Universidades estrangeiras.

Ao criticarem esta Legislatura pelas remodelações de dez ministros e 21 Secretários de Estado, durante o seu tempo de vigência, não se está a compreender o alcance destes movimentos.

Eu não sou socialista. Sou português. Voto no que governar bem. Os Governos eleitos devem ser criticados ou apoiados para que Portugal ganhe depressa o rumo que perdeu e que, até agora, só Cavaco Silva conseguiu bons resultados devido à sua frontalidade e sem nunca se preocupar com as críticas.

O António Costa, apesar da maneira invulgar como alcançou o poder e como deu a volta aos camaradas que equiparam o comboio, merece admiração pela vontade de acertar. Isso será recompensado.

O Presidente da República e o Ministro das Finanças também se têm mostrado coesos no apoio.

A última remodelação ministerial pode ser uma mais-valia para um futuro próximo. Se lhe faltarem valores e o Costa tiver a coragem de ir procurar os melhores fora do seu Partido então Portugal é capaz de resolver os seus graves problemas em menos tempo.

Costa é fruto de remodelações. A sua experiência é visível.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:34
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019

Cardeal Porras, o Judas Venezuelano

É impossível Governar um país quando todos os outros arregimentam a escumalha que o rodeia e outros bem mais longe, mas tão venais como os terroristas americanos, que não olham a meios para atingir os fins.

Agora até o Cardeal Porras, amigo do emérito Cardeal americano Theodoro MC Carrick, que o Papa expulsou da Santa Igreja por ser pederasta e pedófilo compulsivo e a Santa Sé já não comportar tanto paneleiro.

Perante tanto salafrário, Maduro deve deixar entrar a ajuda internacional e preparar a sua saída, de maneira que todo o povo esteja unido e sem derramamento de sangue.

O que aconteceu no Iraque, na Líbia e na Síria revela bem o carácter criminoso e sanguinário dos EUA para desencadear na Venezuela uma terceira guerra Mundial, da qual ninguém sairá vencedor, mas os mortos podem contar-se aos milhões.

Embora eu não seja socialista, nem comunista, acredito em Maduro e tenho afirmado isso mesmo. Mas perante a força bruta das bestas, que nada mais compreendem do que as suas vontades, é forçoso evitar mais este holocausto.

Maduro, determine as suas condições e a dos seus companheiros de defesa e venha até Portugal pensar na ingratidão dos homens.

Portugal já sentiu o mesmo aperto. Os tempos eram outros e Salazar, com muito trabalho e inteligência, resolveu a situação.

Esse Porras quase me tirou do sério.

Maduro, esqueça o Judas, oiça Putin e XI-Jinping e evitem a guerra.

 

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C.S

publicado por regalias às 11:25
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