Terça-feira, 30 de Abril de 2019

Hoje só é pobre e vive mal quem quer

O ser humano tem tudo para viver bem, gozar a vida, trabalhar, ganhar dinheiro, viajar, viver feliz e, às vezes, prefere a calhandrice, a politiquice de soalheiro em vez de saber saborear a vida.

Desde criança desconfiei do mundo onde tinha nascido. Os pobres eram imensos. Esse choque foi tão grande que a minha ambição era fugir do meu País para encontrar o lugar do bem-estar e da felicidade.

Eu nasci nos anos trinta do século vinte. Portugal tinha saído há pouco tempo da miserável Primeira República Democrática de pataqueira.

O tempo e as circunstâncias eram totalmente diferentes das de hoje.

A Democracia é idêntica. A mesma parvalheira, as mesmas facilidades que não aproveitam a ninguém. Isso já não acontece em países como a Noruega ou a Suíça.

A Democracia tem de ser tomada como um medicamento. Nem demais, nem de menos. De menos não faz efeito, demais resulta asneira.

Hoje, o ser humano tem tudo e continua pouco mais que miserável.

Se antes não havia as possibilidades dos nossos dias, hoje há tudo, mas o ser humano continua à espera que os Governos lhe metam a papa na boca.

Antes era necessário. Hoje não. Hoje só é pobre e vive mal quem quer.

A afirmação pode parecer exagerada. Mas eu testei-a. Forcei todos os caminhos desde os mais baixos, aos menos rentáveis.

Testei o ser humano, as suas capacidades, quando elas eram diminutas, a rondar o zero e cheguei à conclusão, que só não fazemos aquilo que queremos por desinteresse, às vezes por falta de um pequeno empurrão.

O conhecimento, através do ensino é o melhor meio para se atingir a igualdade, a liberdade, o bem-estar.

O Estado português tem tentado, mas um pouco atabalhoadamente e sem um empenho profundo. O empenhamento tem de ser total para o País dar o salto para o futuro com confiança e segurança.

Enchi-me de coragem para abordar este assunto quando ontem li a Newsletter mensal, "Inovação" de Edgar Caetano no jornal digital “Observador”, que sai na última segunda-feira de cada mês.

O impossível deixou definitivamente de existir. O ser humano, viva em Portugal, na indonésia, no Sri Lanka, em Moçambique ou na Guiné pode rapidamente aceder a todas as inovações que existem no mundo.

A China, os Estados Unidos e a Rússia em vez de desbaratarem centenas e centenas de milhões em armamento podem-no fazer em educação e conhecimento em todos os lugares do mundo.

Garanto-lhes que a gratidão dos povos será eterna assim como a vida do mundo. Caso contrário o tempo de vida para aqueles que têm tudo será idêntico àqueles que nada possuem por desconhecerem as letras e os números elementares para desenvolver nos seus países os algoritmos necessários ao seu bem-estar.

Se os países mais poderosos não pensarem neste assunto, o mundo terminará mais rápido do que Einstein demorou a escrever a célebre equação E=cm2.

 

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C.S

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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

Da Espanha de luto à Espanha fulgurante

A primeira vez que entrei em Espanha, o choque foi tão grande, que eu miúdo de seis ou sete anos não desejava estar naquele lugar.

Eu vivia na raia e meu pai, mais os amigos iam visitar outros companheiros e levar-lhes o que lhes faltava. Um dia levou-me com eles.

Era uma Espanha de negro, de escombros, de tristeza.

Cinco anos mais tarde, um tio meu foi destacado pela CP para Chefe da Estação dos Caminhos-de-Ferro em Badajoz. O filho é da minha idade. Como ele passava as férias grandes em minha casa, também quis ir passar uns dias com ele. Como meu pai tinha o seu trabalho disse-me que não me podia levar. Eu que gosto imenso de comboios e naquele tempo as máquinas deslumbravam-me com as chaminés fumegantes, elegantes e o pouca terra, pouca terra daquele barulho cadenciado, disse-lhe que eu podia ir sozinho.

Meteu-me no comboio na Estação da Fatela-Penamacor, falou com o maquinista e com o revisor e lá cheguei inteiro e feliz como um pardal.

A Estação de Badajoz tinha também alguns comboios, mais magritos que os nossos. Quando cheios de passageiros eram muito divertidos, faziam que andavam, mas não andavam, primeiro que arrancassem deitavam os bofes de fora.

Comecei a gostar. A Cidade, embora com bastantes casas destruídas já tinha um ar agradável, o pior eram as mulheres todas vestidas de negro, com ar sempre triste e incapazes de um sorriso ou de uma pequena caricia a miúdos portugueses sempre com um ar feliz nos lábios e à espera de uma laracha.

Foi a Espanha de 1945/46 que eu senti e que com o meu primo e naqueles comboios que adorávamos percorremos sítios tão distantes como Mérida. Duas crianças de 10, 11 anos e que apesar de a Guerra Civil ter terminado em 1939, viajavam até onde a luz do dia, dava para ir e voltar. A segurança no país era total.

Como o Blogue é pequeno tenho de me despachar.

Resumindo: apaixonei-me por Espanha. Durante a juventude esquadrinhei a Espanha de Norte a Sul. O escudo era mais forte que a peseta e os meus pais só tiveram um filho a quem faziam todas as vontades.

Anos mais tarde, estava com 42 e era Deputado no Parlamento Português, causei um escândalo imenso quando dos 262 Deputados votaram contra Espanha e só um votou a favor.

A Espanha que eu tinha conhecido de rastos tinha-se rejuvenescido, estava fulgurante, as pessoas já sorriam, falavam alto e descontraidamente, as cidades, vilas e aldeias tinham ganho vida e beleza. O progresso era evidente.

Podem dizer o que quiserem contra Franco. E com alguma razão, mas se não fosse o pulso forte do Caudilho e a inteligência dos Governantes espanhóis, aquilo que levou trinta anos a reconstruir teria levado sessenta e quem sofreria era o povo.

Nunca me arrependi de votar a favor de nuestros hermanos.

Depois das eleições de ontem espero que todos pensem no país de força e beleza onde vivem.

Arriba Espanha!

 

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C.S

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Domingo, 28 de Abril de 2019

Liberdade sem regras não é liberdade é caos

Estou convencido que 96 ou 97 por cento dos portugueses já compreenderam que liberdade sem regras não é liberdade. O número de eleitores tem vindo a diminuir todas as vezes que são chamados ao voto.

Outra consequência desta Democracia de liberdades desmioladas é que os votantes vão escolhendo os Partidos que lhes garantam autoridade e segurança.

Sugiro que passem os olhos pelos outros países e verificarão que a Esquerda de todas as liberdades ou muda de tática para cativar as pessoas ou só passa a cativar a vadiagem e todos aqueles que pensam que o quanto pior é melhor porque assim têm sempre a oportunidade de encontrar maneira de viverem à custa da barba-longa.

O Socialismo, quanto a mim, que só uma vez votei no Partido Socialista, acho que sem demagogia, com autoridade natural de quem Governa e com a liberdade própria do ser humano, estou de acordo com qualquer um.

Dizendo ainda de maneira mais simples. Qualquer Partido me serve desde que tenha uma estratégia e regras para Governar o País.

Prolongar a bandalheira dos últimos 45 anos é que não pode continuar.

O Centeno e o Costa têm dado sinais. Mais o Centeno que o Costa. Este hesita, torce; em vez de parar para pensar e só depois responder, diz o que lhe vem à cabeça.

O Partido Socialista da Suíça é um exemplo. Não é necessário inventar nada. Está lá tudo inventado, basta acertar o melhor método para cada povo e para cada país.

É certo que os portugueses têm um feitio desgraçado. Mas a bem dão a camisa.

Salazar fez deles o que quis. Aquilo que uns patetas chamaram de Ditadura foi a aplicação da Democracia Orgânica no Estado Novo.

O sistema deu tanto resultado e com tanto agrado que foi eleito “O maior Português de sempre”.

Quando quase toda a Comunicação Social fez campanha contra o Homem. Ele foi o único vencedor. Porquê? Porque foi inteligente, sensato, amante do País e honestíssimo.

Os atos eleitorais aproximam-se e os Partidos têm de meditar bem se vale mais continuar com os eflúvios demagógicos do Bloco de Esquerda ou com a sensatez das promessas viáveis para bem de Portugal.

 

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C.S

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Sábado, 27 de Abril de 2019

Sociais-fascistas-comunistas e a luta de roubos e farelo

A forma como ainda hoje os sociais-fascistas continuam a falar na sua luta que, por tão pequena e rafeirosa, ninguém dava por ela.

Para desmontar as suas facécias basta compulsar jornais e revistas tanto nacionais como estrangeiras e verificar que enquanto viveu Salazar a luta comunista foi zero. Foi farelo.

Os comunistas foram sempre uma minoria insignificante, que era sempre contida logo que havia sinais de algum estrangeiro a contactar indivíduos suspeitos de poderem prejudicar Portugal e os portugueses.

A prevenção foi mais importante que as prisões de vadios que se faziam passar por comunistas para não trabalharem.

E foi tão importante que Portugal tendo saído da Primeira República sem um tostão e com dezenas de milhares de pobres que percorriam o País de lés-a-lés, descalços, rotos e a pedir esmola, foi paulatinamente ganhando forças. Quando Salazar morreu, os cofres estavam cheios, o País tinha os campos lavrados e férteis, o comércio e a indústria eram pujantes.

Os comunistas que insistem em continuar a falar na sua luta, não é da luta entre 1926 e 1968 a que eles se referem.

E entre 1968-1974, com o Democrata Marcello Caetano também pouco ou nada fizeram. Quando atuaram tornaram-se criminosos.

Mas os sociais-fascistas continuam a insistir no fascismo porque lhes disseram que a palavra é tão agressiva que debilita sempre sobre quem é lançada.

Se ao princípio era assim, com o hábito já ninguém liga e o feitiço está a voltar-se contra o feiticeiro. Os comunistas já desde 1927 ou 28 eram chamados de sociais-fascistas pelos outros povos devido à violência e mortes dos próprios Russos, agora é o próprio PC que tem de explicar quando fala do Tarrafal e aí faleceram de morte natural uns quarenta presos, que o PC tinha proibido de sair da prisão e que Edmundo Pedro foi expulso do PCP, precisamente por ter tentado fugir. Só foi apanhado por ter sido denunciado por camaradas. Por estes factos pode ajuizar o que é este PC de luta.

Luta e cobardia, quando Álvaro Cunhal não enfrenta os que se lhe opuseram no 25 de Novembro.

Por tudo isto ou o PCP se dedica a assuntos sérios ou então tenha a coragem de se plasmar na sua totalidade no PS, a menos que queira acabar feio e caquético como as aventesmas que o representaram no 25.

 

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C.S.

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Sexta-feira, 26 de Abril de 2019

O melhor do 25 de Abril de 2019 foi o PORTUGALEX

Com um país de rastos, ninguém tem pachorra nem para ouvir elogios e muito menos insultos entre políticos gastos pelo sarro do tempo e das incapacidades. Vale o “Portugalex” na Antena1 às 07:55 e depois por volta das 12h20.

O “Portugalex” tem vários especialistas em assuntos económicos e segredos digitais, com destaque para o Professor Cavaco, mas trouxe ontem em homenagem ao 25 de Abril o conhecido Otelo, perito em Revoluções.

O especialista que depois de orientar as tropas do 25 de Abril e se tornar Comandante do COPCON, com a patente de General, ainda foi comandar as FP 25, um bando de terroristas que assassinaram 18 inocentes e roubaram centenas de milhares de contos.

O “Portugalex” recordou o terrível Otelo, brincando com um dos homens mais poderosos e perigosos depois do 25 de Abril.

O Otelo, depois das suas verídicas experiências pensa agora montar um negócio de franchising para levar o modelo Abrilesco a outros países.

A ideia até nem parece má. Se o Otelo já a tivesse vendido para o Sri Lanka o massacre não teria acontecido.

Aqui o 25 de Abril, fora as grandes sovas que os do MRPP apanharam no Ralis, penso que assacadas à revolução estão contabilizadas 3 vítimas.

Mas na brincadeira radiofónica o Otelo confessa que nas revoluções agora vão estar as mulheres, o que lhe vai causar enormes problemas pois ele tem duas.

O Programa termina com uma música dos resistentes revolucionários, de comes e bebes, cantada pelo Sérgio Godinho, que foi sempre um tipo que cantou pessimamente qualquer música. A que ontem cantou é um desastre de riso e boa disposição aliviou este 25 de Abril que 9 milhões já deitam pelos olhos.

Para meu azar e por ser guloso da Antena1, tive de ouvir entre as 19:10 e as 19h50 “O Esplendor de Portugal”. Os temas desenvolvidos foram razoáveis, mas as músicas escolhidas por dois companheiros de conversa são sempre péssimas, com exceção das do Ronaldo, que embora tenha o defeito de ser social-fascista ou comunista como se afirma, é o que escolhe as melhores músicas. Claro, são italianas.

O 25 começou com “A Mosca”, passou pelo “Portugalex”, ouvi o Esplendor e vou-me atirar ao Freud para pensar na minha ambivalência que me tem dado água pela barba.

 

Anterior “Antena1 coloca mistela Abrilesca e esconde mixórdia”

C.S

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019

Antena1 coloca mistela Abrilesca e esconde mixórdia

Como a Antena1 tem programas muito bons e outros péssimos, hesito bastante em dizer o que sinto.

É um amor de mais de oitenta anos. Difícil de quebrar embora as cantigas de uma escola criada para encontrar talentos seja uma autêntica mixórdia de gente esquisita em voz, letra, música e apresentador. É para fugir.

Mas há outros que valem a pena. Ainda na terça, 23, o “Ponto de Partida” apresentou um programa sobre Democracia que podia acender luzes nos desgraçados que vivem só com o farol detrás.

A Antena1 continua infestada pela seita que a ocupou no 25 de Abril e nunca mais a largou. Mas podiam fazer programas bons, úteis; diferentes destas músicas dirigidas, que não valem nada; estão na linha do 25 de Abril de1974, que foi um verdadeiro Flop, onde todos gozam com os Governos e quem acaba por ser gozado são os imbecis gozadores e todo o povo que geme por insuficiência. Eles comem tudo em jantaradas na Estufa Fria.

Até a Catarina se mete com o Marcelo, mas este sabe muito, caso contrário ela já o tinha comido. Para mostrar amuo a Catarina não quer ir à China com o Presidente. Marcelo também não se importa, prefere o pluralismo. Pode-a substituir pela Mariana.

Há sempre uma solução. A imaginação dos portugueses é infinita. Einstein afirmou que vale mais a imaginação do que o conhecimento; se Einstein disse, o mundo pode contar com os portugueses.

Só assim se compreende que os portugueses ainda continuem com este 25 de Abril de corruptos, de mamões, de salários mínimos que não dão para sustentar uma família de 4 pessoas durante uma semana.

O 28 de Maio de 1926 também feito pelos militares foi motivado pela fome e enorme miséria que demorou anos a acabar. A este se o Centeno não tiver mão firme teremos outro 25 mais capaz para endireitar o que está torto desde a nascença, mas que Marcelo acha que está para durar.

A Antena1 podia ajudar a solucionar todos estes desconchavos, bastava-lhe ter mais programas com valor, mesmo que eles tenham gente da seita desde que não se esqueçam que vivem em Portugal e trabalham para os portugueses.

Gostei do “Vejam bem” do Zé Afonso, cantado pela Bia.

Vamos esperar que o Centeno não largue o facho e o Costa o tacho.

 

Anterior “A ignorância elogia os erros e a miséria do 25 de Abril”

C.S

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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

A ignorância elogia os erros e a miséria do 25 de Abril

Miséria nas atitudes: nos roubos, nas provocações, na droga que era proibido proibir.

País de idiotas, que mesmo conhecendo todos os erros cometidos continuam nas rádios cantando loas à revolução permitida por Marcello Caetano que nunca imaginou que tanto néscio esvaziasse os cofres em pouco mais de um ano quando pensou que mesmo com erros que pudessem acontecer, haveria sempre cobertura para, pelo menos, dez anos.

Mas as rádios e aqueles que sabem como ganhar dinheiro fácil, iludindo o povo com meias verdades e grandes mentiras puderam sempre beneficiar de subsídios dos demagogos que assim tentam chegar ao poder e continuar no poder.

É um país de tristes pataratas que em vez de estudarem para compreender por que vivem mal e dizer mal de tudo, quando há greves e manifestações alinham com parasitas para assim passarem o tempo e esquecerem privações.

Nada melhor que depois do Golpe do 25 de Abril, que ninguém contestou porque o País não tinha desempregados no Estado Novo; os teatros estavam cheios e as pessoas que viviam felizes e descuidadas pensaram que a revolução que tinha sido permitida por Marcello Caetano iria ainda melhorar a situação do País.

Aconteceu precisamente o contrário quando Soares e Cunhal chegaram a Portugal e, com falinhas mansas, comeram os militares como quem come punhetas de bacalhau.

A partir do primeiro de Maio de 1974, a provocação dos sociais-fascistas, também conhecidos por comunistas foi diária. O país perdeu o rumo.

Das raras vezes que equilibrou depressa regressou ao desastre inicial e por esse motivo grande parte da população continua a viver com grandes dificuldades.

O desempregou aumentou imenso e os pobres, de miséria registados, rondam os dois milhões e seiscentos mil.

Como políticos e mentecaptos balofos e demagogos profissionais querem Não Apagar a Memória, vamos fazer-lhes a vontade e recordar a honestidade e o desenvolvimento de Portugal no Estado Novo e os solavancos desta estranha, corrupta e e demagógica, Terceira República.

 

Anterior “25 de Abril, liberdade para roubar, e matar com as FP 25”

C.S

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Terça-feira, 23 de Abril de 2019

25 de Abril, liberdade para roubar, e matar com as FP 25

Não Apaguem a memória do 25 de Abril. Celebrem as promessas de liberdade na miséria, os roubos de casas, Embaixadas e herdades. Celebrem as mortes das FP 25.

Em vez de celebrarem Oliveira Salazar que foi o Homem que tirou Portugal da miséria, das lutas, do caos, da imundície e dos assassinatos, António Costa vê-se forçado a inaugurar um Museu sem futuro porque o Governo, este e os outros nunca definiram uma estratégia viável para o país.

Podiam inaugurar esta mistela de ilusões e, mais tarde, outros com mais capacidade dar-lhe o destino que merece. Mas acrescentem um hotel rentável que pague o que continua a ser sonegado ao povo, aumentando a dívida, e talvez o museu seja menos sacrifício para as câmaras do que os estádios de futebol.

Inaugurem no forte de Peniche o Memorial aos 2510 clientes tão maltratados que alguns estão perto dos 100 anos.

O António Costa inaugura a placa comemorativa como se os aboletados no Forte, com bons ares e boa vista, fossem heróis.

Heróis de quê e em quê?

A placa devia escrever os seus feitos a favor dos portugueses e de Portugal.

Portugal depois de 45 anos de desespero gerou dois milhões de pobres, mais de 65 mil crianças em risco de graves abusos, de que o abuso sexual não é o menor devido à permissividade e à leviandade com que se fala nos direitos dos pervertidos sexuais.

António Costa pense nos dez milhões de portugueses. Nove milhões a viver com o credo na boca e novecentos mil ou um milhão a viver à custa da barba-longa.

Não apague a memória António Costa. É a melhor maneira de se fazerem comparações e desmontar toda a peça herói-trágica que estes 45 anos não conseguem esconder em bancarrotas, salvas com custos elevadíssimos, com megalomanias e tontarias totalmente disparatadas e corrupção generalizada.

Depois da esperança que Centeno trouxe com a sua capacidade e firmeza, os próximos quatro anos são cruciais para Portugal.

O senhor tem todas as cartas na mão. Espero que as saiba usar

 

Anterior “A invasão da Europa, os irracionais e Portugal”

C.S

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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

A invasão da Europa, os irracionais e Portugal

Salazar foi considerado o político mais sensato e inteligente do mundo. Leia-se Churchill e a análise e os comentários da Universidade de Oxford.

Ontem no Blogue “A Democracia dos Amarelos…” disse que Salazar já tinha alertado para o perigo da invasão árabe.

Fui procurar e na Revista "Espaço" de 1967 encontrei o artigo:

“Prof. Salazar: continuo a admirar a Rússia e os seus satélites.”

O artigo tem cinco páginas. Sobre a Europa diz:

“Sob o aspeto europeu, o mais grave da política norte-africana está em que o Mediterrâneo é demasiado estreito para se desenvolverem nas duas margens povos hostis. De modo que, se a evolução dos países do Norte de África se verificar como quase sem exceção até ao presente se tem verificado, em relações de inimizade em relação à Europa, essa evolução descuidadamente abandonada diminuirá a força da resistência europeia em toda a fronteira mediterrânea, e de maneira que poderemos considerar perigosa para a sua segurança.”

Acrescenta como a justificar os seus receios. “ Sabemos que pelos insistentes esforços da antiga Roma, foi destruída Cartago, e que a avassaladora onda árabe por ali passava há muitos séculos já em direção à Península Hispânica”.

A Europa voltou a estar mais uma vez no pensamento árabe. E desta feita muito mais consistente porque tem uma razão para o fazer; a extrema violência dos ataques ao Iraque, à Líbia e à Síria.

Os Árabes sabem que um ataque frontal não é possível. O sacrifício seria enorme e completamente desajustado devido ao sofisticado armamento da NATO, por esse motivo decidiram a via dos refugiados que a Europa tem de devolver quanto antes, mas ajudando sempre a reconstruir os países que os Americanos, os Franceses e os Ingleses destruíram.

Se isto não for feito rapidamente teremos um aumento de fanáticos terroristas que chegarão misturados com milhares de refugiados e que depois de algum tempo de se instalarem e verificarem os pontos mais vulneráveis atacarão vivendo a própria morte como a sua própria felicidade em nome de Alá e do Islão.

Portugal não pode viver descuidadamente. Todos devem estar atentos a movimentos suspeitos e colaborar com a polícia, caso contrário aquilo que agora aconteceu no Ceilão Português do século XVI e Sri Lanka de irracionais do século XXI pode por aqui acontecer.

Vale mais prevenir que remediar.

 

Anterior “Democracia dos Amarelos pode comer a França”

C.S

publicado por regalias às 06:52
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Domingo, 21 de Abril de 2019

Democracia dos Amarelos pode comer a França

A invasão do Iraque, da Líbia e da Síria despertou a fúria Árabe e os desejos, sempre contidos, de ocupar a Europa.

Depois da fúria veio o contentamento: descobriram a maneira mais fácil, e sem despertar suspeitas, de ocupar a Europa pacificamente.

Salazar alertou para esse perigo. Escreveu um artigo numa revista, que agora não me lembro o nome, mas vou ver se a encontro no meio da papelada, para justificar a afirmação em outro Blogue.

E, como é que o Iraque, a Síria e a Líbia, ajudados por outros países Árabes estão a tratar o assunto: enviando os milhares de árabes que fugindo dos seus países entram na Europa, aqui se fixam, aqui são sustentados na sua maioria e aqui irão abancar para sempre.

E o que é que os Coletes Amarelos têm a ver com esta gente? Parecendo que não têm nada, servem-lhes de cobertura. Estou convencido disso, mas posso estar enganado.

Mas se eu fosse árabe, multimilionário e com reservas de petróleo para comprar tudo ao meu redor e ainda muito mais longe, infiltrava-me na Democracia Amarela que quer tudo o que lhes vem à cabeça e mais o que é do Estado e dos comerciantes para causar o caos, a insegurança e a entrada dos refugiados.

É o que está a acontecer. O amigo árabe oferece ao amigo francês uns milhares de €uros para incendiar carros; outro oferece mais uns milhares para espatifar montras e roubar o que encontra, outro para fazer imposições inflamadas ao Governo, etc.,

Caso a ideia não esteja certa verifiquem as identidades dos Amarelos e saber se não são cinzentos.

Uma coisa é certa: isto não pode continuar. A França está a colocar em perigo toda a Europa e eu, ao meter-me neste assunto, não estou contra os árabes, estou contra o Ocidente que humilhou, devastou e matou centenas de árabes de maneira estúpida e criminosa.

Mas compreendo que cada macaco deve estar no seu galho. Os Europeus na Europa e os árabes na Ásia e no Norte de África.

Para que isto aconteça rápido e a bem é fundamental que EUA, França e Inglaterra, os que mais devastaram e mataram ajudem a reconstrução do Iraque, Síria e Líbia e paguem a viagem de regresso para os seus países às centenas de milhares de refugiados que por aqui vivem à custa do Estado Francês ou Alemão.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:58
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