Quinta-feira, 20 de Junho de 2019

Portugal adoeceu em 1974 e teve várias recaídas

A quantidade de depressões e doenças do foro psicológico que contínua a alastrar pela população que sofre do vírus espalhado por políticos, é inquietante.

Por mais que as centenas que beneficiaram com o aproveitamento da confusão gerada desde o PREC com a destruição do tecido empresarial, dos roubos de um milhão e duzentos mil hectares de terras, a Nacionalização de Bancos, Seguradoras, do incêndio da Embaixada de Espanha, dos assassinatos levados a cabo pelas FP 25, mostram bem que as ações da PIDE, comparadas com o que estava a suceder foram bem menos gravosas ao funcionarem como quaisquer outras Forças Policiais em todos os países do mundo. Comparem-se com a KGB da União Soviética ou a CIA dos Estados Unidos da América e imediatamente se chegará à conclusão que as polícias são necessárias para evitar o que aconteceu em Portugal.

A loucura instalou-se tão profundamente, que Portugal passou a ser conhecido como um manicómio ingovernável.

Aquilo que sucedeu entre 1974 e 1986 contaminou de tal maneira toda a população que os hospitais se encheram subitamente de doentes imaginários, mas que acabaram por adoecer verdadeiramente com Depressões e outras doenças associadas.

Portugal que era um País saudável e feliz passou a ser um Estado gravemente doente e decadente.

No antigo regime os médicos eram poucos. Muitos tornaram-se professores. A clientela não abundava. Hoje há tantos médicos como enfermeiros, e continuam sempre a aumentar e a fazer exigências exorbitantes.

Os doentes em vez de diminuírem aumentam e continuam a aumentar.

Esta situação de confusão geral não beneficia o povo.

Costa e Centeno são a grande esperança dos Portugueses, mas os políticos não querem perder o controlo do seu mealheiro e assistimos espantados à União da Direita e da Extrema-Esquerda para que a situação do país se mantenha por mais 45 anos até Portugal apodrecer desde o Minho até aos Açores e acabar como um pedinte esclerosado que morre ao completar mil anos de Nação independente, engolida pela demagogia e estupidez humana.

Costa, Centeno e Marcelo têm um trabalho imenso a desenvolver. A população está com os olhos postos neles. Se tiverem coragem de enfrentar as aves de rapina que, continua e repetidamente, têm confundido o cérebro dos Portugueses e provocado as doenças que os inibe de avançar na recuperação da confiança, Portugal morre atulhado de médicos, enfermeiros e Políticos.

Quando aparece alguém, de fora, a dizer que Portugal está no bom caminho, ninguém se ilude. São palavras de circunstância e agradecimento por mais uma condecoração.

Costa, Centeno e Marcelo, a decisão vai ser vossa.

A população Portuguesa ainda acredita em alguém que a possa tirar da doença que cada dia mais se espalha.

Por favor, usem a inteligência e a dignidade. Não fiquem na história com o mesmo rótulo daqueles que desgraçaram o país e o continuam a desgraçar.

Salvem Portugal!

 

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C.S

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Quarta-feira, 19 de Junho de 2019

Mais uma vez os EUA a caminho do Médio Oriente

Diz um ditado português, com alguma razão: “Tanta vez vai o cântaro à fonte que alguma vez lá deixa a asa”.

Os americanos quando estão aflitos com algum problema, em vez de descarregarem na retrete vão descarregar napalm, bombas e semear o caos e a morte onde calha.

Nos últimos anos, os árabes são o pião das nicas.

Foram os do Iraque, depois os da Líbia e a seguir os da Síria. Agora aprestam-se para despejar a tripa e as bombas sobre o Irão.

Os EUA até nem são esquisitos: pouco se importam que sejam Sunitas ou Xiitas, o que é preciso é descarregar a fúria da incompetência.

Neste caso, a incompetência tem a assinatura das próximas eleições.

Trump vai a elas mais por brio do que por vontade. Subiu ao cume do lugar mais apetecível do mundo e agora não sabe como descer com honra ou se vai incinerar milhões de Iranianos, perder na mesma as eleições e tornar-se igual aos chacais George W. Bush e Obama.

O Bom senso diz-lhe que é um erro muito grave. A mulher e os filhos também concordam que é um erro. Só o genro prefere uma saída em força e se possível com o maior holocausto de sempre.

O genro é judeu. Sofre do miolo. Enquanto não vir Israel destruído depois de ter acabado o seu poder de fogo contra o Irão, não descansa.

Trump acusado de milhentas ninharias está a ser forçado a atacar. Não sabe bem porquê, mas a Arábia Saudita acena-lhe com os contratos de petróleo em dólares e a compra de sucata em armamento.

Foi ali que nasceu Osama Bin Laden, nascido em Riad, amigo transformado em perigoso inimigo e abatido com palmas e vídeo em direto com Hillary Clinton a assistir. Isto não deu à senhora mais votos para o derrotar apesar de quase todas as trombetas da Comunicação Social encherem Trump com o maior número de vícios.

Trump está farto da Casa Branca e, se puder, não vai fazer mais guerras só para encher o ego de alguns e de sangue, muitos milhões.

 

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C.S

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Terça-feira, 18 de Junho de 2019

Liberdade para sacrificar milhões em benefício de alguns

O ser humano é tão complicado que eu passei uma vida a estudá-lo e chego ao fim sem o entender.

Nasci num País onde a miséria vagueava pelas ruas de mãos estendidas, pé descalço e o corpo coberto de farrapos.

Homens, mulheres e crianças eram o símbolo da tristeza e da fome tanto em Portugal, como em Espanha, como em França.

A fome e a miséria em Portugal tinham nascido na Primeira República, 1910-1926. Espalharam-se pela Ditadura Militar e cobriram uma parte do Estado Novo até 1955, altura em que voltou a alegria ao povo.

Na Espanha e em França, a fome e a miséria eram fruta das infames guerras. A Guerra Civil de Espanha, 1936-1939; e em França com a Segunda Guerra Mundial, 1939-1945.

Ao estudar estas catástrofes e as suas consequências verifico que a imensa China se desse ouvidos aos comentadores mundiais ainda hoje estava envolvida na confusão em que diversos líderes como Sun Yat-sen, Chiang kai-Shek e Mao Tsé Tung a encontraram e tudo fizeram para desbravar o caminho da prosperidade que ela disfruta.

A história é de sacrifício, persistência e sábia paciência.

Com Deng Xiaoping abre-se o mercado Chinês ao mundo. O país nunca mais deixou de surpreender.

Com mais de 1400 biliões de pessoas, o Presidente Yang Shangkun em 1989 não podia tomar outra atitude pelos acontecimentos na Praça Tiananmen ou Praça da Paz Celestial, caso os mortos tivessem sido 200 civis e mais 50 ou 60 Forças da Ordem ou atingissem outro número maior que o embaixador Inglês divulgou.

Mas quem acredita em políticos ingleses que veem o argueiro no olho do vizinho e não veem a monstruosidade cometida no Iraque, na Líbia e na Síria de conluio com os Estados Unidos da América?

Todos lamentamos as mortes, seja de quem for, e por isso os Tony Blair, os Cameron, os Sarkozy, os George W. Bush e os Obama, todos tipos repugnantes, que matam não para proteger os biliões que morrem à fome, mas que tomam a liberdade de os matar para roubar por malvadez e ganância de umas centenas de agiotas.

Liberdade é evitar as guerras e as mortes para proteger milhões. Liberdade não é, quando a demagogia levanta a bandeira dos seus interesses e faz uma chinfrineira descomunal por algumas dezenas.

 

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C.S

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2019

Escreva um livro para a posteridade e pense no regresso

Portugal tem um grande número de ricos que morrem desconhecidos e que trabalharam noite e dia para amealhar sem saber a quem deixar.

Muitos não casaram, outros não tiveram filhos. Desapareceram do mundo como se nunca aqui tivessem estado.

Conheci alguns.

Um deles a quem sugeri a ideia de colocar em livro a sua história, riu-se, disse que havia de pensar no assunto e em resposta encarregou-me de fazer uma sondagem sobre a possibilidade que ele teria de ser eleito Presidente da República.

Já aqui falei neste assunto e por esse motivo só acrescento a ideia do livro.

Fiz na verdade a sondagem e ela era baixíssima. Não tinha quaisquer hipóteses. Ficou muito aborrecido, quase zangado. Uns anos mais tarde telefonou-me e perguntou-me se ainda estava interessado em lhe escrever a biografia. Disse-lhe que sim. Combinámos o mês para o primeiro encontro. Ele faleceu três meses antes, mas deixou a este povo de trabalhadores, de poupados e de ingratos, 500 milhões para uma Fundação contra a cegueira.

Cegueira que leva o ser humano a não ficar para além da morte, contando aos que ficam como foi a sua vida; os erros, as virtudes e os desejos.

E é espantoso como os portugueses são extraordinariamente inventivos e ao mesmo tempo incapazes de reconhecer o seu valor e dizer como fizeram para viver a vida que levaram.

Conheci vários com grande habilidade e intuição que deixaram trabalhos notáveis a que não deram importância.

Dois deles, da mesma família, um desenvolveu duas debulhadoras excecionais para descasque de arroz; outro, numa oficina em França inventou uma chave, que deu origem a uma marca de chaves internacional. O patrão gratificou-o bem, sem ele exigir fosse o que fosse, mas o nome dele não consta como inventor.

Esta modéstia e desinteresse não faz sentido.

O ser humano não é um irracional sem história. O ser humano deve marcar a sua presença neste mundo e…se um dia cá voltar…reconheça na semente que lançou à terra, as suas recordações.

A força, o entendimento e o desenvolvimento do mundo são fruto destas viagens intemporais entre o sonho, o pensamento e a realidade.

 

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C.S

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Domingo, 16 de Junho de 2019

Português, Inglês e Informática o caminho do futuro

No século XVI o Português era a língua mais conhecida e falada no mundo. Depois da ocupação espanhola entre 1580 e 1640, foi perdendo estatuto.

Em 2019, o interesse pelo Português voltou a ganhar terreno devido a várias circunstâncias a que não é alheia a globalização e a força do comércio em países como o Brasil, Angola, Moçambique onde a língua portuguesa baila como o Sol encantado, delicado e sensível.

Na China, o ensino do Português nas Universidades aumentou, em mais de duas dezenas. Os resultados são espantosos.

Os chineses orgulham-se pela perfeição do que fazem e do que aprendem.

Há anos que os estudo e cada vez os admiro mais.

Mas a ideia do tema de hoje é dizer aos portugueses que, desanimados com a anómala situação vivida em Portugal e por esse motivo não sabem para onde se hão de voltar que o caminho do futuro está na Informática e em saber Inglês.

Quem sabe Inglês, Informática e Português pode viajar por todo o mundo e arranja emprego com toda a facilidade.

Também tirar um curso num Politécnico ou numa Universidade tornou-se muito mais fácil do que há uns anos atrás.

Os jovens portugueses têm de saber que nada cai do céu. Tem de haver um pequeno esforço para alcançarem tudo quanto desejam e, para isso, nem precisam de se privar dos seus tempos livres.

Eu falo sobre estes assuntos porque fiz imensas experiências, sem me preocupar se elas me eram prejudiciais. Mesmo que o fossem sabia que tinha possibilidades de, trabalhando, alcançar o sustento que me possibilitava o estudo.

Como amo, de maneira obsessiva, Portugal e os Portugueses sinto que tenho de fazer tudo para lhes dizer como podem ser felizes. Uma pessoa é feliz quando alcança tudo quanto deseja e sente que à sua volta reina o bem-estar..

Os portugueses são aqueles que podem ter tudo, porque no país e nas condições que lhes são oferecidas podem voar em todos os horizontes. Têm é de saber pensar e aproveitar as oportunidades.

Antes também podiam, mas era mais complicado porque não existiam as redes de comunicação que hoje existem: Telemóveis, Computadores etc.,

Apesar do Estado estar altamente endividado, a UE tem-lhe servido de capa e por esse motivo o ensino tem apoios que todos podem usufruir.

É isso que vos imploro: aproveitem o Inglês, a Informática e tirem um curso, mesmo o mais simples, mas creditado na União Europeia. O Português, que temos a sorte de falar, abre as portas de todo o mundo e do futuro.

Experimente. Garanto que não os engano, não sou político.

 

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C.S

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Sábado, 15 de Junho de 2019

Se as dificuldades são grandes a imaginação aumenta

Salazar dizia muitas vezes “Agradeço a Deus ter nascido pobre”.

Ao conhecer a vida difícil dos pobres, Salazar, tornou-se um dos políticos mais conhecidos do século XX.

A quantidade de políticos que vieram de propósito a Portugal para o conhecer pessoalmente e para lhe agradecer a maneira como soube conduzir a política de acolhimento de refugiados ao mesmo tempo que mantinha uma neutralidade de equilíbrio fizeram de Salazar um Homem de excecionais qualidades e um político impoluto que deixou um País próspero, quando o tinha recebido completamente desfeito, fruto das guerrilhas partidárias, das promessas não cumpridas, das greves e de mortes infames provocadas pela fome que nem a Ditadura Militar foi capaz de suster.

Salazar agradece a Deus a sua pobreza que o faz entrar num seminário para o qual não tinha vocação, mas onde brilhou como aluno. Aí a sua inteligência aumentou.

Quanto mais aprendemos e sabemos mais a inteligência aumenta. E aquilo que normalmente não afaga os menos favorecidos pelos bens materiais é dado pelo estudo.

Salazar ao tomar conta das Finanças, dois anos depois da Revolução de 28 de Maio de 1926, sabia perfeitamente que para recuperar da escandalosa miséria em que viviam os portugueses, primeiro, tinha de lhes dar de comer para terem forças para trabalhar, segundo, tinha de lhes dar emprego, terceiro, a instrução era fundamental.

Como mais de 70% eram analfabetos e poucos gostavam de ir à escola, arranjou uma maneira simples de os obrigar a ler e a escrever. Todos os que iam para a tropa e queriam subir ou entrar para o serviço público tinham de frequentar as escolas nos quartéis. Ao princípio muito simples, depois transformadas em escolas regimentais e que forneceram todos os serviços públicos. Desde as tesourarias, a Guarda Republicana, a Guarda Fiscal e todos os serviços de Estado.

Conheci muito desta gente que nunca esqueceram Salazar.

As dificuldades aguçam o engenho, que é como quem diz alargam a inteligência. Veja-se o caso da Holanda. Muitos dos holandeses que a fizeram próspera eram judeus portugueses. Transformar uma terra de pântanos e em muitos lugares, alguns metros abaixo do nível do mar foi uma tarefa de gigantes. Gigantes com grande inteligência.

Perante todas as dificuldades, com que hoje nos confrontamos nunca podemos desanimar.

Vencer a vida e as dificuldades é vencer a própria morte.

Ao viver temos de saber colher os frutos e lançar as sementes para o futuro.

 

Anterior “Museus da resistência e a liberdade do engano”

C.S

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019

Museus da resistência e a liberdade do engano

A resistência dos comunistas nunca foi resistência nenhuma. Eles sempre foram uns cagarolas.

Que resistências fizeram a Salazar? Nada. Quando acontecia algo mais mexido, aquilo que tinha acontecido era que um bufo do PC tinha denunciado camaradas e a PIDE investigava, o que é a função de qualquer polícia. Leia-se o que existe de polícias nos países da União Soviética, país do sol do canalha Cunhal que falava de liberdade e viveu no país onde a Ditadura e a falta de liberdade provocaram mais de cinquenta milhões de mortos.

Liberdade e segurança havia em Portugal. A maioria das casas tinham sempre a chave na porta e podia-se andar pelas ruas até de madrugada. Experimente fazer isso hoje.

Para chamarem a atenção para um Partido desacreditado, de vez em quando lembram-se da resistência e da liberdade do engano onde muitos caíram depois das festas da revolução que prometia tudo, mas pouco ou nada fez.

Comparem-se os investimentos em Portugal depois que Salazar se tornou, por convite da Ditadura Militar, Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) com aquilo que foi feito desde o 25 d Abril, apesar de terem os cofres cheios, centenas de toneladas de ouro e biliões de euros vindos da União Europeia.

Salazar partiu do zero, teve de reconstruir um País que tinha saído da mais miserável das Repúblicas e com milhões de pobres.

A Ditadura Militar entregou-lhe, primeiro, as Finanças e depois a orientação do País. A estratégia seguida foi tão perfeita que a partir de 1950, depois de ter resolvido a parte social, a parte industrial foi um desígnio com os Planos de Fomento.

A alegria voltou ao País. As marchas populares apareceram em 1958, o Turismo foi mais um polo desenvolvido no estrangeiro com o apoio das Casas de Portugal em Inglaterra, França e Suécia onde estive e verifiquei os movimentos de gente que queria visitar Portugal que tinha sido, o único, Porto seguro para todos os refugiados que fugiram às rusgas e aos campos de concentração nazis.

Façam os museus que os comunistas pedem e compare-se a sua resistência à inteligência com a resistência ao roubo, à corrupção, ao engano e à estupidez que destruiu industrias e semeou a fome em mais de dois milhões e meio de portugueses nos dias de hoje.

Façam-se os museus comparando um regime e outro e as polícias políticas dos diferentes países.

 

Anterior “Alunos, indisciplina e amor ao ensino”

C.S

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2019

Alunos, indisciplina e amor ao ensino

Em 1973, no tempo em que Portugal era feliz e sonhava ser um dos países mais prósperos da Europa, os alunos tomavam atenção às aulas e havia disciplina nas turmas. Os professores adoravam ser professores e ensinar, para que, um dia, os alunos fossem melhores que eles. O mundo evoluía.

Veio o 25 de Abril trapalhão, egoísta e vigarista. Foi decretado que era proibido proibir. A Liberdade seria total, promessa de políticos dirigidos por um estúpido frustrado, chamado Cunhal e acolitado por uma cambada de lacaios que gritando liberdade atiraram a juventude para o descontrolo e a libertinagem.

Em 1974 era professor em Tomar. Vivi todo o abandalhamento do processo revolucionário, mas não lhe sofri os efeitos nas minhas aulas.

Os jovens dos últimos anos, aproveitaram o incentivo dos humanoides falantes faziam comícios pelas salas de aulas. Nunca fizeram nas minhas.

Quando pediam licença para entrar e catequizar os mais novos com a cartilha revolucionária, só levantava o braço e apontava-lhes a porta. Alguns barafustavam. O Pocinho, bastante inteligente tentava argumentar. Respondia-lhe: manda cá o teu pai para entender o que dizes.

Os dois anos a seguir à revolução correram bem. Infelizmente fui eleito Deputado sem esperar. Tinha aceitado concorrer em segundo lugar depois de muito massacrado. O CDS não tinha elegido nenhum Deputado em 1975. Era lógico que em 1976, depois de todos os insultos e ameaças, o resultado fosse idêntico. Não foi. Elegeu 42 Deputados. Tive de deixar a escola. Passados quatro anos, quando regressei o assunto era mais grave. Com os alunos nunca tive problemas apesar de manter a mesma atitude.

Na Ucrânia, na Rússia, na China, na Alemanha, na Suíça e em países civilizados os alunos sabem que estão na escola para aprender.

Como se consegue este resultado? Amando os jovens como se amam os nossos irmãos ou os nossos filhos.

Desde o primeiro dia de aulas, os alunos têm de perceber isso.

O Professor nem pode mostrar timidez nem stress. Amor. E o amor tem palavras essenciais. Evite aplicar a palavra não. Peça sempre por favor, diga obrigado, com licença, faz favor. Durante as aulas não mostre muitas vezes os dentes, mas tenha sempre uma cara amiga.

Um aluno está com o telemóvel. Faça-lhe uma pergunta sobre um assunto diferente e diga-lhe: desculpa. Guarda o telemóvel faz favor e responde ao que perguntei. Depois da resposta, diz-lhe: durante as aulas os telemóveis ficam sempre guardados. Os pais se quiserem que os professores tenham outra atitude devem cá vir e assinar uma declaração sobre os telemóveis.

Se o aluno quiser falar sobre o assunto, responda-lhe: agora temos de acertar os planos para as aulas. No intervalo podes conversar comigo.

A firmeza, sem frases negativas e com boa educação, em todas as situações resulta sempre. Os miúdos não são estúpidos.

 

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C.S

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019

Bento de Jesus Caraça e a Matemática

Quando penso que, quando muito jovem, tinha prometido a mim mesmo nunca fazer erros que prejudicassem os outros e, pelo contrário, espalhar o bem naturalmente, verifico hoje que os erros cometidos foram demasiados e sem pensar que os estava a praticar.

A vida é tão estranha que passei grande parte dela a esquadrinhá-la para saber o que vim fazer a este mundo e o porquê de tanto erro e tanta desigualdade entre os seres humanos.

Uma das minhas grandes desilusões foi nunca ter conseguido perceber a matemática. Ou era dos professores ou era de mim.

É verdade que não estudava com afinco. Não entendi a matemática desde início e nunca mais foi disciplina com a qual eu acertasse o passo. Passava, mas a minha frustração foi aumentando.

Sempre pensei que a matemática me ajudasse a compreender melhor a vida.

Sempre que via um livro de matemática que folheasse e entendesse qualquer coisa, comprava.

O último, da Biblioteca Cosmos, tem o título “Conceitos Fundamentais da Matemática” e é de Bento de Jesus Caraça.

Estou deliciado. Pela primeira vez estou a saber aquilo que queria compreender para me lançar nos números profundos.

Já deixei o Chinês e o Russo que me serviam para aprender e descansar de outras tarefas que me absorvem o tempo.

As línguas foram sempre o meu escape para descansar. O trabalho desde as cinco, seis da manhã até às vinte e três horas tem de me manter bem disposto e subir a montanha até ao dia em que desça à procura do infinito que aqui não consegui encontrar.

Bento de Jesus Caraça vai ser certamente a última esperança para o meu insaciável conhecimento.

Depois deste Blogue vou mastigar todas as ideias e caminhos para entender finalmente os segredos da Matemática e, quando morrer, morrer feliz porque a minha ignorância diminuiu e posso morrer descansado.

Como é simples ao ser humano encontrar a felicidade.

Obrigado Bento de Jesus Caraça.

 

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C.S

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Terça-feira, 11 de Junho de 2019

Gandulagem goza os Governos e os portugueses

O País está em derrapagem constante desde há 45 anos e nenhum Governo teve a sensatez e a coragem de pôr cobro a esta morte lenta de um país com 978 anos de independência e com as fronteiras fixas há mais tempo na Europa e provavelmente no mundo.

A gandulagem que tomou conta de Portugal desde a desgraçada revolução do 25 de Abril de 1974, ainda não largou a febra. Os Governos, com desculpas ou sem desculpas, não têm conseguido resolver a situação. Por esse motivo são todos acusados de defender os seus próprios interesses e a grande corrupção.

A Gandulagem comunista às ordens de Cunhal e a gandulagem da UDP, depois transformada em Bloco de Esquerda fizeram e continuam a fazer o que querem utilizando uma Democracia sui-generis, e os Sindicatos uma política de terra queimada com o estribilho da defesa do povo. É uma fraude de todo o tamanho. O povo está a viver cada vez pior.

Desde que os comunistas destruíram todo o tecido industrial e ocuparam um milhão e duzentos mil hectares de terras com a proteção dos militares, alguns dos quais ao integrarem as FP 25, mostraram que o roubo e os 18 assassinatos cometidos eram os seus desígnios do bem-fazer desta revolução de incompetentes.

A seita Comunista e Bloquista apostaram em destruir Portugal. Cunhal e outros do mesmo quilate ao fazerem a primeira investida no PREC, não tendo conseguido levar a sua avante, não desistiram. Os Sindicatos têm-lhes servido de pelotão destrutivo. São as greves nas Maternidades, nos Hospitais, nos Transportes, nas Escolas e em todas as Instituições onde a ignorância e o desespero pelas situações anteriormente criadas por esta gandulagem que tem à sua frente tipos que foram trazidos da ralé e os misturam com os cabecilhas. Desse modo influenciarem os mais estúpidos a apoiá-los, convencidos que vão ganhar alguma coisa.

Quando a seita afirma que os aumentos foram eles que os conseguiram até pode ser verdade. Aumentos de 10 euros, enquanto os cabecilhas se aumentam 500.

O País está a saque. A mentira e a corrupção tornaram-se as cores da Bandeira Nacional.

E ninguém tem vontade de gritar: viva a peluda! O povo já está mais que pelado e escaldado.

Ou Costa e Centeno se impõem ou Portugal acaba sem honra nem glória.

 

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C.S

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