Quarta-feira, 31 de Julho de 2019

Regionalizações, hesitações, referendos e política

João Lopes Porto considerava João Cardona Cravinho um homem honestíssimo e dos políticos mais inteligentes que ele conhecia.

O João Porto era do mesmo quilate: não vergava perante um desaforo feito a um colega de Partido.

Quando Freitas do Amaral me fez um processo, que perdeu, o João foi o único que me defendeu e justificou a minha atitude, quando o CDS ajudou a derrotar Nobre da Costa.

Eanes, no dia anterior, tinha-me dito, com aquele à vontade de Beirão: “já tenho Primeiro-Ministro, o teu patrão vai votar Nobre da Costa”.

No dia da votação, Freitas, ordena ao Grupo Parlamentar para votar contra. Disse-lhe imediatamente que votava por Nobre da Costa.

À Noite, na altura da votação, o Freitas lembrou-se do que eu disse, veio à minha bancada e perguntou-me: “vota connosco?” Não. “Então saia”. Não saio. O grupo viu o chefe tão aflito que me envolveu. Cada um implorava que saísse. Perante a avalanche de vozes de bons amigos, saí. Mas quando me preparava para abandonar a Assembleia na companhia do Padre Anselmo Borges a quem eu dava boleia até Tomar, a Secretária veio em corrida pedir-me para não abandonar o Parlamento pois havia uma reunião a que tinha de assistir.

Depois da votação e derrota de Nobre da Costa entrei no areópago onde fui surpreendido com o processo apresentado pelo Presidente do CDS.

O prélio durou até às cinco e quarenta da manhã. Freitas tinha sido derrotado, com votação de braço no ar, para ter a certeza que ganhava. Perdeu. Eu não fiquei contente. Admirava Freitas do Amaral pela sua inteligência, saber e memória fabulosas, mas era um mau estratega. O Padre Anselmo Borges tinha seguido as discussões em voz alta. Ele estava sentado junto de uma porta da sala do CDS. Tive de lhe contar o que aconteceu sob juramento. O assunto era secreto. 

No Clube dos Empresários, num jantar de consagração ao vencedor das Presidenciais com 46,31% na Primeira volta; mais uma vez, perante os rasgados elogios ao candidato da vitória certa, levantou-se o surdo a estragar a festa. Fiz uma pequena alocução demonstrando que ele podia perder. O Dr. Proença de Carvalho veio ter comigo e perguntou-me onde estava a minha certeza. Respondi-lhe que o Professor se queria ganhar tinha de falar comigo.

Algum dos que me lê, falou comigo? O Professor também não. Perdeu.

O Problema do Freitas era só falar com os Generais. Mas são os sargentos e furriéis que arrastam as tropas para o combate.

O Engenheiro João Cravinho, homem que o João Porto nunca esquecia de trazer à baila quando estava com ele na Cidade invicta, é na verdade de toda a confiança para liderar a Regionalização.

É certo que João Cravinho, não conseguiu levar avante a sua luta contra a corrupção e por isso deixou a nave de loucos, que rejeita os mais capazes.

O povo hesita porque deixou de acreditar. Deu o sinal quando rejeitou, em referendo, a regionalização e mais tarde elegeu o Dr. Oliveira Salazar como o maior Português de sempre.

Será que os Governantes são cegos, surdos e burros perante os avisos do povo?

Com João Cravinho acredito que a Regionalização vá avante, mesmo que algumas vozes discordantes pensem que o País é pequeno demais para estas mordomias. Esquecem a Suíça que é metade de Portugal.

Óculos, juízo e vontade de trabalhar é aquilo que falta.

 

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C.S

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Terça-feira, 30 de Julho de 2019

Antena1 em queda livre no Verão

Quando os políticos falham, a Comunicação Social podia fazer um esforço para compensar a pepineira política que tem devastado o país desde o disparatado 25 de Abril que foi comido precisamente por políticos e Comunicação Social alinhada com a Esquerda mais estúpida ao cimo da terra e por uma Direita de bastardos que estudavam os animais à solta e pensavam a melhor maneira de lhes comer as papas na cabeça.

E comeram, mas tiveram de dividir o bolo.

Os grandes corruptos são da Esquerda e da Direita. Os pequenos, idem, idem, aspas, aspas com os da Estrema Esquerda a comerem os restos. Alguns até nem eram desprezíveis. Viu-se o que aconteceu à Embaixada de Espanha cujas baixelas foram pagas a preço de ouro pelo Governo português.

Esse fogo também saiu caro, mesmo sem golas demagógicas de patetas que têm telhados de vidro tanto uns como outros.

Em descaramento, tanto à Direita como à Esquerda, ninguém lhes leva a palma.

Ainda havemos de assistir a eleições onde só aparecerão os candidatos.

O povo está farto destes palhaços de rua, que não têm graça e que têm causado a desgraça de Portugal e dos portugueses.

A Antena1, que tem belíssimos pequenos programas, podia fazer a sua reposição para benefício de jovens e adultos que, como não estão para ouvir canções de mensagens hibridas, fecham a rádio.

É por esse motivo que os mais velhos têm saudades da Emissora Nacional, onde tudo era ensinado, lido, dito e cantado de maneira natural.

Os locutores eram venerados de maneira entusiástica, símbolo de agradecimento e alegria pelo que transmitiam.

Um dia ou dois antes do 25 de Abril, a Maria Leonor esteve em Tomar onde foi apresentar o Carlos do Carmo. A multidão que a foi cumprimentar e beijar era tanta que ela pedia por tudo para a deixarem começar o programa, o que conseguiu porque os amigos que conhecia em Tomar convencerem os admiradores a afastarem-se para ela poder trabalhar e o Carlos do Carmo cantar.

Portugal não pode continuar com tantos mixordeiros políticos.

A Comunicação Social tem uma palavra a dizer.

 

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C.S

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Segunda-feira, 29 de Julho de 2019

Amam Portugal Democrático? Entrem nos Politécnicos

Todas as ideologias são boas, mas quanto a mim todas têm os seus pontos fracos.

A Democracia Orgânica, de Salazar, é a que mais me seduz. Era a mais capaz para beneficiar o ser humano, segundo o meu pensamento.

Mas deixemos as minhas preferências e vamos salvar Portugal com a Democracia que temos. Bem aproveitada até seria razoável e não haveria tanta gente a lamentar-se e dois milhões e seiscentos mil pobres a sofrer.

As Democracias pretendem sempre a melhoria de vida dos povos. Em Portugal vemos que não é bem assim.

Mas podemos modificar o estado em que Portugal se encontra se os jovens e os menos jovens se matricularem nos Politécnicos ou nas Universidades.

E Isto porquê? Porque Portugal está integrado na União Europeia onde se exige um curso superior. Viver nesses 27 Estados é o mesmo que viver em Portugal. Até as viagens de avião para França etc., são mais baratas do que ir de Braga a Faro de comboio.

Os cursos, hoje, são dados de maneira que os alunos aprendem a raciocinar. É na prática, depois de sair dos Politécnicos ou das Universidades que as pessoas que aí estudaram vão demonstrar as suas capacidades. O espírito ganha mais inteligência com a aprendizagem.

Experimente ver na Internet o que é oferecido nestas Escolas de Ensino Superior e verificará que não se arrepende. Deixe o comodismo e o medo. Basta um pouco de vontade.

Um jovem de Portalegre e que até aos 27 anos não tinha pensado em estudar entrou no Politécnico de Portalegre. Saiu licenciado este ano. Devido à sua experiência têm incitado os portugueses a fazer o mesmo.

O David Paiva escreveu o livro “Portugal conta com os Politécnicos” onde relata como era a sua vida antes e como ele se modificou.

Por esse motivo aqueles que amam o Portugal Democrático dos nossos dias devem demonstrar que querem o país feliz e próspero onde toda a gente possa viver bem, sem o Governo andar continuamente de mão estendida a pedir ajuda à Europa onde falta gente qualificada.

Vamos. Nada de preguiça e de incultura que cria verrugas, ignorância e mexericos que só prejudicam os portugueses.

 

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C.S

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Domingo, 28 de Julho de 2019

Políticos de Esquerda e Direita derrotaram o 25 de Abril

Há pessoas que naturalmente admiro pela sua inteligência, conhecimento e memória fabulosa, mas que me causam mal-estar pela sua incompetência em lidar com o povo.

Portugal teve homens de muita capacidade depois do 25 de Abril, mas que nunca quiseram transformar uma Revolução de políticos alienados em salvadores de um país, que podia seguir a ideologia política que entendesse, mas que nunca poderia transformar Portugal num manicómio de pedintes e de libertinos que destruíram o Portugal desenvolvido que Salazar e Marcello Caetano criaram com alguma dificuldade e sacrifício, mas com objetivos sociais e de grande desenvolvimento.

O descaramento dos imbecis, apesar de inteligentes e cultos, ao aproveitarem-se da situação com uma frase “Se não os posso vencer, junto-me a eles”, é do mais sórdido e infame que conheço.

Maior egoísmo, estupidez e inconsciência não podiam ter existido neste Portugal maravilhoso, de gente simples e crente no palavreado demagógico de facínoras, bastante arrogantes com os mais fracos, mas subservientes com os mais fortes em gordura e lábia.

Fascistas ainda não conheci nenhum, a menos que aqueles que prenderam ou mandaram prender com mandatos de captura em branco, expulsaram docentes das Escolas e Universidades, que processaram e mandaram para os tribunais quem, naturalmente os avisava dos erros que estavam a cometer e ameaçavam a restante população de ir parar ao Campo Pequeno, sejam os fascistas deste país de garotos, filhos de papás que serviram dedicadamente o único político inteligente, impoluto e amante do seu País, o Professor Doutor Oliveira Salazar.

São os políticos da Direita e da Esquerda, inteligentes mas sem escrúpulos, que louvam a Democracia de miséria em que vive o povo, os que comeram as papas na cabeça dos militares, aqueles que derrotaram o 25 de Abril.

 

Anterior “Revolta contra os canalhas, Obama, Sarkozy e Cameron”

C.S

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Sábado, 27 de Julho de 2019

Revolta contra os canalhas Obama, Sarkozy e Cameron

Embora esteja preocupadíssimo com a situação em Portugal, quando acontece mais uma catástrofe por causa de três canalhas que a Comunicação Social protege, e o povo engole as patranhas que os subservientes escrevem, uma revolta enorme atormenta-me de tal maneira que não resisto a desmontar esta trempe de malditos que invadiram e destruíram a Líbia com tanta malvadez que o território se transformou num coio de bandidos e a população que era das mais felizes e prósperas de África é hoje um amontoado de miséria e lágrimas.

Por que é que estes três tipos cultos fizeram isto? Porque o Sarkozy os convenceu a atacar a Líbia para ele não pagar a dívida que tinha para com o Presidente Muammar Khadafi e, ao mesmo tempo, todos eles se aproveitarem do petróleo que é o mais puro do mundo.

Se alguém roubar um pacote de bolachas ou uma laranja num supermercado vai preso, estes canalhas que destruíram, mataram, roubaram são tratados como grandes senhores.

O mundo anda desnorteado; ninguém acredita em ninguém. Com o calor do céu ou com o calor do nuclear, 60 por cento das pessoas o que desejam é que isto estoire quanto mais depressa melhor, para daqui a mais dois ou três mil milhões de anos todos regressem purificados e os humanos se entendam como seres de carácter e de raciocínio certo.

Ontem, mais um barco de fugitivos do horror Líbio naufragou. Morreram 150 mulheres e crianças; os que se salvaram a nado ninguém os ajudou a recuperar do esforço e dos traumas vividos.

A Líbia transformou-se num campo de concentração nazi, onde os prisioneiros ou morrem de fome, de doença ou no cemitério do Mediterrâneo que não tardará a exportar a peste para os territórios que ele banha com o apodrecimento dos corpos, dos dejetos e da infâmia que os três supracitados magarefes originaram.

Com o apodrecimento das virtudes humanas apodreceram as consciências dos políticos.

Eles vão descansados para férias sem se importarem com a subida das águas dos mares ou se o Obama, o Sarkozy e o Cameron e os aviões da NATO mataram quatrocentos mil ou um milhão.

Em Portugal o Ferro Rodrigues canta elogios à peluda, ele já tem a certeza que voltará a ser Presidente da Assembleia da República; os dois milhões e seiscentos mil pobres não lhe tiram o sono.

O mundo endoideceu e ninguém se importa com as consequências.

 

Anterior “Mulheres com milénios de atraso, no pódio em 2022”

C.S

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Sexta-feira, 26 de Julho de 2019

Mulheres com milénios de atraso, no pódio em 2022

Aquelas, a quem o homem deve a existência, só no século XX conseguiram levantar a cabeça para salvar os que, durante milénios, as trataram como um adereço.

Foi sempre assim desde há milhares de anos.

Na Europa, Salazar deu-lhes o direito de votar e ser eleitas. Na Primeira República tinham sido desprezadas e enxovalhadas, tal como acontecia ainda em outros países da Europa.

Salazar, o terrível Ditador, fez o que os Democráticos Primatas da Primeira República não tinham feito.

Isso não quer dizer que os homens fossem misóginos. Eram democraticamente burros.

A mulher é o ser mais belo e mais intuitivo que vive na Natureza. Com carinho aprendem tudo com facilidade, caso contrário fingem.

Neste mundo, as mulheres só me deram alegrias, felicidade e filhos para que esta espécie em vias de extinção não acabe.

Mas com tantos invertidos e tanta publicidade à porcaria, duvido que o mundo tenha um fim digno e limpo.

Ao ler que as mulheres portuguesas são as mais classificadas do mundo no campo científico, não fico admirado.

Desde criança tive grande admiração pelas mulheres. Sobre elas falei e escrevi nas suas diferentes facetas.

Várias vezes desenvolvi as ideias incitando-as a entrar na política. Elas faziam-no relutantemente, quase como um sacrifício.

E por que sucedia isso? Porque durante milénios se habituaram a proteger a prole e os maridos. Isso fez que elas nunca sentissem necessidade de ultrapassar quem elas geravam.

Para a mulher, o homem é sempre uma criança crescida.

Se nós observarmos os grandes homens dos nossos dias, encontramos atitudes de verdadeiras crianças em lugares onde tudo se imagina limpo e intocável em todos os aspetos.

Basta lembrar Bill Clinton, homem de inteligência brilhante e que não resistiu ao cheiro de uma mulher, pondo em perigo o lugar e a credibilidade de uma Nação inteira.

As mulheres veem-se forçadas a lançar mãos ao barco.

Até 2022 espero que as mulheres portuguesas, em vez dos 57%, de cientistas, muito acima das suas congéneres no mundo, atinjam os 80%.

Portugal bem precisa que as mulheres lhe deitem a mão.

 

Anterior “Fogo, a defesa das comadres, frontalidade do Ministro”

C.S

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2019

Fogo, a defesa das comadres, frontalidade do Ministro

Ao lado do Vasco veio o Ribau arengar contra o Ministro ao defender que o Autarca fez bem ao proceder muito mal pois não ativou o plano municipal de emergência nem deu qualquer cooperação ao esforço de Proteção Civil.

Indigno e bem indignos, não é o Ministro Eduardo Cabrita, mas o Esteves e o Ribau que colocam em causa a defesa das populações ao não acorrerem de imediato a fogos que alastram para outros concelhos e devoram milhares hectares de bens essenciais ao sustento das populações e à sua própria segurança.

Direita e Esquerda continuam o inchaço cancerígeno que o tomou de assalto e o pretende manter depravado, inconsciente, corrupto e libertino.

As fantasias dos trombeteiros que defendem a verdade e o seu contrário, é conversa de comadres, com uma ingenuidade ou maldade tão claras que as palavras do Ministro, por raras, soam a esperança que acorda.

O País não suporta, por muito mais tempo, aquilo que é uma verdadeira infâmia quando se tenta enganar o povo ao mesmo tempo que o empurra para o sacrifício, para o fogo, para a miséria.

Quando um Autarca tem o desplante de deixar arder o o seu Território que tem de defender e pôr em perigo todos os outros, abençoado Ministro que denuncia o ato e compara as ações de quem as pratica, e justifica o que não é justificável.

A demagogia da Direita e da Esquerda tem arrasado Portugal. Mais a Esquerda que a Direita, mas desta vez a Direita mostrou que também não resiste à estupidez e ao engano.

Anda o País assim há 45 anos.

Um ano depois do 25 de Abril escrevi no Jornal "O Templário" um artigo dizendo aos militares que eles estavam a ser enganados pelos políticos e que eles iam ficar com todas as culpas do que acontecesse ao País.

Sabem o que fizeram as inteligências? Puseram-me um processo em Tribunal, com a inscrição de vários anos de cadeia.

No Estado Novo cortavam-me os artigos. O único castigo era escrever outros. Foi por esse motivo que comecei a escrever livros. Os livros não eram censurados, a menos que alguém fizesse queixa e a PGR tinha de atuar, como ainda hoje acontece.

Os espertos, demagogicamente convenceram os ignorantes que a censura atuava sobre os livros, o que é uma redonda e refinada mentira.

E de mentira em mentira, o País continua a arder.

 

Anterior “Benvindo, um Português no mundo, na Antena1”

C.S

publicado por regalias às 05:53
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2019

Benvindo, um Português no mundo, na Antena1, oiça

A ignorância é a doença que destrói a boa-disposição e a felicidade dos Portugueses.

Procurar como combater a ignorância é uma das minhas grandes preocupações.

Transformar um homem ignorante num homem culto e conhecedor é possível. Transformar uma mulher ignorante em mulher compreensiva é mais complicado.

Mas deixemos as divagações para outro Blogue. Vamos à ideia que aqui me trouxe.

Ouvi Benvindo Carvalho três vezes. Basta escrever no Google “Portugueses no mundo, dia 22 de Julho de 2019” Antena1, esperar 45 segundos e, depois de um anúncio, ouvir o Benvindo falar do seu trabalho em Angola, em Omã, no Qatar e no Dubai onde agora se encontra.

Normalmente o programa “Portugueses no mundo” não costuma durar mais de 4 a 5 minutos, este, devido ao benefício que todas as pessoas podem tirar desta exposição, a Alice Vilaça estendeu a conversa por 22 minutos que valem por uma lição de incentivo àqueles que baixam os braços e se dão por vencidos.

O Benvindo mostra que o trabalho para um português, em qualquer lugar onde se encontre, pode ter sempre sucesso, respeitando regras simples.

A conversa estende-se sempre com muita leveza de parte a parte, e de maneira tão natural que se absorve com prazer e curiosidade saudável.

Quando Alice lhe fala de satisfação pelo trabalho que desenvolveu nos diferentes países por onde passou e aquele onde se encontra, Benvindo Carvalho, que é de Portalegre, ri e responde com toda a naturalidade que nunca está satisfeito, quer sempre mais. É a vontade que faz tudo. A vontade é o motor.

No final não esquece Portugal. As suas palavras soam a saudade, mas enquanto houver trabalho e algo onde possa aprender e desenvolver os seus conhecimentos Benvindo sente-se bem. Ele tem abertura suficiente para se adaptar a todos os povos:

É um português cujas capacidades e inteligência são extensivas a todos os portugueses.

Obrigado Benvindo Carvalho, Alice Vilaça e Antena1.

 

Anterior “O cheiro abominável do dinheiro perde os gananciosos”

C.S

publicado por regalias às 05:53
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Terça-feira, 23 de Julho de 2019

O cheiro abominável do dinheiro perde os gananciosos

O problema não está em que eles, os malditos se percam nas cadeias e aí apodreçam para exemplo e aviso sério de todos aqueles que arrastam os povos para a miséria só para eles esconderem milhões em Paraísos Fiscais, dos quais nunca se servirão porque ninguém consegue, durante a vida, gastar o que roubou de quantias que, de tão exorbitantes parece impossível alguém ainda continuar a ser subornado ou corrompido.

Em Portugal há muitos exemplos destas execráveis bestas que puseram o país de rastos desde o tresloucado 25 de Abril que podia ter sido um sucesso, não foi, e lhes abriu todas as portas do roubo e da venalidade.

Foram os da Esquerda, os da Direita e os das Extremas. Foi o fartar vilanagem dos golpistas que se aproveitaram dos insultos da Esquerda e do meter das mãos na Pesada Herança. A Direita, sem lhes dar cavaco aumentou-se e apropriou-se do que entendeu.

Infames! Vomito os gananciosos sem escrúpulos. Criaram dois milhões e seiscentos mil pobres e mais outros tantos à beira do desespero.

Governos sem autoridade, Ministros e Secretários de Estado insaciáveis e a seita que os tem rodeado, quase fizeram de Portugal a Caverna de Ali-Babá e os cinquenta mil ladrões.

Se compararmos os que vivem em Portugal aos que nasceram na Suíça, estes levam a palma. Os roubos são mais sofisticados. Estes não olham aos números dos miseráveis que esventram pelo mundo fora.

Jean Ziegler ao publicar o livro “A Suíça Lava Mais Branco” desmonta a maioria dos esquemas Suíços para que todos ali deixem a pele.

São verdadeiros profissionais sem escrúpulos de qualquer espécie.

E foi precisamente a atitude de um ex-banqueiro Suíço que me fez recordar os nossos corruptos burlões.

O Suíço fez muito pouco e recebeu muito, de um povo maravilhoso, que vive de apertos. Ainda há dois meses foi devastado pelas águas loucas dos rios que fartas de ver campos de miséria e fome levaram tudo à frente para o Governo limpar, reconstruir e dar vida digna aos moçambicanos.

O ex-banqueiro, servindo-se dos seus companheiros de latrocínio prometeu e arranjou a duas ou três empresas Moçambicanas um empréstimo de milhões de dólares, tendo recebido em troca uma fabulosa quantia que faltará às empresas para o seu desenvolvimento e ainda dificultará o futuro pagamento.

Os agiotas deste mundo são muito piores do que as aves de rapina. Essas tiram para comer. Os agiotas roubam por maldade, estupidez, ganância que nunca os saciará nem os valorizará aos olhos da humanidade.

 

Anterior “Viver com as leis da Natureza dá saúde”

C.S

publicado por regalias às 05:18
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Segunda-feira, 22 de Julho de 2019

Viver com as leis da Natureza dá saúde

Estou convencido que o trabalho é um dos pontos principais de equilíbrio do ser humano.

As doenças são alérgicas ao trabalho tal como os parasitas que se matam por não fazer nada e vivem à custa de espertezas que os envelhecem rápido e os despacham cedo.

A outra força que mantem a saúde é o sabor do tempo. O ser humano deve absorver o frio e o calor com naturalidade. Se está calor, a diminuição de roupa, a água e a sombra são preferíveis aos ares condicionados e às ventoinhas, que mal colocadas o fazem espirrar e lhe roubam potência. Têm de ser orientadas de modo a não causar danos.

No inverno, uma manta nas pernas resolve muitos problemas de frio.

Salazar que tinha fama de ser um poupado sem vergonha, sempre que recebia no seu gabinete de São Bento, alguém importante, mas com quem ele gostava de trocar ideias sem seguir os protocolos, mal começava uma conversa, que duraria duas ou três horas, quando o interlocutor se sentava oferecia-lhe imediatamente uma manta para colocar nas pernas.

Um deles respondeu-lhe que não tinha frio.

Salazar, com aquela vozinha de feroz e perigoso ditador respondeu-lhe:

“Ponha sempre, que o frio logo chega”.

Grão a grão o Ditador encheu os cofres de Portugal. Não consta que tenha enchido o seu. Numa auditoria às suas contas tinha a enorme fortuna de duzentos contos. Também para o Inferno, de que ninguém se livra, não há registo que aquela quantia ou outra qualquer faça falta a tanto usurário que morre de pote cheio e coração vazio de afetos e solidariedade.

O ser humano pode ter uma vida longa. Nós temos no corpo todas as mezinhas para o manter saudável se evitarmos as quedas das cadeiras, os desastres de automóveis e outras distrações.

Num livro publicado em 1990 eu já tive o desplante de afirmar que o ser humano poderia viver até aos duzentos pois o corpo vem cada vez melhor equipado para atingir essa idade.

O problema é que uma boa parte das pessoas começa a estar farta de viver, começa a ficar saturada de tanta confusão e deixa de ter interesse por aquilo que a rodeia, tenha ela mil euros por mês ou um milhão.

Pequenos cuidados, espírito sempre ativo, compreender que receber políticos na sua casa não é o mesmo que entrar nas suas guerras é política.

Boas leituras e trabalho esticam a vida a perder de vista.

Não acreditam? Experimentem.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:40
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