Sexta-feira, 30 de Agosto de 2019

Viagem à cidade mais cosmopolita da Europa

Não sei se gosta de viajar de comboio? Eu adoro. Mesmo os ronceiros, durante o dia são bons e baratos; os outros nem tanto quanto ao preço. O avião consegue ter preços mais baixos, o que é inacreditável, mas é a verdade diária.

O Intercidades que sai de Braga em direção a Lisboa vai sempre cheio como um ovo.

Os lugares numerados e todos ocupados dão a sensação que vivemos num país superlotado.

O de Braga traz mais passageiros de outros países do que portugueses, mas as muitas carruagens vão sempre apinhadas de uns e outros.

Observar aquela amálgama de gente e ouvir uma pitada de conversa em várias línguas e diferentes paisagens é uma delícia que vale a pena.

A chegada à Estação do Oriente é assombrosa. De onde saiu tanta gente? Depois com o Vasco da Gama também a abarrotar todos se pensam que estão no outro mundo…e dão que estão neste quando ouvem sonoros palavrões e pedintes organizados entre novos e velhos que lembram os anos de 1940, restos da Primeira República de onde tinham saído às centenas de milhares.

Lisboa está a caminhar para isso, com a agravante de aos pobres se misturarem jovens drogados com uma linguagem que faz envergonhar os mais descarados.

No Colombo, os pobres e os drogados misturam-se com os milhares de novos habitantes, 90 000, que requereram e obtiveram a cidadania portuguesa.

Há imensos indivíduos de cor, educados, corretos e sabendo mais dos segredos da vivência, tanto dentro dos Centros Comerciais como nas ruas.

Portugal ,para se continuar voltou ao início da nacionalidade, quando os da Flandres e Franceses vieram completar a gente que faltava em tão pequeno território.

Foi por isso que Portugal cresceu tão certinho e harmonioso. Quando se quis estender foi mar fora à procura do mundo desconhecido que ele sabia existir, mas poucos se aventuravam a descobrir.

Lisboa é hoje a cidade mais cosmopolita da Europa- Mas se os políticos não souberem, através das televisões e das rádios, fazer programas educativos, sem dizerem que o são, Portugal sujeita-se a ter um número imenso de estropiados mentais e famintos que se tornarão um flagelo para todos os outros habitantes.

Não acreditam? Passem pelos centros Comerciais ou viagem à noite nos comboios, diferentes do Alfa ou do Intercidades.

 

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C.S

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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2019

Catarina, Costa e Jerónimo, a dança saudável

Embora não pareça tenho simpatia por quem se dedica à política de alma e coração.

É preciso ter um grande poder de encaixe sobre tudo aquilo que se ouve.

Ainda no Blog de ontem eu lembrava que o Ministro Vitor Alves, em pleno PREC, 9 de Janeiro de 1975, não teve relutância em criar o Conselho de Informação, muito mais duro que a Censura, para não ouvir, todos os dias, aquilo que o Vasco Gonçalves e os outros Ministros e Secretários de Estado, ou seja, o Governo, não queria ouvir.

Muitos foram presos e outros, como foi o meu caso, foram chamados a Tribunal e só não foram condenados porque se souberam defender.

Ser político em Portugal não é pera doce. Dá algum dinheiro, mas não dá saúde.

Ao ouvir a Catarina meter-se debaixo do Costa e tentar dar a volta ao enorme perigo por que passa o Bloco, começo a gostar mais da rapariga.

A Catarina percebeu que não pode largar o PS; ela tem de lhe fazer perseguição cerrada, caso contrário era uma vez um Bloco de raparigas a entrar pelo cano.

O Jerónimo, mais cuidadoso, estuda o terreno. Compreende que o Costa está a fazer o seu papel e, por muito que lhe custe, o Costa e o Centeno ganham pontos em todas as frentes exteriores.

Ainda agora o Financial Times elogia o Costa, e afirma que tem maioria absoluta à vista, porque foi prudente e soube tirar partido dos sacrifícios do Centro-Direita.

O Costa só deu um encosto na Catarina, ao lembrar à atriz, de olho azul e dicção dolente, que vive na angústia de ser notícia, como se a saudade, dos palcos e dos aplausos, não a largasse.

Ela gosta de mais bis. Isso dá-lhe oportunidade entrar naturalmente na ribalta sem as pessoas pensarem que o que ela quer é protagonismo sensacional. Eu diria sensorial.

O leque de mulheres do Bloco, não é para desprezar mesmo quando criticam a Mariana Mortágua por ela querer ir ao bolso dos aforradores do PS com mais de 50000 euros.

A trempe Costa, Catarina e Jerónimo contínua saudável. Um pouco mais de sal na dança pode animar a gente murcha, triste e desconfiada.

O Costa vai ao tango, arrimado à Catarina ou prefere o Jerónimo ao largo, no Fandango?

 

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C.S

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Domingo, 25 de Agosto de 2019

Notícias e conversas banais tornam um país banal, vulgar

Portugal é um país que continua a viver do mexerico, da baixa intriga, dos homicídios e de toda a bandalheira e dos bandalhos que tomaram o freio nos dentes a partir do 25 de Abril e do PREC que foi a cereja no topo do bolo que começou a apodrecer quando o louco Vasco Gonçalves se tornou Primeiro-Ministro.

O Ministro Victor Alves, quando viu o descalabro que estava a suceder, em 9 de Janeiro de 1975, criou por Despacho o “Conselho de Informação”,  para neutralizar as notícias incorretas e tendenciosas, que mais não era do que a Substituição da Censura e no mesmo local onde ela sempre tinha existido, no Palácio Foz.

O melhor resultado que alcançou foi a neutralização de todos aqueles que chamavam honestamente a atenção para o que estava a acontecer sem impedir a libertinagem, os roubos e o fecho de empresas e indústrias prósperas que foram desaparecendo sem terem sido substituídas por outras.

O país foi entrando no osso e nas sucessivas ameaças de bancarrotas que para serem evitadas foram bebendo o sangue do país sem que o povo, iludido por novelas, futebol e rezas fosse empobrecendo dando vivas à Cristina e ao erro continuado porque não entendia o buraco onde estava metido.

Os anos foram correndo e como o aumento da escolaridade não foi acompanhado pela maior educação do povo através das televisões e jornais que insistem nas notícias sórdidas, rebaixantes do ser humano, o povo para não viver a sua miserável vida fala da vida dos outros.

É um país de tontos, como dizia o meu saudoso amigo José Pires Ramos, que não resistiu a tanta insensatez e partiu para o outro lado do Infinito.

Bem podem o Costa e Centeno esforçarem-se que à Esquerda das meninas ofendidas e sabidas se junta a Direita oportunista que vê escapar o bolo, que mesmo podre, ainda tem restos de carne para chupar até ao osso.

Pobre país, o que lhe havia de acontecer.

 

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C.S

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Sábado, 24 de Agosto de 2019

Os brasileiros não podem estar contra Bolsonaro

O Brasil é o quinto país mais rico do planeta. É de grande estupidez não aproveitar todo esse imenso e belíssimo território em benefício dos seus habitantes.

Todos sabemos que a política, é em todo o mundo algo que modifica os seres humanos. Transtorna-lhes a mente e se alguns se tornam excelentes, outros não hesitam em tirar proveito da situação para si e para os amigos.

Aquilo que estamos a assistir com o inefável Macron que não é capaz de Governar a França, nem segurar os Coletes Amarelos, vem agora desviar as atenções para o Brasil e para um assunto que vai prejudicar dezenas de milhões de pessoas.

Bolsonaro colocou os pontos nos ÍÍS ao desmascarar as intenções do Macron. Se os brasileiros estão descontentes com Bolsonaro, só têm que esperar por novas eleições, e derrotá-lo.

António Costa imediatamente veio colocar-se ao lado de Bolsonaro demonstrando e desmascarando as intenções de um político Europeu que não resiste a sacrificar vários povos para beneficiar umas centenas de indivíduos que têm os seus direitos, mas cujo número nem de perto nem de longe é comparável.

Podem os brasileiros criticar Bolsonaro e os seus ministros mas estar sempre unidos para não ser comidos pelos políticos que não olham a meios para atingir os seus sórdidos fins.

 

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C.S

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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019

Incentivar os trabalhadores a fazer greves é uma infâmia

Sindicatos, Partidos e alguns mafiosos que consideram que os trabalhadores não passam de carneirada que se molda com facilidade a qualquer promessa que eles gostem de ouvir, tratam a classe que ganha 600 euros ou menos, abaixo de cão.

Mas isto passa-se há 47 anos. Os trabalhadores continuam sempre iludidos com as promessas de quem nada pode dar. Mas promete.

E quanto ganham os que fazem as promessas? Nunca menos de quatro mil euros por mês, podendo ir até aos nove mil.

O que acontece é que por todo o mundo se dá o reverso da medalha quanto a greves e paralisações ou quaisquer impedimentos que prejudiquem milhares de pessoas.

Como estes movimentos, na maioria dos países são evitados ou correm mal, ouvimos há dias um dirigente Chinês a avisar os manifestantes que paralisaram o aeroporto de Hong-Kong que deviam parar com aquelas manifestações ou as Forças de Segurança tinham de atuar.

Donald Trump, Presidente de um país onde a lei do far west mata que se farta, veio criticar a China e o Presidente Chinês.

XI-Jinping que já tomou consciência da sua força, que é impressionante, avisou o seu homólogo, para não se meter nos assuntos internos da China.

Este é um aviso muito sério. Trump engasgou. Podem dizer o que quiserem de Trump, mas ele não é nada peco.

Ao observarmos o que se passa em Portugal com os do Bloco e do PSD a guinchar para um lado e os sindicalistas a bestializar para o outro temos visto o Governo a tentar ser o mais cordato possível, mas a não dar hipóteses de caos aos instigadores.

Outra das jogadas é a publicidade que o Pardal angariou arrastando os camionistas para o jogo do gato e rato, até largar o ninho e a mesada para encabeçar a lista do PRD por Lisboa.

É o vale tudo nas legislativas. Interessa é arranjar um bom tacho. Os trabalhadores que se lixem e aprendam para não voltarem a cair no engano.

 

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C.S

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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

Os Sindicatos, os Partidos e os manipuladores

Se o país inteiro não tivesse assistido à palhaçada de um orientador de trabalhadores inscritos em Sindicatos ninguém acreditaria que o sujeito, além de ludibriar os sindicalizados, ainda goza com o Governo e com o parceiro com quem diz querer negociar.

O Governo, este e os que antecederam têm aqui perante todo o povo, aquilo que os Sindicatos e os Partidos fazem quando desejam atingir os seus ignóbeis fins.

Comecemos pela maior fraude: Cunhal de seu nome, veio de um país que prometia um homem novo e queria fazer de Portugal o país exemplo para o mundo. Portugal está no estado que todos sabemos e por esse motivo continua a ser palco para os manipuladores continuarem a saga. Felizmente que António Costa fez a primeira travagem, mas não a suficiente para os manipuladores não continuarem esquemas de ludíbrio, porque em socorro do aldrabão veio o Rio e o Roque.

O comunismo do homem novo nunca apareceu na União Soviética nem o comunismo da felicidade. Tudo desapareceu ao fim de 74 anos de enormes sacrifícios e a morte de mais de 50 milhões de crentes.

O Cunhal continuou impávido, a ladainha que enganando os trabalhadores os leva a minar qualquer governação, apesar de compensados com uns miseráveis seis centenas de euros.

O Vasco, que seguiu o Cunhal, desbaratou a pesada herança distribuindo dinheiro por quem necessitava e não necessitava. Morreu numa piscina de pobres de barriga para o ar para o povo admirar o benfeitor.

Mas o povo não aprende. É enganado todos os dias e continua.

Que havemos de fazer?

Quando perguntaram à neurologista Rita Levi Montalcini por que é que Hitler e Mussolini arrastaram tanta gente, ela respondeu: porque souberam como falar ao povo, onde prevalece o cérebro emocional por cima do neocortical (controlo dos movimentos automáticos) e intelectual. Eles conduziram as emoções, não as razões.

Se olharmos tanto para os Sindicatos como para os Partidos verificamos que a técnica usada é muito semelhante.

Perante a situação calamitosa em que o país vive, os oportunistas continuam a manipular até haver alguém que diga basta.

Esta farsa das greves e não greves pode ser que sirva de aviso ao povo.

O manipulador toma por parvos Governo e a parte contrária e fica-se a rir por mentir e causar dano a milhares de seres humanos.

 

Anterior “Lesbos tem em Moria Campo de Concentração e horrores”

C.S

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Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

Lesbos tem em Moria Campo de Concentração e horrores

Lesbos é uma ilha doce no Mediterrâneo que deve a fama, não só à sua beleza natural, ao verde claro, à afabilidade dos habitantes, mas também à poetisa Safo que ali nasceu na cidade Eresos, no século VII a.C.

Safo, devido ao pulsar emocional e tumultuoso dos seus poemas, alguns dirigidos às amigas, deu origem à palavra Lésbica.

Alguns dos poemas são verdadeiros vulcões de paixão, tal como a origem vulcânica da “Ilha Esmeralda”, como também é conhecida.

Para ter uma ideia dos poemas, escolhi este:

 

Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro!

Quem goza o prazer de te escutar,

Quem vê, às vezes, o teu doce sorriso

Nem os deuses felizes o podem igualar.

Sinto um fogo subtil correr de veia em veia

Por minha carne, ó suave bem querida,

E no transporte que a minha alma enleia

Eu sinto asperamente a voz emudecida.

Uma nuvem confusa me enevoa o olhar,

Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;

E pálida e perdida e febril e sem ar,

Um frémito me abala...eu quase morro, eu tremo.

 

No sétimo ano, hoje décimo segundo, Safo foi a minha salvação. Em vez da Selecta Grega de António Freire S.J de 1953, eu sabia de cor, em grego, dois poemas de Safo. Quando a professora, na prova Oral, me chamou a atenção para um erro no texto “Tudo é vaidade”, eu, com grande descaramento, disse-lhe, mas eu sei poemas de cor, da poetisa Safo.

“Sabe? Então diga um poema e a seguir traduza verso a verso”. O que eu fiz, ufano pela minha ousadia. A professora admirada mandou-me sentar e deu-me os parabéns.

Hoje foi de coração angustiado que ouvi na Antena1, um trabalho de Rosário Salgueiro sobre as condições degradantes em que vivem milhares de refugiados num campo Militar em Moria.

Será que a besta humana é ainda pior do que eu a imagino? Aquilo não é um campo de passagem para outros países. É um infame Campo de Concentração onde as pessoas ou morrem ou ficam loucas.

 

Anterior “O circo e os novos palhaços”

C.S

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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

O circo e os novos palhaços

Uma das coisas que mais me desgostou enquanto fui Deputado na Assembleia da República foi a corrida a qualquer Diploma, quando se descobria um segredo escondido por outro Partido e se corria a fazer semelhante, mas em primeiro lugar. Era uma brincadeira de crianças.

Saíam diplomas de joelho, fabricados à la minute.

Outro assunto que me irritava francamente eram os votos contra ou a favor de países estrangeiros, quando a situação Portuguesa era péssima, mas ficava para trás e se perdiam horas a tratar de um assunto que nunca levava a lado nenhum.

Por causa desta perda de tempo, dinheiro e paciência, depois de já várias vezes ter chamado a atenção sobre os ridículos votos e até feito passar um mau bocado ao Engº António Guterres, agora Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, que não conseguiu situar o que estava a defender.

Outra vez, zangado com o tempo gasto pelo Deputado Aires Rodrigues, exaltei-me de tal maneira que lhe chamei a carraça do Povo. Foi o desastre. Perante o coro dos Deputados contra esta afirmação, em especial as declarações do Deputado Vital Moreira, nessa altura um notável representante da bancada comunista, o Presidente da Assembleia da República, Dr. Teófilo Carvalho dos Santos, uma joia de pessoa, pediu-me para retirar a frase aplicada ao Deputado.

Farto, cansado, envergonhado pelos gastos, recusei pedir desculpa. O Presidente, depois de insistir e eu lhe dizer que não podia retirar a frase, Carvalho dos Santos, não teve outro remédio senão encerrar a sessão Parlamentar, e eu a aplaudi-lo, pois fazia bem, aquele Parlamento não servia o Povo Português.

Perante a minha irredutível posição contra os votos sobre países estrangeiros, Amaro da Costa, Homem inteligentíssimo, de enorme coração e grande capacidade política, viu-se forçado a declarar que o CDS deixava de votar os votos sobre outros países.

Feitas estas considerações, neste momento é o PSD que descarrila a grande velocidade. Rio e Pedro Roque querem o circo só para eles; palhaços ricos que pouco lhes interessam as dificuldades dos pobres.

Tornaram-se uns Democratas castiços, estes tipos do PSD.

 

Anterior “Os monstros do Mediterrâneo e a Europa subserviente”

C.S

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Domingo, 18 de Agosto de 2019

Os monstros do Mediterrâneo e a Europa subserviente

Não foram os Italianos que desencadearam o holocausto no Iraque, na Síria e na Líbia foram os monstros Americanos, Ingleses e Franceses, que têm nome: Obama, Cameron, Sarkozy que, com o apoio da Forças da NATO escancararam as portas da Europa ao devastarem a Líbia, matarem o Presidente Muammar Khadafi e transformarem um país com uma economia próspera e um povo feliz a caminho de uma sociedade estável, num campo de miseráveis inconscientes que, alguns deles, tendo colaborado com os invasores, em vez de explorarem o petróleo que os beneméritos do crime ambicionavam.

Agora estes Líbios, sem regras, enviam carne para a Europa através do Mediterrâneo que Obama, Cameron e Sarkozy lhes entregou para fazerem o que entendessem. Eles, os monstros, servem-se sempre dos mais cretinos.

As catastróficas guerras dos EUA são verdadeiros holocaustos de uma infâmia impossível de imaginar num mundo civilizado. Veja-se o que se passou com o Vietname. Hitler não fez pior.

Os EUA nunca olharam a meios para atingir os seus sórdidos fins.

É inegável que os Estados Unidos da América do Norte têm muitas coisas boas, mas não resistem a impor as suas vontades. Os seus interesses incitam-nos a invadir e a destruir territórios e populações quando não lhes fazem as vontades. Têm sempre uma justificação para a barbárie, e encontram na Europa o aliado subserviente e conivente.

A invasão da Líbia, tal como a do Iraque e da Síria tem mostrado à Europa o que o fantasmagórico e criminoso Prémio Nobel Obama e os ridículos e infames criminosos Cameron e Sarkozy fizeram. As suas mãos cobertas de sangue e de mortos continuam a purgar. Todos os dias, centenas de vítimas enlouquecem nos barcos que os tentam ajudar, tal como acontece ainda agora no “Open Arms” que bem pode abrir os braços que a Itália a braços com problemas gravíssimos não os receberá.

Uma coisa é entrar normalmente na Europa, outra é entrar humilhado e desesperado.

É isto que a Europa pretende? Por que razão os Americanos, Ingleses e Franceses, que abriram as portas da Líbia para o inferno Mediterrânico, não resolvem o problema, já que o criaram?

Os EUA sujeitam-se a ser a última casa dos refugiados Europeus, quando finalmente os Árabes, com os seus hábitos e costumes, subindo, outra vez pelos campos da Andaluzia, atingirão os frios do Norte onde os últimos Vikings os acolherão com um sorriso nos lábios e uma pedra de gelo no coração.

 

Anterior “O circo continua, a greve está nos palhaços de rua”

C.S

publicado por regalias às 19:42
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Sábado, 17 de Agosto de 2019

O circo continua, a greve está nos palhaços de rua

Aquilo que me apetecia mesmo era escrever contra os criminosos que destruíram o Iraque, a Líbia e a Síria e que têm inundado a Europa de refugiados e o Mediterrâneo de desesperados e de mortos.

Mas a preocupação com Portugal não é menor e tem de se sobrepor quando o drama mais se agudiza.

Quando todos pensam que os perigosos ignorantes, capitaneados por um especialista de matraquilhos e em trocadilhos estava prestes a tomar consciência do sarilho onde podia meter os trabalhadores ao serem substituídos e perderem os empregos, fomos surpreendidos pelo Rio que de águas soltas e palavras enigmáticas e bastante confusas salta para a ribalta com o intuito de travar o PS na rua, nas próximas eleições legislativas.

O Costa recebeu-o como o Chibanga fazia ao adversário, de costas voltadas ou de joelhos em terra. Assim principiavam os espetáculos.

Costa fez o mesmo ao Rio. Brincou simpaticamente com o amigo para não chegar à tragédia.

O desagradável nesta faena é que eu sempre admirei o Rio. Mas por ele, ou sem ser por culpa dele, o PSD anda completamente desorientado. Em vez de reunirem as tropas e conversarem como gente crescida e sensata, cada um espevita asneira e o Partido mais parece um facho incendiário do que a esperança de um Portugal renovado.

Rio tinha todas as condições para ser um vencedor. As tropas fizeram-lhe um levantamento de ambiciosos com muito palavreado e pouca cabeça. Surpreendentemente Rui Rio ficou contaminado. Quando agora, numa segunda investida, totalmente disparatada, por perigosa, volta a dar força ao falinhas mansas, fragiliza os trabalhadores.

Quando o Governa no seu direito e obrigação tenta esforçadamente, parar mais uma ignóbil greve que prejudica milhões de portugueses e uma grosa de trabalhadores, Rio salta para o palco e, manipulando as emoções, deita mais gasolina para a fogueira.

Política não pode ser uma brincadeira perigosa de garotos endiabrados.

O Povo está-se nas tintas para quem Governa. Quer é ser bem governado.

Depois do 25 de Abril, poucas vezes isso aconteceu.

Por favor fechem o circo. Chega de palhaços e de tanta palhaçada.

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C.S

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