Sábado, 30 de Novembro de 2019

Historietas de historiadores de pacotilha democrática

A história dolorosa dos sociais fascistas comunistas e dos seus cachorros, que escondem os gulags, os países ocupados e escravizados faz que tentem apagar os crimes de uns escrevendo sobre a evolução natural dos países e da maneira como os povos se comportavam.

Os ignaros, à falta de conhecimento e osso à mão aprestam-se para falar do colonialismo Português e da escravatura.

Tanto na extensão do Império como no comportamento com os naturais dos países colonizados, Portugal foi de longe aquele que sempre tratou os povos com maior respeito e com eles se misturou. Daí a frase “Deus criou o branco e o preto, o Português criou o mulato”.

Dos países possuidores de colónias, a Inglaterra era o maior, seguido da Bélgica, Holanda, Portugal e França. De todos, aquele que menos explorou os territórios, Portugal foi o único que a par de viver fraternalmente com esses povos, nunca os explorou verdadeiramente no sentido das palavras, dos factos e dos atos.

Quanto à escravatura e ao seu comércio e exploração, as historietas destes historiadores de pacotilha não falam da ocupação da Península Ibérica por Romanos e Árabes, as razias que os árabes faziam para apanhar todos os homens válidos e os transformar em escravos e mesmo a venda dos africanos a outros povos para trabalharem em países mais evoluídos ou em desenvolvimento.

A história da escravatura em Portugal é muitas vezes equiparada à dos criados e criadas de servir que acabavam por casar com os donos das fazendas.

Também não era raro, a dona da casa se apaixonar pelo abegão e este tornar-se o verdadeiro senhor.

Um caso bem conhecido é o da família Relvas. Em que a filha do dono da casa se apaixonou pelo criado-escravo. O pai descobriu o enredo e mandou emparedar o amante da filha. Esta enlouqueceu e percorria as ruas de Lisboa à procura da sua paixão, julgando que ele tinha ido para a capital.

Os historiadores de pacotilha e aqueles que dão publicidade aos seus torpes golpes para manchar um país que peca pela sua ingenuidade e por não responder à letra a sonsos sociais fascistas comunistas e aos seus apêndices, sejam eles de saias ou de calças é caracteristica de gente superior que recusa mexer no estrume mental da escória para não se deixar contaminar.

 

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C.S

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2019

Democracia do amiguismo, da corrupção das paralisações

Portugal é um país paralítico ornado de populistas inconscientes do futuro e do presente.

É um país desorganizado e sem ninguém capaz de encontrar outra solução que não seja o deixa andar que daqui a vinte ou trinta anos eu já andei, e que me importa se Portugal se torna um campo de concentração de miseráveis portugueses ou a lixeira de Europeus que vêm aqui defecar de cu ao Sol.

Tal como no tempo do PREC, a ignorância está a tomar conta do pensamento, da ação, da vozearia. Quem ouvisse a “Antena Aberta” de hoje na Antena1, ficaria apavorado com tanta bestialidade bolsada em campo aberto e em tão pouco tempo.

Este é só um pequeno exemplo de como o social fascismo comunista volta a testar o seu poder manipulador nas rádios e Instituições nacionais.

O Costa, o Centeno e o Marcelo ou deixam esta perversa Democracia que não faz mal a uma mosca e passam para uma Democracia à Americana ou Inglesa, ou Suíça ou então vão vender chuchas para a Lua.

Marcelo, Costa e Centeno têm o apoio do povo sensato e continuam incapazes de Governar por causa de uma minoria que os tem presos pelos corruptos conhecidos e que eles não forçam a devolver os milhões que meteram no bolso sem grandes benefícios até para os próprios.

Médicos, enfermeiros e operacionais da limpeza das escolas são outros iguais; uns por ganância, outros por ordem dos Sindicatos vão desfazendo o país sem que isso os preocupe. Uns são filhos dos avarentos gananciosos, outros são filhos da estupidez e da subserviência.

Para encurtar razões: quando é que acaba o medo de uns e a bandalheira dos outros?

O não celebrar o 25 de Novembro por medo dos sociais-fascistas comunistas, não lembra ao diabo.

Pobre país. Perdeu a tramontana.

 

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C.S

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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019

Joacine, rodeada de chacais, enfrenta as feras

A artilharia sindical dos intocáveis, mais uns imbecis e uma socióloga pálida, deslavada, sem graça e doutorada em tribalismo resolveram cercar Joacine Katar e obriga-la a renunciar ao lugar de Deputada no Parlamento Português. Se a movimentação destas tropas não fosse ridícula seria, pelo menos estranha na Democracia que invocam por a Deputada pedir proteção contra os assaltantes das palavras por impulso.

O sindicato dos intocáveis, cobarde perante os homens é uma fera contra as mulheres, principalmente as negras.

A queixinha do sindicato dos intocáveis lembra tudo quanto fizeram em 1975 para proteger uma esquerda arrivista, vinda do estrangeiro de onde faziam oposição por correspondência.

Os inocentes militares que lançaram o golpe do insucesso, ficaram com a criança nos braços, que a esquerda de cuspo, olho e oportunismo adotou.

Passado algum tempo do PREC escrevi no jornal "Templário", avisando os militares que estavam a ser ludibriados pelos políticos. Resultado: levaram-me a tribunal por denunciar que a vítima seria o Povo Português.

Fizeram bem os trombeteiros, despoletaram em mim todos os genes. Nunca mais me inibi de desmontar toda a tramoia urdida pela máfia acabada de chegar do estrangeiro.

A Joacine está a sofrer e vai continuar a sofrer ataques insidiosos. Ainda bem. Isso vai torna-la mais forte ao mexer no lago pútrido que a rodeia.

A Joacine vai ter grande parte do povo com ela.

Brancos e pretos, todos somos iguais. A inteligência de uns e outros tem a cor do espírito e é infinita.

Joacine utilize sempre o bom senso. Nunca responda a perguntas encomendadas a pequenos sofistas, saltitantes, meio histéricos, mas inofensivos. Siga sempre a ideia “cão que ladra não morde”, mas esteja sempre atenta. No caso de dúvidas saia acompanhada.

Segundo me consta, nesta Democracia de gaita-de-foles, não é proibido ter uma certa segurança para evitar que a criançada se bufe.

 

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C.S

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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2019

Doutoradas frustradas em maldade, fealdade e política

A sociologia e a História, depois do falhado 25 de Abril, que travou a subida do povo para a qualidade de vida da Europa evoluída e próspera fez aparecer um tipo de historiadores de rebotalho que, muito diferentes em honestidade e saber de um Fernão Lopes ou de um Alexandre Herculano, não tiveram outro intento senão aproveitarem a onda que parecia propícia ao louvor, ao engano e ao lucro

Um deles, um tipo anafado e professorado, tem como suprema aspiração a “adoção de uma Lei da Memória” sem a comparar com a desgraçada memória destes 45 anos com dois milhões de pobres, roubo de mais de um milhão de hectares de terras, assassinatos pelas FP25 e aquilo que toda a gente conhece e já vomita pelos olhos. A outra, especialista em histórias da Ditadura fantasmagórica, mas muito mais Democrática que as Ditaduras belicistas e desta chicória em que vivemos. A desgraçada é ditadora da asneira e da informação falseada.

Ontem ou anteontem apareceu outra doutorada em gargarejo sociológico atacando o Tribalismo, o racismo, o feminismo e a gaguez de Joacine, só porque a Deputada não votou, como esta sumidade, pensou que devia ter votado.

A Democracia desta é semelhante aos supracitados, todos bastante conhecidos pela sua beleza gordurosa, e rostos de tristezas empacotadas em congeminações do outro mundo.

A Joacine deve marimbar-se para a socióloga e para todas as insinuações e outros conselhos que a desengonçada mulher debite, convencida da sua superioridade em perna alta.

A coitada, ao considerar as atitudes de Joacine demonstrativas de egocentrismo, personalismo e arrogância, acrescenta que não parecem compatíveis com as responsabilidades de uma Deputada.

Felizmente que Joacine parece imune à vozearia de todos os arrivistas.

Força Joacine.

 

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C.S

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Terça-feira, 26 de Novembro de 2019

Joacine, não largue São Bento, não deixe o Parlamento

Acredito que Joacine Katar tenha ganho o lugar de Deputada sem quaisquer apoios.

Eu tenho essa experiência. Recusei até ao último dia integrar as listas de Deputados do CDS. No ano anterior tinha recusado os convites do PS, PPD e CDS. Conheço-me, sei a minha maneira de ser. Ia causar problemas.

Mas em 1976 o CDS insistiu tanto qua acabei por aceitar ir como Independente pela lista de Santarém e em segundo lugar para ter a certeza que não seria eleito. Fui na verdade em segundo lugar, mas integrado nas listas, o que foi um erro pois sempre votei ou defendi os meus pontos de vista segundo o meu conhecimento e consciência.

Passados dois dias, depois de ter dado o aval, achei que vencer uma eleição impossível de ganhar era um desafio para testar as minhas capacidades cognitivas sobre o ser humano. Resolvi esforçar-me para ganhar o lugar de Deputado.

Quando recebi os papéis de propaganda do Partido para distribuir verifiquei que a linguagem utilizada não era entendível pela população.

Tanto pensei que, sem dar cavaco ao mandatário, Dr. Baeta Neves, fiz outros papéis mais apelativos.

Como nas gráficas o preço era alto, comprei uma máquina de Stencil, a manivela, e, com linguagem clara e acessível ao povo, fiz largos milhares de papéis, que distribuí por todos os lugares do Ribatejo.

Nessa altura dava aulas de Português, Francês e Jornalismo no antigo Liceu de Tomar, depois Escola de Santa Maria do Olival.

Um aluno, o Sirgado, fã do CDS ao ir a minha casa soube do meu plano e ofereceu-se imediatamente para ajudar na impressão da papelada. Convenceu-me depois a autorizar outros colegas a trabalhar no empreendimento.

A notícia espalhou-se na Escola entre os mais politizados. Para eles eu era um anarca. Nunca acreditaram que entrasse em listas, e muito menos do CDS. Mas à vista dos papéis e da distribuição pela cidade e pelas aldeias de onde eram naturais, lá se convenceram que era verdade.

Como a minha amizade com todos alunos era grande, passados dois ou três dias apareceu-me o Coelho a perguntar se deixava o MRPP imprimir ali alguns comunicados. No dia seguinte apareceu um da UDP a pedir o mesmo e, sem dar nas vistas, CDS, MRPP e UDP imprimiram o que entenderam sem interferências na campanha de uns e outros.

Depois da primeira ideia veio outra. Se eu queria ser eleito tinha de palmilhar todo o Ribatejo, quase sempre sozinho pois havia sítios onde era perigoso entrar. Ia sempre preparado para o pior.

Quando o Dr. Baeta Neves soube ou me encontrou no Couço, já não me lembro bem, a fazer propaganda disse-me que ali não podia andar pois era zona do Canaverde, primeiro Candidato. Respondi-lhe, a rir, que andava a fazer pela vida.

Na noite das eleições, o Dr. Manuel Machado, mais os amigos, que tinham apostado em mim foram para minha casa à espera dos resultados. Às duas e meia da manhã fui-me deitar. Deixei-os entre a comida, a conversa e a esperança. Passado algum tempo acordaram-me felizes e barulhentos; tinha vencido.

A minha vida mudou para desassossego do CDS, mas sempre e intransigentemente ao serviço do Povo Português. Cheguei mesmo a votar contra todas as bancadas e a fazer fechar o Parlamento.

O Freitas faz-me um Processo disciplinar por causa de Nobre da Costa. Perdeu o processo. Esteve meses sem aparecer no Parlamento. Não fiquei feliz. O Diogo era um homem muito inteligente, mas um péssimo estratega.

A Joacine tem a força do povo. Não saia do Parlamento, não ceda a promessas e ameaças. Defenda sempre aqueles que acreditaram em si. Não os abandone. Estude bem todos os assuntos. Oiça conselhos, mas decida sempre pela sua cabeça.

O povo é a única entidade a quem tem de prestar contas.

Bom trabalho. Não tenha medo. Siga em frente.

 

Anterior Em 25 de Novembro de 75 acabou a Ditadura Comunista"

C.S

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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2019

Em 25 de Novembro de 75 acabou a Ditadura Comunista

Cunhal e Vasco Gonçalves foram dois traidores a Portugal e ao povo. Cunhal, quando se queria livrar de algum camarada denunciava-o. Um ou dois foram mortos.

O PREC, o Processo Revolucionário em curso, não foi mais do que a Ditadura imaginada por Álvaro Cunhal, que o louco Vasco Gonçalves pôs em prática: apoiava, gastava e desbaratava a pesada herança, em favor dos seus sequazes. Tanto assim é, que, poucos meses depois, em 6 de Outubro de 1974, já ele pedia um dia de trabalho para equilibrar as contas e avisava que o subsídio de Natal seria transformado em Obrigações do Tesouro.

A violência, as ameaças, os assaltos e os roubos eram naturais.

O assalto e apropriação do Jornal República, o assalto, roubo, e incêndio da embaixada de Espanha, o cerco à Assembleia da República, onde os Deputados Comunistas se banqueteavam, enquanto os outros grupos Parlamentares gemiam as dores da fome, fizeram que os militares mais conscientes e capazes resolvessem pôr cobro à bandalheira em que o país tinha caído, mais por culpa dos políticos do que dos militares.

O canalha preparava-se para o golpe final em 25 de Novembro. Tudo estava armadilhado. Quando Melo Antunes soube do descontentamento dos outros camaradas e do contacto com Jaime Neves, imediatamente aderiu para salvar Cunhal e impedir a ilegalização do Partido Comunista e da Intersindical, caso perdessem o Golpe.

Melo Antunes, tapete de Cunhal e Soares, percebeu que, com Jaime Neves ninguém seria poupado.Avisa Cunhal e adere ao grupo dos Nove.

Ramalho Eanes ao liderar os operacionais do 25 de Novembro tinha a certeza de que ou vencia ou seria fuzilado. Tanto ele como Jaime Neves garantiram levar até ao fim a difícil operação.

Jaime Neves arrombou os portões da Unidade onde estava aquartelada a Polícia Militar. Perante o tiroteio imediatamente desencadeado, avança. Dois dos seus homens são mortos e um da Polícia Militar. Campos Andrada, comandante da PM imediatamente se rende. De bandeira branca e mãos erguidas apresentaram-se na Parada do Quartel. Se nesse momento Jaime Neves lhes mandasse tirar as calças, eles obedeceriam sem hesitar.

Jaime Neves e Ramalho Eanes salvaram Portugal de uma estúpida Ditadura Comunista, mas o 25 de Novembro contínua à espera que os anos passem para ser recordado. A Esquerda de demagogos assim o determina.

As células do PC na Antena1 e em locais onde a ignorância e o interesse imperem continuam a acirrar os restos podres da ignorância para despoletar greves e exigências exorbitantes de médicos e outros oportunistas enquanto o povo trabalhador a 635 Euros saliva nos fins dos meses.

 

Anterior “Jesus nos braços do Brasil e no coração de Portugal”

C.S

publicado por regalias às 15:37
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Domingo, 24 de Novembro de 2019

Jesus nos braços do Brasil e no coração de Portugal

Sei muito pouco de futebol mas sempre gostei de ouvir Jorge Jesus, quando fala a sério ou quando os atores brincam com a sua maneira descontraída nos programas do Portugalex.

É uma linguagem sem preocupações, clara.Ele está nos braços do Brasil e vive no coração dos portugueses.

O Flamengo subiu aos píncaros da Lua e o Brasil ao céu da alegria, da boa disposição, da amizade entre dois povos de paixão indissolúvel num mundo cada vez mais confuso e dividido quando a humanidade ou caminha como um todo homogéneo ou desaparece.

É natural que cada povo tenha Governos de diferentes matizes segundo os problemas que enfrenta e as políticas a aplicar para a sua melhor resolução a bem do povo.

Há sempre os que estão a favor e os que estão contra os que Governam por melhores intenções ou estudos que os justifiquem.

Depois das eleições todos devem ficar unidos, mesmo discordado e dizendo o que pensam ser o melhor para o seu país, sem nunca pôr em causa a sua união a sua força e os seus objetivos.

O Brasil é um país de amor, inteligente e com muita beleza interior

Em 1959 estava em Paris a trabalhar no Consulado de Portugal, ainda na Avenida Kléber, perto do Arco do Triunfo.

Uns turistas Brasileiros tiveram um pequeno problema com franceses. Eu que passava no local, imediatamente entrei no barulho. Invocando a condição de funcionário consular, acabei por resolver o problema com a ajuda do Vice-Cônsul, João Carvalho da Silva, que, com muito espírito, afirmava: pelos brasileiros ponho as mãos no fogo, dou a camisa e estou com eles sempre. São incapazes de ofender outro país. As suas graças são pão de açúcar. Acabei por ir tomar café com eles aos Campos Elísios, onde uma jovem brasileira me garantiu: “os europeus levam a vida demasiado a sério. A vida é para se viver, para discutir e rir. A vida é samba e não é fado, salvo o de Amália Rodrigues, que eu adoro.”

Também nós adoramos o Brasil. É raro encontrarmos um português que não torça pelo Brasil quando joga futebol ou debate nos Areópagos internacionais questões políticas próprias de todos os povos civilizados.

Tanto nas alegrias como nos desencantos estamos sempre ao vosso lado.

Jesus está convosco,. Está bem entregue.

Com Jorge Jesus estão todos os portugueses sempre prontos a entregar à nação Brasileira tudo o de melhor que os portugueses possuem.

Cabral desviou-se da rota da Índia para ir ao vosso encontro.

Pedro lançou o grito do Ipiranga, entregou-vos a Terra abençoada e o coração

Jesus leva, o Flamengo e todo o Brasil, aos píncaros do impossível.

Todo o Brasil contínua intacto no nosso pensamento e no nosso amor.

Em paz, amor, trabalho e fraternidade, o Brasil é a esperança de um mundo perfeito e feliz.

Parabéns Brasil.

 

Anterior “Guiné-Bissau, Estado adiado por causa de inconscientes”

C.S

publicado por regalias às 10:14
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Sábado, 23 de Novembro de 2019

Guiné-Bissau. Estado adiado por causa de inconscientes

Os portugueses veem com grande apreensão tudo quanto de mal acontece nos ex-territórios do Ultramar.

Tanto Salazar como Marcello Caetano sabiam perfeitamente que os territórios do Ultramar tinham de ser entregues aos seus autóctones e para isso preparam-se quadros, tal como se fez no Estado da Índia onde 95% dos funcionários públicos já eram indianos e, por esse motivo, a República da Índia decidiu invadir Goa, Damão e Diu, antes que aqueles territórios se tornassem independentes.

A Guiné-Bissau teve em Spínola um bom Governador que convenceu Marcello a iniciar conversações com o PAIGC. Mas Marcello Caetano, tendo pedido conselho ao General Costa Gomes, este afirma-lhe que a situação na Guiné “era perfeitamente defensável e que devia ser defendida”.

Entretanto, Amílcar Cabral, é assassinado pelos seus camaradas em Conakry; o General Spínola é substituído pelo General Bettencourt Rodrigues. Os guerrilheiros declaram a Independência a 24 de Setembro de 1973 em Madina do Boé.

Os primeiros inconscientes foram os países estrangeiros que entregaram misseis terra-ar Strela sem se preocuparem com todas as consequências de que aí resultariam. Entretanto deu-se o 25 de Abril, e os segundos inconscientes e traidores ao bem-estar dos povos descolonizados. A confusão, a demagogia, e o domínio do Partido Comunista sobre o Primeiro-Ministro Vasco Gonçalves, desejavam entregar tudo à URSS. Cunhal era o mandatário, Soares, Almeida Santos, Melo Antunes e outros menores mentais fizeram que na Guiné, Angola e Moçambique, a vergonhosa Descolonização, como é conhecida, a liberdade apressada, provocasse a morte de dezenas de milhares de inocentes.

Na Guiné os fuzilamentos começaram logo a seguir a 10 de Setembro de 1974, quando os Governantes, em pleno PREC reconheceram, de jure, a independência da Guiné.

Todos os portugueses desejam aos guineenses paz e prosperidade.

Servir a Pátria com competência e honestidade é a maior honra que o ser humano pode ter neste mundo.

 

Anterior “Com licença, obrigado, faz favor, desculpe”

C.S

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Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019

Com licença, obrigado, faz favor, desculpe

Quando por todo o mundo civilizado, as expressões que revelam educação e nível superior  são evidenciadas, em Portugal a besta da ignorância e da péssima educação rebentou depois da chegada de o mais sórdido dos infames de todos os tempos. Refiro-me a Álvaro Cunhal que eu próprio confrontei na Assembleia da República, quando lhe disse, cara a cara, que entre ele e Al Capone não havia qualquer diferença.

Apesar de todos os alertas pelo que estava a suceder, os políticos de topo ignoraram pura e simplesmente os avisos. A besta até é considerado um dos pais da Democracia da mentira, dos abortos e de todos aqueles que sentindo-se, filhos de pai incógnito, o adotaram como víbora paternal.

O alarve, na sua Escola Comunista fez tudo quanto aprendeu na URSS e aplicou sem hesitação no seu próprio país onde foi acolhido por 12 ou 13 por cento dos maiores ignorantes e oportunistas que viram no cevado a possibilidade de se guindar a qualquer posto de reforma imediata.

Foi um tempo negro onde os roubos comunistas das herdades e de outras manifestações impróprias que já aqui foram explanados.

O arrastar da juventude para a degradação através da frase “é proibido, proibir” ganhou tal expressão que a droga ceifou uma boa parte de jovens entre os 14 e 30 anos.

Os nascimentos, sem pais bem definidos, foi outra das consequências. A Educação teve os dias contados.

Nunca mais se ouviu a frase “com licença”; o empurrão boçal era a norma e ainda continua.

“Obrigado” é palavra proibida. Nada se agradece, tudo deve ser dado como se fosse uma obrigação do dador.

“Faz favor” desapareceu, e por esse motivo muitos são ignorados e esquecidos enquanto não aprendem as regras das boas maneiras que o cerdo aniquilou juntamente com a instigação aos roubos das herdades.

“Desculpe,” acabou. Todos fazem tudo certo e por isso há tantos desempregados por não saberem estar nos empregos. Não aprendem porque se envergonham de aprender e de pedir ajuda.

É triste lembrar isto depois de 45 anos de Democracia de pataqueira que faz rir qualquer Sueco ou Dinamarquês, mas que os populistas garantem que é a melhor Democracia do Mundo.

Desculpem por este bocadinho. Amanhã há mais se acabar um trabalho que tenho entre mãos.

 

Anterior “Instituto José de Figueiredo, Visita Guiada, Antena1”

C.S

publicado por regalias às 18:29
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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2019

Instituto José de Figueiredo, Visita Guiada, Antena1

Por mais que publicitários escarrem ou ronquem na Antena1, como é o caso de dois abortos de som que tentam degradar a rádio mencionada. Salvam-na apontamentos simples como “A Mosca”, “Portugueses no Mundo”, ” Portugalex”, “Palavra do dia”, “Vou ali já venho”, “Zig-Zag”, “90 segundos de Ciência”, “Antena Aberta”; e outros mais extensos como ”Ponto de Partida”, Conversa Capital, “Visão Global”, “Visita Guiada” consegue manter ouvintes séniores e cativar muitos jovens que, sempre que podem, ouvem a Antena1 porque, como me disse um excecional aluno do 12º ano, isso o estimula.

Hoje, entre a Meia-noite e a uma da manhã ouvi a “Visita Guiada” da Paula Moura Pinheiro.

Sugiro à Ministra da Cultura que mande verificar o que pode acontecer ao Instituto José de Figueiredo, uma referência mundial e que devido ao desinteresse do Governo pode desaparecer por várias razões e uma delas será a de os técnicos, altamente especializados se irem reformando sem se cuidar de enquanto ali trabalham não serem preparados quadros que garantam a qualidade e a perfeição de todas as obras que dali saem restauradas.

Desde a ourivesaria aos têxteis, grandes tapeçarias, bordados, passando pela pintura, escultura, mobiliário, ao restauro de manuscritos, tudo ali é feito com uma perfeição e qualidade que espanta outros países que conhecem o que ali se faz desde 1938.

A Visita Guiada ao Instituto José de Figueiredo de Conservação e restauro, feito de raiz com o apoio de Ricardo Espirito Santo e Silva, teve desde início um fabuloso Laboratório que ainda hoje mantém todas as características no campo de análises e avanços do que melhor existe no mundo.

O talento e a vitalidade dos portugueses, é reconhecido pelos estrangeiros. Ainda há dias o filósofo Edgar Morin foi pródigo em elogios.

Mas o português, por ser um desinteressado sem vaidade, não faz um pequeno esforço porque tudo lhe sai naturalmente. Deixem-no em paz e um mínimo para sobreviver sem o provocar, e ele é um dos seres mais inteligentes e pacíficos ao cimo da terra.

Em um dos noticiários, antes ou depois da “Visita Guiada”, o Jerónimo, social-fascista do Partido Comunista, apelidou o regime anterior de fascismo e Ditadura. O Jerónimo e a cambada que apelida o Estado Novo de fascismo e de Ditadura só o fazem por estupidez ou populismo.

Alguém acredita que o Ministro de Salazar e de Marcello Caetano, Baltazar Rebelo de Sousa era fascista ou Ditador? Ninguém. Mas há muito tropeço populista que para ganhar simpatia até é capaz de vender a família.

Ficamos por aqui. Oiçam a Antena1 nos programas supramencionados; e não falhem a “A Mosca”, os “Portugueses no Mundo” e a “Visita Guiada”.

 

Anterior “Fascismo sem fascistas e os fascistas ignorantes da Lusa”

C.S

publicado por regalias às 15:40
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