Os fascistas que pontificam na Lusa e escrevem “O ministro da Defesa Nacional comparou hoje a atual situação político-social ao período entre o final da I Guerra Mundial e o início da ditadura militar que antecedeu o regime fascista do Estado Novo.”.
O Ministro não falou em regime fascista do Estado Novo. O Ministro nem é burro nem ignorante, o que já não acontece com os sociais-fascistas; estes sim, fascistas de ignorância e estupidez e garotada que não estuda, não investigam, e vomitam o que não sabem.
O regime do Estado Novo nunca foi fascista. Quando o movimento começou, imediatamente foi proibido por Salazar.
O Estado Novo foi um regime tão Democrático, como os dos Governos dos nossos dias da França, Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos da América onde há autoridade para prevalecer a ordem e a segurança das pessoas.
Naquele tempo os regimes considerados fascistas eram a Itália, a Alemanha nazi, a URSS e os países do Bloco Comunista, onde a violência sobre os cidadãos era enorme.
A admiração pelo regime de Salazar foi elogiado pelos outros Governos e pelos milhares de refugiados que aqui se encontravam e consideravam Portugal um Porto seguro. Ou queriam, os labregos fascistas de hoje, que o caos se mantivesse como na Primeira República ou como sucedeu com o PREC em 1974-75 e anos seguintes?
O social-fascista Álvaro Cunhal ao instigar o confronto entre o português inconsciente a chamar fascistas aos portugueses sensatos quase provocou uma guerra sangrenta entre gente cordata e bestas ignorantes.
Foi pena que o 25 de Novembro travasse o canalha Cunhal para que este labéu acabasse de vez.
Os sociais-fascistas da Lusa e de outros Organismos de Estado onde continuam infiltrados podem continuar a bolçar toda a ignorância que os seus bestuntos arrotam, mas é tempo de acabar de vez com a estupidez. Caso contrário terão de ser desmascarados para Portugal ganhar a paz, o bem estar e a ordem que havia no Estado Novo.
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C.S
Jerónimo de Sousa é um “ingénuo” da Escola comunista. As premunições da besta foram planeadas ao pormenor.
Veiga de Oliveira, homem inteligente, afirmava que o comunismo foi o maior embuste do século XX. Eu chamar-lhe-ia uma experiência falhada e exagerada no tempo e que o oportunista Cunhal prolongou, sacrificando Portugal. Veiga de Oliveira conhecia, por dentro, os podres do aparelho e a sua envolvência para afirmar sem hesitações o que disse.
Outro dos cérebros que saiu do PC, disse-me rindo que aquilo era uma grande Escola de mentiras armadilhadas. Só não cito o nome porque está vivo e não o consegui contactar.
Ao ler o que o Jerónimo disse na Moita sobre as premonições do canalha Cunhal, não resisto a desmontar os presságios deste bandalho a quem em plena Assembleia da República, eu lhe disse, frente-a-frente, que a diferença entre ele e Al Capone não era nenhuma. Isso está escrito no Diário da Assembleia. O Jerónimo é desse tempo. Já devia ter largado a folha, senão começa a dizer sandices e perde a auréola de bom rapaz.
Este patife, de ideias premonitórias planeadas desde que entrou em Portugal, revela bem o bandalho que nunca hesitou em sacrificar camaradas depois de se ter servido deles. Isto para não lembrar o Francisco Miguel que ele tratou abaixo de cão.
Cunhal conseguiu destruir todo o tecido industrial, comercial e a parte agrícola com o roubo de um milhão e duzentos mil hectares de terras que enquanto não foram saqueadas de todos os frutos e máquinas agrícolas não as largaram.
As nacionalizações sem pagamento, feitas à pressa, descapitalizaram a classe empresarial tal como a descolonização, prometida à URSS, forçada e impensada havia de matar, poucos meses depois centenas de milhares de Angolanos e Moçambicanos em lutas fratricidas de horrores e crueldade.
Cunhal foi o incentivador ao ódio e à confusão em Portugal. O cerco à Assembleia da República é exemplar. Atirava as pedras, escondia a mão e deixava o rabo de fora com os Deputados comunistas banqueteando-se.
Na entrada para a CEE o chacal ao criticar a entrada e a maneira apressada como tudo foi feito sabia perfeitamente que o caos em que o país vivia era provocado por ele e pelos seus lacaios que lhe obedeciam por medo e por instinto. Tanto assim é que, quando se encheram de coragem a debandada dos mais competentes fez que o Partido perdesse a força e só a Comunicação Social de videirinhos e ignorantes os segura cabotinamente e a muito custo, à tona de água.
Premonitoriamente: o PCP de 2023 não passará.
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C.S
Espírito inquieto, jornalista brilhante, António Ferro, 1895-1956, viveu o final da monarquia e todos os desaires da Primeira República,1910-1926, sonhando com um Portugal diferente, culto e próspero.
Votado de um dinamismo invulgar, António Ferro, desde muito jovem procurou gente que entendesse as suas palavras, as suas ambições e a vontade de mudar Portugal através do inusitado e da elevação intelectual.
Mário de Sá Carneiro viu o fulgor e a inteligência do jovem. A.F é convidado para ser editor da revista Orpheu. Quanto a mim esse é o passo que vai despoletar em A F a vontade de lutar por um Portugal muito diferente e bem mais inteligente do Portugal da ignorância, dos assaltos, da queda dos Governos e da miséria infame e inqualificável que eram o prato do dia.
António Ferro compreendeu que para modificar a situação e atingir o equilíbrio só o estudo, a muita cultura e o conhecimento conseguiriam salvar Portugal do fosso onde estava atolado.
Cumpre o Serviço Militar em Angola. O Governador-Geral, Filomeno da Câmara, admirado pela sua inteligência designa-o seu ajudante. Pouco depois, com 23 anos é nomeado Secretário-Geral da Província.
Ao regressar à Metrópole verifica que o Jornalismo é o melhor veículo para difundir ideias e esperança, mas para isso tinha de chamar a atenção. Escreve livros e entrevista Governantes conhecidos em todo o mundo.
Em 1923, a censura proíbe a representação da sua peça Mar Alto. Muitos escritores imediatamente protestam. Entre outros encontravam-se António Sérgio, Fernando Pessoa, Jaime Cortesão, João de Barros, Aquilino Ribeiro, Raúl Brandão.
Em 1927 publica “Viagem à volta das Ditaduras” onde insere textos sobre Garibaldi, Pio XI, Mussolini, Primo de Rivera, Mustapha Kemal, etc.
Em 1933, o Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) convida-o para dirigir o Secretariado da Propaganda Nacional, SPN.
António Ferro explode em ideias uteis e geniais a favor de todo o povo português. São de tal modo excecionais que só a ingratidão, o fanatismo e a estupidez justifica a tentativa de o fazer esquecer.
Cria Prémios Literários, realiza a 1ª exposição de Arte Moderna. Edita o boletim Portugal com grande difusão no estrangeiro, de modo divulgar as belezas de Portugal e assim atrair turistas.
Em 1936 inaugura o Teatro do Povo. Em 1937 começam os Cinemas ambulantes do SPN que animam as aldeias e vilas. Em 1939, o Concurso da Aldeia mais Portuguesa, cujo Galo de Prata foi ganho por Monsanto.
Em 1940 são criadas as Brigadas de Turismo para orientar e incentivar todas as Pensões e Hotéis na melhoria da sua qualidade. É neste ano que é inaugurada a primeira estalagem em Óbidos.
A Exposição do Mundo Português tem-no como Secretário-Geral dos Centenários. Portugal é falado em todo o mundo. Judeus e refugiados, dos mais diversos países, que aqui se tinham acolhido, consideram Portugal um Porto-seguro.
Em Novembro aparecem, pela primeira vez os fabulosos Bailados Verde-Gaio, que seguiram o modelo dos Bailados Russos. Junta, aos feitos maiores, o Concurso de Montras. O povo sacrificado da Primeira República não saía da cabeça de António Ferro, a quem Salazar dava total cobertura.
O País transformava-se de Norte a Sul.
Em 1941, no tempo da monstruosa II Guerra mundial, começam os Concursos das Estações Floridas que davam a Portugal a ideia e a certeza de um jardim de Paz num mundo em guerra e hediondo..
Neste ano, António Ferro é nomeado Presidente da Direção da Emissora Nacional, hoje Antena1 onde cria o Gabinete de Estudos Musicais, as festas da Rádio e apresenta o plano das Pousadas de Turismo. No ano seguinte é inaugurada a pousada de Elvas.
Em 1943 aparece a revista de arte e turismo “Panorama”.
Em 1944, o Secretariado de Propaganda Nacional, SPN, passa a Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, SNI, onde eu trabalhei nos anos sessenta e verifiquei a qualidade excelente da Direção de Turismo dirigida pelo saudoso Engenheiro Álvaro Roquette.
Em 1943 dá-se a explosão das Bibliotecas Ambulantes do SNI, os Salões de Arte Moderna e as festas do Maio Florido.
Em 1948 sai a Lei de Proteção ao Cinema Nacional. O SNI cria o Fundo de Cinema Nacional e a Cinemateca Nacional.
Em 1948 é inaugurado o 1º Salão de Artes Decorativas. É promulgado o Estatuto do Turismo, são criados os prémios de Arte Dramática para as Sociedades de Recreio.
António Ferro, depois de 15 anos de intenso labor, de que aqui deixo um minúsculo apontamento, pede a Salazar que o dispense de tarefas tão desgastantes. O Primeiro-Ministro compreende-o e nomeia-o Ministro de Portugal em Berna onde o seu trabalho cultural não pára. Transfere-o para Roma.
António Ferro é incapaz de parar. O seu amor a Portugal é muito maior do que a própria vida.
António Ferro morre em 11 de Novembro de 1956.
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