Terça-feira, 5 de Maio de 2020

Conhecer Portugal e o mundo para evitar os erros

Portugal respiga de um francês, Henrique de Borgonha e de Teresa, filha do rei de Leão e Castela, Afonso VI.

O rei deu ao genro, como prenda de casamento, o Condado Portucalense, pequeno território que abrangia as terras entre o Minho e o Tejo, para o defender do ataque dos mouros e a responsabilidade de o alargar.

Henrique e Teresa tiveram um filho, Afonso Henriques, que tomou conta do Condado e o declarou independente.

Os primeiros reis; Afonso Henriques, Sancho I, Afonso II, Sancho II, Afonso III lutaram com imensas dificuldades: falta de gente e de dinheiro.

Com D. Dinis, a vida melhorou bastante. O rei teve um pai culto, que o mandou educar e abrir o espírito. Ele soube aproveitar a destruição da riquíssima Ordem dos Templários pelo rei, Filipe, o Belo, de França para lhes ficar com os tesouros. Em Portugal D. Dinis consegue que os bens dos Templários fossem transferidos para a Ordem de Cristo. Afonso IV viu o reino ficar quase deserto, devido à peste Negra, que muitos acreditavam que tinha acontecido por ele ter mandado matar a formosa Inês de Castro, que o filho Pedro, amava perdidamente. Pedro governa bem, mas pouco tempo. Morre de tristeza. Fernando envolve-se em guerras com Castela. Portugal quase perde a Independência, pelo rei ter perdido a cabeça por Leonor Teles. Não fora a valentia do Condestável Nuno Álvares e do rei João I tudo teria sido bem mais complicado. Mas os portugueses inspirados pela Ínclíta geração, os filhos de D.João I, dos quais sobressai o Infante D.Henrique pelo papel que desempenhou nas descobertas que os navegadores portugueses fizeram, e lhes deram a fama e o proveito. Duarte foi um intelectual triste; o filho Afonso V tentou a unidade Ibérica através da Guerra, e o filho, João II através do casamento do seu filho. Nem um nem outro levaram a sua avante.

Aqui está um dos motivos porque acredito na união do ser humano à Força inicial que tudo criou e ligou.

Quando teimamos em algo que não devemos querer, isso acontece.

Pode ser que esteja errado, seja só suposição, mas eu quis ser pobre para experimentar as mesmas dificuldades, a Natureza fez-me a vontade, e o que era impensável obriga-me a pedir a Reforma que ainda não recebi e nunca tinha querido receber para ajudar os outros.

Aquilo que era ainda mais impensável acontece com Portugal. Atinge o topo do Mundo com o rei D. Manuel I.

Portugal tornou-se a Nação mais poderosa do mundo, em termos financeiros. Com João III mantém o nível, o navegador Afonso de Albuquerque tinha criado o Império Português do Oriente e o neto, Sebastião desfaz tudo num ápice ao morrer em Alcácer-Quibir por fanatismo religioso.

A Espanha, por direito familiar e força, ocupou o trono Português. Portugal nunca mais foi o mesmo.

Este Corona pode ter sido o último aviso contra a leviandade dos homens.

Amanhã continuaremos esta visita fugaz à história de Portugal e até onde o Corona nos pode levar.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:47
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