Domingo, 10 de Maio de 2020

Radicais Livres amenizaram a semana na Antena1

Não é o Corona que me preocupa, é a falta de interesse e verdade que os políticos demonstram em Governar com saber e autoridade.

Infelizmente, a maioria das Instituições, dependentes dos Estados aproveitam-se do laxismo dos povos e cada um deixa que os diferentes departamentos publicitem o produto como entendem.

Salazar, que em Portugal devia servir como exemplo, foi atacado até à exaustão pelos políticos que vieram do estrangeiro. Juntaram a gandulagem oportunista e ululante que, com a chegada de Cunhal viram a possibilidade de deitarem a mão ao alheio, viverem na ociosidade e na libertinagem;  embarrilaram os militares e fizeram e disseram tudo o que quiseram para esconder a honestidade do “Maior Português de sempre” que o povo escolheu apesar de insinuações e ameaças.

Salazar Governou sem medo. Ao impor, desde início um escrutínio rigoroso das contas públicas, sempre com os Ministérios proibidos de exceder orçamentos. Salazar governou Portugal com o fim de salvar o povo da miséria em que a Primeira República, 1910-1926, o tinha lançado.

Portugal passou, em pouco tempo a ter uma das moedas mais fortes do mundo. Antes, a moeda não tinha cotação.

Conseguiu isto como? Colocando em todos os equipamentos do Estado gente trabalhadora e competente.

Na Antena1 também haverá, mas basta um pequeno alivio na orientação para a demagogia dos Partidos de Esquerda pular, as canções serem de nível inferior e conteúdo duvidoso e até ser um sacrifício ouvir o “Esplendor de Portugal”, às quintas, com uma rapariga constantemente a rir, sem sentido, como se aquilo fosse um espetáculo de marionetas ou então, no lado oposto, um “Contraditório” às sextas onde dois presumidos peroram de maneira arrogante e desconchavada. Desta vez não consegui aguentar; saí a meio do espetáculo.

Salvou-se o sábado com os “Radicais Livres” que, com o Pedro Tadeu e Jaime Nogueira Pinto, nos deram uma lição de história sem cansar.

E é pena que os intervenientes; uns, pequem por falta de capacidade, e outros se excedam por convencimento.

É aborrecido dizer isto, mas como eu próprio prefiro que me digam o que faço mal, não resisto a que todos consigamos fazer o melhor.

Ainda há pouco faleceu um homem, extremamente inteligente que não foi Presidente da República por que não aceitava chamadas de atenção de dois Deputados. A um deles, ao General Galvão de Melo, fez-lhe um processo disciplinar e expulsou-o do CDS. Ao outro pretendeu fazer-lhe o mesmo. Perdeu o processo e, de zangado, esteve vários meses sem aparecer no Parlamento. Depois da primeira volta das eleições para a Presidência da República, com 46,31% foi avisado que ainda podia perder as eleições. Não quis ouvir. Perdeu.

Homens e mulheres, quando ao serviço do Estado e em Organismos dependentes do Estados têm de dar sempre o seu melhor, sem tibieza ou arrogância.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:33
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