Quarta-feira, 10 de Junho de 2020

Quando falha a autoridade, falham os Governantes

“O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento”

Salazar desde que entrou para o Governo, como Ministro das Finanças, influenciou todos pela sua inteligência e bom senso. Desde o Presidente da República, Carmona, que no Livro “A Ditadura Militar” de Leopoldo Nunes, não só escreve o prefácio, como se afirma como Ditador.

Mas Salazar era um Homem de liberdade. Tinha sido expulso da Universidade, durante a Primeira República porque criticava os erros cometidos. Considerava que o Governo devia ser forte; ter muito bons governantes, de modo a todo o povo respeitar as suas decisões porque isso era fundamental para a sua sobrevivência, e dizia-o “Enquanto houver um Português sem trabalho e sem pão a revolução contínua”.

O General Sousa Dias não quis entender o aviso e em 1931fez a chamada revolução da Madeira, durante 23 dias.

Salazar, que era Ministro das Finanças e trabalhava noite e dia para encontrar recursos que salvassem o País da fome e do descalabro da Primeira República, 1910-1926, tem um desabafo entristecido:

“As alterações de ordem nos Açores e na Madeira e as agitações subversivas no Continente causaram despesas importantes no Tesouro. O dinheiro gasto bastaria para sustentar 25.000 famílias portuguesas de operários rurais durante um ano”.

Quando lhe foi oferecido o lugar de Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro) continuou a privilegiar a liberdade com autoridade. Para justificar os Militares, escreve mesmo que a Ditadura tinha sido um regime de transição.

Na verdade, os Governos não precisam de ser violentos, mas têm de ter autoridade, assim como os professores, se não tiverem autoridade e forem uns bananas, os alunos fazem o que querem e serão sempre os prejudicados.

Neste tempo, muito difícil que vivemos, todos devem compreender que é fundamental compreender a orientação do Governo. A sua autoridade tem de ser respeitada para não se colocar em perigo a vida de milhões de pessoas, devido a algumas dezenas de ignorantes não respeitarem regras que os irão também afectar.

 

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C.S

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Terça-feira, 9 de Junho de 2020

Se fosse mais novo aprendia Novas Tecnologias

O Computador é o meu companheiro de todos os dias. Antes foi uma máquina portátil Remington, que já tinha muitas dezenas de anos quando a comprei em segunda mão, viajou sempre comigo- Acompanhou-me até aparecerem os computadores.

Oferecia-a ao bem equipado e tratado Museu da Golegã para ela ter casa condigna e meu eterno agradecimento.

De computador e dos seus segredos tenho o conhecimento básico para escrever tudo o que me obriga a trabalhar.

Este "obriga" é uma força de expressão.

O trabalho é um prazer tão grande, quase um vício, que me faz feliz, apesar dos problemas que teimam em não me largar.

Quando a infelicidade me ataca,  levanto o escudo e, muito antes da alvorada, aí estou pronto para o combate e à espera do adversário.

As Novas Tecnologias, que eu gostaria de aperfeiçoar são mais para dizer à juventude, como é que ela tem sempre trabalho.

Adivinhou. Falo do Teletrabalho.

“Mas o Teletrabalho não chega para toda a gente...” - Diz você.

Chega e sobra. Digo eu.

Com o Teletrabalho você pode trabalhar em todo o mundo, estando em Portugal. Angola, Moçambique, Timor etc, são terras que também podem beneficiar com o seu conhecimento.

A Placa giratória, está aqui. Se o Costa, o Centeno e o Costa e Silva pensarem bem no assunto, além de você, vai ver que Portugal pode resolver o problema impossível em poucos meses e os Portugueses poderão viver muito melhor do que nos dias de hoje.

Já percebeu, por que é que eu gostaria de saber mexer bem nas Novas Tecnologias?

É que a partir delas eu saberia estruturar o que acabo de afirmar. Ou seja, experimentar em quatro ou cinco países, dos quais eu domino, naturalmente, a língua e depois ir dando sugestões para os desempregados empurrarem o Costa e o Centeno e os obrigarem a pensar no assunto.

Para lhe ser franco não tenho paciência para perder tempo em conversas e almoços com políticos. O meu vício é o trabalho.

E é este estranho amor a Portugal, que me faz sentir infeliz quando Ele não está bem e me força a trabalhar constantemente para equilibrar a minha saúde mental.

 

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C.S

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2020

Um pequeno esforço de alguns é a salvação de todos

Estes “alguns” são de dois tipos: aqueles que não respeitam, por teimosia, as regras que o Corona impôs, e os que têm dinheiro a mais, e por avareza ou preguiça não o colocam ao serviço da Comunidade, criando postos de trabalho.

Depois do 25 de Abril preocupei-me mais em saber como Salazar tinha sido capaz de resolver uma situação impossível do que aproveitar-me da confusão criada para integrar o PPD, o PS ou o CDS.

Depois dos primeiros meses de cretinismo comunista e de Desgoverno do Vasco Gonçalves, percebi imediatamente que íamos entrar num buraco de onde seria difícil sair.

O Soares e outros semelhantes viram na CEE a salvação e fizeram em pouco tempo, aquilo que há muito ainda não tinha sido negociado, porque as vantagens nos eram desfavoráveis.

Soares e os parceiros aceitaram tudo o que os outros impuseram. Tinham de salvar a pele. E viu-se. Soares morreu multimilionário.

Mas há palhaços que para tapar os erros cometidos são capazes de fazer todas as piruetas. Agora até resolveram desvirtuar canções e filmes antigos. Para esta malta o que lhes interessa é continuar a viver da sabujice. Se a verdade dos factos foi diferente, para eles não conta. Há gente que para desvirtuar e espalhar o ridículo vai a todas. Ainda há dias morreu mais um artista comido pela Sida. A droga foi e contínua a ser a morte natural desta gente.

Até as regras ditadas e imploradas pela Marta Temido e pela Graça Freitas, para que as cumpram, caem em saco-roto, como são a maioria dos prevaricadores esburacados que teimam infetar todo o País.

Quase podia chamar a isto a Democracia da morte. Os energúmenos não cumprem porque não é democrático obedecer. A Democracia não impõe. Tem de pedir de joelhos.

Os outros, os do dinheiro, devem-no empregar para minimizar o desemprego que está perto dos dez por cento.

Mas os candongueiros do dinheiro sujo e da corrupção têm de se chegar à frente. Costa e Centeno querem entrar na História com um País em franco progresso e saudável.

Fiz-me compreender?

Se não fiz, os próximos alertas terão de ser mais claros e com linguagem mais vernácula. Tipo poesia de Mário Cesariny, dia 27 do mês passado, na Antena1.

 

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C.S

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Domingo, 7 de Junho de 2020

Diminuir despesas sem despedir trabalhadores

Resolver os graves problemas em que Portugal se encontra é um desafio e um prazer extraordinário.

Desafio que muitos consideram impossível. E um prazer porque nos mantém num stress saudável e permanente.

Muitas vezes aconselho a ler a nossa história para relembrarem os impossíveis que os nossos antepassados ultrapassaram.

Aqueles que tiveram a sorte de viver as grandes dificuldades por que todos passaram a partir dos anos 30 do século passado recordam a miséria herdada da Primeira República, 1910-1926, que os Militares não conseguiram resolver porque nenhum país estrangeiro os quis socorrer e a Sociedade das Nações, só emprestaria a quantia pedida se viesse governar o dinheiro emprestado. Os militares vexados, preferiram chamar, dois anos depois, um civil, Salazar, que consultado uma primeira vez, explicou o que faria. Eles não aceitaram. Tiveram de o fazer dois anos mais tarde.

Ele cortou em tudo quanto podia cortar para salvar o povo que morria de fome, tal como agora pode acontecer. Ontem lembrei que a Tuberculose pode ser o nosso calcanhar de Aquiles.

Temos que poupar. Não é preciso tirar nada às contas do Centeno, basta limitar os gastos nas Instituições do Estado e aproveitar o que deixam de receber para empregar mais gente ou pensar outra solução com os países de língua portuguesa, mas diminuindo sempre as despesas.

Eu dou um exemplo simples. A RTP-Antena1 são um sorvedouro de dinheiro por compra de programas ao estrangeiro ou até por fabricarem programas, dando sempre como desculpa, a concorrência com os Privados. Pensar nos Privados e em concorrência? E os portugueses? E aqueles 278 ou 279 mil milhões que devemos?

Temos muitos programas interessantes, que podem voltar a passar para bem do conhecimento, da cultura, da Inteligência e do equilíbrio das finanças, do conhecimento e descontração das pessoas.

Desde programas de 5 a 10 minutos, a outros com 40 e 50, a RTP tem em quantidade, misturando com boa música portuguesa, não com Xaropadas intragáveis.

Desde os “90 segundos de ciência”, “Os Portugueses no mundo”, “O Ponto de Partida”, da Eduarda Maio, a “Visita Guiada” da Paula Moura Pinheiro. O “Se bem me Lembro” de Vitorino Nemésio. Os vários programas televisivos, sobre cultura de David Mourão Ferreira. “Os Horizontes da Memória” de José Hermano Saraiva. “Os Old Friends” de Sobrinho Simões e Júlio Machado Vaz. A RTP e a Antena1 tem material para muito mais de dois anos, tempo suficiente para Centeno, Costa e mais quem vier por bem e por saber conseguir tirar este País da atrapalhação onde se encontra.

Claro que os oportunistas, preferem que o País viva de aflitos.

Eu vejo os infelizes das dificuldades envergonhadas, eu falo com eles. Causam impressão. O corpo e a cor não engana. Se o ordenado mínimo não estica. Esticam eles e a dupla pandemia pode começar a ceifa.

 

Anterior “Para salvar Portugal, a Comunicação Social deve ajudar”

C.S

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Sábado, 6 de Junho de 2020

Para salvar Portugal a Comunicação Social deve ajudar

Durante um ano experimentei viver com 650€ por mês. É muito complicado.

Perto da minha casa vive uma jovem, o marido e seis filhos. Eles devem ter cerca de 41, 42 anos. Nunca pediram nada. Os miúdos são muito sossegados e eu pergunto-me como é possível governar uma casa de renda, água, Luz e Gás e tanto um como outro serem trabalhadores na limpeza das ruas, na Câmara Municipal.

É um assunto que me preocupa bastante e tento alargá-lo a todos os outros trabalhadores, até com menos filhos, mas sempre em situação de grande esforço que, durante anos estudei quase sempre em situações adversas. Muitas vezes provocava o problema para entender a sua natureza.

Moo a cabeça todos os dias e às vezes arrependo-me não ter ficado na Assembleia da República, quando saí do CDS e o Dr. Menéres Pimentel me convidou para fazer parte do seu Grupo Parlamentar. Mas eu conheço a minha maneira de ser e não queria que o Dr. Menéres Pimentel, que era uma joia de pessoa, tivesse quaisquer problemas por minha causa.

O ordenado mínimo tem, na verdade de ser urgente e substancialmente aumentado, mesmo em tempo de crise, talvez com a ajuda do Governo ou de outra forma qualquer.

Manter-se na base em que está é que não pode continuar, a menos que, a seguir ou juntamente com o Corona, queiram que haja um surto de TUBERCULOSE que devaste o País e leve os mais os jovens.

Ao ouvir o Mário Centeno e o Costa e Silva, confesso que acredito nos dois. Penso que na situação dificílima em que Portugal se encontra, eles são capazes de resolver com sucesso a melindrosa situação.

Ninguém me tira da cabeça que, com trabalho, incitamento e imaginação, os dois economistas, apoiados pelo Primeiro-Ministro resolvem o problema.

Mas, mais depressa o resolverão, se a Comunicação Social em vez de entrar na chicana dos maniqueístas e de todos aqueles, do bota abaixo, porque estão de barriga cheia e falam contra tudo o que não seja do seu único e exclusivo interesse, a Comunicação Social se mantenha na vertical e ajude a salvar Portugal.

 

Anterior “Temos tanto para aprender”

C.S

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Sexta-feira, 5 de Junho de 2020

Temos tanto para aprender

Quanto mais aprendemos mais vivemos, porque mais queremos aprender.

O estudo, o saber, o conhecimento alarga a vida. Queremos compreender, principalmente, os erros que antes cometemos sem nunca os ter querido cometer. E, se ainda os pudermos emendar, melhor.

A vida, a partir dos oitenta começa a cansar. Só se aguenta se tivermos interesses que nos motivem a viver.

É por esse motivo que os professores são fundamentais. Não o professor que só saiba a matéria que ensina. O professor tem de ser eclético, ensinar o que está no programa, mas conhecer da vida tudo quanto nela pulsa e,  quando o programa encaixa em algo sobre a vivência humana, falar no assunto. Discutir essa matéria.

Vitorino Nemésio era especialista em começar a falar de Literatura e acabar a falar das festas da Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, mais para falar dos adereços que as raparigas levavam pendurados ao pescoço e discutir qual era o verdadeiro significado: vaidade? Ou incitamento ao trabalho no campo?

Os professores são essenciais para os alunos não se perderem nas conversas dos colegas, que sabem tanto como eles, mas pensam que a vida é uma coisa e ela é outra bem diferente.

A vida tem de ser explicada de maneira natural e com exemplos concretos.

As igrejas, antes de existirem os psicólogos, eram as grandes conselheiras. Faziam o que queriam e entendiam dos crentes. Há dias li um texto dos arquivos Russos, sobre Ribeiro Sanches, médico na Corte Russa no século XVIII Aí ele afirma que Portugal, era uma colónia do Vaticano; penso que devido às grandes somas que os reis para lá enviavam.

O engenheiro Álvaro Roquette, Diretor Geral do Turismo no SNI, tinha uma admiração ilimitada pelo médico Ribeiro Sanches que tinha nascido na minha Terra. Um dia em que ele me mostrava o relambório dos Ordenados e me dizia que eu ganhava mais que ele, sendo eu um miúdo, de vinte e poucos anos. Mas antes tinha falado nas capacidades do médico. Eu, com cara de sonso, não resisti a dizer-lhe: senhor engenheiro, na minha terra só há duas pessoas inteligentes: uma é o Dr. Ribeiro Sanches e a outra a minha modéstia não me permite dizer quem é.

Álvaro Roquette desatou a rir e diz: para acalmares vais acompanhar durante dez dias à torreira Alentejana, no Ribatejo e na Beira, o célebre fotógrafo americano J. Gerald Hooper, que recebe mais do que eu e tu juntos. Assim justificas as graças e o dinheiro.

Eu adorava aquele trabalho. Saí do SNI escrevendo barbaridades ao pedir a minha exoneração que o Dr. Moreira Baptista, não queria dar, ameaçando que me demitia e nunca mais seria funcionário público. Não demitiu, Só não conto o episódio, porque já o escrevi a propósito de outro assunto.

Se o regime anterior fosse uma Ditadura isso não seria possível.

Só é enganado quem não estuda, não aprende e...não vive muito tempo para pensar em todos os episódios porque passou, à procura de descobrir porque se vive tanto tempo.

Quando chegar aos 77 anos comece a recordar os tempos passados sem acrimónia. Vai ver que a vontade de aprender e estudar lhe ajuda a resolver os outros problemas.

 

Anterior “Governo consegue a confiança do povo”

C.S

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2020

Governo ganha a confiança do povo

Desde o 25 de Abril, é a primeira vez que um Governo consegue a confiança da maioria do povo português.

António Costa ao apresentar os sucessos e as dificuldades, com toda a frontalidade, está a agarrar todos os quadrantes políticos, sem azedume, mas com firmeza.

O povo tem de acreditar na inteligência, honestidade e capacidade do Primeiro-Ministro para conduzir o País. O povo obedece como um companheiro que está pronto a todos os sacrifícios para mostrar que os portugueses são confiáveis, muito inteligentes e trabalhadores se o chefe lhes merecer toda a confiança-

A escolha do Engenheiro Costa e Silva para desenhar uma Estratégia a caminho da prosperidade e bem-estar é tema de muitas conversas e perguntas, mesmo de máscara e distanciados nas mesas do café.

Ontem senti-me feliz. Ninguém falou de pandemias e nem as máscaras evitaram as conversas em alta voz.

Tinha ido para tomar só um café e voltar aos livros. Acabei de passar na esplanada toda a manhã.

Todos acham que a trempe formada por António Costa, Mário Centeno e Marcelo de Sousa foi o que melhor aconteceu ao País. Um de Esquerda, outro de Direita e um Independente. O povo português é do mais puro que existe. Quando sente falsidade, pode-se calar, mas ninguém lhe faz o ninho atrás da orelha. Nas votações, vota como entende.

Eu tive a felicidade de seguir todo o processo desde o 25 de Abril e não me teria interessado pela política se depois da chegada do Cunhal, as provocações e insultos de Vasco Gonçalves, Cunhal e dos lacaios oportunistas não me fizessem sair da minha calma. Tenho tudo escrito. Há partes que, de dramáticas, se podiam ter transformado em trágicas. Muitas pessoas não deram por isso. Mas os comunistas que pensavam ganhar as eleições com maioria avantajada, verificaram imediatamente que estavam enganados. Alguns, os mais ignorantes, continuaram agarrados às promessas e às mentiras perigosas de Cunhal. Só que havia uma retaguarda muito atenta e disposta a vender cara a vida em defesa de Portugal.

Costa pode estar certo que tem o povo na mão. Aproveite bem as ideias e o trabalho do Engenheiro Costa Silva; não se disperse com promessas de outros que dizem que vão fazer isto e aquilo.

 Portugal precisa de gente com iniciativa, precisa de progredir e mostrar ao mundo que resolver as grandes dificuldades são os melhores desafios e o nosso maior prazer.

 

Anterior “Tenho a certeza que é possível acabar com a pobreza”

C.S

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Quarta-feira, 3 de Junho de 2020

Tenho a certeza que é possível acabar com a pobreza

Depois de 65 anos de estudos e testes pessoais sobre a vida e as condições do ser humano cheguei à conclusão que a pobreza pode ser eliminada desde que os Governantes de todos os países do mundo se juntem, três vezes por ano, em Portugal durante oito dias e conversem sobre a possibilidade de colocar gente, altamente qualificada e de trabalho, nos países menos desenvolvidos.

A ideia tem de ser estudada ao pormenor, depois desta crise que não deixou ninguém indiferente nem imune.

Costa, Centeno, Marcelo, Costa e Silva podem fazer o teste em Portugal, apoiados por António Guterres e levar avante a eliminação da pobreza, tornando o País saudável e próspero.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, o da Economia, Pedro Siza Vieira, o dos Estrangeiros, Augusto Santos Silva, a Ministra do trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho são os mais falados entre o povo. Os restantes Ministros são também respeitados.

Portugal com o incitamento do povo ao trabalho, ao estudo e à investigação, pode despertar o mundo, como, por mais de uma vez, já aconteceu.

A África Lusófona é um espaço a beneficiar e a experimentar a ideia. Os portugueses, que aqui estejam desempregados, podem para aí ser enviados com a aceitação desses países e aí trabalhem em conjunto mostrando como todo o mundo pode funcionar numa rede organizada para o desenvolvimento dos povos.

Obcecado pela ideia de estudar como eliminar a pobreza, cometi vários erros até chegar a conclusões, que me dizem que eliminar a pobreza é possível, se essa ideia for desenvolvida em conjunto.

Um dos erros que cometi foi não ter pedido a Reforma para convencer todos os que têm o suficiente, a fazer o mesmo e a não onerarem o Estado e este poder socorrer os que têm mais dificuldades em suportar os azares da vida.

Essa decisão foi tomada, depois de ter sido Deputado na Assembleia da República e verificar a leviandade como alguns assuntos eram tratados, no meio da galhofa, enquanto os advertia que o povo é que pagava os risos e o tempo gasto com inutilidades. Um dia fui tão desagradável que o Presidente da Assembleia da República, Teófilo Carvalho dos Santos, ameaçou fechar a casa do riso e da inconsciência. Respondi-lhe: “feche". Ela não serve para nada e só prejudica o povo”. Ele fechou.

Não contei com os imprevisíveis da vida. O ano passado tive de pedir a Reforma, que ainda não chegou.

Obcecado pelo estudo não pensei nas minhas defesas. Mas se Portugal e o mundo eliminarem a pobreza, tudo valeu a pena.

O verme poderá morrer faminto, que ele abençoará sempre os que trabalham a bem de Portugal e do mundo.

 

Anterior “Contínua a valer tudo para destruir Portugal”

C.S

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Terça-feira, 2 de Junho de 2020

Contínua a valer tudo para destruir Portugal

A Catarina e outros artistas, que fazem de São Bento a sua casa da comédia e da desgraça, já vieram espinotear contra o convite do Primeiro-Ministro ao Engenheiro António Costa e Silva para desenhar uma visão estratégica que consiga manter o País ao nível da Europa evoluída e próspera.

Os bem pagos e de vida gorda, querem que Portugal continue a desgraça que começou em 25 de Abril com a libertinagem, a droga, os roubos e a não recuperação do Tecido Industrial destruído por boçais comunistas comandados por Cunhal e seus lacaios Mortágua, Vasco Gonçalves, Rosa Coutinho, Melo Antunes e o inocente capitão Otelo Saraiva de Carvalho que protegeu a invasão das propriedades e quis meter toda a gente no Campo Pequeno. Ele até foi capitão de assassinos. Tudo isto em libertinagem total e droga que confundiu toda a juventude.

Querem que Portugal nunca mais se levante? Eu, que nunca fui socialista, acredito na seriedade e inteligência de Costa e Centeno. Agora acredito também no Engenheiro António Costa e Silva, no seu saber e ponderação, para em conjunto com os membros do Governo, fazer aquilo que nunca se conseguiu fazer. Sempre se têm mastigado ideias sem uma estratégia definida.

Podem os opositores da recuperação económica e social vir com argumentos de chiqueiro; pela minha parte responderei à letra, já que o Governo não pode continuar a perder tempo com balofos que nunca pensam para além da sua barriga e dos seus interesses.

 

Anterior “O que faz vacilar o Homem não é a morte, são os filhos”

C.S

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Segunda-feira, 1 de Junho de 2020

O que faz vacilar o Homem não é a morte, são os filhos

Portugal, desde o seu nascimento viu brotar dentro de si uma plêiade de gente excecional que pôs sempre à frente dos seus receios a defesa da Pátria e da família.

Pela Pátria, os portugueses, percorreram estranhos mares, enfrentaram o impossível. Recordem Fernão Mendes Pinto, leiam a Peregrinação e verificarão que os Portugueses para darem novos mundos ao Mundo, enfrentaram o impossível, civilizaram e desenvolveram outras gentes, que nos amam e nós amamos porque os sentimos nossa parte e nós parte deles. Em todos os areópagos, defendemos, os povos nossos irmãos, mesmo que tenhamos de nos sujeitar a um papel secundário.

Qual é o pai, que não deseja que os filhos sejam muito melhores que ele?

Os Portugueses enfrentam tudo, menos a tristeza dos filhos. Aqui vacilam.

O Alcaide de Faria, tendo sido feito prisioneiro pelos Espanhóis, quando ia socorrer outra coluna, convence-os a levá-lo junto do Castelo onde tinha ficado o filho na sua vez e dizer-lhe para o entregar. Quando lá chegou e viu o filho gritou-lhe para defender o Castelo com toda a energia. Nuno Gonçalves, o Alcaide foi imediatamente morto.

A felicidade dos filhos é bem mais importante que a vida dos pais.

Camilo Castelo Branco, ao escrever o soneto “A maior dor Humana”, dedicado a Teófilo Braga arranca tudo o que existe na Alma portuguesa e mostra bem como o Português é sensível e o mais indicado para unir este mundo desavindo.

Nos séculos XV e XVI mostrámos como unir, comerciar, civilizar e amar.

O Programa ZIGZAG, de sábado na Antena1, recordou o “Português”, a moeda de ouro, e bem pesada, que serviu para negociar e fazer amigos em todo o Mundo.

Estou convencido que este 2020 é o momento para todos os jovens meditarem no que aconteceu nos últimos anos.

Os avisos para pensar, poupar, saber gastar e entrar mundo fora fazendo prosperar todas as nações é tarefa para portugueses.

Somos muito poucos, mas as sementes que deixámos em África, nas Américas, e um pouco por todo o mundo são ligações que nos acrescentam.

Os filhos têm de saber vencer a vida, para os pais poderem morrer felizes.

 

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C.S

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