Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

O medo e o prazer de aprender

Saber o porquê de termos vindo ao mundo, conhecer esse mundo e tudo o que ele contém é a aspiração de milhões de pessoas e dos portugueses, em particular.

Por que digo, dos portugueses em particular?

Se não fosse assim, não teriam sido os primeiros a esquadrinhar o mar, para ter a certeza do que haveria muito mais para lá da linha do horizonte.

O conhecimento é a grande fonte da vida. Quanto mais aprendemos, mais queremos aprender. Somos insaciáveis devoradores da Natureza. Natureza, mundo físico e natureza, a maneira de ser de cada um.

O ser humano distingue-se dos outros animais, principalmente por esta característica que o mantém até ao fim da vida agarrado ao querer saber.

As vidas longas, sem o terrível Alzheimer, que desorienta as pessoas, pode ser evitado se o interesse pelo que acontece de mais agradável na vida, seja sempre superior às notícias mórbidas, ao medo, e ao esquecimento que deve ser combatido por um pequeno esforço de memória e recordar por exemplo onde colocou as chaves de casa, o que ia fazer à cozinha etc.

Ria-se do esquecimento. Brinque consigo. Não deixe que o Alzheimer tome conta de si. Force um pouco e verá que os neurónios reagem.

Um trabalho que a entretenha e não a canse demasiado é o fundamental.

A história de Portugal é um bom passatempo, para quem não encontra outro. Não diga, mas eu esqueço-me de tudo quanto leio. Algumas pessoas pensam isso. Mas não é verdade. É a tensão, e pensar que esquece.

O último aluno que ajudei nos estudos através do SKYPE, dizia-me sempre, quando começámos as lições, que não tinha memória. Como alguns livros meus estão abertos na Internet, perguntei-lhe se gostava de ler. “Nem por isso, mas vou experimentar”. Um dos livros “Poemas e canções de amor para ti” entusiasmou o rapaz, e perguntou-me se podia enviar um poema daqueles a uma amiga. Disse que sim. Sugeri-lhe para passar os olhos pela história de Portugal.

Indo aos finalmente: durante os quatro anos que lhe orientei os estudos, no Politécnico de Portalegre, sempre que me dizia “esqueço-me desta disciplina ou daquela”. No dia seguinte, como por acaso, fazia-lhe perguntas sobre história. Nunca falhava as respostas. Eu dizia-lhe: não tens memória, leste o livro uma vez e não te esqueces de datas, acontecimentos, Reis e Presidentes da República. Trata de reveres a matéria das disciplinas. Hoje está Licenciado em Serviço Social

É o medo, a coscuvilhice pateta que fala de mortes, bruxas, bruxos e assuntos similares que ataca as pessoas e as debilita.

Leia, cozinhe, limpe a casa, viva a alegria da vida.

Acredite em si. Sinta prazer naquilo que faz.

 

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Quinta-feira, 30 de Julho de 2020

Corromper a juventude através da libertinagem

Desde sempre houve gente que viveu uma vida de liberdade total, mas discreta.

A seguir ao 25 de Abril, os comunistas, dirigidos por Cunhal, para mais facilmente tomarem conta da juventude e a perturbarem abriram as portas à libertinagem. 

Nada era proibido, tudo se podia fazer em público; sem proibição ou vergonha. Tornou-se pandemia.

Os chamados drogados, que não existiam no anterior regime, apareceram às centenas. Não havia regras. Muitos desses desgraçados eram facilmente manipulados e catequizados para aderirem ao Partido das Amplas Liberdades.

Quando os militares, no 25 de Novembro, acabaram com a arrogância de Cunhal, dos militares iludidos e dos trabalhadores da Construção Civil, que poucos meses antes tinham aprisionado os Deputados no Parlamento; ao saberem que iam ter pela frente o Coronel Jaime Neves, Cunhal aconselhado por Melo Antunes meteu o rabo entre as pernas, mas não desistiu de destruir Portugal.

As ideias de libertinagem total aumentaram e as mortes dos jovens também porque à droga juntou-se a pandemia do HIV, por volta de 1982, que hoje está razoavelmente controlada.

Na cabeça daquele infame louco surgiu-lhe então a ideia de espalhar o vírus através de apresentadores de televisão, de cantores de letras subliminares de pederastas invertidos que invocam os padres como exemplo de devassidão e prazer para justificarem o que fazem.

O que me preocupa é que muitos políticos parecem indiferentes ao que acontece. É proibido denunciar indivíduos que pelas suas atitudes e canções desencaminham crianças e jovens, mas não é proibido que eles façam publicidade aos seus crimes sexuais; umas vezes de maneira totalmente explicita e outras de maneira subliminar.

Portugal está a ficar mal da cuca.

O laxismo de alguns governantes torna-se perigoso. É bom que pensem mais atiladamente em tudo o que acontece neste País.

O Corona, a miséria e o desespero não são bons conselheiros.

 

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C.S

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2020

Portugal não é um País perdido, se você quiser

O meu amor a Portugal deve ser tão grande como o seu. Só os chulos, os oportunistas, os preguiçosos, os corruptos e os comunistas que pensam que, quanto pior esteja o País, melhor será para o Partido, esses é que não são confiáveis.

Portugal não é um caso perdido, nem um País pobre e sem recursos, nunca foi. Se fosse, Salazar nunca teria conseguido recuperar Portugal da enorme miséria em que esteve atolado na Primeira República, 1910-1926, e dos anos da Ditadura militar até 1932, altura em que foi convidado para Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro).

Quando foi chamado em 1928 para Ministro das Finanças, Salazar fez contas à vida, traçou uma estratégia e seguiu-a. 

Havia dificuldades, mas todos seguiam a orientação do Governo. Salazar dizia sempre o que ia fazer, tal como hoje se faz nos regimes democráticos. Todos os discursos desses primeiros tempos, estão nos jornais da época e em volumes editados pela “Coimbra Editora” com o título “Discursos e Notas Políticas”.

Quando se fala na Ditadura, só se pode compreender pela Ditadura Militar. Primeiro, assumida pelo General Gomes da Costa e depois pelo General Óscar Carmona.

Salazar, quanto a mim, governou sempre numa Democracia Orgânica com prevalência numa Organização Corporativa para “libertar o trabalho do despotismo do dinheiro e levar o dinheiro a servir o trabalho”, segundo as suas próprias palavras.

Conseguiu isso, com algum sacrifício, mas não era nada que não se suportasse. As aventesmas, dos políticos do bota-abaixo, é que tentavam impedir o bom Governo, sem nunca serem capazes de fazer melhor, nem lá perto.

Para não me alongar mais, aquilo que lhe proponho é que em tudo quanto fizer, faça na perfeição. Seja o melhor em tudo. Vai ver que não custa nada, e fica admirado como consegue atingir todos os objetivos sempre a favor de Portugal, mas tirando desse trabalho o proveito natural.

Este pateta, deste Corona, é que veio complicar um pouco as coisas; mas até é mais um obstáculo para pôr as suas capacidades à prova.

Com Corona ou sem Corona Portugal tem de sair do lameiro onde se encontra.

A sua ajuda é importante, não conte só com o Governo. Conte consigo. Acredite em si.

 

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C.S

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Terça-feira, 28 de Julho de 2020

Um Pais de aflitos e em chamas

Sem uma estratégia bem definida, Portugal não vai a lado nenhum. O fogo entra por todo o lado, os beijos e os abraços do Presidente começam a ser rejeitados, sinal que o povo começa a mostrar descontentamento, quando antes o escondia.

O ordenamento do território pede a urgência que em 46 anos de Democracia frouxa, preguiçosa e mentirosa tem atirado Portugal para a miséria, com a roupagem enganosa de um progresso que só beneficia uma pequena parte da população.

Além da falta de cultivo de terrenos, a falta de ordenamento dos mesmos atiça todos os anos mais fogos, mais mortes e mais desespero e contas para o Governo pagar.

Todos os políticos sabem que é fundamental um Pacto de regime para garantir que, mesmo com mudança de Governos, o ordenamento do território, a plantação do arvoredo tem de ser feito com uma reserva de quarenta anos para dar tempo às árvores crescerem e produzirem riqueza. Têm de ser protegidas por enquadramentos defensivos, através da limpeza de terrenos e por aceiros. Isto compete a todos, e vigilância permanente das autarquias. Culpar o Governo é próprio de insensatos que fogem às suas responsabilidades.

Enquanto Portugal pensar como um conjunto de catraios a quem ninguém pede contas, o país irá de queda em queda até à humilhação final.

 

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C.S

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2020

Peste, preguiça, fogos e subsídios

A peste graça em Portugal desde há 46 anos. Salazar sabia que pior que a sarna só o comunismo, que na URSS matou milhões de russos para implantar uma ideia e a tentava exportar para outros países sem ter uma vacina que impedisse a pandemia caso ela fosse mais contra a humanidade do que a favor das populações.

Cunhal, sabendo de todos os crimes cometidos, quis fazer o mesmo em Portugal desde que chegou em 1974.

O terrormesmo  percorreu todo o país. Só que os portugueses não se amedrontam com facilidade. Mas são muito curiosos, quiseram saber onde isso ia dar. O resultado está à vista.

Com o Corona e os fogos o António Costa não sabe para onde se há-de virar. O mais certo é ir de férias, descansar o miolo, que ele não tem jeito para bombeiro.

O Primeiro-Ministro sabe que não pode torrar o dinheiro de Bruxelas em subsídios e em sustentar as greves que alimentam a preguiça e forçam, os que querem ir trabalhar, a não conseguir por falta de transportes.

Querem fazer greves? Paguem-nas. Estão descontentes? Vão para o desemprego, não arruínem mais o país.

Em 1375, o rei D.Fernando I vendo a fome aproximar-se e os campos a despovoarem-se, não teve outro remédio senão obrigar os vadios a trabalhar e a expropriar as propriedades não cultivadas.

Se há propriedades sem dono, António Costa, tem de as colocar nas mãos do Estado e rentabilizar.

Estes fogos, só começam com esta frequência e dimensão a partir de 1980, não se explicam pelo aquecimento global, explicam-se pelos milhares de hectares que não veem uma semente há anos.

Antes do 25 de Abril não havia um palmo de terra sem ser cultivado. Além da riqueza produzida evitava estes fogos esquisitos e continuados.

António Costa é um homem inteligente. A tarefa é imensa e desafiante.

Oiça os conselhos de quem quiser. A última palavra é a sua. Não se assuste com os gritos de lacaios subservientes, nem de corruptos.

Decida bem. Não corra a foguetes. O povo está com quem o sabe governar. O histerismo nunca o impressionou. Se precisar de ajuda, peça.

 

Anterior “Salazar, nos Radicais Livres, com Tadeu e Nogueira Pinto”

C.S

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Domingo, 26 de Julho de 2020

Salazar, nos Radicais Livres, com Tadeu e Nogueira Pinto

Quando oiço ainda alguns comunistas, a defender as greves, o caos, a fome, a miséria que assolou e matou milhares de portugueses na Primeira República, 1910-1916, e acusam Salazar de uma política de austeridade e ordem que transformou Portugal num País próspero, praticamente sem desempregados, fico espantado com tanta maldade e ignorância. Gostaria de saber como eles conseguiriam salvar Portugal de outra maneira?

Salazar foi chamado para um Governo sem um cêntimo. Em 1974 Portugal tinha os cofres cheios. A alegria nas ruas, nos teatros, por todo o lado era evidente. Passados 46 anos vivemos num país falido, com imensas dificuldades. É isso que querem? Se calhar ganham mais do que deviam.

Andamos a brincar ou querem continuar a enganar o povo?

Nos sábados oiço normalmente o programa “Radicais Livres”. Ontem versou sobre Salazar. Esteve equilibrado, principalmente pelo grande conhecimento de Jaime Nogueira Pinto, que responde sempre com elegância aos arroubos do Pedro Tadeu, de maneira a ensinar o rapaz. Comparo-o a Vital Moreira. É inteligente e, mais cedo ou mais tarde, conhecerá a verdade das incoerências que solta.

Um dia em que cheguei atrasado, por causa do trânsito, a uma Comissão, marcada para as 9 horas da manhã, o Presidente da Comissão, Almeida Santos, não perdeu a ocasião para me azucrinar a cabeça. Enquanto ele falava, eu pensava numa mentira. Olhei para Vital Moreira. Quando acabou a arenga perguntou-me se eu tinha uma razão válida para justificar o atraso. Eu com o ar mais contrito que consegui afivelar, disse: isto é um caso difícil, se todos os que aqui estão se comprometerem a guardar segredo...

Disso não tenha dúvidas, respondeu o Almeida.

Bem, é que eu venho do Largo do Caldas, com a missão de conseguir a transferência do Deputado Vital Moreira para o CDS.

Foi risada geral e a Comissão fez trabalho rápido e na perfeição.

O Pedro Tadeu também não é um caso perdido, mas está sempre a matraquear no fascismo que Salazar proibiu e no Tarrafal, sabendo perfeitamente que o Partido Comunista tinha proibido, aos seus lacaios deixar o Tarrafal. Edmundo Pedro, fala no assunto, foi expulso do PC.

Eu vivi na pensão Luanda, em Tomar, antes de casar. O dono, o sr. Américo esteve no Tarrafal. Era um dos marinheiros que ia ajudar os comunistas espanhóis. Salazar, que era um forreta sensato, não esteve com meias medidas; ou os barcos se rendiam ou mandava-os afundar. O Sr. Américo foi preso. Quase todos os marinheiros foram para o Tarrafal, mas passados quatro ou cinco meses, todos saíram menos os comunistas.

Em certos meses, o clima é péssimo. Morreram a mando do Partido.

O Pedro limita-se ao sarro comunista, às reuniões e às ladainhas

Leia o Cunha Leal, que o Nogueira Pinto salientou. 

O Cunha Leal era um opositor franco, mas mudava de Partido muitas vezes. E uma das quadras que circulavam sobre esta sua faceta era esta: “Dizem os do Governo, mais os da Oposição, o Cunha pode ser Cunha, mas Leal, isso é que não.”

 

Anterior “Concerto de homenagem a Amália dirigido por amadores”

C.S

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Sábado, 25 de Julho de 2020

Concerto de homenagem a Amália dirigido por amadores

Não foi por falta de publicidade e trabalho de meses que o concerto de celebração a Amália foi um fracasso. Foi por falta de profissionalismo.

As entrevistas iniciais imediatamente me sugeriram que aquilo, desde a Fundação ao Concerto precisava de mais organização.

Não me enganei. Desde as 20 horas até ao estoiro final gravei tudo.

Os homens das cordas tocaram com agrado, o resto foi uma mistura para contentar amigos dos amadores que quiseram homenagear Amália sem curarem de dar o seu melhor, de perguntar, de pedir ajuda. Quiseram fazer aquilo por voluntarismo coberto pela Ministra da Cultura, que falou mais do que disse.

Portugal tem de ser profissional em tudo, caso contrário vai passar por um gravíssimo mau bocado.

Nós sabemos fazer. Não podemos é facilitar.

Antes do desconcerto ouvi Amália falar sobre a sua vida que está no Arquivo da Rádio e televisão de Portugal, Antena1. Um espanto! Que mulher excecional! A naturalidade e o à vontade como fala, sobre todos os assuntos e o Portugal daquela tempo, desmonta qualquer demagogia inventada.

Nesse trabalho há profissionalismo. A mistura da conversa com alguns fados, torna os textos ainda mais leves e saborosos.

Não sei como aquele excerto conseguiu escapar à bandalheira do Cunhal, que odiava Amália, Camões, todos os marinheiros das descobertas e todos aqueles que fizeram sobressair Portugal no mundo. Eram todos fascistas.

O monstro era um frustrado e um incapaz. Teve tudo na mão, mas o ódio e a arrogância fizeram dele um bandalho.

Infelizmente deixou alguns lacaios que continuam a dizer como Portugal deve ser governado. Eles que destruíram tudo, desde os campos às indústrias e criaram aquilo que já não havia: os desempregados.

Amália fala do tempo em que lavava a roupa nos lavadouros públicos, em que ponteava as camisas e as passava tão bem que ganhava dois escudos por dia. E era feliz como um pardal. Quando cantava dava sempre o máximo por gostar do que fazia e ver os outros felizes e carinhosos para com ela.

Celebremos Amália, sendo profissionais a cem por cento.

Tenha orgulho de ser português, seja o melhor de todos.

 

Anterior "Jovem, Portugal precisa de ti - II"

C.S

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Sexta-feira, 24 de Julho de 2020

Jovem, Portugal precisa de ti - II

Quando nascemos, todos trazemos uma fonte inesgotável de riqueza. O cérebro é o cofre que possui um tesouro imenso. Ele é todo teu. Só precisas de saber usá-lo.

Essa riqueza torna-se maior à medida que tu aumentas os teus conhecimentos.

Ontem falei-te no "Bloco de Notas" na Antena1 para despertares para assuntos do saber geral. Mas nessa Rádio tens outros temas que, não sabendo o que fazeres, nas horas que passam, tu encontras pequeníssimos textos que te fazem pensar. Cito alguns: “Portugueses no mundo”, “90 segundos de ciência”, “A palavra do dia”, “A mosca”, “Que vida é a nossa?”

Isto não te obriga a nada, mas alerta-te para o tempo que tenhas vago e não saibas onde ocupar este tempo de confinamento.

Aprender línguas estrangeiras (principalmente o Inglês) é outra ferramenta para aumentares o pecúlio no teu cofre.

Eu fiz isso porque vi as vantagens que podia obter quando viajava para o estrangeiro. E obtive. E também para descansar.

É engraçado como o corpo se regenera do cansaço. Verifiquei isso quando escrevi e publiquei um livro sobre judeus. Ao fim de várias horas de estudo e investigação sobre a vida e a maneira de ser dos judeus, um dia, ao tentar compreender uma frase em hebraico, resolvi mandar vir livros e estudar aquela complicação.

A verdade é que depois de uma hora agarrado à gramática e à escrita, ficava como novo. Apetecia-me continuar a escrita.

Hoje, se quisesse compreender algo do Hebraico, que aprendi para descansar, tinha de rever tudo de fio a pavio. Se não há uso, as línguas, esbatem-se, escondem-se numa das prateleiras do cofre.

Como compreendes, por esta conversa, nada na vida é difícil. Tens sempre a solução na tua cabeça. Só precisas de saber pensar. Mergulhas na teoria e metes as mãos na massa (no trabalho que, no momento pretendas fazer e fazes isso sem nunca descurar os pormenores).

Nunca tenhas medo. Faz tudo com prazer. Goza com as dificuldades. Vence a vida.

Quanto melhor tu estiveres, mais Portugal te agradece.

 

Anterior “Jovem, Portugal precisa de ti”

C.S

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2020

Jovem, Portugal precisa de ti

Normalmente os velhos preferem trabalhar até à exaustão do que sacrificar os jovens.

Na verdade nunca senti o trabalho como um sacrifício. Mas é algo instintivo, os pais, se puderem não forçam os filhos ao trabalho, o que é um erro. Eu senti isso e outros amigos com quem conversava, queixavam-se do mesmo.

O excesso de proteção, não é amor, é exagero.

Ao lançar este grito “Jovem, Portugal precisa de ti”, o meu pensamento contínua focado em Portugal. Para mim, chega-me uma sepultura. Para vós desejo a segurança, muitos anos, a felicidade e o suficiente para não dependerem desesperadamente dos outros países.

Depois do altíssimo avanço da ciência, pensei que Portugal entraria na rota do progresso e do desenvolvimento; verifiquei, angustiado, que os sinais dos tempos não serão favoráveis a Portugal se os jovens não aproveitarem tudo quanto foi descoberto e está disponível a toda a hora através das redes digitais.

Hoje, aprender a manusear a Internet, saber funcionar com todas as tecnologias da Informação e Comunicação está ao alcance de todos.

Com esta ferramenta todo o mundo está à tua disposição.

Se acrescentares a este conhecimento, uma base cultural eficiente podes fazer mais por Portugal do que tu possas imaginar.

Passei a vida a fazer experiências. Sempre com o pensamento no bem de Portugal e dos portugueses.Nunca hesitei em dizer, fazer e defender o que pensava e em escrever o que achava útil. Nem sempre fui bem sucedido, mas nunca me lamentei dos desaires.

O jovem tem o seu futuro e o de Portugal nas mãos.

Quando não sabe o que fazer, neste tempo de confinamento, oiça o “Bloco de Notas”, na Antena1. Tem várias disciplinas disponíveis; escolhe aquela onde tenha mais curiosidade. Dez a 15 minutos por dia ajuda o pensamento a despertar para outros voos.

Portugal eterno depende de ti, do teu querer e da tua imaginação.

 

 

Anterior “Primeiro-Ministro acaba paleio Parlamentar quinzenal”

C.S

publicado por regalias às 05:30
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Quarta-feira, 22 de Julho de 2020

Primeiro-Ministro acaba paleio Parlamentar quinzenal

Eivado de todos os vícios da Primeira República, 1910-1926, o Parlamento de 1976 também começou mal.

A Primeira República acabou ao fim de dezasseis anos de greves, fome, prisões e parlamentarismo. O povo odiava os parlamentares. Acusavam-nos de todos os males.

Na Segunda República, Salazar juntou cem cabeças e conseguiu unir trabalhadores e proprietários.

Na Terceira entrei à força. Há males que vêm por bem. Assim pude conhecer as maleitas que contaminavam quase todos os que para ali se encostavam; éramos 262. Muita gente para tão pouco trabalho. Um dia, entristecido, zangado, irritado com tanto tempo perdido, votei sozinho contra todos aqueles juízes de opereta que gastavam horas a julgar as decisões dos outros países. E de outra vez fui tão desagradável na crítica que o Presidente fechou a sessão.

Tornei-me deputado independente. O Dr. Menéres Pimentel bem insistiu para eu fazer parte do seu grupo. Não aceitei. Tinha compreendido, finalmente, porque Salazar procedera como sempre procedeu.

Quando ontem ficou convencionado que o Primeiro-Ministro só é obrigado a ir à Assembleia da República de dois em dois meses, ainda achei que é demais. Mas, alguns gostam do teatro e do enxovalho. Quanto mais azucrinarem a cabeça do António Costa, mais eles gozam.

Costa tem de pensar muito bem, como vai gerir os milhões de Bruxelas. Ele ainda não percebeu se ganhou ou perdeu com o negócio.

Os portugueses estão por tudo. Com este calor e o vírus à perna, acreditam que António é o Salvador.

O País pode transformar-se num caso perdido.

A união de todos é fundamental.

 

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C.S

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