Terça-feira, 21 de Julho de 2020

Ingénuos curiosos correm a foguetes

Desculpabilizar tudo, pode tornar-se muito pior que o vírus.

A liberdade, cantada como libertinagem sem regras, tornou-se um hábito nestes 46 anos de anarquia.

Lamentamos as consequências de correr a foguetes, sem olhar a perigos; o Estado paga. Só que o Estado, não tem culpa, ou tem por permitir liberdades, que nenhum país civilizado permite, precisamente para proteger os seus cidadãos mais ingénuos ou mais curiosos.

Quando ouvi que a serra da Agrela, onde tinha havido um fogo de grandes proporções, se encheu de centenas de pessoas para ver o que tinha acontecido nos canis, onde morreram carbonizados 54 animais e não mais de duzentos, como é costume exagerar o que acontece. Quando acontece mesmo, as outras pessoas já nem ligam.

Lamentando a morte dos pobres animais, aquilo que me leva a falar deste assunto é lembrar às pessoas que, se por acaso houvesse um reacendimento súbito; das centenas que tinham subido a serra, a maior parte delas nunca mais voltaria a ver a luz do dia.

Quando aconteceram os primeiros incêndios no Pedrogão, onde morreram dezenas de pessoas, muitas delas tinham ido ver o incêndio.

Na altura, alguém da zona falou sobre o caso, mas calou-se imediatamente. O Governo é que foi o culpado, as comunicações eram péssimas, os bombeiros estavam descoordenados.É sempre assim, os culpados são os outros; em vez de se fazer uma campanha contra esta curiosidade mórbida.

“Mas eu posso fazer o que quiser” continuam a dizer os patetas. Pois pode, mas quem sofre depois são os familiares que cá ficam.

Veja-se quantos mirones morrem todos os anos quando param os carros para ver acidentes de estrada? Agora tem havido menos, mas a saga contínua.

A liberdade é muito bonita, mas tem regras.

 

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2020

A riqueza da Holanda e os judeus portugueses

Os Países Baixos devem em grande parte o seu desenvolvimento, económico, cultural, financeiro a Portugal e aos judeus portugueses, que nos séculos XV, XVI e XVII, aqui viveram em grande número. O Brasil, para onde foram enviados alguns, foi um mealheiro que souberam rentabilizar.

Encontramos judeus, desde o início da nacionalidade e sempre a saber mexer com dinheiro.

Como sabiam ler, escrever e fazer contas, foram sempre escolhidos pelos reis como gente capaz de gerir, de maneira rentável, o que lhes era entregue.

Os reis protegiam-nos. Mas a beataria analfabeta, incitada por padres, atrasados mentais e fanáticos, não podiam com eles.

  1. Pedro I, mandou matar o seu criado de maior estimação por ter sido acusado de assassinar um judeu. Segundo reza a história o rei chorou, mas cumpriu a lei.

Eu falo nestes insaciáveis viajantes do mundo, no livro “Judeus, Portugal e os sentimentos” publicado em 2008. Focalizado mais em Portugal e na História do País.

Os 750 mil milhões a fundo perdido, que os países da União Europeia se preparavam para abocanhar, escrutinados pelos judeus, vão emagrecer.

A Holanda, terra de trabalho, organização e saber, conhece bem o caso português, e como ele é capaz de desbaratar a maquia, se não lhe puserem freio. É por este motivo no caso português, em alguns outros será idêntico, que os Judeus dos Países Baixos querem conhecer os planos de como vai ser gasto o dinheiro. A pergunta ofende os pedintes, à espera da esmola e orgulho ferido.

A situação é dramática, quase trágico-cómica; daria um bom livro de incentivo ao bom governo dos povos e ao erradicar da pobreza no mundo, o que só não acontece por infâmia humana.

Os povos têm de ser governados com autoridade e orientação perfeita.

Eu e alguns colegas meus, com quem era mais franco e amigo, achávamos que nos deviam obrigar a respeitar todas as regras impostas para que toda a gente beneficiasse da ordem e da organização.

Como todos somos diferentes, cada um faz o que quer, e os erros cometidos afetam todos, embora muitos pensem que não.

O resultado em Portugal está à vista.  

Não estou preocupado com mais 750 mil milhões, se os Governos não os justificarem; estou mais preocupado com o vírus; que, com calor ou sem calor, mata que se farta.

 

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C.S

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Domingo, 19 de Julho de 2020

Fale com ela e oiça o médico Manuel Pinto Coelho

Alguns anos atrás ouvia a Inês Meneses, mais por ela do que pelo artista que ocupa o palco e hoje ainda faz o programa, que não oiço.

Gosto imenso da Inês pela inteligência, rapidez de raciocínio, capacidade de dar cor a algo sem interesse; mas o tipo misturava sempre coisas de política, com assuntos totalmente diferentes. Um dia em que falou no S do cinto da Mocidade Portuguesa, saturei o homem. Por mais vontade que tenha em ouvir o programa, não oiço, tal como faço com outros onde os histriões, ainda hoje vêm falar de fascismo, sabendo que em Portugal nunca existiu. A menos que queiram enxovalhar os Militares. Salazar impediu a ideia de vingar. Rolão Preto exilou-se por vontade própria.

Outros, coordenadores dos que lhe estão sujeitos, deixam que o fascismo e o comunismo de sarjeta se misturem nos temas, como faz um dos Diretores da Antena1, em dois ou três programas onde entra, como orientador.

A Inês não desilude. História é história e o convidado só tem de mostrar se valeu a pena ouvi-lo.

Apesar de não me calhar no horário, fiz um esforço e ontem, por volta das 13h17, ouvi com muito agrado o médico Pinto Coelho.

Também penso que somos tanto mais felizes quanto o intestino se sentir saudável.

O médico fez uma ligação interessante ao vírus que flagela as multidões e pensa que, se o terreno que recebe as sementes, os alimentos, estivesse bem tratado, as mortes não teriam acontecido em tão grande número.

Ainda bem que ouvi o Dr. Pinto Coelho. De há dois ou três anos para cá, quando revejo os meus amigos que faleceram relativamente novos, fica-me sempre a ideia que foi a comida em excesso e agressiva que os fez partir quando tinham arranjado estatuto e vida desregrada.

O intestino não resistiu, ficou poroso, o sangue recebeu o que não devia, não aguentou o balanço e foi contaminando os caminhos do percurso.

Obrigado pela lição, Dr. Manuel Pinto Coelho.

O assunto é para ser ouvido e não para ser contado. Na Antena1 ficam normalmente gravados os textos. Eu como tenho um projeto que me faz estar sempre em rodopio mental, ou os oiço no momento que estão no ar ou esqueço o assunto, para não baralhar os meus planos.

 

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C.S

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Sábado, 18 de Julho de 2020

Estou confiante em que este calor derreta a inércia

Isto já estava péssimo. Com o Corona conseguiu ficar pior, e com a Holanda, Dinamarca, Áustria e Suécia, em não deixar abrir os cordões à bolsa, enquanto os países gastadores não apresentarem um plano credível de recuperação não há pão para malucos. Querem dinheiro? Digam como e onde o vão gastar. É uma ofensa muito forte. Esta Troika de forma quadrada, diz-lhes, sem o dizer: vocês são inaptos, não se sabem governar.

A solução para sacar a massa vai ser a votação por maioria. A União Europeia começa a cambalear.

Costa foi para Bruxelas sem um cêntimo, contava com o ovo no cu da galinha. Cantaram-lhe os parabéns, fez 59 anos, bebeu água e chuchou no dedo.

Portugal, em 46 anos depois do 25 de Abril, delapidou fortunas, insultou quem os avisava e contínua a humilhar-se perante gente à sua esquerda, em vez de lhes dizer que as ameaças acabaram e que há um Governo em Portugal. Não há dois, nem três, nem quatro. Há um!

Estude Costa, Salazar, e a maneira de Governar do homem de Santa-Comba-Dão, e pense. Pense o que fez aquele Homem, que perante o chorrilho de asneiras que, depois do 25 de Abril, disseram sobre ele foi sempre o mais inteligente e o mais honesto, como eu sublinho no livro publicado em 2007 “Salazar vítima da ignorância”, quando da aproximação da votação para o maior Português de sempre, saiu a público, para confrontar o seu trabalho meticuloso, a favor dos portugueses e a situação em que Portugal já vivia a caminho deste descalabro que prevíamos.

Em vez de andar de chapéu na mão a mendigar apoios, foram homens como Carlos Rates, Secretário-Geral do Partido Comunista, que largou a ideia e acabou na Assembleia Nacional, como Deputado; esse sim compreendeu o que era bom para os trabalhadores. Do mesmo modo, homens, que sempre tinham sido da oposição, como Duarte Pacheco, Manuel Rodrigues, Albino dos Reis e muitíssimos outros, ao verificarem o trabalho e a recuperação do País, uniram-se a Salazar para levantar Portugal.

António Costa, não tem que andar com bloquistas, comunistas e outros malabaristas às costas.

Trate-os bem, mas não cometa os erros dos Governos anteriores.

Querem bolota, trepem.

 

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C.S

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2020

Vírus e greves andam de mãos dadas

É preciso ser muito estúpido para não ter ainda percebido que foram as greves da Primeira República, 1910-1926, que tornaram miseráveis os trabalhadores e miserável o país.

Os Militares derrubaram o Governo de faz-de-conta e implantou a Ditadura Militar.

Como, mesmo em Ditadura, não conseguiram resolver a grave situação do país, logo em 1927 houve outra revolução para garantir a liberdade e a fome. Os da Ditadura não acharam graça, enfrentaram os revoltosos. Morreram umas centenas de um lado e outro.

Em 1928 chamaram Salazar que, para aceitar o lugar impôs condições; menos gastos e deixarem-no Governar em sossego. A Ditadura não era uma forma de Governo, mas de transição para um tempo com regras. Entre elas estava evitar as greves. Eram um crime contra o Estado e contra os trabalhadores. Ninguém saía a ganhar.

Foi convencendo as pessoas que Salazar resolveu a gravíssima situação em que Portugal se encontrava.

Hoje estamos pior. Se o Governo contabilizar os milhões que Portugal perdeu durante os anos desta Democracia de laxistas verificará que a dívida de aflitos, nunca teria existido.

Se os inconscientes que fazem as greves, continuarem com essa ideia e o António Costa se juntar a Comunistas e vanguardistas de saias e de língua afiada, não vamos a lado nenhum, ou melhor, agravamos a situação, venha o dinheiro que vier. Será mais um estímulo para os grevistas continuarem com os excessos. Há dinheiro? É para deitar fora.

Lavar a cabeça a burros é perder tempo, sabão e dinheiro. Se o Costa também achar que o dinheiro é dele e que pode fazer o que quiser, acho que faz um erro enorme.

Costa não precisa de bordões, precisa de...cabeça fria e coragem.

Com os vírus encostados à esquerda e com uma Constituição feita à medida da inteligência comunista, o Costa não vai a lado nenhum e o país, nem com os sonhados milhões de Bruxelas, se endireita.

Se não quiser acreditar, não acredite, enquanto eu vou pensar na Constituição de 1976, a que só o CDS teve coragem de se opor.

 

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C.S

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2020

Comunismo e cretinismo de Cunhal e seus lacaios

Gostei do sistema quando visitei o Leste, 55 ou 56 anos depois de 1917.

Pensei mesmo que, com alguns acertos, o Governo dos povos seria mais consequente com as suas políticas.

Estava ainda nos preparos quando chegou esta coisa do 25 de Abril que tinha começado como uma reivindicação corporativa ou sindical e depois se apresentou como um caso político. Aceitei sem qualquer contestação. O País ia bem. Assim continuaria. Enganei-me.

Tive que parar o pensamento inicial e tomar atenção ao que estava a acontecer.

Cunhal queria mostrar serviço perante a URSS e imediatamente quis copiar dezenas de anos de sacrifícios para atingir o desenvolvimento Soviético e um Estado quase perfeito, com um povo obediente e domesticado.

Cunhal quis fazer o mesmo.

O tipo não tinha qualidades, era só fachada, que os adversários criticavam mas não enfrentavam.

Fez erros sobre erros, mas exagerou ao enxovalhar Mário Soares, que admirava o monstro e lhe faria tudo quanto ele quisesse. Felizmente que não fez, enxotou Soares, como se faz a um cão rafeiro. O homem, filho de padre sabido, abriu os olhos. Como viu que Cunhal o desprezava, ele tinha de se fazer à vida. Foi assim que Portugal não ficou sob a Ditadura do Proletariado, mas ficou contaminado pela estupidez da ignorância e dos oportunistas que ainda conseguem viver e tentar enganar o povo, falando sempre na defesa dos trabalhadores que nunca defenderam na verdadeira acessão da palavra.

O comunismo português ou se atualiza ou acaba. E Cunhal podia-o ter feito quando foi da Queda do Muro de Berlim. Não o fez por estupidez. Preferiu envenenar o povo.

Com a chegada do Corona, o comunismo da promessa, do engano diário, do aproveitamento da Comunicação Social, com apoio de alguns insensatos em lugares de chefia, o país dificilmente tomará rumo.

Nunca a união nacional fez tanto sentido.

Temos de estar todos unidos e acreditar no Governo, quer o apoiemos ou não.

Continuo a insistir que a Democracia é um bom sistema de Governo, mas deixa portas abertas a todos os que odeiam a vida e fazem o mesmo que o frustrado Cunhal.

Cientistas, da revista inglesa Lancet, afirmam que Portugal está a perder gente e que em menos de 80 anos, terá metade da população, ou seja, cinco milhões.

Vamos pensar no assunto. Quando nos lançámos mar dentro a descobrir novos mundos, tínhamos um máximo de um milhão de pessoas. Depois andámos a fazer filhos nos países dos outros. Ainda fizemos mais, ajudámos o Deus da Criação; enquanto Ele fez os brancos e os pretos, os portugueses fizeram os mulatos.

Adoramos fazer o impossível.

 

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C.S

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2020

Desafio aos jovens em tempo de vírus e de calor

Se tivesse menos sessenta e cinco anos, e os avanços técnicos dos dias de hoje, propunha-me combater o vírus e o excesso de calor que me incomoda.

Um dos desafios mais interessantes da vida é vencer o impossível.

Há sessenta e cinco anos eu estava convencido que venceria a pobreza no mundo e, lancei-me mundos fora e Portugal dentro, sempre com a ambição de encontrar a solução para resolver o problema da pobreza, quando a riqueza está em todos os países.

Não há países pobres, há países mal Governados. Salazar demonstrou isso. Tendo a Ditadura Militar feito a Revolução de 1926 para acabar com a escandalosa Primeira República, 1910-1926, em que as prisões estavam cheias de miseráveis famintos, e as mortes, as greves eram constantes; os Militares quiseram resolver o assunto. Não o conseguindo, em Abril de 1928, foram buscar Salazar.

Quando lhe perguntavam como tinha conseguido salvar Portugal, ele respondia naturalmente: “Governando o País como uma dona de casa, governa a sua casa”.

Entre 1950 e 1973 Portugal foi o País que mais cresceu na Europa e no mundo; preparava-se para atingir os níveis da Suíça, Dinamarca e da Holanda.

De igual modo, o escudo passou de moeda sem qualquer valor, a uma das moedas mais valorizadas.

Não há países pobres, há países mal governados, onde existem políticos corruptos e Governos fracos.

Partindo do que existe hoje no mundo, os jovens portugueses têm aqui um campo extraordinário para mostrar quanto vale o seu país.

Inventar uma solução para combater de imediato o Corona, vestimenta contrária àquela que evita o muito frio e que os jogadores de futebol utilizam. É só saber reverter a situação. Em vez de fornecerem calor, fornecem frio.

Não há impossíveis. Estas ideias servem para passar o tempo a imaginá-las, a estudá-las para as entregar na Universidade ou no Politécnico que acredite na proposta.

Se me pergunta por que não me abalanço ao desafio. Respondo: estou velho. Não é a cabeça. É o corpo que não me deixa movimentar e contínuo preocupado com a pobreza. Este pequeno, grande malandro, conseguiu travar os contactos. Mas o motor continua a trabalhar, na esperança de antes da abalada, ver a ideia ser reproduzida num país escolhido para o teste.

Vamos ao trabalho. O meu tempo não é elástico.

 

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C.S

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Terça-feira, 14 de Julho de 2020

A Mosca e o milagre

Depois de escrever o Blogue, tomar banho e passar os olhos pelos jornais na Internet, oiço o noticiário das 8, vou mastigando um pão e bebo café Delta Nabeiro. Não prescindo de “A Mosca”.

“A Mosca”, raramente, ultrapassa um minuto. Refresca o pensamento e a certeza que vale a pena viver neste País de gente com qualidade e capacitada para conviver com todo o mundo.

Foi talvez por causa dessa qualidade, em tornar o mundo melhor, que andámos, mar fora, a destapar países, para quando fosse necessário se integrarem fraternalmente, acabar com a pobreza e com as guerras e se atingir a beleza universal, com pensamentos de graça e amor, que liguem toda a humanidade.

Luís Afonso escreve os pequenos textos de “A Mosca”. Eles são do melhor que a Antena1 produz.

Os textos estão cheios do espírito português, inteligência, bondade, suavidade, determinação, graça que, atingindo objetivos, ficam na cabeça dos ouvintes, os tornam mais leves e bem-dispostos para enfrentar o dia.

O de ontem versou sobre o Milagre Português.

Quem conhece a história de Portugal bem pode perguntar-se como é possível Portugal ainda existir como País, depois de ter sido tão castigado ao longo dos seus quase 900 anos.

Só um milagre o pode explicar. Um milagre feito pelo povo. Que foi sempre, mais de ser do que de ter.

Para os portugueses contaram sempre mais as pessoas do que os grandes luxos.

Desde o início do pequeno Condado Portucalense, entregue pelo rei Afonso VI de Leão e Castela, à filha bastarda Teresa e ao marido, para o defenderem do ataque dos Mouros, Portugal tem o seu nascimento assegurado. D. Teresa sentiu que a sua vida tinha começado nestas terras, num devaneio entre seu pai e a mãe.

Imediatamente sonha ser rainha. As lutas e desavenças com a irmã, filha legitima do rei, começam. Tudo se passa com valentia, querer e vontade. O filho, Afonso Henriques, mesmo com a oposição do Papa, faz ele próprio o Milagre e declara Portugal independente em 1139. O Papa Inocêncio II, aceita uma certa quantia para fechar os olhos, mas trata Afonso Henriques por Dux. Ele finge que não compreende e Governa como entende. Só em 1179, o Papa Alexandre III o trata por rei. Ele, o filho e os descendentes Governaram como quiseram. E Governaram bem. Os povos com quem tinham relações comerciais ou outras sempre viram neste povo qualidades que a maioria não possuía.    

É o milagre português que eu poderia explicar em várias páginas e que o Luís Afonso, apresentou, com graça e saber, em cinco ou seis linhas.

Mas não resisto a contar só uma pequena passagem sobre a maneira de ser dos portugueses e porque se dão os milagres.

O rei D. Afonso IV, governou de 1325 a 1357, era muito valente e não permitia agravos, nem aos mais fortes.

A filha Maria casou com o rei de Castela, Afonso XI, mas este, a partir de certa altura começou a tratá-la mal. O pai entra por terras de Castela e, se não têm sido Carlos VII rei de França, o Papa e a filha a pedir-lhe para não castigar Afonso XI, este tinha levado umas valentes bordoadas, para saber que numa mulher não se bate nem com uma flor. No entanto, passado pouco tempo, os Mouros invadiram Castela. A filha, agora, pediu-lhe para ajudar o marido. Ele, em 1340, atirou-se aos Mouros e desbaratou-os com tanta valentia que fugindo deixaram imensas riquezas no campo de batalha do rio Salado. Tudo isso lhe pertencia; mas ele, deixou tudo para o genro. Para Portugal, não trouxe senão algumas bandeiras.

O ser mais que o ter é uma das características dos portugueses, a outra é a inteligência e a outra, é que a bem dão tudo, a camisa se for preciso, mas a mal são uns leões difíceis de vencer e convencer.

O milagre Português está no amor que dedicamos aos outros, aos iguais e aos diferentes.

 

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C.S

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2020

No Universo somos mais pequenos que o Corona

As grandes potências, China, Rússia e EUA, há muito que procuram outro Planeta onde se instalar.

Elas têm a certeza que a Terra tem os dias contados.

O problema não é encontrar um Planeta, já encontraram vários, mas todos os rejeitam. O homem é o pior vírus do Universo.

Pior que o Corona? Muito pior! É um predador insaciável. Não só mata tudo o que mexe, como destrói o ser humano com requintes de malvadez. Veja o que aconteceu nos campos de extermínio nazis e compare-os com o ataque à Líbia por criminosos com os mesmos instintos: Obama, Cameron e Sarkozy que deixaram morrer, crianças, mulheres e homens, fritos, simplesmente horrível, num barco frigideira com cem pessoas a bordo, no Mediterrâneo. As forças da NATO assistiam ao macabro espetáculo. Ninguém os conseguia socorrer porque eles não deixavam.

Eu denunciei o que estava a acontecer e um Bispo Católico e várias outras pessoas fizeram o mesmo perante a insensibilidade destes vírus de bestialidade inqualificável.

O destino do ser humano está determinado. O planeta Terra dá sinais de forte aquecimento para daqui a dezenas de anos, quando vocês já forem muito velhos e eu já estiver, há muito, no lugar dos sonhos eternos, ele acabar. Entretanto o ser humano pode ser teletransportado para um Planeta onde as condições para habitar sejam negociadas e aceitem a transformação de tudo quanto for transformável e confortável.

Há sempre uma esperança. Eu acredito que “não há bem que sempre dure e mal que nunca acabe.”

Até lá não pense no Corona nem se assuste; não se esqueça de colocar todos os dias a máscara, lavar as mãos e distrair-se ouvindo, quando não tiver mais que fazer e gostar dos temas, o Bloco de Notas, às 14,20 na Antena1.

Ontem, domingo, depois do noticiário das 13h, ouvi a Provedora da Justiça, Maria Lúcia Amaral, no programa “Conversa Capital”. Muito bom e elucidativo. Experimente, basta colocar “Conversa Capital www.rtp.pt”. Amanhã já é capaz de estar acessível.

Não entre em depressão. Aprenda, trabalhe. Não morra de susto. Não vale a pena. Portugal conta consigo.

 

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C.S

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Domingo, 12 de Julho de 2020

Ignorância e demagogia são as causas das pandemias

O Corona não é o único culpado dos apertos em que Portugal vive.

Foi o cretino Cunhal e o seu irmão, de infâmia mental, Vasco Gonçalves, que espalharam a pandemia do crime e travaram o progresso de Portugal, conquistado com muito trabalho por Salazar e Marcello Caetano e todos os portugueses, menos os parasitas que são a lepra e a pandemia viral de todos os países. A esta casta juntam-se os demagogos, que vendem pai e mãe por um lugar ao sol.

Parecem inteligentes, sabem o mal que causam, mas não resistem à picada semelhante à do lacrau.

Esta palavra pandemia funciona como figura de linguagem; abrange todos os males.

A ignorância é a causadora de muitos erros. Por vezes, coisas sem importância, causam imensos problemas. O ignorante, tem de pensar mais vezes no resultado daquilo que está a fazer ou pretende fazer, para não lhe sofrer as consequências.

Para se compreender tudo quanto aconteceu desde que Cunhal e outros arrivistas fizeram desde que chegaram a Portugal, pode pesquisar, através do Google, o Site da Biblioteca Nacional, em jornais desde finais de Abril de 1974. ou na Hemeroteca Municipal de Lisboa onde encontrará, apesar de muita Comunicação Social tentar esconder as vergonhosas e inacreditáveis atitudes que alguns portugueses tomaram e que prejudicaram todo o povo, inclusive, eles próprios.

E ninguém ou muito poucos estiveram contra o 25 de Abril.

Marcello Caetano deixou que o Golpe tivesse êxito. Como o Almirante Américo Thomaz, Presidente da República, não tinha permitido que ele deixasse o Governo, Marcello Caetano viu na Revolução a única saída para resolver o problema do Ultramar.

No seu primeiro discurso, depois de ter substituído Salazar, Marcello declarou imediatamente que as colónias portuguesas seriam novos Brasis, sinal que a independência das colónias estaria para breve. Infelizmente, também no anterior regime se tentou esconder e impedir falar sobre o assunto. As Forças Armadas não concordavam, embora tentem fazer acreditar o contrário. Eu posso provar a veracidade do que afirmo. Marcello Caetano não teve outro remédio senão aproveitar a revolução. Mas ele nunca imaginou a catástrofe que se iria seguir e que acabou por o matar de tristeza, em terras Brasileiras.

Portugal, com a sua ajuda, tem de ser o País próspero e feliz que todos desejamos. Acredite em si. Não tenha medo, mas tenha cuidado.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:16
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