Terça-feira, 31 de Agosto de 2021

Os benefícios do trabalho: saúde e riqueza

Aqui há uns anos escrevi um blogue sobre as dificuldades de uma jovem Chinesa, Qunfei, que era paupérrima e que hoje é multimilionária.

Tudo se deveu ao trabalho e à atenção sobre os pormenores do serviço que fazia.

Aquilo que fixei e tenho comprovado pelo estudo da escrita chinesa é que a atenção aos pormenores é fundamental para escrever os Hanzi ou escrita Han, os caracteres.

Mas na vida, muito do trabalho de perfeição resultam dos pormenores, que normalmente definimos como atenção.

O meu amigo José Bento que faleceu com 96 primaveras, há quatro ou cinco anos dizia-me que devia a sua saúde ao trabalho.

Tinha trabalhado na CP que adorava. Quando se reformou arranjou uma loja de ferragens onde tinha sempre gente para dois dedos de conversa e muitos clientes.

O senhor José Bento era adepto do PS, mas um ferrenho defensor de Salazar, que ele não se cansava de elogiar por ter salvo Portugal.

Recordava os seus primeiros anos de vida e as enormes dificuldades por que os pais e o resto do povo passava.

A fome, a falta de trabalho que tinha sido a herança da Primeira República, 1910-1026, nunca lhe tinha saído da Cabeça e ai de quem falasse mal de Salazar.

Eu estou convencido que temos de sair do atoleiro em dois ou três anos.

Felizmente temos um Presidente da República que é ouvido em todo o mundo. Estou confiante que usando todas as suas capacidades ele poderá revolucionar o nosso tempo.

Setembro ditará o que se pode fazer. Use a inteligência. Acredite em si. Pense, lute e trabalhe para o bem comum. Coloque a máscara, defesa essencial contra esse reguila que brinca contra o ser humano e está a querer ultrapassar todas as marcas.

 

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C.S

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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2021

Debilidades da Democracia não aproveitam a ninguém

Churchill dizia que a Democracia era o melhor sistema de Governo, enquanto não aparecesse outro.

Salazar ao trabalhar a Constituição de 1933 como Democrática, deu-lhe um cariz orgânico onde, no artigo oitavo eram garantidos os direitos e liberdades dos cidadãos, os unia e protegia.

Pelo caminho foi fazendo acertos que deram ao País paz e prosperidade,

Carlos Rates, o primeiro Secretário- Geral dos Comunistas, viu nela tantas vantagens para o povo, que os comunistas o expulsaram e ele aderiu totalmente às ideias de Salazar.

A frouxa Democracia dos nossos dias, coloca toda a gente em risco; advogando a Liberdade total, a libertinagem e o perdão, mesmo para os assassinos que continuam a sua criminosa tarefa cientes que eles são intocáveis e podem continuar os seus assassinatos.

Na Assembleia da República fui o único a votar contra tal insensatez, quando os outros 261 Deputados votavam contra a Espanha por terem sido condenados à morte assassinos com largo rol de assassinatos. A atitude das autoridades acabou de imediato com outros candidatos a assassinos profissionais.

Foi um escândalo. A imbecilidade do ser humano é infinita.

Eu também concordo que a Democracia é o melhor sistema de Governo, mas a Democracia Orgânica, que ao unir, de maneira livre, todas as classes sociais, as educa para a fraternidade.

O ser humano parece estar cansado de viver e de pensar. Eu acredito na vida de bem estar para todos.

Uma Democracia com falhas e com muitas escapatórias tem de ser corrigida rapidamente para que o mundo não descambe em permanente pandemia viral, onde uns comem tudo e outros ficam a ver navios.

Coloque a máscara. Acabaram as férias. Vamos ao trabalho. Não facilite nem na distância nem na conversa de soalheiro.

 

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C.S

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Domingo, 29 de Agosto de 2021

Joe Biden e o tiro ao terrorista

Tenho a certeza que o Presidente dos Estados Unidos é um homem bom e que o mundo virá a beneficiar com os seus atos.

A decisão de eliminar um a um os terroristas e acabar de vez com guerras e guerrilhas parece uma medida utópica, mas perfeitamente concretizável.

O impossível deixou de existir. O Governo Americano encontra quem ele quiser.

A ideia que procurar terroristas é o mesmo do que procurar uma agulha num palheiro, deixou de existir.

A saída do Afeganistão e a morte de 12 ou treze americanos pelo Daesh veio proporcionar a Joe Biden, acabar definitivamente com estes atentados que atingem gente pacifica em todos os recantos do mundo.

Também os terroristas Nigerianos e todos aqueles que fazem de África um verdadeiro inferno devem estar com os dias contados.

Joe Biden vai resolver de imediato este problema, para mostrar o que podem fazer as ciências digitais.

Os gângsteres da guerra, dos massacres, da violação e do rapto e sequestro de pessoas, pode terminar em breve.

Joe Biden ao dar o tiro de partida, mostrou que o que tinha dito não era só bazófia Americana. É uma realidade que pode transformar em muito o mundo. Se à sua vontade juntar a China e a Rússia, o mundo pode ter encontrado finalmente a paz.

Obrigado Joe Biden. Saúde e longa vida.

Coloque a máscara. Proteja-se de espirros e cuspidelas. Amigos de ocasião, quanto mais longe melhor.

 

Anterior “Os Militares evitam as guerras e protegem os povos.”

C.S

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Sábado, 28 de Agosto de 2021

Os militares evitam as guerras e defendem os povos

Durante vários anos disse da tropa e dos militares o que Maomé não disse do toucinho.

Só o Coronel Afonso Henriques tinha paciência para me ouvir e responder.

O Coronel Amaral e o Brigadeiro Alfredo da Conceição limitavam-se a salientar as vantagens das Forças Armadas Portuguesas.

Depois do 25 de Abril e daqueles discursos inflamados do comunista Vasco Gonçalves, da promessa de envio para o Campo Pequeno, pelo Chefe da Revolução. Otelo Saraiva de Carvalho, que passou centenas de ordens de detenção de todos os que tinham coragem de lhe apontar erros, como de mandar soldados para proteger as ocupações das herdades. Mesmo com todas as insanidades dos valorosos, que de calças na mão entregaram os territórios Ultramarinos sem cuidar de proteger os que lá ficavam.

Mas o Coronel Afonso Henriques, não concordando com os disparates cometidos pelos camaradas, logo que eu começava a desfiar o rosário dizendo que para salvar Portugal daquele folclore, eu propunha que se começasse a vender o material e os militares à peça. Um cabo valia tanto, um sargento X e por aí adiante até chegar aos Generais que valiam X mais Y, mais Z, com exceção do Rosa Coutinho que ainda pagávamos, a quem ficasse com aquela peça.

A verdade é que depois de ouvir aqueles militares compreendi quanto aqueles homens que serviram o Exército muito contribuíram para a paz vivida durante o Estado Novo e tudo o que muitos deles aprenderam, nas diferentes oficinas dos Quartéis para integrarem os Serviços de Estado. Um deles, um primeiro Sargento, que de tão modesto, não gosta que lhe citem o nome, é de tanta valia ou superior a um Engenheiro mecânico. E outro, o senhor Arnaldo Fonseca. escreveu várias marchas para bandas militares.

A estrutura do Exército está de tal maneira montada que eles são sempre mentalizados para defender as populações e só em casos excecionais atuar usando as armas.

Muitas vezes o Coronel Afonso Henriques, em caso de ataque cerrado, me dizia: ”mas você foi da Mocidade Portuguesa e gostou”.

Na Mocidade Portuguesa a divisa era “Mente sã em corpo são”. O desporto era a base, e o serviço a favor da juventude e de Portugal era indiscutível. A paixão pela bem da Pátria estava acima de todos os outros interesses.

Coloque a máscara. As duas pandemias estão a passar. Há que não ter medo do futuro. Trabalho não falta. Não se pode é continuar a fugir dele, inventando greves que prejudicam não só o Estado como a população em geral.

Esta pandemia foi criada pela destruição dos postos de trabalho na Indústria, no comércio e na agricultura, durante o PREC.

Quarenta e sete anos  de confusão e de mentiras é muita fruta. CHEGA!

 

Anterior “Pobreza, ignorância e guerra, os vírus das epidemias”

C.S

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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2021

Pobreza, ignorância e guerras, os vírus das epidemias

O Universo, criado há mais de catorze mil milhões de anos, desenvolvido com minúcia e perfeição inexcedível deixou no planeta Terra um oásis de riqueza e abundância que o homem teima em transformar numa lixeira.

Como é que o mundo quer ser saudável se os homens contaminam permanentemente, os mares, os ares, os rios e os campos?

A vacinação, não passa de remendos, que engorda multinacionais da doença, e torna dependentes estes estúpidos racionais, viciados em criminosas guerras como foram as últimas contra o Iraque, a Síria e a Líbia desencadeadas pelo Bush filho, o Prémio Nobel Obama, o Sarkozy e o Cameron que despoletaram e abriram a porta a centenas de milhares de refugiados que deviam ser apoiados nos seus países de origem, para aí desenterrarem a riqueza que lhes evitaria a pobreza, a doença e a ignorância.

Tudo isto está ligado, e as Tecnologias de Informação e Comunicação com todo o seu mundo, de valor acrescentado, poderiam resolver facilmente os graves problemas do mundo. Mas o homem, mais do que a mulher, prefere a guerra, anda de cabeça no ar, feito tonto, talvez contaminado pelo que bebe e pelo que come.

Eu acredito que o corpo do ser humano está programado para resolver os seus próprios achaques. Só as muitas agressões o conseguem corromper.

Também estou convicto que o conhecimento e o trabalho alargam a vida saudavelmente.

Coloque a máscara. Enquanto ele andar por aí, todo o cuidado é pouco.

Para não se aborrecer com o tempo livre aproveite para ler no Jornal PÚBLICO, de ontem, dia 26 de Agosto “O poder disruptivo das TIC”, da Professora catedrática de Ética, Maria do Céu Patrão Neves.

 

Anterior “Santander - Um bom profissional tem sempre trabalho”

C.S

publicado por regalias às 09:23
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2021

Santander - Um bom profissional tem sempre trabalho

A GALP, a EDP e mais oito ou nove empresas salientam-se pelos serviços prestados e pela qualidade do trabalho que lhes garante os lucros e a estabilidade das companhias.

Depois do 25 de Abril, os sociais- fascistas, comandados pelo repugnante Álvaro Cunhal, destruíram quase todo o tecido industrial.

Enquanto não desfizeram a CUF não descansaram. O resultado está à vista Ainda bem que muitos continuam vivos para compreenderem o erro que cometeram.

Todos sofremos com a bandalheira cometida à sombra de uma Democracia que não se admite, por estar inquinada pela leviandade.

A Democracia é um bom sistema de Governo, se dirigida por gente séria e amante do seu país. Não foi aquilo que aconteceu. Homens e mulheres, muito inteligentes andaram a rebolar em 47 anos de indigência mental e medo de magoarem os imbecis que teimaram em desfazer a sua Pátria.

A partir de Setembro acabam as férias e a pouca vontade de voltar ao trabalho.

Os Portugueses têm capacidades, altamente positivas, que muitos desconhecem.

Tomemos como ideia, as centenas que agora saem do Santander, mas que estão também a sair de outros bancos.

Se eu fosse bancário e estivesse nessa situação, em vez da cretinice das greves, que mais agravam a situação do País e dos grevistas, eu tentaria formar um Banco com o capital (de gente) que fica disponível.

Com metade da compensação recebida e com acionistas que sempre aderem aos desafios e com um Banqueiro como António Horta Osório à frente e a comandar as operações iniciais, Portugal depressa, se tornaria uma das primeiras praças financeiras do mundo.

Coloque a máscara. Acredite em si. Um País que tem um Presidente da República, como Marcelo Rebelo de Sousa e Portugueses dispostos a recuperar Portugal, só não atinge e espalha o bem-estar pelos outros povos, se não quiser.

 

Anterior “A ignorância é muito triste”

C.S

publicado por regalias às 11:38
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Terça-feira, 24 de Agosto de 2021

A ignorância é muito triste

A GALP ao enviar-me uma mensagem telefónica a pedir se eu eu lhes podia mandar a leitura do Contador do Gás, fez-me dois favores. Verifiquei que era um ignorante e ainda me enervava na proveta idade.

Aquilo que sempre me aborreceu foi não compreender alguns assuntos que dizem respeito ao bem estar das pessoas e os políticos não os resolverem perante a simplicidade como eles se apresentam para a felicidade dos povos.

Por esse motivo abandonei a Assembleia da República quando verifiquei que era uma perda de tempo e uma morte antecipada. Os meus nervos não resistiriam ao não fazer nada, ao não produzir nada e verificar que o povo seria a grande vítima da ignorância e da incapacidade da grande maioria dos Deputados que riam, galhofavam, discutiam e passavam o tempo, como se Portugal fosse um Paraíso para eles e um inferno para quem lhes pagava.

Apesar do Diogo Freitas do Amaral me ter feito um processo para correr comigo por eu ofender o Parlamento e os Deputados ao comparar Cunhal a Al Capone, de falar com António Arnault sobre o Serviço Nacional de Saúde ou de me recusar a votar contra o Primeiro Ministro indigitado, Nobre da Costa, que Ramalho Eanes me tinha dito, no dia anterior, que o meu chefe ia votar a favor. Freitas fazia precisamente o contrário.

O Diogo perdeu o combate e eu só saí do CDS quando achei que o devia fazer. Passados uns dias, o Dr. Menéres Pimentel, veio convidar-me para integrar o seu grupo Parlamentar logo que entendesse. Revelei isso no livro “Portugal um País ingovernável?”, ainda o Dr Menéres era vivo, tal como fiz com António Arnault por ter insistido com ele para seguir com a ideia quando hesitava perante as dificuldades que os Partidos lhe apresentavam.

Dou estas explicações por causa da ignorância.

 Se antes mergulhava em todos os saberes e era ignorante no conhecimento do ser humano, depois de ter saído do Parlamento dediquei-me a estudar o porquê das dificuldades em Portugal e no mundo.

Para os portugueses escrevi alguns livros muito simples porque cheguei à conclusão que o melhor era atrair gente para a leitura; por esse motivo tinha de lhes dar aquilo em que acreditavam; ao mesmo tempo que lhes encaminhava as capacidades para vencerem a vida em que eu nunca acreditei devido à diferença abissal que existe entre pobres e ricos.

A ignorância está mesmo nas coisas mais simples.

Nós não podíamos saber tudo. Mas agora podemos. A Internet desmente-nos.

Amanhã ou depois vou esforçar-me por joelhar-me junto do contador do Gás para o entender.

Ser ignorante é pior do que ser cego.

Coloque a máscara. Se com máscara sou um chato, mas fico protegido, sem ela fico muito pior pois posso contaminar os outros.

 

Anterior “O homem é um animal obcecado por sexo e guerra”

C,S

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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2021

O homem é um animal obcecado por sexo e guerra

Com exceção de muito poucos, o homem sofre dos dois males supracitados.

Num deles, na guerra, apesar de nunca ou quase nunca a ter largado, desde há mais de vinte mil anos, ainda pode ter cura. Os avanços científicos, técnicos e culturais podem terminar com essa cretinice de andar aos tiros uns contra os outros.

A tragédia, nesse aspeto, pode ter um fim repentino. Agora o impulso sexual é genético e tão forte, que mesmo os muito velhos continuam a ter tentações libidinosas que os sonhos acalmam, deliciam e lhes abranda a fogosidade.

É pois com preocupação que vejo, como a Democracia de rotos deixa correr a libertinagem e, mesmo, opor-se a que alguém os avise.

Ao ouvir políticos dizer “eu sou isto ou sou aquilo em atos fracturantes, fico preocupado. Dizem; "a liberdade é indiscutível, e eu faço o que quero com o meu corpo”. Só que em política, ser exageradamente progressista é mau sinal. O povo não entra nesses exageros. Viu-dr isso quando votou Salazar, como o maior Português de sempre. O Povo pode calar-se, mas não esquece.

Esta pandemia pôs a nu doenças como a Sida ou a sífilis. Se não há cuidado com a língua podemos acabar com a guerra, mas vai ser muito complicado moderar os ataques sexuais.

Fiz uma revisão aos políticos conhecidos e aos santos padres. Poucos resistem à tentação da carne.

A tragédia, fruto das guerras deve-se mais à hipocrisia e à ganância das grandes potências do que à necessidade dos povos.

Acredito que os Estados Unidos, a Rússia e a China já compreenderam o erro. Sob o seu guarda chuva, o mundo pode finalmente saborear a paz.

Coloque a máscara. O vírus ainda não baixou os braços.

 

Anterior “José Cabaço Neves e amizade em tempo de guerra”

C.S

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Domingo, 22 de Agosto de 2021

José Cabaço Neves e a amizade em tempo de Guerra

O desenrolar dos últimos acontecimentos no Afeganistão leva-me a ter esperança que as guerras tenham os dias contados e que os homens tenham finalmente ganhado juízo.

Um dos maiores choques de que me lembro foi o da morte do Zé.

Era Dezembro e preparava-me para ir passar o Natal em Paris com a família. Estava a cortar o cabelo e a ler o “Diário de Notícias”. De repente dei de chofre com a notícia da morte do Cabaço Neves pela queda do pequeno avião que pilotava.

Comecei a chorar. A dor era tão grande que durante toda a viagem não consegui suster as lágrimas.

O Zé era um dos milhares de jovens que conheci. Foi ele que me incitou a ir para os Cursos de Verão da “Mocidade Portuguesa”. Onde havia tudo para fazer desporto, desde o Atletismo, ao Hipismo, à Vela, à Esgrima, ao aeromodelismo, nada faltava.

O Zé era apaixonado pelos aviões e perito nos Planadores. Quando foi para a tropa entrou na Força Aérea e foi dos primeiros pilotos de Jato, curso tirado nos Estados Unidos.

Morre estupidamente na Guiné, num pequeno avião de vigilância.

No livro “A Revolta e o Homem”, em 1965, escrevi o poema, que agora volto a recordar e aqui deixo para que que a dor humana, termine finalmente com os atentados à existência.

J.C.Neves

Perdi-te meu irmão.

A morte amortalhou-te a vida

E a mim trouxe-me o luto,

O destino não me conforma

E das leis da Terra, nenhuma forma

Me justifica o teu apartamento.

Clamaria aos Céus, se os Céus me ouvissem.

Imploraria ao Infinito a justificação

Deste absurdo morte-vida.

Mas não tenho forças, nem crenças,

Nem paciência, nem nada, nada Zé.

Tu compreendes, sempre compreendeste

Este meu viver.impertinência,

Este meu querer ser e não querer.

Infelizmente, quem partiu não fui eu,

Foste tu, o bom, o justo, o reto;

E a escumalha pensante fica indiferente

Na lei do tempo e das circunstâncias.

Mas, não me posso conformar

Com a pulhice de que foste vítima,

A vítima inocente, imolada

Em louvor de um molho de latas!

Coloque a máscara. O homem ou espevita a inteligência e o amor ou o Universo não terá mais contemplações para com bicho tão ignorante e tão mal-agradecido.

 

Anterior “Temos de vencer todas as dificuldades”

C.S

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Sábado, 21 de Agosto de 2021

Se alguém me ouvir antes de Setembro

Aquilo que sempre desejei ardentemente foi ver o povo culto e feliz.

Não sou chauvinista. Acredito em Portugal e nos portugueses.

Verifiquei, por experiência própria, que mesmo os aparentemente pouco dotados para assimilar cultura, o fazem perante a admiração de incrédulos.

Entre as aulas nas escolas e com alunos em ensino particular, tive sempre vários jovens, tanto rapazes como raparigas, que tiveram sempre sucesso nos exames. Alguns fizeram cinco anos de Liceu num ano e a Célia e um rapaz que não recordo o nome, fizeram sete anos, em dois.

A idade e o esquecimento, às vezes, pregam destas partidas, mas eu não desisto de estudar chinês para escrever um livro, como aprender chinês (Mandarim) em três meses.

Há dois anos, consegui que o David Paiva se Licenciasse, em Serviço Social no Politécnico de Portalegre. Limitei-me a durante quatro anos, só através do SKYPE, lhe dirigir o estudo.

Ele descreve isso no livro “Portugal Conta com os Politécnicos” para que os jovens não tenham medo de estudar e não desistirem do estudo.

O David fez o curso, sem deixar a fábrica Hutchison, que ele recorda com saudade. e na esperança de aí regressar um dia.

É pois a experiência e a vivência que sempre tive com portugueses e com milhares de estrangeiros que me fazem acreditar em Portugal.

A ideia para este tempo de férias, e a quem não as tem, é sugerir que ocupe o tempo lendo, na Internet, histórias de gente com força como Confúcio, Lao-Tsé, Buda e outros seres que amaram as pessoas, a vida e os povos. Durante as suas vidas sempre procuraram caminhos seguros para toda a gente.

Pretos, brancos, mulatos, castanhos ou amarelos somos todos iguais Todos temos os mesmos defeitos, as mesmas qualidades, os mesmos direitos e os mesmos deveres.

Coloque a máscara. Não desista de ser feliz.

 

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C.S

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