Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2021

Chinês, verbo querer

Só peço um pouco de atenção para aprender sem dificuldade e sem perder muito tempo.

Vamos descamisar o verbo, ponto por ponto.

Como pode observar o verbo querer aparece com dois carateres 想要 que lê Xiǎng yào e que se mantém em todas as pessoas do verbo, como verifica nas linhas em baixo. Por isso só precisa de saber os pronomes pessoais (eu, tu, ele, etc.,) »para poder falar quando juntar as palavras para comprar, vender etc.,«

Vamos ver a primeira pessoa, eu,;

Eu Wǒ, quero - xiǎng yào.

Já entendeu ou prefere que escreva

Outra pessoa, para não ter duvidas?

Quer homem ou mulher?

Mulher:

Ela 她Tā, - quer 想要

Homem,

Ele 他 Tā,- quer 想要

Tome atenção aos pormenores. Se se expressa oralmente, Mulher e Homem têm o mesmo som Tā, mas se escrever mulher, tem o primeiro sinal diferente do Homem, parece uma bailarina 她.O traço inicial do Homem é diferente, parece estar agarrado ao cacete, veja 他.

Vamos ao verbo, deixemo-nos de conversa

 

 

QUERER 想要    Xiǎng yào

 

Eu quero 我 想要 Wǒ xiǎng yào

Tu queres   你 想要  Nǐ xiǎng yào

Ele quer        他 想要Tā xiǎng yào

Ela quer     她 想要Tā xiǎng yào

Nós queremos 我们 想要 Wǒmen xiǎng yào

Vós quereis  你 想要 Nǐ xiǎng yào

Eles querem  他们 想要 Tāmen xiǎng yào

Elas querem  她们 想要 Tāmen xiǎng yào.

 

Note: as pessoas do plural;  nós, eles,elas têm mais o caractere 们,que significa plural em todos os verbos.  É como se fosse o nosso S.

Nos verbos, os pronomes pessoais ele, ela, eles, elas só vêm mencionados uma vez, tanto no singular como no plural, e sempre na forma masculina.

Fora dos verbos, mulher é mulher 她, e homem é homem 他.

 

Coloque a máscara.António Costa já não sabe para onde se ha de virar.

Este Covid saiu pior que o Chinês.

Feliz Natal. Bom Ano de 2022,com saúde,  trabalho e amor.

Obrigado aos“Portugueses no Mundo" da Antena1”

Obrigado Microsoft e Google que me permitem, com este velho computador, esrever tudo o que a minha imaginação dita.

 

Anterior”Festas obrigavam às limpezas.”

C.S

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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2021

As festas obrigavam às limpezas

Em quase todos os séculos houve epidemias. Umas mais graves que outras.

Os dirigentes dos diferentes países verificaram que a única maneira de as evitar era a limpeza e, nada melhor do que as festas, para os homens e as mulheres se cheirarem de mais perto e ganharem a aceitação ou rejeição da pessoa desejada.

Lembro-me que num dos meus livros, Julgo que é “Nos Homens são difíceis”, refiro que alguns homens só tomavam banho quando nasciam e iam às Sortes (para entrarem no Serviço militar).

Salazar usou sempre de várias  suaves artimanhas. Começava desde a juventude com a Mocidade Portuguesa, com os acampamentos e com o banho diário dos Lusitos e as dos mais espigadotes. Depois os anos escolares tinham sempre quatro meses de férias, com as advertências higiénicas dos professores.

Nos quatro anos que tive o Professor José Manuel Landeiro não me lembro de um dia em que ele não examinasse as mãos a todos os alunos da sala de aula.

As Férias grandes serviam também para os miúdos ajudarem os pais durante as colheitas.

Havia até um ditado muito divulgado: “O trabalho da criança é pouco, mas quem não o aproveita é louco”

Nos Estados Unidos era frequente, os filhos, de pais muito ricos, venderem jornais para saberem dar valor ao dinheiro e ao trabalho.

No entanto Salazar não se livrou de um surto grave de tuberculose que levou dois ou três anos a debelar.

Quem estuda os diferentes estádios de vida dos povos, compreende melhor o que acontece.

Coloque a máscara. Vacinas sem máscara, e com aglomerados duvidosos, de pouco servem.

Costa vai hoje decretar se a conversa pode ser a quatro ou entra mais alguèm na dança.

O Covid aprisionou o mundo para o limpar de parasitas.

Tenha cuidado. As Legislativas estão perto e é uma pena não assistirmos, de boa saúde, às promessas e aos insultos dos concorrentes ao apetitoso tacho.

Anterior “Podemos ser melhores em tudo”

C.S

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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2021

Podemos ser melhores em tudo

Aproveite até às próximas eleições Legislativas para ouvir e pensar nos debates entre os Partidos. È a melhor maneira de saber o que se passa no País e porque a maioria da população está a viver cada vez pior.

O que está a suceder entre 1974 e os dias de hoje, já sucedeu entre1910 e 1926, durante a Primeira República, a seguir veio a Ditadura Militar até 1932. Como os Militares, pouco ou muito pouco puderam fazer, convidaram Salazar para Presidente do Conselho (Primeiro Ministro) e até 1968, com muita honestidade, muito sacrifício, muita calma, muito saber viver e falar ao povo e muito trabalho, Portugal deixou de ter uma moeda sem valor e passou a ter uma das mais fortes moedas do Mundo. Sucedeu-lhe Marcello Caetano, o País continuou a progredir, através dos Planos quinquenais, semelhantes aos da Rússia e da China, mas deparou-se com dois problemas: como livrar-se do Ultramar, sem prejudicar as populações e uma falta enorme de pessoas para trabalhar.

Em 1974. o 25 de Abril, que Marcello Caetano permitiu e que as pessoas tomaram como uma coisa natural, transformou-se numa calamidade depois dos II, III,IV e V Governos Comunistas entre 1974 e 1975.

Até aos dias de hoje, raras foram as vezes, em que o povo se sentiu seguro. Beneficiados só os militares que participaram numa revolução sem quaisquer perigos; Cantores, Comunicação Social e mais uns milhares de oportunistas, que só agora começaram a sentir na pele os erros do facilitismo e da vida com pouco trabalho,

Salazar levantou um país miserável, incitando todos ao trabalho e à poupança. Ele próprio dava o exemplo, comia feijão e sardinha, ovos do galinheiro de S.Bento e um copito de vinho tinto.

As próximas eleições Legislativas, ganhe-as quem as ganhar, têm de ser direcionadas para o trabalho, para a investigação, investimento e desenvolvimento.

Os portugueses sabem tirar partido das suas qualidades, basta que estejam para aí virados.

 

Coloque a máscara. Somos capazes de tudo. O vírus que se cuide. Bem mais perigosos que estes irrequietos invisíveis, sempre à procura dos descuidados eram os monstros marinhos, a que nenhum outro povo teve a coragem de se lançar. Lançaram-se os Portugueses.

Os cientistas das nossas Universidades e Politecnicos tèm aqui a sua palavra, o seu doutoramento e certamente o seu Prémio Nobel e a gratidão do mundo que todos os dias fecha portas e já não sabe o que fazer.

Salazar, numa altura onde já não sabia onde arranjar dinheiro para dar de comer a tantos pedintes, fruto ainda da Primeira República, sabendo  que as adegas estavam cheias, e era preciso fazer circular o dinheiro, lembra-se de lançar o Slogan “Beber vinho dará de comer a um milhão de portugueses”

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C.S

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Domingo, 19 de Dezembro de 2021

Novos e velhos contra a morte pandémica

A estranha luta de sete mil milhões de pessoas contra um vírus, sem peso e sem forma, leva o Microcosmos a pensar num Deus desconhecido com o mesmo tamanho e com poderes muito mais poderosos.

Tenho passado grande parte da vida à procura desse Deus, umas vezes acreditando, outras desconfiando.

Este Microcosmos, que é o ser humano, também me espantou. Devido à minha longevidade tenho tido tempo para verificar a ignorância do micro pensante perante a magnificência e a exuberância do Macrocosmos (o Universo).

A rápida subida do saber deixou-me preocupado. A Natureza não costuma dar saltos tão exagerados.

Os únicos que se destacaram com um pequeno salto foram os portugueses nos séculos quinze e dezasseis,

quando a humanidade deu o salto mais significativio com as descobertas portuguesas, as grandes navegações e a divulgação da ciência.

O Macrocosmos fez o que fez, mas demorou centenas de milhões de anos.

No entanto, o ser humano, desde os meados do último século até aos dias de hoje teve o arrojo de se igualar ao Deus desconhecido, de tal maneira que me influenciou a publicar, em 2003, o livrito “Somos deuses ligados a Deus”, com uma linguagem muito simples para se tornar acessível.

Este vírus só não dá comigo em doido porque todos os dias escrevo e leio, alem de fazer pequenos trabalhos braçais e de verificar porque me esqueço do nome das pessoas ou quando mudo o lugar às coisas e me vejo em palpos de aranha para as encontrar.

 

Coloque a máscara. Regule o tempo, escreva sobre o seu passado e o que existia. Faça comparações, distraia-se. Não se deixe abater nem apanhar por um vírus que está farto de aturar as parvalheiras do ser humano e o quer levar para lhe escovar o sarampo.

Anterior “Chinês, vocabulário”

C.S

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Sábado, 18 de Dezembro de 2021

Chinês, vocabulário

O vocabulário segue a regra inicial: Português, Caracter chinês, também chamado Hanzi e Pinyin (transliteração ou seja, como se lê em chinês) se colocar um parênteses à frente, e outra leitura, significa que é a mais usada.

Atente sempre nos pormenores; por exemplo Maior tem um traço e um S. Significa que o Hanzi大 é singular e plural.No vocábulo Grande tem a mesma forma como verifica na palavra seguinte.

Com calma e atenção aos pormenores, em 2023, já pode ir passar 15 dias à China que vem de lá a falar correctamente.

 

Port      Hanzi    Pinyin

 

Pessoa    人   rén

Maior/s      大      Dà

Grande          大    Dà

Céu, paraíso, Deus,   天  tiān

Também             太   Tài

Cama         床   Chuáng

Dever                 欠  Qiàn (chian)

Anel          环    Huán

Debaixo, abaixo  下  xià

Não, negar         不    bù

Mau, má    坏  Huài

O mesmo            同    tóng

Diferente          不同  Bùtóng

Livro          书    Shû

Cidade      市      Shì

Em                     于    yú

Página           页    Yè

Mão/s           手Shǒu (Sháu)

Dar à luz, vida

descer, próximo     生    shēng

Ano            年     niàn  

Sem, não ter       无    wú

Ir, sair, partir       去    qù  (chi)~

 

Nota: Habitue-se a aspirar os H.

Na palavra "Diferente" vê dois carateres. Três  linhas acima tem a negativa 不bù, pensa um pouco e entende.

 Como temos tempo, além deste vocabulário solto, sou capaz de colocar também um pequeno dicionário, para, depois de ter alguns verbos, formar frases sem outra ajuda que não seja a  sua própria inteligência  e um pouco de paciência, o que lhe faz bem ao aumentar a saúde mental e enriquecer culturalmente.

 

Coloque a máscara. Os chineses já se habituaram a esse parachoques com verdadeiro sucesso

Anterior “A bengala do Soba”

C.S

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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2021

A bengala do Soba

No blogue anterior falei sobre um Angolano e dos livros do tio que encontrei na Sociedade de Geografia.

No almoço em que lhe entreguei as fotócopias dos livros, já encadernados e separados, o ancião emocionado acariciava os livros e contava-me a história do tio que ele adorava. Era muito culto e um dos Sobas que ele conhecia, nunca o deixava partir sem uma refeição e a leitura de um trecho dos livros. Quando se deu a independência de Angola, o Soba ofereceu-lhe uma vara em pau preto trabalhado que ele trazia consigo e que eu pensei ser a sua bengala.

Ele disse-me que felizmente ainda não necessitava de bengala e que tinha trazido a vara para me agradecer o que ele não podia pagar de outra maneira senão oferecer-me um objeto que lhe era muito querido pois tinha sido de seu tio.

Por mais que recusasse tive que aceitar a oferta que ainda hoje é objeto de cobiça e propostas tentadoras por muitos dos meus amigos, a quem respondo sempre que ela embarcará comigo para a outra dimensão para forçar a amizade e o entendimento entre todos os povos do mundo.

 

Coloque a máscara se quiser evitar o exagero dos testes e das vacinas. Escreva e leia todos os dias para a estrutura mental resistir a estes abanões que me fazem confusão e ainda não percebi.

Anterior “Dinheiro fácil”

C.S

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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2021

Dinheiro fácil

Sempre me aborreceu fazer coisas fáceis, mas, aqui há alguns anos; aceitei fazer parte do Juri “Lisboa à prova” porque além de me pagarem para comer em Hoteis e Resiaurantes podia convidar uma pessoa para me dar a opinião sobre aquilo que saboreava.

Um dia, em que viajava de Carro Elétrico até ao Campo Grande, vi um homem de cor e de idade subir com dificuldade para o transporte. Como nenhum jovem se levantasse para lhe ceder o lugar, levantei-me eu e quis que ele se sentasse. Ele recusou e acabámos por sair, quatro paragens adiante, sem aquecermos o lugar.

Como saímos, por acaso, no mesmo sítio, ficámos na conversa. Acabei por o convidar a almoçar comigo.

Naquele dia ele não podia, mas acertámos um outro.

Enquanto tomávamos café numa esplanada, ele sentiu-se à vontade para me falar da sua saída de Angola depois do 25 de Abril. A sua grande mágoa era terem-lhe assaltado a casa e lhe terem roubarem tudo, inclcusive  uns livros que um tio tinha escrito e por mais que procurasse em Portugal não os encontrava nas bibliotecas portuguesas. Eu perguntei-lhe o nome do escritor e os títulos dos três livros.

Combinámos que no dia do almoço voltávamos a falar sobre o assunto. Quando me telefonou a confirmar ir ao almoço, eu disse-lhe que já tinha fotocopiado os livros e que os levava.

O que teria acontecido para não os terem encontrado; ele e a quem tinha pedido ajuda? Eu pensei um pouco e,sem qualquer interesse, fiz imensamente feliz uma pessoa, que chorou como uma criança ao ler o nome dos livros e o do Tio.

Como me tinha dito que já percorrera todas as bibliotecas. Eu pensei: se calhar não se lembraram da Sociedade de Geografia que tem um acervo interessante de tudo o que há sobre África. Fica na Rua de Santo Anttão em Lisboa, perto do Rossio e  mesmo junto ao Coliseu dos Recreios.

Coloque a máscara. Sugiro que leia na Internet o que a Wikipédia escreve sobre a Sociedade de Geografia.  Depois aproveite um dia, para entrar naquela casa de conhecimento, de calma e de bem estar e ler descansadamente e sem problemas virais, um livro sobre o nosso passado colonial ou sobre qualquer outro tema que lhe agrade.

Anterior “Quanto mais vivemos, mais sabemos.”
C.S

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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2021

Quanto mais vivemos, mais sabemos

Uma das coisas a que não resisto é meter conversa com pais que estejam com filhos entre os três e os quatro anos. Faço sempre algumas perguntas sobre a miudagem. Normalmente sugiro que eles aprendam a ler e se possível aprender uma outra língua.

Fui sempre confirmando, ao longo dos anos que os miudos, entre os três e os sete anos aprendem línguas com grande facilidade. Ainda ontem confirmei isso ao ouvir o Programa “Portugueses no Mundo”da Antena 1, às 7h43, uma jovem que está no Luxemburgo, dizer que a filha de 5 anos,depois de ter chegado ao Luxemburgo aprendeu em três meses, a falar Luxemburguês, Alemão e Francês, em contacto com os colegas da escola.

O crescimento do ser humano é interessantissímo e devia ser balizado por regras para o proteger, assim como toda a sociedade. Uma pessoa goza e aproveita melhor a vida, quanto mais sabe. No amor isso é evidente. Aquele que sabe amar dá sempre grande prazer a uma mulher. tenha o sexo pequenas ou grandes dimensões. É o saber na arte que tira do violoncelo os sons mais agradáveis.

A preocupação de fazer os outros felizes, levou-me a cometer erros, por acidente, que me serviam de lição, sempre na esperança de os corrigir deixando um mundo melhor: sem invejas, com trabalho, dinheiro suficiente, e muito mais culto.

Coloque a máscara. O vírus diverte-se com a ignorância do ser humano, faz  dele gato-sapato e os farmacêuticos das vacinas acabarão por ir todos no mesmo enterro, mas de cofre cheio.

Anterior “Chinês, verbo escrever写 Xiě”

C.S

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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2021

Chinês, verbo escrever 写 Xiě

Aprender uma língua é muito fácil. Requer vontade e vinte minutos por dia. Ao fim de três meses, desperta.

Mandarim ou chinês é o mesmo? O mandarim está integrado no Chinês.

O Chinês só precisa de um pouco mais de paciência. Aquele mundo tem vários dialetos com mais ou menos riscos; todos a confluir numa única direção.

A minha primeira ideia era escrever os vocábulos sobre comida, vestuário, profissões, etc., e só depois integrar os verbos. Ouvidas algumas opiniões, resolvi acertar agulhas.

Hoje temos o verbo escrever: 写 Xiě.

Tal como já viram no verbo amar, com o verbo Escrever também não existem flexões, ou seja, o final das pessoas não muda como em português, o que torna o aprender da língua muito mais simples.

Observe; o verbo,em Português muda segundo as pessoas, flexiona no fim, ex: vo,ves,ve, vemos,veis, vem. O Chinês é todo igual  xiě (写).Não tenha medo de errar.Fixe os pormenores.

Se sabe os pronomes pessoais,e o nome do verbo,tem chinês no papo eu,tu,ele nós,vós,eles;                 Wǒ,Nǐ,Tā,Wǒmen, Nǐ,Tāmen + verbo

Veja 我 写 pronome pessoal+verbo

 

Eu  escrevo  我  写   Wǒ xiě

Tu  escreves   你  写  Nǐ xiě

Ele  escreve   他  写    Tā xiě

Ela  escreve    她  写    Tā xiě

Nós escrevemos  我们 写 Wǒmen  xiě

Vós escreveis  你你 写    Nǐ  xiě

Eles escrevem  他们 写  Tāmen  xiě

Elas escrevem  她们 写 Tāmen xiě

 

Logo que escrever vocabulário e mais alguns verbos, começamos a formar frases.

Por favor, olhe e pense um pouco.

 

Coloque a máscara e descanse um pouco. Não se deixe atemorizar pela histeria inglesa, mas não largue a máscara.

Anterior “Política, Ramalho Eanes e Ginseng da Coreia do Norte.

C.S

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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2021

Política, Ramalho Eanes e Ginseng da Coreia do Norte

Andava eu pela Assembleia da República quando fui chamado pelo Presidente, Dr Teófilo Carvalho dos Santos, que, com muitos pedidos de desculpa, me disse que me pedia uma tarefa impossível, mas que ele considerava que podia levar a ações de extrema gravidade: convencer o Presidente Ramalho Eanes a receber uma Delegação de Deputados da Coreia do Norte.

Por mais que ele tivesse insistido, Ramalho Eanes mostrou-se sempre imtransigente e não sabia mais que fazer para convencer o Presidente, até que o Partido Comunista lhe falou em mim e ele pedia-me para tentar, mais uma vez, insistir pois temia que os Deputados Coreanos, ao regressarem ao seu país fossem severamente punidos por não terem apresentado cumprimentos, enviados pelo Presidente da Coreia do Norte ao Presidente Português.

Pedi ao Dr. Carvalho dos Santos para a Secretária ligar para a Presidência da República e para dizer que eu precisava de falar com o Senhor Presidente.

Passados alguns minutos Ramalho Eanes apareceu e disparou:.

- O que é que queres! Tu Julgas que eu tenho a tua vida?

- Disse-lhe o motivo. Ramalho Eanes respondeu, irritado, que o Dr. Carvalho dos Santos já tinha a resposta e que ele não podia transigir pois havia assuntos mais importantes a tratar.

A conversa é longa e engraçada. Puxa daqui, puxa dali. Ao fim de uns bons quinze minutos de argumentação, Ramalho acedeu a receber a Delegação Coreana, durante 10 minutos, que acabaram por ultrapassar os trinta.

O Saudoso Dr. Carvalho dos Santos não sabia como me agradecer.

Os Deputados da Coreia do Norte, a quem já tinha sido dito que o Presidente da República não os podia receber e a quem o Dr. Carvalho dos Santos contou que tinha sido eu que conseguira que ele modificasse a sua intransigência, não sabiam como agradecer favor tão grande.

Depois de já terem regressado à Coreia, o Embaixador telefonou-me; disse-me que ia a Tomar. Convidei-o para almoçar lá em Casa e ele encheu minha mulher de presentes. Para mim tinha um convite para visitar a Coreia do Norte e levou-me três garrafas de Ginseng.

Todos os dias tomava um golinho do produto. Eu parecia de ferro. Tinha uma genica invulgar, até que minha mulher impôs o fim da poção, pois estava a exagerar...

Dividi as duas garrafas sobrantes em frasquinhos que ofereci a alguns amigos da muito querida cidade dos Templários.

Esta extraordinária reação do produto Coreano levou-me a pensar nos muitos marinheiros portugueses que andaram pela Ásia; principalmente em Fernão Mendes Pinto, cujos feitos descritos no seu livro “Peregrinação” são tão incríveis, que os amigos brincavam com o nome. Diziam em Vez de Fernão Mendes Pinto. Fernão, mentes? Minto.

O certo é que escritores estrangeiros, que estudaram as navegações portuguesas, confirmam todas as aventuras, as 19 prisões e a venda como escravo a que Fernão Mendes Pinto esteve sujeito.

 

Coloque a máscara. Ainda não é seguro que o Covid não venha passar o Inverno em Portugal. A Europa vai engolindo vacinas atrás de vacinas; já vai em seis. As máscaras são mais duras de roer. Não brinque com coisas sérias.

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C.S

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