Sexta-feira, 5 de Março de 2010

Um limite para tudo

O País, desde o 25 de Abril, foi tomado de assalto por uma corja de abutres mentalizados pelo sinistro Cunhal, secundados pela CGTP e pelos "revolucionários" que fizeram a revolução por causa do rancho. Os sujeitos queriam ser aumentados e ter os galões garantidos.

Marcelo Caetano, incapaz de solucionar o problema colonial, por prever a hecatombe que se seguiria devido à falta de quadros desses povos, convenceu-se que Spínola e Costa Gomes, conhecedores do terreno por nele terem combatido e contactado, directamente essas populações, fariam melhor para o bem dos povos a descolonizar. Marcelo Caetano entregou-lhes o poder.

A partir desse momento, os da corporação militar julgaram por bem e para sua salvaguarda dizerem que tinham feito aquele simulacro de revolução por causa do Ultramar, da liberdade e da democracia. O povo ignorante e oportunista deu pulos de contente enquanto houve dinheiro nos cofres e 847 toneladas de ouro para garantir gastos, estragos e roubos. Cada um arrecadou o que pôde.

Para ganhar votos e néscios o PC e a sua Central Sindical reivindicaram tudo quanto lhes veio ao bestunto e apoiaram todos os desacatos, estragos, roubos e julgamentos populares onde inocentaram os criminosos e vilipendiaram as vítimas.

Quando morreu o Alma Negra já tudo o que era produtivo estava minado. O ciclo de greves e de empresas fechadas aumentou de tal maneira que os proprietários do comércio e das pequenas empresas industriais deixaram de contratar pessoal com medo da chantagem e da obrigação de manter no posto de trabalho alguém que não servia para o mesmo.

Os Governos, em vez de reagirem, foram pactuando com a asneira que vitimaria os próprios trabalhadores. Faziam-no em nome da democracia e da liberdade que impede o ensino aos ignorantes e acaba por os lançar na miséria como acontece neste momento.

Afonso Costa, cem anos antes, tinha feito o mesmo. Mas ainda não tinham passado dois anos após a implantação da República já ele dava o dito por não dito, acabou com as greves e mandou desancar sindicalistas e grevistas ingénuos.

Mesmo com esta reacção a Primeira República nunca mais se endireitou. A fome, a miséria fizeram que os libertados assassinassem, cruelmente alguns dos libertadores.

Os políticos hesitaram, mas pouco aprenderam até que Gomes da Costa fez o 28 de Maio de 1926 e declarou a Ditadura que só teve como diferente da Ditadura Democrática, antes instalada, que esta assumiu o nome e a força e foi dirigida contra os revolucionários profissionais que teimavam em regressar ao tacho. Acabaram por perder sempre porque o povo tinha, finalmente, compreendido, que ele estava a ser infamemente usado e enganado pelas demagógicas palavras dos políticos.

Hoje, a democracia tem sede em Bruxelas e as consequências da demagogice poderão não ir tão longe. Mas ao ouvirmos falar os demagogos Carvalho e Ana e ao verificarmos as gravosas consequências que os seus incitamentos às greves produzem na vida portuguesa, algo me diz que isto vai acabar mal.

O Carvalho tem o desplante de fazer o mal e a caramunha. Impõe as greves e com a desfaçatez própria de quem não teme ser desmentido porque democraticamente pode dizer todas as barbaridades que entender, o Carvalho incita às greves e depois acusa o Governo de ser criminoso para com os utentes dos serviços porque devia avisar que eles estariam fechados. O insuficiente Carvalho diz o que lhe vem à cabeça.

Ó cum carvalho! Esta é própria do cum laude com que fez o doutoramento à comunista.

O Carvalho acusa também o Governo de falta de ética. Saberá o doutorado à comunista, o que é falta de ética? Não sabe, nem lhe interessa saber. O que lhe importa é que ganha dezenas de vezes mais do que os papalvos que acreditam nas suas diatribes.

Desde o 25 de Abril isto tem sido sempre assim e agora que quase dois milhões e quinhentos mil indigentes vivem com 200 euros por mês e estão prestes a rebentar pela fome e pelo desespero, ninguém pergunta quanto ganha este Carvalho, a Avoila, os deputados comunistas, os Bloquistas, os Verdes para continuamente incitarem e à greve todo um País que começa a estar pelos cabelos e a achar que tudo tem um limite.

C.S

PS: sugiro que vá ao Google e escreva "grande entrevista a Medina Carreira na RTP1", clique na tecla do enter e oiça as perguntas da Judite de Sousa e as respostas de Medina Carreira. Vai ver que não se arrepende.

publicado por regalias às 08:26
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