A morte do almirante canalha, como era conhecido o Rosa Coutinho veio provar que os intervenientes na desgraçada descolonização, não por ter sido feita, mas pelas dezenas de milhar de vitímas que provocou, continuam a tentar proteger-se uns aos outros na tentativa de continuar a iludir o povo e a insistir que tudo foi bom quando foi péssimo. Veja-se a situação da Guiné e os sofrimentos, escusados nos povos maravilhosos de Angola e Moçambique.
Os militares foram verdadeiras marionetes nas mãos de Cunhal que teve sempre ao seu lado, este Rosa de riso satânico e muito mais odiado que Cunhal.
A "revolução" inicialmente preparada como um protesto devido ao Dec.lei 353/73 por causa de promoções e vencimentos foi transformada em desígnio nacional sem precaver a segurança e o bem-estar das populações das colónias e acautelar a vida de quem lá vivia.
Fez-se a "revolução" com a anuência de Marcello Caetano, que impediu o abortício. Os que sempre viveram da política e da sua excitação apresentaram-se imediatamente de armas e bagagens. Em pouco tempo tomaram tudo, inclusive o ténue pensamento dos militares que rodopiavam como os louva-a-deus à volta da política, o amadorismo era mais que evidente e os erros eram cada vez mais gravosos com prisões indiscriminadas e ameaças de meter tudo no campo pequeno.
Um dos militares, que agora veio exaltar o Rosa Coutinho, era conhecido pelo Pá. Em cada frase de dez palavras, cinco eram o Pá! O seu cabelo sempre caído acrescentou-lhe o nome de O melena. De todos ainda era dos mais moderados. A cultura e o saber é que deixavam a desejar. O sinistro Cunhal metia-os no bolso. Bastavam-lhe alguns, os mais inteligentes e ignominiosos como o Rosa Coutinho o Vasco Gonçalves e o Melo Antunes, para fazer o que lhe interessava sem se expor demasiado.
A "revolução" libertadora, de um povo mais que libertado e feliz, fez-se pois, sob o signo da mentira. O Jerónimo que veio à televisão dizer que Rosa Coutinho não era comunista fá-lo com a naturalidade da lapa de um Partido que sempre tem mentido. Rosa Coutinho e Vasco Gonçalves dão o rosto "ao votamos CDU nas legislativas de 99" e nem um nem outro era do PC. É o descaramento, a mentira mais depravada. Tal como negará a entrevista a Oriana Fallaci do outro canalha, como também era conhecido Álvaro Cunhal, que disse, sem pudor e sem rebuço, que nunca haveria um Parlamento em Portugal. É a "democracia" comunista na sua verdade. Os outros políticos convivem com a mentira e acham-na natural. Que políticos são estes? Homens ou também moluscos?
O Jerónimo que diz ser "extremamente negativa a nossa adesão à União Europeia" sabe perfeitamente, apesar da sua pouca cultura que, sem a adesão, Portugal viveria hoje em guerra civil. A miséria não estaria em dois milhões e trezentos mil infelizes, mas em 6 ou 7 milhões. O Jerónimo pensa que assim teria mais votos porque os descontentes seriam em maior número. É um erro pensar assim. Setenta anos de comunismo na URSS deram no que deu. Mas Jerónimo não entende, e os outros, mais cultos, não querem entender. Enquanto o pau vai e vem descansam as costas até que a desgraça descambe e nunca mais ninguém a pare.
Não foram os Governos democráticos que colocaram o país no estado em que se encontra, foi a mentira continuada, aceite e difundida, por laxismo, que lançou este País, de moeda forte, sem desemprego, pagamentos em dia e fiável, no abismo em que se encontra.
C.S
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