Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

A dificuldade em governar Portugal pode ser explicada

Em dez milhões de habitantes há nove milhões e novecentos e noventa mil que sabem como governar Portugal.

Seja qual for a medida tomada, eles faziam sempre melhor.

Tomando três personagens que governaram como entenderam, mas a bem do povo encontramos:

D. Dinis, séculos XIII e XIV; Marquês Pombal, século XVIII; Salazar, século XX.

D. Dinis governou com amor. Apoiado pelo povo e Rainha Santa Isabel.

Marquês de Pombal governou pelo terror. Contra os nobres.

Salazar governou com inteligência e prudência.

Dinis juntou à sua grande cultura uma mulher paciente. Uma série de circunstâncias fez que emprestasse dinheiro ao poderoso rei de Castela.

O Marquês de Pombal, ministro de D. José, com pulso de ferro reergue Lisboa do Terramoto de 1755. A seguir persegue nobres: manda-os prender e matar, antes quebra-lhes braços e pernas. Aos jesuítas expulsa-os do reino. Eleva o Brasil a Vice-Reino como se de antemão soubesse que a ligação dos portugueses ao mundo faria que mais tarde lhes seria indiferente ter a capital em Lisboa ou no Rio de Janeiro. O ecumenismo português tornou-se evidente na miscigenação ou seja no cruzamento de raças diferentes.

Em todos os continentes o português amou indianas, africanas, chineses, etc. Para o português o amor foi sempre superior à política.

Apesar de tanta barbaridade, o Marquês desenvolve enormemente o País, tanto no campo do ensino como na indústria. Mas a população continuava diminuta, não chegava aos dois milhões e quinhentos mil.

Salazar que agradecia a Deus ter nascido pobre, talvez para lhe dar um maior entendimento das dificuldades do ser humano, conseguiu o impossível. Sem qualquer ajuda externa passa Portugal de país paupérrimo e miserável para um País em franco progresso usando a inteligência ao publicar democraticamente nos jornais e fazer ouvir nas rádios todas as medidas que tomava para salvar o País da hecatombe que tinha caído sobre Portugal nos dezasseis anos da Primeira República, 1910-1926.

Nestes últimos quarenta anos por incompetência, boicote, gastos exagerados, sofisticada demagogia e corrupção desenfreada o país que tinha em África dois dos países mais desenvolvidos daquele continente era um País rico apesar de continuar a desenvolver as colónias.

Portugal passou a um país de pedintes porque para lá das greves, a incompetência, boicote dos trabalhadores a outros trabalhadores enviando para o Tribunal de Contas dados errados impede que as escolas de Música não recebam os apoios combinados. E os grandes culpados são o Ministro da Educação e a Ministra da Justiça que assumem culpas sem as ter.

Assim vai o país do faz de conta, da incompetência e dos laparotos.

C.S

publicado por regalias às 06:09
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