Terça-feira, 10 de Março de 2020

As fraquezas do ser humano e a força do vinagre

Perante as ondas de pânico que percorrem todos os países, o Corona ri, abusa e avisa.

Depois do Bush, Tony Blair, Obama, Sarkozy e Cameron terem invadido e destruído o Iraque, a Síria e a Líbia, sem terem sido julgados e punidos pelos crimes praticados, o pensamento do Universo resolveu chamar a atenção destes canibais e de todos os inconscientes que a vida é um bem inviolável.

Não querendo compreender que a beleza e o prazer do mundo é para usufruir em todos os lugares, o Pensamento do Universo envia os primeiros avisos com fogos imensos, tempestades imparáveis e aquecimento deste pequeno planeta que pode desaparecer assado em lume brando e doloroso.

Agora, o Corona lembra aos mortais que todos nasceram do nada, da luz transformada em matéria viral de onde, todos nós e o Corona, ganhámos pernas para crescer.

Quando o ser humano ainda não tinha descoberto o seu verdadeiro poder, os vírus, os percevejos, as pulgas, os piolhos, as lombrigas, o sarampo, a varicela e outros companheiros do descuido tentavam a sua sorte para crescer e se multiplicarem.

Na Escola Primária, hoje ensino básico, o professor José Manuel Landeiro, logo no primeiro dia de aulas examinava as mãos e as unhas de cada aluno; no fim decretava que a partir daquele dia, todos tinham de aparecer de mãos bem lavadas e unhas cortadas rente.

As instalações sanitárias eram lavadas com água e um pouco de vinagre aí misturado.

O Professor Oliveira Salazar atacou a Tuberculose com determinação. Todos os anos os jovens eram vacinados nas escolas e nos Liceus. Em Penamacor, o Hospital enchia-se de garotada que olhava aquela caneta que fazia dois traços nos braços e que, passados dias, indicava os que estavam doentes e os sãos.

O Dr. Alberto Trindade, no Liceu Nuno Álvares, em Castelo Branco, com duas bonitas e decididas enfermeiras continuavam o ataque à tuberculose, que praticamente desapareceu, mas que parece ter começado a regressar com os dois milhões e meio de pobres que foram criados pelas promessas dos salvadores da Pátria que deixaram fugir o oiro e as indústrias produtivas em benefício da demagogia e da corrupção.

Os vírus fugiam do vinagre como o diabo da Cruz. Lembro-me que um dia, minha mãe, estava a dar à Isabel Antunes, modista que lhe arranjava saias, casacos e calças, duas gotas de vinagre para ela atalhar uma gripe que lhe congestionava a garganta. Só duas gotas. Passado dois dias desta solução, a Isabel estava fina e feliz.

Eu, garoto, com os meus sete ou oito anos, ia observando a magia do amor e das defesas naturais que são muito mais eficazes do que o medo e o terror que um minúsculo vírus causa.

O único vírus que conheço é o homem, estúpido e cruel, que, em guerras hediondas, mata sem pudor e piedade outros seres humanos e destrói países organizados, como fez na Líbia o seráfico Obama, prémio Nobel da Paz e asqueroso monstro da guerra e da morte.

 

Anterior”A vida, os mistérios e o Espírito que lhe deu origem”

C.S

publicado por regalias às 09:16
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