Sábado, 23 de Maio de 2015

As meias verdades aos portugueses num país de trapalhões

Desde há quarenta e um anos que a enxurrada de políticos, que diz governar Portugal, mais não faz do que mentir descaradamente ao dizer meias verdades para esconder a totalidade da mentira.

O epígono da mentira é, sem qualquer possibilidade de contestação, o facínora do Álvaro Cunhal, que já tem nome de ruas em câmaras de bastardia própria de sabujos que vendem a alma e a vergonha a qualquer bandalho que lhes asseste louvores em jornais, rádios e televisões autoapelidados de democráticos porque só assim conseguem sobreviver, rastejando.

A esta cambada repulsiva junta-se o povoléu ignorante, histérico que apoia tudo o que julga dar-lhe visibilidade quando não passa de uma bosta infecta e mal cheirosa.

O barulho que fez quando o polícia Vimaranense tentou impor a ordem e responder à tentativa de agressão do pai de duas crianças que julgou elevar-se aos olhos dos filhos provocando a autoridade e levou uma chanfalhada, sem importância, diz bem ao estado a que o histerismo chegou.

Condena-se um polícia que impõe a ordem. Os jornais e televisões enchem as pantalhas com o grande escândalo.

Agora a "vítima" diz que levantou os braços, não diz como ameaça. E os Meios de Comunicação que fazem? Calam-se.

O espetáculo de há quarenta e um anos continua.

A bandalheira política nunca poderia ser possível se não tivesse o resguardo dos comunicadores da democracia de pandeireta.

Mas o povo gosta de ser enganado. Dana-se por uma mentira que lhe dê conversa para uma semana e tema para o insulto sem que daí lhe venha qualquer dano e descarregue a bílis.

Estes portugueses são uns pobres diabos.

O Fernando Medina, que eu pensei poder substituir o Costa na Câmara de Lisboa com mais saber e ponderação, começou a entrar no circuito. O rapaz resvala como camelo em pátio de cebo e esforça-se por culpar a polícia pelo trabalho, pelo esforço e pela contenção frente a bêbados e arruaceiros, só não diz que houve dezasseis polícias feridos. Um está em vias de cegar e a outro partiram-lhe os dentes.

O Medina deve meter a viola no saco.

Quer governar, quer maquilhar ou entra na demagogia do seu antecessor? Espero que não lhe siga a maneira traiçoeira como o Costa abateu o Seguro e faz demagogia sem sentido e facilmente desmascarável.

Portugal transformou-se num país de trapalhões, de meias-verdades, de meios-tipos sem carácter e com um propósito definido: agradar à maioria dos que tapam os olhos para não ver a armadilha em que todos vão, mais uma vez, cair.

C.S

publicado por regalias às 05:10
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1 comentário:
De Anónimo a 23 de Maio de 2015 às 22:08
lolol realmente, se não soubesse que o texto é apenas ironia e sarcarmo, diria que és uma besta ignorante. lol.


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