Sexta-feira, 26 de Maio de 2017

Diferença entre Estado Novo e bandalheira grevista

Portugal teve a sorte de Salazar ter nascido pobre.

Só o pobre, quando culto, tem a noção exata do que deve ser feito para eliminar a fome e o sofrimento.

O pobre que não estuda sujeita-se a ser um pau-mandado toda a vida, um escravo de quem se quer servir dele e nunca de o servir.

Os pais de Salazar, como pobres que eram, não tinham posses para o mandar estudar para a Escola dos ricos, por esse motivo mandaram-no para a Escola dos pobres, o Seminário, para aprender, para afiar a inteligência e ser capaz, através do saber e da informação salvar da miséria os portugueses que viviam nessa Primeira República, 1910-1926, de greves tão estúpidas como aquelas que o Partido Comunista e todos os seus lacaios realizam para através do caos, da inquietação e da raiva, só alguns milhares usufruírem aquilo que é de direito para os milhões que desesperam por míngua de serviços em hospitais, escolas e demais serviços.

Quando hoje, uma mulher horrível em fealdade, anunciava a satisfação da falta de serviços devido à greve, ouvi com lágrimas uma mulher gritar: maldita megera! Enquanto não lançarem, os pobres que trabalham, na miséria e na revolta que provoca as tragédias nunca mais descansam.

Salazar, tendo entrado dois anos depois para Ministro das Finanças, do Governo da Ditadura Militar, logo que equilibrou as contas do País, aquilo que lhe interessou, desde os primeiros tempos, foi dar de comer a uma população esfomeada e miserável que, para sobreviver, recorria a maior partes das vezes às ervas dos caminhos.

Salazar quando teve conhecimento disso lançou mão dos jornais para apelar à Solidariedade Social, lançando o grito lancinante: “Os que podem aos que precisam”, desta maneira os que tinham trabalho esforçavam-se por poupar do pouco que ganhavam para socorrer os pobres, de mão estendida, que eram aos milhares.

Está na palavra, no exemplo e no esforço a diferença entre o Estado Novo e esta bandalheira.

Esta cáfila de abortos que saiu das hostes do PREC e continuou pela incapacidade dos Governantes tem vindo, sucessivamente, a inviabilizar Portugal como um país de sucesso.

À palavra Democracia os Governos cedem imediatamente às mais estúpidas reivindicações. Governos confusos, amedrontados e de gente incapaz, acabam por entrar em erros sucessivos, cedendo até às imposições para pagar 2% do PIB para a NATO, uma Instituição que se justificou depois da Segunda Guerra Mundial, mas que passados anos é ela própria a instiladora das criminosas Guerras como se viu na Líbia.

O Ministro da Defesa já está de rabo a abanar para entrar no conluio e dar aquilo que faz falta a Portugal.

É por estas e por outras que os Sindicatos, onde a subserviência e a burrice é natural, exigem para eles aquilo que falta ao resto do povo.

Se há dinheiro para pagar armas é porque há dinheiro para tudo.

E estamos nisto há 43 anos! Bem podem Marcelo, Costa e Centeno dar corda aos sapatos, que faltará sempre para os atacadores.

 

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C.S

publicado por regalias às 07:27
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