Terça-feira, 28 de Junho de 2016

Ditadura da ignorância continua a nivelar Portugal

Por mais que me queira convencer que estou a ser injusto, chego sempre à conclusão que os dois primeiros anos que assolaram Portugal depois do 25 de Abril foram de tal maneira ignominiosos que passados mais quarenta, as tentativas para modificar a infâmia cometida têm sido frustradas, umas vezes por incompetência, outras por desinteresse e outras porque nos serviços continuam lacaios ao serviço da mentira, da ignorância e de pensarem que só assim mantêm o posto de trabalho.

Há palavras que me irritam de sobremaneira: fascismo e ditadura.

Não me aborrecem, por mim. Aborrecem-me primeiro por aqueles em que eram lançadas e que por esse motivo se sentiam ofendidos, mas incapazes de dar uma resposta similar, para não arranjar conflitos. Acabaram por se desinteressar do que acontecia e deixar que Portugal, fosse para baixo ou para cima, se lhes tornou indiferente.

Segundo, quando um mentecapto qualquer afirma que o regime anterior era uma Ditadura e aquele a quem é dirigido o epiteto, o Dr. Oliveira Salazar, o Homem mais inteligente e mais honesto que houve em Portugal; e que sem ele o País ainda continuaria, pouco mais do que uma fonte de chafurdo, essa gente revolta-me porque não sabe o que diz, não viveu aquela época, não conhece nada da Primeira República, e o esforço inglório da Ditadura Militar que teve de chamar o Dr. Oliveira Salazar, que sacrificou a vida ao serviço de Portugal ao mesmo tempo que recuperou o País, tanto a nível nacional como internacional. Os ignaros, em vez de lhe ficarem agradecidos preferem insultar o regime anterior que tirou da ansiedade e de miséria oito milhões de portugueses enquanto nestes quarenta e dois anos de contorcionismos não conseguem descolar nem para o progresso, nem para a inteligência.

A miséria salta aos olhos.

Os assomos de bem-estar esfumam-se depressa; as desculpas e o palavreado barato e tonto estreleja como foguetes vazios de som e cor.

Alguns Órgãos de Comunicação Social, ao manter os funcionários do Partido Comunista, avençados ou à borla, nestes locais bolçam constantemente enganos e insanidades, assimiladas pelos mais frágeis que repetem os mesmos disparates sem se preocuparem com a verdade.

Ao ouvir, ontem, um locutor da Antena1 repisar que o General Ramalho Eanes tinha aplicado a palavra Ditadura acerca do regime anterior, o que não é verdade, apetece soprar ao vento o nome de todos aqueles que querem continuar a nivelar por baixo ou seja ao seu próprio nível, um país que tem urgência em sacudir a velhacaria e a pobreza mental.

O General Eanes e todos os militares conscientes sabem que o regime anterior nem foi fascista nem ditatorial. Se o dissessem, eles que o serviram durante vários anos seriam os grandes suportes do fascismo e da Ditadura.

 

Anterior “Espanha é grande e forte na sua grandeza e coesão”

C.S

publicado por regalias às 05:30
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