Já há uns anos a esta parte que, muitos dos que cantavam loas a esta libertinagem da liberdade e que deixava cada um ser rei no seu pensamento, viraram os seus aplausos contra os Governantes por não advertirem os que prejudicam os outros portugueses, quando nas greves e na corrupção derretem biliões de euros.
Os avisos do descontentamento vieram por três vezes.
A primeira, quando mudaram o nome da Ponte Salazar para “25 de Abril, seguida de assaltos, prisões infames, roubo de herdades, insultos e tudo quanto a ignorância acéfala vomita.
O resultado foi imediato. O PC que até aí se ufanava de ser o maior Partido português, imediatamente colapsou. Nas primeiras eleições para a Constituinte não passou dos 12 por cento.
A segunda vez foi na eleição de Salazar, em 2007, como o maior Português de sempre, mostrando acintosamente o desagrado com o rumo do país.
A terceira e aquela que lança o derradeiro aviso foi a eleição de Marcelo, vindo do Estado Novo, filho do Ministro Rebelo de Sousa e a quem Marcello Caetano amava como amava os filhos.
A derrota dos outros candidatos e a escandalosa e diminuta percentagem de votos, 3,95%, no padre do Partido Comunista veio mostrar às escâncaras que, tanto os das Esquerdas como da Direita, escolheram o Homem improvável: mesmo que Eanes, Soares e Sampaio o rejeitassem, como Presidente da República.
Eu vivi 39 anos no Estado Novo.
Apesar das dificuldades, derivadas da caótica Primeira República, a partir de 1950 o crescimento do País foi extraordinário, mas, desde 1933, Salazar tinha já feito obra, de que a Exposição do Mundo Português em 1940, onde fui com meus pais, tinha eu cinco anos, mostrava a vontade de um Homem, de voz aflautada, o oposto do Ditador que Cunhal e Soares alcunharam, pouco dado a perder tempo em comícios ou eventos publicitários. Sempre colocou Portugal acima de todos os seus outros interesses.
Com o rápido desenvolvimento das tecnologias, a pesada herança de Salazar, que contava 847 toneladas de ouro e com a ajuda de biliões da União Europeia, Portugal devia ser o país mais feliz e próspero da Europa.
Todos sabemos o estado em que Portugal se encontra. Cada um que diga de sua justiça.
Mas descontentes, ou não, temos de lançar mãos ao trabalho e à imaginação; afinal somos todos portugueses.
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C.S
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