Terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Greves e demagogia têm desgraçado Portugal

A ignorância dos grevistas que obedecem aos sindicalistas e a demagogia dos políticos que obedecem aos seus próprios interesses têm desgraçado Portugal.

Quem assistiu ao sacrifício que foi reerguer Portugal de uma Primeira República, 1910-1926, da qual só os políticos saíram ricos e todos os outros miseráveis ou com uma mão atrás e outra à frente lamenta o desvario causado por estupidez, maldade e demagogia de Cunhal e estupidez, voluntarismo e criancice de Soares.

Nestes dois assentaram toda a ignorância militar e a pesporrência dos sindicalistas. Com estas forças eles puseram e dispuseram de Portugal como se isto fosse a sua própria quinta e não tivessem que prestar contas a ninguém. Lembrem-se do Soares a achincalhar o guarda: ”saia daqui!”

Claro que Cunhal e Soares tiveram os seus próprios trombeteiros: o Melo Antunes, o Rosa Coutinho, o Almeida Santos, a Comunicação Social, os cantores de meia tijela, que continuam a ser apadrinhados na Antena 1, com zurros de liberdade e dinheiro a rodos. Quem não atuar como desejam colocam a pedra na engrenagem como fizeram no Ministério da Educação, com excesso de gente, como declara a OCDE, e da Justiça, culpando os ministros e isentando os funcionários ligados aos erros.

Tem sido neste rolar constante de greves, demagogia e ignorância que Portugal, de trambolhão em trambolhão está irreconhecível.

Mas houve progresso. Pois houve. Haveria sempre, mas com trabalho, sem pobreza e com segurança.

Ninguém foi contra o 25 de Abril. Foi Cunhal que incendiou o país. Os outros seguiram-lhe as pisadas para não perderem o povo que foi de cambulhão para um comunismo desconhecido onde a alarvidade é geral e mostram-na com todo o despudor porque não sabem nem têm a noção do que dizem aqueles comunistas, verdadeiros mentecaptos, que entram sempre com conversa mole na Antena Aberta tentando encostar-se a Dilma Rousseff para depois bolsarem a parvalheira dos imbecis contra os fascistas, ou seja contra eles próprios tal como os do MRPP os tratavam e desmontavam.

A ignorância do Mário que, como Primeiro-ministro raramente estudava os documentos do Governo. De manhã dizia uma coisa na Assembleia da República, de tarde outra totalmente diferente. Valia-lhe o Almeida Santos que fazia as leis, as emendava e as dava para assinar.

Neste momento estamos a assistir à promoção do Costa a pretendente a Primeiro-ministro. Ninguém o avisa que não pode dizer banalidades, nem ser demagogo, fruto da ignorância ou da incompetência, como acabou de o fazer ao confundir fluxos financeiros com investimento efetivo, como diz Castro de Almeida, Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional.

António Costa se quer caminhar seguro não pode continuar a cometer os erros dos seus antecessores. Tem de estudar bem todos os documentos, nunca falar à toa, caso contrário não lhe auguro nada de bom.

C.S

publicado por regalias às 05:49
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