A história dolorosa dos sociais fascistas comunistas e dos seus cachorros, que escondem os gulags, os países ocupados e escravizados faz que tentem apagar os crimes de uns escrevendo sobre a evolução natural dos países e da maneira como os povos se comportavam.
Os ignaros, à falta de conhecimento e osso à mão aprestam-se para falar do colonialismo Português e da escravatura.
Tanto na extensão do Império como no comportamento com os naturais dos países colonizados, Portugal foi de longe aquele que sempre tratou os povos com maior respeito e com eles se misturou. Daí a frase “Deus criou o branco e o preto, o Português criou o mulato”.
Dos países possuidores de colónias, a Inglaterra era o maior, seguido da Bélgica, Holanda, Portugal e França. De todos, aquele que menos explorou os territórios, Portugal foi o único que a par de viver fraternalmente com esses povos, nunca os explorou verdadeiramente no sentido das palavras, dos factos e dos atos.
Quanto à escravatura e ao seu comércio e exploração, as historietas destes historiadores de pacotilha não falam da ocupação da Península Ibérica por Romanos e Árabes, as razias que os árabes faziam para apanhar todos os homens válidos e os transformar em escravos e mesmo a venda dos africanos a outros povos para trabalharem em países mais evoluídos ou em desenvolvimento.
A história da escravatura em Portugal é muitas vezes equiparada à dos criados e criadas de servir que acabavam por casar com os donos das fazendas.
Também não era raro, a dona da casa se apaixonar pelo abegão e este tornar-se o verdadeiro senhor.
Um caso bem conhecido é o da família Relvas. Em que a filha do dono da casa se apaixonou pelo criado-escravo. O pai descobriu o enredo e mandou emparedar o amante da filha. Esta enlouqueceu e percorria as ruas de Lisboa à procura da sua paixão, julgando que ele tinha ido para a capital.
Os historiadores de pacotilha e aqueles que dão publicidade aos seus torpes golpes para manchar um país que peca pela sua ingenuidade e por não responder à letra a sonsos sociais fascistas comunistas e aos seus apêndices, sejam eles de saias ou de calças é caracteristica de gente superior que recusa mexer no estrume mental da escória para não se deixar contaminar.
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C.S
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