Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018

Incêndios, dificuldades, desafios e vacinas na Antena1

“Maria Vai com as outras” terminou o episódio de ontem, sobre vacinas, dizendo que falta a vacina contra a estupidez.

As pessoas por mais avisadas que sejam sobre o perigo que correm de não procederem aos alertas sobre saúde ou cuidados a ter em qualquer outra área só compreendem os erros que cometem quando a desgraça lhes bate à porta.

O caso dos incêndios é fruto do desleixo a que este país chegou.

Depois dos incêndios de Pedrogão, Castanheira de Pera, Pampilhosa da Serra, Figueiró dos Vinhos, o Governo tentou fazer em alguns meses aquilo que em 44 anos esteve ao abandono.

No antigo regime, no Estado Novo, também houve anos excecionalmente quentes, mas os campos estavam semeados, as florestas tinham Guardas Florestais e, as beiras das estradas, Cantoneiros que as mantinham livres de ervas secas, ramos de árvores e outros produtos inflamáveis.

Salazar, em cada ano que passa mais se agiganta perante a pequenez dos Governantes do 25.

Numa das suas frases, mais criticadas pelos estúpidos demagogos, ele diz que agradece a Deus ter nascido pobre. Agora os broncos talvez já tenham entendido a frase.

Só o pobre podia compreender a miséria em que Portugal vivia quando, passados dois anos depois da Ditadura Militar ter substituído a Primeira República em Maio de 1926, Salazar ter sido chamado a ocupar o cargo de Ministro das Finanças.

Perante a pobreza extrema de Portugal, só alguém que tivesse nascido e crescido com grandes dificuldades, saberia como sair delas.

Ao contrário dos demagogos Mário Soares e Almeida Santos que morreram podres de ricos, mas voltaram a deixar o país na miséria, Salazar morreu pobre e deixou um País rico e organizado, que Marcello continuou e engrandeceu.

Salazar sabia exaltar as qualidades dos portugueses, sabia como espevitar a competência.

Nesse tempo, quando as grandes descobertas da era digital ainda nem sonhadas estavam, a terra era fundamental para assegurar o pão de cada dia. E, Salazar, quando da compra do navio Gonçalo Velho salienta o esforço. “Este pequeno barco entra nas águas portuguesas…integralmente pago…Para que pudessem sulcar os mares os navios portugueses, foi preciso que a charrua sulcasse mais extensamente e melhor, a terra da Pátria.”

A terra trabalhada evita os incêndios por muito calor que faça.

No Estado Novo, os incêndios eram normalmente no tempo das festas de Verão, por causa dos foguetes e também derivados por aquelas máquinas de sonho da CP, a lenha e carvão.

Será que hoje faltam vacinas contra a estupidez, como alerta Maria Rueff, a Ermelinda, na Maria Vai com as outras, da Antena1?

 

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C.S

publicado por regalias às 06:26
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