Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018

Inteligência: 25% de genética, 75 de conhecimento

Os cientistas Americanos andam muito preocupados em saber como se forma a inteligência.

De forma simples, para que todos percebam o assunto, direi que a inteligência é formada por 25 por cento de genes e 75% de estudo que enroupa o conhecimento e o saber de onde surgem todas as maravilhas do nosso tempo: da era Digital que a todos deslumbra.

A genética estuda os genes, a hereditariedade, a forma como os organismos transmitem as características de geração para geração.

A hereditariedade é pois a base, destes 25% de Inteligência que os seres inteligentes possuem.

Para mim, ela é tão mais válida quanto os progenitores sejam pessoas de cultura razoável e que durante a gestação do filho mantenham sempre conversas elevadas, expurgadas de intrigas, coscuvilhices e paleio soprado por gente medíocre.

O feto absorve tudo.

Os 75 por cento restantes, para uma sólida inteligência, são fruto do estudo desde o nascimento. Desde os toques no corpo, os sinais faciais e a partir do ano e meio dois anos o brincar ao saber, depois os livros e a partir dos quatro anos a vontade de saber, de descobrir, de conhecer não pára. A inteligência cresce.

Mais preocupado em saber porque eu era mais burro do que alguns dos meus colegas, desligava-me do ensino escolástico, entrava no sonho do pensamento e em livros bem mais avançados para a minha idade.

Por que eram mais inteligentes que eu, elevava-me até ao infinito à procura da resposta.

Os professores não tinham capacidade para esmiuçar os meus voos.

Numa aula do Dr. Carriço, que era médico e professor de Ginástica, no Liceu Nun’Alvares, em Castelo Branco, quando ele, com todos os alunos sentados, ao ar livre, neste tempo saboroso de Portugal, fazia um exercício de braços: para a frente, para a direita, para a esquerda, eu entrei no êxtase espacial e aí fiquei, de braços esticados, julgo que para a esquerda. O Dr. Carriço terminou o exercício e eu mantive-me estático no meu voo de sondagem pelos céus, à procura da inteligência, enquanto todos os meus colegas riam do insólito, e o Carriço que era alto e forte, como um touro, bufava de fúria.

Depois de alguns minutos de espera, veio até mim e fez-me aterrar atabalhoadamente, com duas chapadas que me viraram, fizeram voltar à comezinha realidade e fugir para os vestiários apesar dos gritos e das ordens do simpático Dr. Carriço.

O meu voo foi sempre livre. Por isso amo tanto Portugal que espalha intuição e inteligência pelo mundo para que a fraternidade entre os povos se torne universal.

 

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C.S

publicado por regalias às 10:14
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