Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

O homem tem tudo para ser feliz e procede como um bruto

O ser humano descobriu o segredo da vida. Hoje não se passa um dia sem que novas descobertas não se realizem e mostrem que ao ser humano nada é impossível.

No jornal i vem mais uma demonstração do poder do conhecimento ao apresentar um pequeno drone. Foi imaginado na Universidade de Aveiro e pode monitorizar uma grande floresta para impedir, através de uma ação preventiva do homem, que tanto as doenças como a falta de água ou outros nutrientes a prejudiquem.

No dia anterior leio que a partir de 2018 todos os veículos automóveis passam a estar providos de um Chip que em caso de acidente e imobilização dos passageiros, imediatamente seja transmitido para o 112, sem qualquer outra ajuda, fazendo referência ao que aconteceu, a localização do veículo, o número de vítimas, além de outras informações complementares.

A partir desta realização não será muito difícil encontrar maneira de fazer o mesmo com aviões. Sempre que haja um acidente e desapareça sem deixar rasto, ele possa ser localizado.

E, nesta senda, poderia mencionar outras descobertas que tornam o ser humano quase tão poderoso como o Deus paciente e desconhecido que tudo iniciou e tem esperado milhões de anos por quem o substitua.

Mas o homem, que tem tudo para ser feliz teima em se portar como um irracional que tendo na cabeça e nas mãos o mistério da criação teima em se eliminar deslumbrado e cego com o seu poder e capacidade de criar.

Ao folhear os conflitos, que desde sempre foram iniciados por pequenos e ridículos bonifrates, verifico que eles em vez de diminuir à medida do tempo e do conhecimento, cada vez se agravam mais.

A partir do século XIX, com as guerras Napoleónicas e no XX com a Primeira e Segunda Guerras Mundiais tudo começa a descambar com nações que precisam de testar sofisticados armamentos no Vietname e de seguida no Médio Oriente, na África e sempre com a desculpa da ajuda deste ou daquele, utilizando em cada hora que passa novos modelos de destruição que tentam ser milimétricos no ataque, e terminam em verdadeiros genocídios.

Ainda no princípio deste mês, um homem que eu considerava inteligente, Jean-Claude Juncker, me desiludiu ao advogar a criação de um exército para enfrentar a Rússia. A ideia é de uma estupidez monumental.

A criação de exércitos só serve para incentivar as guerras e desgraçar os povos.

Em vez das armas e da morte, as nações da guerra podiam dedicar-se ao apoio da alfabetização mundial, ao ensino, à desmistificação do fanatismo, à produção de alfaias para a produção de riqueza e bem-estar.

Mas o homem chafurda na bestialidade, no ser rude e bruto.

Espero bem que Juncker não insista no suicídio da Europa.

C.S

publicado por regalias às 05:24
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