Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

O petróleo do Algarve é o turismo

Insistir nas prospeções de petróleo quando o ouro negro está quase ao preço da uva-mijona, é um disparate de todo o tamanho.

Mas que havemos de fazer quando ninguém sabe como mandar?

Autoridade não existe. Inteligência muito pouca e dinheiro ainda menos.

Todos já percebemos que alguém vai ser enganado.

Quem?

Os que autorizaram a prospeção ou aqueles que fingem que perfuram as areias untadas de restos de salmoura?

Os primeiros têm de manter o movimento para garantir o contrato sem pagar indemnizações. Os segundos mantêm o material porque esperam receber a dinheirama gasta com tanto desperdício.

Os primeiros estão certos que o único petróleo é o que vem dos turistas. Se o petróleo aparecesse, em muita quantidade nem assim seria rentável. Depois das jazidas já em exploração e a perder dinheiro ou a não ganhar o suficiente para rentabilizar o trabalho, todos sabem, menos os especialistas em milagres, que o petróleo entrou na rua da amargura e passará a ser necessidade residual dentro de poucos anos.

A Gulbenkian, ajuizadamente, vende os poços e o corrimento. Investe no futuro dos renováveis e deseja sorte aos compradores.

O Reino dos Algarves começa a tomar forma: a regionalização vai dar-lhe a força que precisa.

Que o Algarve espera nova liderança, ninguém duvida.

Nuno de Nelas e Bragança está pronto a reinar. Em vez do petróleo correr com toda a gente; vai de Inglaterra, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia gente importar.

E com este ouro branco, pacifico, feliz, contente pelas areias sedosas sem haver na Europa igual, todos mergulharão nas salsas ondas louvando o bendito e quente nome de Portugal.

 

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C.S

publicado por regalias às 07:33
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