Sábado, 31 de Janeiro de 2015

O rebotalho continua os quatro Governos comunistas

Em 1974 e 1975, os comunistas iniciaram o descalabro de Portugal.

Os quatro Governos comunistas, II, III, IV e V foi o rastilho que o infame Cunhal e a ralé que o secundou atearam no País em grande progresso e honrado para se transformar num valhacouto de celerados loucos.

Enquanto com a proteção dos Governos comunistas puderam berrar como entenderam e roubar mais de um milhão e duzentos mil hectares de terras, ocupar casas e empresas os comunistas de ocasião viveram, gastaram e desbarataram o que havia para a sua própria segurança.

Nenhum dos Governos comunistas os avisou que estavam a cavar a sua própria ruina pois o desvario não podia continuar eternamente.

Os Governos da Europa, hesitantes e sem saber como proceder com um País que tinha sido dos mais fortes da Europa e com crédito ilimitado, viam-no em 1974-1975 como um manicómio em autogestão.

Se a ideologia comunista estava em declínio acentuado, os Governos comunistas portugueses mostraram à saciedade que a bestialidade da gente que o defendia, sem saber porquê e as consequências que daí adviriam teriam resultados catastróficos.

O 25 de Novembro de 1975 veio abrandar o desastre mas a Comunicação Social, os artistas, os pseudointelectuais, os sindicalistas e os vadios continuaram a saga mesmo com toda a gente a ver o cataclismo que iria cair sobre o povo, avisado por duas bancarrotas sucessivas e o país salvo pelos empréstimos por juros que atingiram os 35 por cento e pela entrada na União Europeia que descarregou milhões e milhões de euros que os sindicalistas apoiados pelos Governos de esquerda teimaram em desbaratar sempre com a afirmação que estavam a salvar os trabalhadores, mesmo daqueles que recebiam mais de três mil e quinhentos euros por mês.

Os Governos em vez de pararem com o caos resolveram ir adiando a panaceia. Deixaram esbanjar para que eles pudessem singrar sem grandes chatices e o resultado é este apesar de todas as medidas de contenção ou de austeridade para recuperar credibilidade e sustentabilidade.

Ouvi há pouco que dois milhões de pobres estão em situação desesperada e outros quinhentos mil para lá caminham, mas os sindicatos comandados por gente horrível de fealdade e malvadez, verdadeiro rebotalho de um povo, pouco se importam com os que morrem à fome e já anunciam greves para Fevereiro e Março.

Quem continuar a alinhar na conversa destes comunistas de bolso cheio e em vez de trabalharem fizerem greves também não poderão contar com a solidariedade de quem se esforça por salvar Portugal.

C.S

publicado por regalias às 05:49
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