Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Políticos portugueses têm de se entender

Quando comunistas e socialistas, pouco tempo depois do 25 de Abril apelavam à destruição dos livros de história porque Camões era fascista, Nuno Álvares Pereira era fascista, Vasco da Gama era fascista, Amália Rodrigues era fascista e por aí adiante, eles sabiam que só enxovalhando os portugueses poderiam levar avante aquilo que bem tentaram destruir, a identidade portuguesa, e fazer o que bem entendessem.

Rui Grácio, Secretário de Estado da Orientação Pedagógica, ordena a destruição pelo fogo dos livros, anteriores ao 25 de Abril que estavam nas escolas. Tão bárbaro e infame como a Inquisição, este Grácio não teve consciência do que fez.

Quando, mais tarde, o Ministro da Educação, Sottomayor Cardia, quis chamar à responsabilidade quem levianamente ordenou tal ato foi impedido de o fazer.

O 25 de Abril tinha todas as condições para ter sucesso: cofres cheios, País organizado e em grande progresso, moeda forte, povo tranquilo, feliz e confiante, levariam a pensar que, com mais abertura e a resolução do problema do Ultramar, Portugal se tornaria o melhor País do mundo.

Além das condições materiais totalmente favoráveis, é difícil encontrar um país tão bem situado, condições climatéricas excelentes, sem poluição, o melhor queijo e vinhos do mundo, diversidade equilibrada entre rios, mar, montanhas e planícies. Um povo de grande afabilidade.

A enxurrada de traidores e de mentecaptos que tomou conta do País conseguiu em poucos anos levar o País à miséria mais execrável para dois milhões de portugueses quando se julgava ser impossível regressar aos tempos da Primeira República.

A revolução do 28 de Maio de 1926 acabou com a Primeira República, iniciou a Ditadura Militar. Os militares fecham o Parlamento, mas a instabilidade política e económica continua.

Em 1928 chamam para Ministro das Finanças o Professor Oliveira Salazar que impôs como condição, para aceitar o cargo, ter o controlo absoluto sobre as despesas de todos os ministérios.

A partir desse momento começa a recuperação de Portugal. Em 1932, Salazar é convidado para Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro). Em 1933 é aprovada a Constituição, acaba a Ditadura Militar e começa o Estado Novo que garantia todos os direitos aos cidadãos.

O Presidente da República, Óscar Carmona, detinha o poder executivo que repartia com o Governo. O poder legislativo pertencia à Assembleia Nacional.

Portugal levantou-se do charco em que a Primeira República o tinha metido. Os portugueses alcançaram todos os desígnios dos povos ricos.

O 25 de Abril regressou ao erro, à estupidez, ao facilitismo perigoso.

É tempo dos políticos se entenderem e deixar a demagogia balofa que come o povo e engorda estes sátrapas que não veem o perigo em que podem cair.

C.S

publicado por regalias às 05:23
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