Quinta-feira, 26 de Maio de 2016

Os portugueses ou estão unidos ou estão...perdidos

Como nunca me preocupei com as formas de Governo, mas sim a maneira como ele conduz o país e apoia o povo, exaltando-o naquilo que o protege e defende, sempre votei como entendi ser o melhor para Portugal e dos outros povos quando alguns votos de protesto ou de apoio eram apresentados no Parlamento.

Sistematicamente abstinha-me ou votava contra o que incomodava o chefe do Grupo Parlamentar e que iam contra os cânones. Não me ralava. Não estava ali para violentar o meu pensamento. Tanto votava à esquerda como à direita e mesmo nas extremas. O que aconteceu uma vez contra 260 ou 261 Deputados. Não sou de democracias pífias.

Salazar nunca tergiversou. Era claro no que pretendia fazer para alcançar o bem para os portugueses. Dar “Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, e tudo o mais viria por acréscimo.”

A União Europeia tem sido uma autêntica desilusão. Não pelo que tem tentado, mas por não ter seguido o caminho do dinheiro investido na UE.

A Alemanha austera, prudente, competente no trabalho convenceu-se que as outras nações fariam o mesmo. Engano.

O português, com dinheiro fácil, é um cavalo sem freio. Os portugueses para saberem poupar e gastar o metal sonante têm de lhe beber o suor do rosto: do pensamento ou do trabalho braçal, de outra maneira tratam o dinheiro como os grevistas fazem: deitam-no ao rio.

Salazar que nasceu pobre foi para a escola dos pobres (o seminário). Cresceu pobre e entrou na Universidade que aguça a inteligência e faz os ricos. Salazar estudou o português em todas as suas vertentes: compreendeu bem as suas qualidades e defeitos devido a ter passado por todas as escalas onde o valor humano se afirma ou claudica.

Salazar teve tanta certeza no que seria necessário fazer para tirar Portugal da extrema miséria em que a Primeira República, 1910-1926, o tinha enterrado, que ao ser convidado pela Ditadura Militar, recusou o cargo ao verificar que não lhe davam condições para o exercer proficientemente.

Salazar regressou dois anos depois em 1928 como Ministro das Finanças e, desde 1932 até 1968 como Presidente do Conselho (Primeiro-Ministro), sem nunca se desviar do pensamento inicial: dar ao povo as condições de vida que ele próprio não tinha usufruído.

Quando os militares tentam obrigá-lo a desviar-se do caminho, ele entrega-lhes o poder, que imediatamente devolvem porque era o mais honesto, o mais trabalhador, o mais inteligente e o mais capaz.

Desde o 25 de Abril tudo é nivelado por baixo. Os estivadores porque exigem a progressão automática das carreiras de todos, àqueles que sabem e trabalham e aos outros que são calaceiros. Com as escolas passa-se a mesma coisa. Nos Rankings saídos nos últimos anos, a diferença de qualidade entre os colégios e as escolas públicas são enormes. Por isso, pais e educadores preferem os colégios.

Temos de estar unidos, propugnando pela qualidade e não pelo jogo de palavras que nenhum Governo desmonta, chamando os bois pelos nomes, e mostrando aos trapalhões grevistas e aos oportunistas que é um erro.

Se querem governar e mandar, concorram em eleições aos postos de poder. Mas, farroupilhas semianalfabetos, armarem-se em espertos e afundarem a própria classe e o país, com a conivência de Deputados e de Governos que querem fingir de democratas é simplesmente abjeto.

Os prejudicados são os trabalhadores e Portugal.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:14
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