Terça-feira, 22 de Julho de 2014

Os portugueses são seres excecionais

A afabilidade como são tratados os estrangeiros que nos visitam e aqueles com quem contactamos ou trabalhamos nos seus próprios países fazem que os portugueses sejam considerados seres excecionais em comparação com os outros povos.

Dotados de um conjunto de qualidades que os distinguem tais como intuição fora do normal, inteligência, trabalho, poder inventivo, os portugueses só não ultrapassam as suas dificuldades no seu próprio país quando se desinteressam, não estudam e tanto se importam que caiam para a direita como para a esquerda, que eles não estão para se ralar.

Os pobres e os ignorantes foram quem fez a riqueza dos demagogos. Eles serviram-lhes para espalhar as mentiras mais estúpidas e inacreditáveis.

Quem melhor entendeu o Povo Português foi Salazar. Bastaria só uma das suas frases para se perceber que, Salazar seguiu à risca essa ideia por mais que os ignorantes e os ingratos digam disparates:

“O Estado deve ser tão forte que não precise de ser violento”. Foi o que aconteceu. Sabia-se quem mandava. Hoje cada um faz o que entende e o povo é que sofre. Nunca sabe se tem trabalho ou se lhe pagam.

A PIDE funcionava mais pelo medo do que pela ação. Muitos PIDES foram julgados e castigados por exercerem pressões sobre os detidos.

Enganar o povo foi aquilo que desde o 25 de Abril tem sido feito. E isto acontece assim porque o povo, apesar de todas as suas qualidades, tem um defeito enorme: é invejoso. E a inveja oblitera-lhe o juízo. Em vez de pensar em si inveja os outros, perde tempo e confunde-se. Os Sindicatos e os Partidos tiraram sempre partido desta fraqueza, acirraram o povo primeiro, contra os patrões e as empresas. Quando destruíram uns e outras, sem pensar que estavam a pôr em causa o seu próprio ganha-pão, viraram-nos contra os latifundiários e roubaram-lhes as herdades sem as rentabilizar, mas sacando tudo quanto tinham.

As próprias cooperativas que criaram para que os preços fossem mais em conta faliram porque a desorganização e a inveja de uns sobre os outros destruiu o que eles pensaram que era deles por direito de uma esquerda que os incita ao roubo e que fala de ética, quando ela é amoral.

É nestas circunstâncias, e muito por causa da inveja, que ataca sempre os mais ignorantes e enche os frustrados de raiva, que Portugal há muito se encontra em falência.

A Comunicação Social tenta esconder os erros, que são impossíveis de esquecer porque muitos dos canalhas que destruíram Portugal ainda hoje insistem em fazer do povo burro e servir-se da sua ignorância.

Enquanto o povo não entender isto, continuará a ser a besta de carga.

C.S

publicado por regalias às 06:11
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1 comentário:
De :P a 22 de Julho de 2014 às 08:05
Taxa de analfabetismo em Portugal nos anos trinta - entre 75 e 80% (dependendo do autor).
A mesma taxa na Suécia no ano de MIL e NOVECENTOS: UM por cento.
Viva Salazar!


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