Sábado, 29 de Junho de 2019

Portugal democrático com democracia leviana

Compreendo Marcelo quando faz a apologia de Freitas. Compreendo o Freitas quando se justifica, só não compreendo como dois homens muito inteligentes não têm coragem para desmontar uma Democracia leviana, que não existe, continua cheia de buracos.

Quando Marcelo fala nos pais da democracia e mistura um parasita que morreu podre de rico e gastou o que havia e não havia sem se preocupar com o povo e o pulha que imporia a ditadura do proletariado se a cobardia o não impedisse de enfrentar os do 25 de Novembro, mais os dois que são pais dos filhos deles, Marcelo está a ser conivente.

Este arremedo de Democracia não é de perto nem de longe uma amostra da Democracia Ateniense, Norueguesa, Sueca, Finlandesa, Suíça ou Holandesa.

O Estado de hipocrisia democrática em que vivemos foi imposto por bastardos interessados nos seus próprios interesses.

Democrático era Salazar que, atiladamente desenvolveu uma Democracia Orgânica baseada na cooperação entre o povo, Sindicatos, patrões e trabalhadores.

Salazar rejeitou qualquer tipo de demagogia, desenhou uma estratégia de Governação e deu passos seguríssimos para levantar o povo da miséria onde estava atolado pelas promessas não cumpridas na Primeira República, as greves diárias e as prisões em massa que atulhavam navios e enchiam as colónias de degredados.

Ao ouvir o blá-blá dos politiqueiros não me preocupo muito. Fico mais preocupado quando o Marcelo ajuda à ladainha e mistura uma ave de rapina, um corvo, dois pintassilgos e dá a todos o mesmo valor.

O povo está farto de palavreado, respeita-o porque lhe reconhece inteligência e vontade de colocar Portugal no são. Escusa de dar uma no cravo e outra na ferradura. Não coloque tudo no mesmo saco.

Uma vez na Assembleia da República, e saturado de tanta hipocrisia e videirismo, levantei-me e gritei para o Cunhal que estava na bancada à minha frente: “Entre o senhor e Al Capone ou há diferença ou há cadeia!”

Cunhal foi o asqueroso canalha que colocou Portugal na situação em que o País ainda se encontra.

Desde os transportes, a Comunicação Social, os Ministérios e os Sindicatos a seita do mal continua infiltrada e a impedir o progresso do País gritando sempre que o faz pelo bem dos trabalhadores, que cada vez ganham menos porque não produzem o suficiente devido às paralisações e às greves.

País de Democracia, sem autoridade, é gaita que não assobia.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:33
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