Sábado, 25 de Julho de 2015

Portugueses sem imaginação, nem dinheiro, nem sexo

Portugal passou de um país próspero, que ria com prazer e a população aumentava ao ritmo da felicidade, a um país murcho e de castrados mentais e sexuais.

O 25 de Abril atirou de cambulhão tudo para o lixo da insensatez. Beneficiou umas centenas e prejudicou milhões sem qualquer necessidade. Só pura estupidez. Ninguém tinha contestado o Golpe militar, transformado, dois meses depois em golpada política quando os quatro Governos comunistas destruíram tudo o que era produtivo e semearam a desgraça.

Os habilidosos comunistas da asneira, ainda hoje culpam qualquer ministro por enganar o povo, quando são eles os maiores falsários e aqueles que provocaram tudo quanto de mal aconteceu neste país com a anuência dos Governos que sempre fraquejaram quando os comunistas berravam que não era democracia. Não se opuseram aos seus dislates e a tudo o que tinham feito; desde o roubo das casas, o assalto à embaixada de Espanha, a ocupação das herdades e o que, na devida altura terá de ser apresentado para que os prejuízos causados tenham rosto e nome.

O abandalhamento é tão grande que os cantores e escritores diziam que não cantavam nem escreviam porque era proibido. Só desculpas. Depois de tanta libertinagem não conseguiram produzir nada de válido.

Oiçam-se as canções em quarenta e um anos de libertinagem, porque liberdade sempre houve, menos a liberdade de estragar e de matar. Das canções que por aí proliferam, se nove ou dez forem audíveis é o máximo.

Como a imaginação falta, os “génios” resolveram parafrasear canções antigas ou filmes antigos, o que resulta sempre em pepineira, embora os artistas se esforcem por dar à garganta aquilo que o saber e a sensibilidade não reproduzem.

A juntar a todas as desgraças, que estes desgraçados 41 anos têm arrastado, a falta de dinheiro é notória em milhões.

Só as tais centenas iniciais e mais uns milhares, que resolveram alinhar com os enganos, se governam e se calam.

A juntar a todas estas disfunções, junta-se a disfunção sexual que limita o número de nascimentos e acrescenta homens a viver com homens, mesmo que haja oferecidas a querer subir na vida e outras mulheres, as mais feias, a gritarem que são lésbicas. Nem dadas são aceites, as escangalhadas.

O país perdeu tudo; desde a vergonha à vontade.

Os portugueses sabem agora o que é ser rei de si mesmo e escravo dos outros povos.

C.S

publicado por regalias às 05:17
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