Terça-feira, 28 de Abril de 2020

Salazar, do caos e da miséria, fez renascer Portugal

“É impossível negar que o desenvolvimento registado em Portugal, não só não tem paralelo em qualquer parte do mundo, como também não é um feito para o qual a história tem precedentes”, escrevia a revista Time a respeito de Salazar.

Em 28 de Abril de 1889, nascia o Homem mais inteligente e honesto que Governou Portugal.

Os Portugueses reconheceram-lhe as qualidades quando o elegeram o Maior Português de sempre.

As atoardas dos boateiros comunistas ainda hoje continuam a meter ferros na engrenagem do Centeno e do Costa. Por esse motivo é difícil Governar Portugal. Essa malta aparece sempre na Comunicação Social para defender o povo que nunca defendeu.

Salazar reconhecido em todo o mundo, como um político de exceção, teve, depois que chegou Cunhal e a Seita de emigrados, uma data de malditos a ganir-lhe depois de morto.

Mas não só os portugueses lhe mostraram todo o respeito e consideração, como os países considerados Democráticos o elogiavam com as mais altas distinções como a Grã Bretanha e os Estados Unidos da América lhe reconheciam capacidades políticas fora do comum.

Com esta ansiedade de eu dar o melhor que pensava a favor de Portugal, numa altura em que visitei Berlim Oriental, em 1972 ou 73 pensei idealizar uma Constituição que agradasse e beneficiasse todo o ser humano, misturando ideias democráticas com traçados comunistas e ideias autoritárias.

Cheguei sempre â conclusão que a Democracia Orgânica, seguida por Salazar, seria aquela que melhor serviria todos os povos. Quem quiser estudar, sem fanatismos e estupidez verificará que a maneira suave como Salazar Governou o País, tirou Portugal da violenta e desastrosa miséria em que vivia, muito mais rápido do que qualquer outra solução que fosse aplicada.

A Primeira República, 1910-1926, foi um falhanço total. As prisões estavam a abarrotar, as revoluções e as mortes eram diárias. O 28 de Maio de 1926 e a Ditadura Militar pararam o caos, mas não travaram aqueles que viviam das desgraças.

Dois anos depois, quando Salazar foi empossado como Ministro das Finanças, o País equilibrou, cresceu, desenvolveu-se.

Os caminhos, onde os assaltos eram frequentes, passaram a estradas seguras. Escolas, hospitais e cantinas, para travar a fome, espalharam-se por todo o País. O rancho dos militares era sempre aumentado para acudir aos mais desfavorecidos.

Salazar teve sempre a preocupação de dizer o que fazia.

“Todos os sacrifícios são necessários”. “Sei muito bem o que quero e para onde vou”. “Peço confiança na minha inteligência e na minha honestidade”. “O País estude, reclame, discuta, mas obedeça quando se chegar à altura de mandar”.

A União Nacional serviu pois para fazer a passagem da Ditadura Militar para o Estado Novo”.

Salazar diz duas coisas muito simples de entender. A primeira “O Estado deve ser tão forte (ou seja, ter tanta credibilidade) que não precise de ser violento”. E a segunda, que é bem o corolário da primeira. “Enquanto houver um português sem trabalho e sem pão, a revolução contínua”.

É preciso dizer mais sobre este Homem?

Ainda pensei escrever sobre as obras realizadas no tempo de Salazar em benefício de Portugal e dos portugueses. A extensão é enorme.

Fico por um simples obrigado e a esperança de ver Portugal sair da crise em que mergulhou.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:44
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