Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

Salazar foi o político que melhor compreendeu o povo

O povo não esqueceu Salazar. Apesar de todas as tentativas de a RTP o afastar e influenciar, escandalosamente, as votações para o concurso "Grandes Portugueses", basta rever os programas para verificar a veracidade da afirmação, o povo não foi atrás da paupérrima escória mental, que incapaz de manter a isenção nos trabalhos profissionais se deixa envolver na mentira, a divulga e a tenta fazer vingar com o poder que a informação possui.

O povo não se deixou enganar e votou no Homem que o tinha defendido e feito sair do lameiro em que as enormes dificuldades vindas da Primeira República tinham mergulhado Portugal.

O simples agradecimento a Salazar e a única oportunidade que tiveram de o demonstrar foi através de um concurso da RTP, que arrastou milhões de telespetadores para o pequeno ecrã; e assistiram a tudo em direto, desde a locutora cortar a palavra ao Professor José Hermano Saraiva, à comichão na enxúndia corporal, que Odete Santos, a defensora do Partido Comunista, coçava sem descanso.

O Povo Português reconhece e sabe quem lhe faz bem. Mesmo contra todas as dificuldades, ele espera a oportunidade para mostrar que não esquece quem o soube guiar louvando-o pelo trabalho desenvolvido ou chamando-lhe a atenção para os erros a corrigir.

Salazar não escondia as dificuldades para que o povo não pudesse ser iludido e manipulado.

Desde há longos anos que estudo o ser humano, a maneira de ser do povo português e a minha própria atitude, com quem me encontro muitas vezes triste e desiludido. Podia fazer melhor e não fiz. Porquê? As desculpas que encontro para os erros nunca me satisfazem. Erro porque sou precipitado, porque não amadureço os assuntos. Porque quero fazer tudo à pressa.

Salazar compreendeu todos estes defeitos que enroupam o português e, que não tendo um bom suporte para os retificar cometem os erros e só depois se arrependem.

Salazar teve a coragem, ele que era um tímido, e o bom senso, de com aquela voz aflautada de pessoa que lhe custa contrariar os outros para insuflar confiança no trabalho, na organização, na ordem essencial para transformar o nada onde Portugal existia para a prosperidade onde Portugal tinha a possibilidade de viver.

Foi o que aconteceu. Os políticos e militares a seguir ao 25 de Abril, queriam o quê? Que Salazar continuasse a estagnação e a miséria, ou mesmo sem recursos, lançasse mãos à obra e transformasse o suor em oiro puro que o Vasco Gonçalves e os loucos do 25 de Abril depressa desbarataram?

Enganar o povo é fácil. Salvá-lo da miséria, para onde o voltaram a empurrar, é mais complicado.

 

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C.S

publicado por regalias às 05:34
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