Quarta-feira, 9 de Maio de 2018

Zhou Qunfei, louvor e admiração pela mulher chinesa

O ressurgimento da China como potência económica mundial e de desenvolvimento em todos os campos, desde o social ao científico pode ser comprovado pelos resultados patentes aos olhos de todo o mundo.

O Governo dos povos, com grandes territórios, levado a cabo por Dirigentes honestos e amantes do seu país dá sempre bons resultados.

Podem as Democracias Ocidentais querer impor os seus padrões de vida, mas a grande falha da Democracia está nos Governos que, pretendendo dar ao povo uma liberdade e poder, não o educam para assumir através do conhecimento e da honestidade mental, querer o bem dos seus semelhantes sem se aproveitarem das permissivas estruturas.

A diferença entre a oligarquia dirigente e o povo continua a ser enorme. Portugal é o exemplo vivo do que digo.

Isto sucede porque o trabalho desenvolvido por Salazar e Marcello Caetano foi destruído após o Golpe do 25 de Abril de 1974, que tinha todas as condições para ser bem-sucedido e o povo viver feliz e em prosperidade. Vive precisamente o oposto, com dois terços da população a suportar grandes dificuldades e o país com uma dívida astronómica.

A China ficou indiferente às críticas, aos conselhos e às campanhas dos “benfeitores” Ocidentais que invadem países, matam e massacram populações tal como fizeram com o Iraque, a Líbia, a Síria.

A China manteve-se apática às fanfarronadas dos criminosos.

Os crimes cometidos pelos ocidentais não são exemplo nem de bom comportamento nem de boa educação.

A China criou uma geração de futuro.

Zhou Qunfei, a mulher mais rica do mundo, educada desde criança nas escolas chinesas soube desde sempre que o futuro estava no estudo, no trabalho e na atenção que devia prestar aos pormenores da vida.

A mãe faleceu quando ela tinha cinco anos. O pai perdeu a visão, devido a um acidente, poucos anos depois.

O sustento da casa tornou-se complicado. Depois da escola guarda patos e porcos. Aos 16 anos sai da escola para trabalhar numa fábrica de vidros para relógios. Aos 22 larga a fábrica para montar o seu próprio negócio, num pequeno espaço de três assoalhadas.

Zhou Qunfei utiliza os conhecimentos aprendidos, dá-lhes a força da imaginação e da observação nos mais ínfimos pormenores ao evitar que o pai não se desoriente na procura daquilo que necessitava.

Depois da Motorola a ter convidado a criar um ecrã de vidro para telemóveis, o desafio foi tão bem-sucedido que a Apple e a Samsung escolheram a “Lens Technology”, empresa de Zhou Qunfei, para fornecer os ecrãs.

Zhou Qunfei passou do zero aos 6 mil milhões de euros, tornando-se a mulher mais rica e mais admirada do mundo.

Todos os povos a olham como exemplo.

O impossível não existe.

O impossível é fruto de trabalho, imaginação e educação dos povos.

Obrigado, Zhou Qunfei.

 

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C.S

publicado por regalias às 06:19
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